03 Alterações metabólicas e do desenvolvimento (Parte 2)

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摘要

TLDRA necrose asséptica da cabeça femoral é uma doença que resulta na morte do tecido ósseo em cães jovens devido à falta de suprimento sanguíneo. A condição leva a alterações nas radiografias, e o tratamento frequentemente envolve a remoção da cabeça do fêmur. A displasia coxofemoral é outra condição comum que afeta a articulação do quadril, especialmente em raças grandes, e é marcada por desenvolvimento anormal da articulação. O diagnóstico precoce e o tratamento são fundamentais para minimizar o impacto e a dor associada a ambas as condições. O uso de radiografias facilita a avaliação e o acompanhamento dos animais afetados.

心得

  • 🦴 Necrose asséptica da cabeça femoral pode causar dor intensa.
  • 🐕 Cães jovens de raças pequenas são mais suscetíveis.
  • 📸 O diagnóstico é feito por radiografias que mostram alterações ósseas.
  • 🔍 O tratamento pode envolver a remoção da cabeça do fêmur.
  • 💔 Displasia coxofemoral é uma condição comum em raças grandes e pequenas.
  • 🔧 Procedimentos cirúrgicos podem ajudar a minimizar a displasia.
  • 💊 Fisioterapia é essencial após procedimentos cirúrgicos.
  • 🔄 O monitoramento regular é importante para detectar alterações.
  • 🏥 Abordagens cirúrgicas para displasia podem melhorar a qualidade de vida.
  • 📚 O conhecimento sobre a condição facilita o tratamento e manejo adequado.

时间轴

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    A necrose asséptica da cabeça femoral refere-se à morte óssea na cabeça do fêmur sem infecção associada. A posição da cabeça do fêmur é crucial para a articulação coxofemoral. Os radiografias e a avaliação da congruência articular são importantes para detectar alterações nesta área, uma vez que a articulação deve encaixar perfeitamente para o movimento adequado do paciente quadrúpede.

  • 00:05:00 - 00:10:00

    O comprometimento da vascularização na epífise proximal do fêmur pode levar à necrose asséptica, que comumente afeta cães jovens de raças pequenas, como Yorkshire e Pomerânia. Investigadores mudaram os nomes das condições ao longo do tempo conforme melhor entendimento foi adquirido. Em casos de necrose asséptica, a falta de suprimento sanguíneo pode causar danos significativos, enquanto a cartilagem continua a crescer normalmente.

  • 00:10:00 - 00:15:00

    Com o tempo, a necrose pode levar a alterações visíveis nas radiografias, como áreas radiotransparentes que indicam falta de suprimento sanguíneo. A degeneração do osso e a tentativa de revascularização levam a deformidades na cabeça femoral. Esta condição, se não tratada, pode resultar na necessidade de cirurgia, como a remoção da cabeça do fêmur.

  • 00:15:00 - 00:20:00

    A displasia coxofemoral é uma condição comum que afeta a articulação coxo femoral, levando à formação anormal das articulações. Normalmente afeta raças grandes e é frequentemente bilateral, no entanto, pode ocorrer em qualquer cachorro. Avaliações radiográficas e físicas são cruciais para diagnosticar e tratar essa condição antes que cause dor e limitações funcionais significativas ao animal.

  • 00:20:00 - 00:26:54

    Abordagens cirúrgicas para displasia incluem procedimentos preventivos em cães jovens e implementação de implantes em casos severos. Radiografias específicas devem ser solicitadas para análise da pelve e articulações, a fim de determinar a extensão da displasia ou outras condições articulares que podem necessitar de tratamento cirúrgico.

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视频问答

  • O que é necrose asséptica da cabeça femoral?

    É uma condição causada pela morte do tecido ósseo na cabeça do fêmur, sem infecção associada, frequentemente observada em cães jovens.

  • Quais raças de cães são mais afetadas?

    Principalmente raças pequenas como Yorkshire, Poodle e Pinscher, mas também pode ocorrer em cães de porte médio.

  • Como é feito o diagnóstico?

    O diagnóstico é realizado através de radiografias que mostram alterações na forma e densidade do osso.

  • Qual é o tratamento para a necrose asséptica?

    O tratamento pode incluir cirurgia para remover a cabeça do fêmur, especialmente em casos avançados.

  • O que é displasia coxofemoral?

    É um desenvolvimento anormal da articulação do quadril, mais comum em raças grandes.

  • Quais são os sinais de displasia coxofemoral?

    A displasia pode causar dor, dificuldade em se movimentar e alterações visíveis nas radiografias.

  • Qual o tratamento para displasia coxofemoral?

    Pode incluir controle da dor, fisioterapia ou cirurgia, dependendo da gravidade.

  • A necrose asséptica pode ocorrer em humanos?

    Sim, a necrose asséptica é uma condição também reconhecida em humanos.

  • Qual a importância da fisioterapia após a cirurgia?

