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muito boa tarde a todos Eu Eu Eu é que
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agradeço um convite que muito me mais
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Onir estar aqui a a a participar neste
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importante ciclo de debates eh do qual
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também vou ser espectadora mas hoje aqui
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a abrir É uma honra eh pediram-me para
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falar sobre a metodologias ativas e
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eh sendo que 20 em 20 minutos já é
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difícil falar sobre um tema tão tão eh
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abrangente de qualquer forma vou vou
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tentar e vou fazer o meu melhor para que
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não pronto não não ultrapasso o tempo e
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consiga deixar aqui algumas ideias pelo
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menos para futuras pesquisas ou
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eh só vou compartilhar aqui convosco uma
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apresentação
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eh fiz com algumas imagens que eu acho
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que poderão ajudar aqui na na eu penso
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que já estão a
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verão José Manuel penso que sim sim sim
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a partilha está a funcionar muito bem
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obrigada então H eh aqui a minha
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pergunta não é que dá o mote a esta e a
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esta esta minha intervenção é eh um p
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provocatória não é no devida em que eh
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fala em metodologias ou aprendizagem já
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vamos ver se são metodologias ou se são
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aprendizagens ativas eh haverá alguma
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outra forma de pensar a educação eh nos
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dias de hoje não é no século XX
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H vamos falar de alguns desafios eh o o
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o primeiro Grande Desafio que se coloca
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a educação eh no no no nosso país e não
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só mas estamos a falar de Portugal h o
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primeiro Grande Desafio que se que se
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coloca a educação tem a ver com com este
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mundo vca não é o vca World que é que
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que é o v de de volátil incerto eh
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complexo e ambiguo e este vocal World h
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e é uma designação que por si só já já
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já está a a referir não é este ritmo
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acelerada de mudança de de de incerteza
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de eh e também aqui ainda ao encontro
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das palavras do do do Mário negueira não
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é esta Esta incerteza até em em em
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termos
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de históricos e políticos e sociais eh
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de de como é que o mundo eh eh será
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daqui a a poucos anos não não é preciso
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esperarmos muito tempo eh Num futuro
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próximo eh e e vemos que este mundo está
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eh é é muito complexo é muito ambíguo é
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é é incerto efetivamente e isto é Um
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Desafio que se coloca à educação também
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eh hoje eh aos professores que que estão
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hoje nas salas de aula como preparar os
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alunos para o futuro não é o que é que
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futuro é este como mundo é que nos
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espera depois falar de de muito
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rapidamente não é não temos tempo para
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mais de um outro Grande Desafio que nós
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temos aí eu chamo desafio não chamo
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problema reparem porque penso que é um
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que é Um Desafio
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eh que é a diversidade a diversidade tem
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vindo a aumentar
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eh nos no nosso país ainda não é dos
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países com mais diversidade mas tem
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vindo aumentar bastante designadamente a
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nível da da educação nas nossas escolas
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hoje nós temos eh e bem temos eh todos
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todos os alunos independentemente das
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suas características das suas
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nacionalidades das suas religiões das
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seus problemas enfim das suas dos seus
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eh eh
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níveis
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socioeconómicos e e isto é é é uma
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igualdade de de nas oportunidades não é
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do no acesso à educação que já existe no
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nosso país e que nos debemos comar com
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isso Eh mas de facto esta igualdade de
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oportunidades no no acesso ela não é não
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existe também eh ao nível do Sucesso
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portanto há aqui ainda muito para
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resolver porque eh as desigualdades
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sociais elas têm-se acentuado como nós
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sabemos e elas entram noos pela Escola
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dentro pela sala dentro e de facto nós
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não temos e a escola não tem este poder
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nem os professores de de acabar com as
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desigualdades sociais infelizmente não
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tem temos esse poder mas mas temos o