    A fisioterapia é crucial para recuperar a mobilidade e fortalecer os músculos após a cirurgia de remoção da cabeça do fêmur.

  • Em que idade a displasia coxofemoral pode ser diagnosticada?

    A displasia pode ser diagnosticada em cães jovens, às vezes antes de completarem seis meses.

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    a próxima doença gente é necrose
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    asséptica da cabeça
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    femoral pegar o apontador aqui então é a
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    morte asséptica então sem processo
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    infeccioso associado da cabeça do fêmur
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    que nós temos uma cabeça do fêmur em
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    projeção crânio caudal se fosse a PVA
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    inteira seria ventro dorsal porque nós
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    estaríamos mostrando o corpo mas aqui
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    como é só articulação é uma projeção
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    crânio caudal Rai x intracranial e sai
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    caudal para atingir a placa e nós temos
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    os componentes da articulação coxa
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    femoral que são a
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    pelv Está cortada né aqui é o corpo do
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    ío acetábulo pubs corpo do ísquio Tábua
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    do ísquio
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    e e o acetábulo aqui ele é a estrela
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    dessa articulação né sabe quando a gente
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    vai pedir sorvete de massa ou nós mesmos
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    pegamos naquelas sorveterias que parecem
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    self service que tem um Scoop aquela
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    aquela como se fosse uma colher de pegar
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    sorvete a articulação coxo femoral é do
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    mesmo
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    jeito aqui nós temos a margem ventral e
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    aqui a margem dorsal e ela encaixa aqui
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    a cabeça como se fosse um encaixe de de
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    uma engrenagem mesmo sabe todas as
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    articulações funcionam desse jeito é o
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    encaixe perfeito para entrar o osso que
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    vai ser distal eh Então como nós temos
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    um paciente que está em posição
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    quadrupedal essa margem a ventral e essa
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    dorsal quando eles estão andando essa
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    margem aqui que está atrás da cabeça
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    femoral isso aqui tá tudo atrás da
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    cabeça femoral fazendo encaixe é uma
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    imagem 2D de uma estrutura 3D lembrem-se
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    disso então pro paciente ter a
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    congruência dessa articulação essa
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    margem aqui tem que estar abraçando a
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    cabeça femural para encaixar
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    certinho e aqui né Vou deixa esquecer o
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    fêmur também que ele é muito importante
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    Aqui nós temos a cabeça femural o colo
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    femoral fossa trocantérica trocânter
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    maior trocânter menor e a diáfise do Fê
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    em
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    si lembrando né tecidos moles então
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    radiopacidade tecidos moles
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    radiopacidade
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    mineral aqui não temos nada
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    radiotransparente porque não tem ar
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    aparecendo então aqui o osso é radiopaco
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    radiopacidade mineral tecidos moles
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    também tem
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    radiopacidade tecidos moles ou fluido né
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    que muitas pessoas colocam no
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    laudo aqui gente nós temos vários
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    sinônimos então osteocondrite juvenil
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    necrose vascular da cabeça do femor
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    doença de leg kv pert então nós temos
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    vários nomes porque essas doenças são
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    doenças
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    e que são investigadas há muito tempo
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    então se vocês forem parar para pensar
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    essas doenças que eu estou mostrando
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    para vocês foram estudadas por
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    veterinários na faculdade há 30 anos
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    atrás então é algo muito antigo não é
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    uma coisa que apareceu agora igual
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    covid-19 isso aqui existe há muitos anos
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    conforme os pesquisadores foram mudando
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    descobrindo melhor a causa vai mudando o
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    nome mesmo tem várias doenças que tem
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    nomes antigos e vão atualizando Então os
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    primeiros pesquisadores podem ter achado
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    não tenho certeza tá É só um exemplo que
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    era uma óo osteocondrite né uma
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    inflamação e degeneração juvenil porque
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    eram jovens aí veio um outro falou não a
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    gente fez est patológico é Man necrose
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    avascular Então por falta de
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    vascularização Então vai mudando o nome
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    é normal pesquisando em livros antigos
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    ou qualquer outra fonte deem outro
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    idioma vocês podem achar com outros
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    nomes várias doenças dessas é ela comete
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    cães jovens de raças pequenas então
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    Yorkshire spits antes era muito
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    Yorkshire agora é muito spits é Pincher
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    chuaa e mas é o que eu falei eu falo
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    sempre né Não fiquem bitolados Ah é
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    sempre cachorro pequeno vocês podem
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    encontrar isso aqui em porte médio já vi
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    mais de uma vez tá então SRD caramelo
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    com necrose asséptica da cabeça do fêmur
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    Porque Nós não sabemos se ele tem um avô
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    York shire e isso passou para ele aqui
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    na necrose asséptica nós temos o
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    comprometimento do suprimento sanguíneo
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    na epífise proximal do femor eu vou
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    traduzir já para vocês eu só quero
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    lembrar uma coisa lembra que eu falei da
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    osteocondrose ocd lá é uma disfunção da
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    ossificação endocondral então é de como
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    aquele osso está sendo formado na na
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    epífise aqui é um comprometimento
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    sanguíneo comprometimento perdão
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    sanguíneo são causas diferentes tá então
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    aqui nas raças pequenas nós temos um
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    comprometimento do suprimento sanguíneo
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    na epífise prxima do Fê então o sangue
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    não está chegando na extremidade
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    proximal do Fê motivos tem várias
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    hipóteses uma delas é que o Fê de New
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    Yorkshire é extremamente pequeno e é é
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    difícil que a vascularização chegue ali
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    por vasos tão pequenos Essa é uma das
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    possibilidades bom o osso subcondral sem
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    vascularização sofre necrose nada sem
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    sangue vai
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    sobreviver o osso está lá prejudicado
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    mas a cartilagem continua a crescer o
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    osso tenta se
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    revascularizacao normal Lembrando que no
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    CD Nós temos a cartilagem prejudicada e
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    aqui nós não nós temos a articulação a
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    cartilagem normal E aí quem tenta
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    desesperadamente se remodelar ao osso
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    então não tem sangue osso subcondral
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    sobre necrose ele tenta
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    revascularizados vasos sanguíneos
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    enquanto a cartilagem está saudável essa
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    degeneração ela pode causar uma fratura
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    na linha fisária Já que são cães jovens
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    de raça pequena vamos para imagens gosto
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    de imagens vamos lá que é um desenho bem
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    explicativo de um de uma apostila nós
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    temos a imagem A B e C de uma
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    articulação coxo femoral então notem
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    aqui o acetábulo que é em forma de
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    concha né onde a cabeça femoral encaixa
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    essa linha pontiaguda tá mostrando o
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    acetábulo que fica atrás da cabeça do
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    fêmur e essa aqui bem delineada É a a
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    margem do fêmur que a gente tá vendo na
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    nossa direção né então aqui uma cabeça
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    femoral sem alterações ela é Lisa
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    encaixa perfeitamente na acetábulo o
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    colo femoral tá aqui saudável também
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    perfeito se eu tenho áreas Opa se eu
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    tenho falha na vascularização nós vemos
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    áreas radiotransparentes lineares no
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    osso subcondral Lembrando que o osso
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    subcondral é o osso abaixo da cartilagem
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    Por que é linear porque as áreas que não
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    estão sendo supridas de jeito certo né
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    pelos vasos sanguíneos elas vão sofrer
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    necrose a partir do momento que elas
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    começam a perder sangue e o vaso
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    sanguíneo tem um trajeto linear então
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    basicamente essas áreas lineares são as
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    áreas do onde os vasos sanguíneos não
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    estão fazendo o seu trabalho ali
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    vascularizado é o trajeto do vaso
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    sanguíneo então aqui nós já vemos essas
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    áreas radiotransparentes né escuras em
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    forma de linha a cabeça começou a ficar
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    irregular já e na fase final nós temos o
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    achatamento Né não tá mais redondo
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    achatou e irregularidade da cabeça
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    femoral após o remodelamento o
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    remodelamento gente basicamente é o osso
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    tentando mudar a estrutura para permitir
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    que os vasos sanguíneos se façam né
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    façam uma uma nova vascularização e
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    parem esse processo de de morte das
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    células do do osso né O que não dá muito
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    certo a cabeça fica achatada e irregular
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    e tem um aumento do espaço articular
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    Olha só fica incongruente vamos pra
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    imagem im radiográficas que é uma imagem
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    de teleradiologia então nós temos aqui ó
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    essas áreas radiotransparentes lineares
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    ó uma linha outra linha outra linha
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    topografia dos vasos sanguíneos que não
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    estão vascularizado e aonde a necrose
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    está começando aqui ele está normal tem
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    umas uns pontinhos aqui ó umas áreas
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    mais radiotransparentes mas não se
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    compara com o quanto aqui está
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    importante então pode ser que lembra que
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    eu falei para vocês que as coisas pioram
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    com o tempo pode ser que daqui a um mês
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    aqui esteja semelhante a este outro lado
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    é uma doença que pode acontecer
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    bilateral mas geralmente é unilateral
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    eh aqui gente é uma uma radiografia
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    pegando a pelv eu cortei a parte de cima
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    e de baixo para ficar em maior dimensão
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    para vocês nós vemos a coxo femoral
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    direita e à esquerda o paciente quando
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    está na tela ele está espelhado pra
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    gente lembra que ele tá de barriga para
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    cima na mesa se ele tá de barriga para
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    cima na mesa Esse é o lado direito e
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    este é o lado esquerdo tá sendo que a
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    totalmente ao contrário o nosso lado
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    direito é este mas o lado direito do
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    paciente é este é sempre espelhado
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    quando a gente vê de frente e aqui a
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    pelv né com as coxas femurais uma
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    projeção ventro dorsal de pelv o raio x
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    entra no ventre do paciente e sai no
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    dorso para atingir a
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    placa outra projeção ventro dorsal de
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    pelvi lado direito lado esquerdo sempre
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    espelhado né então o nosso nosso lado
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    direito está aqui Este é o esquerdo se o
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    nosso lado esquerdo está aqui esse é o
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    direito Aqui nós temos a afecção na coxa
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    femoral esquerda então olhem como
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    deveria ser né cabeça femoral bem
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    encaixadinha margem ventral do acetábulo
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    margem dorsal do acetábulo cobrindo
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    metade da cabeça femoral perfeito e aqui
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    olha o acetábulo tá aqui praticamente
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    sem comportar cabeça femoral tem uma
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    irregularidade da cabeça áreas
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    radiotransparentes eu tentar desenhar a
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    cabeça para vocês vamos ver se o o
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    PowerPoint permite seria mais ou menos
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    isso olha a diferença né de como deveria
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    ser então nós temos aqui um caso já
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    eh
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    avançado e o que que é feito neste caso
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    Só uma curiosidade né a necrose
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    asséptica acontece em seres humanos
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    também não sei se alguém que está
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    assistindo a aula tem eh acontece não é
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    tão incomum assim é no ser humano como
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    nós viemos muitos anos geralmente eles
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    fazem eh uma descompressão da cabeça e
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    do colo femural eles fazem vários
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    furinhos na cabeça do do fêmur quando
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    ainda dá para fazer isso né quando tá no
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    começo para tentar forçar essa
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    revascularização e salvar a cabeça
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    femural ao invés de colocar um implante
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    ou uma placa pino não sei não sou
  • 00:10:19
    ortopedista de humano mas é geralmente
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    isso que eles
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    fazem nos cães Lembrando que são cães
  • 00:10:26
    geralmente pequenos o cirurgião vem aqui
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    E vai retirar a cabeça do Fê e sim ele
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    vai ficar sem a cabeça do Fê geralmente
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    nessa hora da aula as pessoas ficam
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    chocadas ele vai ficar sem a cabeça do
  • 00:10:38
    femor E aí depois essa cirurgia depois
  • 00:10:40
    dele ficar sim fica flutuando tá não
  • 00:10:43
    fica com encaixado fica flutuando a
  • 00:10:45
    musculatura vai compensar Lembrando que
  • 00:10:48
    geralmente quando esses pacientes estão
  • 00:10:50
    neste nível aqui Eles já já T perda
  • 00:10:53
    muscular importante por poupar o membro
  • 00:10:55
    então é muito importante que vocês
  • 00:10:56
    indicam indiquem fisioterapia para esse
  • 00:10:58
    paciente mudei o manejo e ele vai né ter
  • 00:11:02
    toda
  • 00:11:02
    o obviamente né o suporte medicamentoso
  • 00:11:05
    após a a
  • 00:11:08
    a o procedimento cirúrgico mas sim tira
  • 00:11:11
    a cabeça femoral
  • 00:11:15
    OK outra doença muito comum mais comum
  • 00:11:18
    que necrose séptica da cabeça femural é
  • 00:11:20
    a displasia cox femoral que nós temos
  • 00:11:22
    uma pelv em ventro
  • 00:11:25
    dorsal cox cabeça né e acetábulo direito
  • 00:11:29
    formando articulação coxo femoral
  • 00:11:31
    direita cabeça CBO esquerdo formando
  • 00:11:34
    articulação coxo femoral esquerda então
  • 00:11:36
    lado direito lado esquerdo sempre virado
  • 00:11:39
    né ao contrário pra gente que tá vendo
  • 00:11:41
    pela tela lembre-se que o paciente está
  • 00:11:44
    de barriga para cima Então esse lado
  • 00:11:45
    direito dele e é o esquerdo no começo dá
  • 00:11:48
    dá um certo bug mas depois a gente se
  • 00:11:49
    acostuma ventre dorsal porque entra no
  • 00:11:52
    ventre e sai no dorso até atingir a
  • 00:11:55
    placa Aqui nós temos radiopacidade
  • 00:11:58
    mineral então o osso é radiopaco
  • 00:12:00
    radiopacidade tecidos moles só que
  • 00:12:04
    tecidos moles ou fluido Tem gente que
  • 00:12:06
    fala que é água também né Nós somos
  • 00:12:07
    feitos de água praticamente e aqui
  • 00:12:10
    radiopacidade ar aqui é o nada aqui é a
  • 00:12:12
    mesa a única coisa radiotransparente da
  • 00:12:14
    imagem
  • 00:12:15
    eh vou voltar explicar só uma coisa
  • 00:12:18
    rapidamente para vocês pessoal voltando
  • 00:12:21
    é sobre posicionamento vamos
  • 00:12:24
    lá aqui é uma projeção médio lateral do
  • 00:12:27
    ombro para o ombro nós pedimos a
  • 00:12:30
    projeção médio lateral e crânio caudal
  • 00:12:34
    ou caldo cranial crânio caudal é uma
  • 00:12:36
    posição de barriga para baixo na mesa e
  • 00:12:39
    caldo cranial é de barriga para cima
  • 00:12:41
    esticando o braço para cima eu vou
  • 00:12:43
    colocar uma imagem aqui de livro só um
  • 00:12:46
    segundo então Aqui nós temos eu coloquei
  • 00:12:48
    de ponta cabeça o cachorro da da imagem
  • 00:12:51
    a imagem colimada aqui no Ombro do
  • 00:12:54
    cachorro em caldo cronal então entra
  • 00:12:57
    cdal e sai
  • 00:12:59
    cranial mostrando o ombro do cachorro
  • 00:13:02
    então vocês podem pedir uma projeção
  • 00:13:04
    crânio caudal ou caldo cronal mas a
  • 00:13:07
    projeção mais importante no caso que é a
  • 00:13:09
    médio lateral que entra Medial e sai
  • 00:13:12
    lateral o paciente fica nessa posição
  • 00:13:16
    focando só né fazendo a colimação apenas
  • 00:13:18
    no ombro para ter esta imagem
  • 00:13:21
    aqui já no caso da displasia do cotovelo
  • 00:13:24
    que é o a técnica de imagem inicial para
  • 00:13:27
    avaliar o cotovelo nós pedimos também
  • 00:13:29
    sempre duas projeções no mínimo que são
  • 00:13:32
    crânio cdal ou caldo cranial que nós
  • 00:13:35
    vemos aqui é crânio caudal mostrando a
  • 00:13:37
    parte cranial do cotovelo aqui para cima
  • 00:13:40
    então o feixe entra cranial e sai cald
  • 00:13:42
    para atingir a a placa ficando deste
  • 00:13:45
    jeito onde nós vemos aqui por exemplo o
  • 00:13:47
    processo coronoide nós vemos aqui a
  • 00:13:50
    superfície articular os
  • 00:13:52
    epicôndilos mais uma projeção
  • 00:13:56
    Opa médio lateral
  • 00:14:00
    que é esta aqui entrando na face medial
  • 00:14:03
    do membro saindo na lateral e atingindo
  • 00:14:06
    a placa onde nós vemos aqui o processo
  • 00:14:09
    anônio mais ou menos né um pouco
  • 00:14:11
    sobreposto processo coronoide Medial a
  • 00:14:14
    superfície articular também e para ver
  • 00:14:17
    melhor o processo anônio nós temos a
  • 00:14:19
    variação flexionada Então se a gente
  • 00:14:21
    flexiona o cotovelo PR evidenciar o
  • 00:14:23
    processo anc Então sempre que a gente
  • 00:14:26
    for pedir um raio x gente é basicamente
  • 00:14:29
    um uma fórmula
  • 00:14:31
    né abri o Word aqui para vocês né só
  • 00:14:34
    para vocês terem uma ideia como já
  • 00:14:36
    mostrei na primeira na primeira aula vou
  • 00:14:38
    mostrar novamente então vocês colocam no
  • 00:14:40
    pedido a região então por exemplo
  • 00:14:41
    cotovelo direito
  • 00:14:44
    ou lá ombro
  • 00:14:48
    esquerdo joelho
  • 00:14:54
    direito carpo direito e as projeções que
  • 00:14:58
    você querem x e y no caso aqui por
  • 00:15:01
    exemplo que eu dei o exemplo né de
  • 00:15:03
    cotovelo quero as projeções
  • 00:15:07
    e crânio caudal pode ser caldo cranial
  • 00:15:10
    também sei que
  • 00:15:12
    sabe médio lateral podendo ter também
  • 00:15:17
    simples e com
  • 00:15:19
    flexão como que eu coloco isso no
  • 00:15:22
    pedido Solicito a realização de
  • 00:15:26
    radiografia de cotovelo direito
  • 00:15:29
    nas projeções crânio caudal e Médio
  • 00:15:34
    lateral simples e
  • 00:15:37
    flexionada está em dúvida de como faz
  • 00:15:40
    você pode fazer o seguinte cotovelo
  • 00:15:43
    direito cotovelo direito projeções a
  • 00:15:46
    critério do radiologista Qual que é o
  • 00:15:49
    problema de pedir desse jeito se você
  • 00:15:51
    enviar pro laboratório que o
  • 00:15:53
    radiologista vai pegar um técnico uma
  • 00:15:55
    pessoa capacitada eles vão saber quais
  • 00:15:57
    são as melhores projeções
  • 00:15:59
    caso Vá para uma clínica em que uma
  • 00:16:01
    pessoa aleatória vai radiografar pode
  • 00:16:03
    ser que eles passem o pé no tutor E
  • 00:16:06
    lembrando que a gente nunca pede membro
  • 00:16:08
    torácico direito a gente vai pedir
  • 00:16:10
    articulação então ou o ombro ou o
  • 00:16:12
    cotovelo ou o carpo Ok mesma coisa eu
  • 00:16:17
    quero fazer da pelv então solicito
  • 00:16:20
    radiografia da pelv em projeções ventro
  • 00:16:24
    dorsal que é de barriga para cima e lá
  • 00:16:26
    lateral que é de lado
  • 00:16:29
    aqui gente uma dica se a gente for fazer
  • 00:16:31
    avaliação L lateral da pelv lembra que o
  • 00:16:34
    sacro que liga pelv a coluna Vocês não
  • 00:16:37
    precisam pedir radiografia de sacro
  • 00:16:39
    junto o sacro já vai ser visto na
  • 00:16:41
    Projeção de pelv nessas duas projeções
  • 00:16:43
    aqui tá então conforme vocês forem ter
  • 00:16:46
    experiência você vocês impedem de fazer
  • 00:16:48
    o tutor gastar duas vezes com uma coisa
  • 00:16:51
    só eu vou mostrar para vocês agora na
  • 00:16:52
    parte de
  • 00:16:53
    displasia então parando de falar de de
  • 00:16:56
    projeção e requisi vamos falar co mural
  • 00:16:59
    que no final da parte que eu falo sobre
  • 00:17:01
    isso também vou explicar como vocês
  • 00:17:02
    pedem novamente por vocês pedem deste
  • 00:17:05
    jeito aqui como já expliquei você
  • 00:17:08
    radiografia ventri dorsal de
  • 00:17:12
    pelv que que é uma displasia coxofemural
  • 00:17:15
    é o desenvolvimento anormal das
  • 00:17:17
    articulações cemais que a displasia de
  • 00:17:20
    cotovelo é desenvolvimento anormal da
  • 00:17:22
    articulação do cotovelo mesma coisa aqui
  • 00:17:24
    só que em local diferente também de
  • 00:17:26
    caráter genético e multifatorial então
  • 00:17:29
    aqui o peso a gente eu eu falo des
  • 00:17:31
    plazer corch fural eu penso em labrador
  • 00:17:33
    o peso do Labrador o piso que o labrador
  • 00:17:35
    fica o jeito que o labrador é tratado
  • 00:17:37
    vai mudar antigamente tinha muito
  • 00:17:39
    impastor alemão porém eh eu acho que
  • 00:17:41
    eles foram retirados da da reprodução
  • 00:17:44
    grande parte deles aí o na minha rotina
  • 00:17:47
    o campeão de displasia é o labrador com
  • 00:17:50
    o Golden afeta principalmente raças
  • 00:17:53
    grandes mas também né como eu falei
  • 00:17:55
    anteriormente raças pequenas e gatos e
  • 00:17:57
    cães SRD
  • 00:17:59
    e cães pequenos qualquer tipo de de
  • 00:18:02
    animal pode ter displasia mas geralmente
  • 00:18:04
    são raças grandes tipicamente bilateral
  • 00:18:07
    Mas pode acontecer de forma unilateral
  • 00:18:09
    eu já tive cães com displasia já tive
  • 00:18:12
    cães que eram bilateral e cães
  • 00:18:13
    unilateral também aqui gente a avaliação
  • 00:18:17
    das articulações corch femurais é feita
  • 00:18:19
    na rotina através da avaliação
  • 00:18:21
    morfológica das estruturas eu falo isso
  • 00:18:23
    por Raio X Tá mas a avaliação da
  • 00:18:26
    articulação corcho femoral deve ser
  • 00:18:27
    feita também no exame físico tem teste
  • 00:18:30
    só para
  • 00:18:31
    isso mas também a métodos baseados em
  • 00:18:34
    mensurações então a gente mensura a
  • 00:18:36
    gente mede o quanto aquela articulação
  • 00:18:37
    está saudável ou não com o ângulo de
  • 00:18:40
    norberg e pen hip nos exercícios dessa
  • 00:18:44
    aula de afecções e do desenvolvimento e
  • 00:18:48
    tem no feedback de uma das perguntas
  • 00:18:51
    vídeos mostrando como isso é feito tá é
  • 00:18:52
    um jeito bem específico de fazer a
  • 00:18:54
    mensuração principalmente o pen RP Por
  • 00:18:58
    que é legal gente ter o diagnóstico de
  • 00:19:00
    displasia deste cão porque por exemplo
  • 00:19:02
    se for animal muito muito jovem é
  • 00:19:04
    possível fazer abordagem cirúrgica para
  • 00:19:07
    minimizar o estrago dessa displasia que
  • 00:19:08
    ele herdou então muitas vezes quando a
  • 00:19:11
    gente tem um diagnóstico de um paciente
  • 00:19:12
    ainda com as linhas cesárias abertas dá
  • 00:19:15
    para fazer abordagem no na na linha do
  • 00:19:17
    pubs ali que ainda não fechou
  • 00:19:19
    minimizando os estragos então há jeitos
  • 00:19:22
    legais de você impedir que esse animal
  • 00:19:24
    tenha uma displasia tão importante no
  • 00:19:26
    futuro então Digamos que você você
  • 00:19:28
    recebe um cão com predisposição à
  • 00:19:30
    displasia cor femural é possível indicar
  • 00:19:33
    por exemplo o procedimento de sinfisi
  • 00:19:35
    odes púbica juvenil eh é uma basicamente
  • 00:19:38
    um procedimento cirúrgico que envolve a
  • 00:19:40
    fusão da sínfise púbica que é aberta né
  • 00:19:43
    que fica entre uma m pelv e a outra
  • 00:19:46
    quando faz a o cirurgião faz a
  • 00:19:48
    eletrocauterização dessa dessa linha né
  • 00:19:50
    que está aberta ele impede que essa área
  • 00:19:53
    cresça e faz com que apenas as outras
  • 00:19:55
    áreas da pelv cresçam pesquisem É bem
  • 00:19:57
    interessante isso pode amenizar e o
  • 00:20:01
    ângulo da articulação corch femural é um
  • 00:20:03
    procedimento pouco invasivo é indicado
  • 00:20:06
    Se não me engano antes dos C ou se meses
  • 00:20:08
    de idade mas que pode fazer uma mudança
  • 00:20:11
    drástica para melhor da vida desse
  • 00:20:13
    paciente
  • 00:20:18
    Ok e Aqui nós temos duas PES em ventro
  • 00:20:23
    dorsal sendo direito aqui e o esquerdo
  • 00:20:26
    aqui mesma coisa aqui direito e esquerdo
  • 00:20:28
    aqui é uma imagem de livro né Sempre que
  • 00:20:31
    eu pego uma uma doença específica que eu
  • 00:20:32
    não posso garantir que o que eu tô vendo
  • 00:20:34
    na minha no meu trabalho é isso ou outra
  • 00:20:36
    coisa ou até queira mostrar uma peça
  • 00:20:39
    saudável geralmente pego de livro para
  • 00:20:41
    mostrar para vocês o livro tem a
  • 00:20:43
    garantia que aquilo ali é doença x ou
  • 00:20:44
    que está
  • 00:20:46
    saudável aqui as coxas femorais ótimas
  • 00:20:49
    vou dar um tentar dar um
  • 00:20:55
    zoom a cabeça femural bem lisinha
  • 00:20:58
    encaixada aqui no acetábulo né que é em
  • 00:21:00
    formato de concha aqui é a margem
  • 00:21:02
    ventral do acetábulo e aqui é margem
  • 00:21:04
    dorsal mesma coisa aqui super
  • 00:21:07
    saudável Olha a diferença vou deixar
  • 00:21:10
    assim Onde Aqui é saudável e aqui a
  • 00:21:12
    cabeça femoral tá fora do acetábulo que
  • 00:21:15
    mal é um acetábulo Olha só como aqui é
  • 00:21:17
    uma concha e aqui tá reto tem essa
  • 00:21:20
    esclerose que esse aumento de
  • 00:21:21
    radiopacidade uma maior densidade do
  • 00:21:23
    osso o organismo entende que como ele
  • 00:21:25
    tem um trauma repetitivo é necessário
  • 00:21:27
    deixar o osso mais deno
  • 00:21:29
    se a femoral tá PR fora então Lembrando
  • 00:21:31
    que esse paciente é quadrúpede Imagine
  • 00:21:33
    quando ele está andando que essa
  • 00:21:34
    articulação não tem esse apoio aqui no
  • 00:21:36
    acetábulo na margem dorsal mesma coisa
  • 00:21:39
    aqui tá para fora o centro da cabeça
  • 00:21:41
    femoral é aqui é mais ou menos até aqui
  • 00:21:44
    com essa tábula deveria estar abrangendo
  • 00:21:46
    mas não tem segurança nenhuma enquanto
  • 00:21:48
    esse paciente anda uma displasia cooral
  • 00:21:50
    bem
  • 00:21:57
    importante mesma aqui que o colo femural
  • 00:22:01
    que faz essa curva é onde tem a inserção
  • 00:22:03
    da cápsula articular ele tá espessado a
  • 00:22:07
    cabeça tem achatamento tem osteoartrose
  • 00:22:10
    Começando aqui um biquinho formando Olha
  • 00:22:12
    esse espaço
  • 00:22:14
    articular a cabeça femoral e a marem da
  • 00:22:18
    acetábulo Olha só como é grande o espaço
  • 00:22:21
    articular sendo que aqui ele é uma
  • 00:22:22
    linhazinha a gente avalia para essa
  • 00:22:24
    parte aqui mais
  • 00:22:27
    cranial tem formação de osteófito também
  • 00:22:30
    Tá formando uma degeneração aqui também
  • 00:22:32
    essa é uma projeção crânio caudal da
  • 00:22:35
    articulação coxo femoral Lembrando que
  • 00:22:37
    se fosse a pélvis seria ventro dorsal
  • 00:22:39
    porque nós estaríamos vendo o corpo do
  • 00:22:41
    paciente então aqui uma incongruência
  • 00:22:44
    entre a cabeça femoral e
  • 00:22:45
    acetábulo quea subluxação ou luxação na
  • 00:22:50
    verdade é gente até ignor essa parte de
  • 00:22:53
    subluxação nós na radiografia Nós
  • 00:22:55
    consideramos sempre luxação mesmo
  • 00:22:57
    tá luxação é um termo que a gente não
  • 00:22:59
    usa é por mais que tem em alguns livros
  • 00:23:02
    aqui a cabeça femoral saiu do acetábulo
  • 00:23:05
    tá aqui em cima ó ela deveria estar
  • 00:23:07
    encaixada aqui embaixo Igual essa cabeça
  • 00:23:09
    femoral então a cabeça femoral saiu o
  • 00:23:12
    paciente vai andar ele não tem
  • 00:23:14
    articulação mais
  • 00:23:18
    funcional aqui mesma coisa uma
  • 00:23:21
    articulação normal né com acetábulo
  • 00:23:23
    bonitinho encaixando a cabeça femural e
  • 00:23:25
    aqui o acetábulo totalmente que a gente
  • 00:23:27
    chama de Raso algumas pessoas usam até
  • 00:23:29
    arrasado que é um termo chega a ser
  • 00:23:31
    engraçado Raso ele não tem como abraçar
  • 00:23:34
    essa cabeça femural que tá achatada com
  • 00:23:37
    osteófito formando o colo femural está
  • 00:23:39
    espessado né onde insere a cápsula
  • 00:23:41
    articular quando tem instabilidade
  • 00:23:44
    crônica vai formando um osso mais
  • 00:23:46
    espesso nessa região processo
  • 00:23:49
    degenerativo também então aqui é uma um
  • 00:23:52
    articulação coxo femural totalmente
  • 00:23:55
    disfuncional né Tem luxação da cabeça e
  • 00:23:57
    da articulação C femural deste paciente
  • 00:24:00
    isso aqui que eu mostrei para vocês são
  • 00:24:02
    articulações com displasia cor femural
  • 00:24:05
    importante porém no começo um sinal
  • 00:24:08
    precoce que nós vemos é a linha de
  • 00:24:10
    Morgan que é essa linhazinha branca aqui
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    bem discreta uma linha
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    radiopaca o osso é radiopaco mas essa
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    linha ela é mais radiopaca ainda que o
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    osso aqui gente é onde a cápsula
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    articular Abraça o colo
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    femural Lembra que eu falei que aqui tem
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    um espessamento do colo femural que onde
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    a cápsula em série conforme tem
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    instabilidade tem pressão aqui tem
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    estress articular vai formando esse
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    colarinho aqui ao redor do colo femural
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    é um sinal precoce de displasia cox
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    femural eh a displasia coxo femural ela
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    tem várias abordagens depende do porte
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    do cachorro Depende de muita coisa eh em
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    caso de luxação muitas vezes a cabeça
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    também é amputada como na
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    na é necrose séptica da cabeça femoral
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    porém hoje em dia nós temos implantes
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    também de acetal não é tão comum na
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    minha rotina Mas pode ser que vocês
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    tenham bastante e contato com isso isso
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    aqui é uma prótese elas podem ser
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    cimentadas né com cimento ósseo ou não
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    cimentadas Elas têm geralmente
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    superfície porosa de titânio né e
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    visando a incorporação do implante pelo
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    osso que eles chamam de óo integração
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    então muitas vezes quando tem um
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    prejuízo muito grande da articulação aqu
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    ele tem uma discreta aqui ele tem também
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    discreta não né tem
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    alteração dessa co femoral também ó
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    proliferação óssea aqui aqui Esclerose
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    aqui da margem a cabeça femoral não tá
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    tão coberta Então por algum motivo Eles
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    fizeram a cirurgia neste lado colocando
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    o implante é uma coisa relativamente
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    nova e quando eu falo relativamente nova
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    é que não tava aqui há 20 anos atrás e é
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    uma possibilidade de
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    tratamento e aqui para o pedido de raiz
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    x né a gente pede sempre duas projeções
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    ortogonais então ra X ventro dorsal de
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    pelvi e látero lateral de pelvi Lembra
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    que eu falei que na lá lateral a gente
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    vê o sacro também para ver se tem doença
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    degenerativa aqui em coluna lumb Sacra
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    então Caso vocês não saibam se a dor é
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    de coxo femural junta sacroilíaca ou
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    coluna lombossacra pedindo duas
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    projeções de pelvo e vocês já tiram a
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    dúvida de todas essas possibilidades tá
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    inclusive em alguns locais Pega até os
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    joelhos podendo pegar outras alterações
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    igual aqui no xação de pat que é o
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    próximo caso de doença articular que nós
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    temos então sempre duas projeções aqui
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    ventro dorsal e lateral lateral de pelv
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    aqui no caso é uma lateral lateral
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    direita d de direita se fosse lateral
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    lateral esquerda seria
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    lle quer dizer que a lateral que está
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    encostada na mesa é a direita ok
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