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poder de as mitigar digamos assim pelo
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menos não as acentuar e de facto lidar
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com esta diversidade é Um Desafio muito
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grande mas que tem que ser encarado com
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com com isso mesmo com desafio e e que
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um desafio que vale a pena depois um um
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outro Grande Desafio tem a ver com um um
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o ensino uniforme que ti vou falar numa
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forma geral que nos mostram nos estudos
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hoje em dia que não não não responderá
00:05:00
obviamente à sala de aula eh de de todos
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os que estão a ouvir-nos e e e e é Há
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muitas exceções felizmente mas de facto
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o que nos mostram nos estudos é que
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ainda estamos eh num modelo
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predominantemente uniforme aquele que o
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João formosinho falou já nos anos 80 que
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era o currículo uniforme pronto a vestir
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tamanho único não é portanto em que um
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tamanho tem que servir para todos em que
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há um um um um discurso que que que
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princípio deveria servir para todos os
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alunos que estão na sala de aula já não
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servia nos anos 80 não é este este tipo
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de ensino agora pior ainda porque agora
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estamos relajar com uma diversidade
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enorme D da sala de aula e de facto
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quando damos a aula para todos como se
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fossem um só ela não não vai vai gerar
00:05:50
dificuldades de aprendizagem
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eh falar aqui também na introdução como
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quais são estas competências então que
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que
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estão a preparar os alunos para o século
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XX e temos aqui alguns estudos que nos
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falam estes dos qu CS isto não é nada de
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novo estamos só aqui a relembrar
00:06:10
portanto aquilo que que que que será
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fundamental que os nossos alunos tenham
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no futuro é a capacidade de
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comunicar a sua capacidade de de de
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pensar criticamente de colaborar uns com
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os outros e a criatividade e isto hum
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são competências que vão muito além como
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há bocado estávamos a a penso que também
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foi marrio Nira que estava a falar muito
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além do conhecimento obviamente que o
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conhecimento é e será sempre a base sem
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conhecimento não conseguiríamos nem
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comunicar aquilo que sabemos nem ser
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criativos ou críticos em relação àquilo
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que estamos a aprender mas de facto
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temos que ir mais além da da do
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Conhecimento hoje em dia nós temos um
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perfil dos alunos à saída da
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escolaridade obrigatória que eu
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considero um documento
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muito bem elaborado muito eh muito de
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base humanista
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h e e e que de facto é muito exigente é
00:07:10
é é um é um pede pede um perfil a do
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aluno à saída da sua escolaridade
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obrigatória
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eh enfim que não se cinge apenas ao
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conhecimento que tem em qua estas 10
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áreas de competência que se virmos eh Há
00:07:29
uma uma grande correspondência com
00:07:30
aqueles quatro seres que falamos
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anteriormente e todas estas áreas de
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competência têm de ser desenvolvidas em
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todas as doos domínios da da das
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diferentes disciplinas
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eh igualmente os valores não é que que
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que com que o aluno deve sair na no
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final da escolaridade obrigatória e este
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é um farol que nós temos que ter sempre
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presente que estamos a preparar os
00:07:53
alunos para este perfil um aluno que
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seja responsável que seja crítico que
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seja cidadão que seja participante
00:08:01
interventivo
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h e não não apenas conhecedor eu diria
00:08:06
que é muito mais difícil estarmos a
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preparar um aluno para eh para ter este
00:08:12
perfil do que para tirar um 19 a
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matemática não é no exame final
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do do 12º ano por exemplo portanto eh o
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o foco já é este não é Estas são as
00:08:25
competências que eles vão precisar
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efetivamente para se para ser
00:08:30
para se adaptarem e conseguirem vingar
00:08:32
no no no no futuro depois surge-nos aqui
00:08:36
então a questão como é que nós
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preparamos para estas competências eh e
00:08:40
vêm aí as metodologias então ativas e eu
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gostava muito de problematizar aqui um
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bocadinho e rapidamente não temos muito
00:08:48
tempo eh as metodologias serão as
00:08:51
metodologias elas ativas ou as
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aprendizagens é que são ativas não é eh
00:08:57
porque eh a as metodologias que nós
00:09:01
usamos na sala de aula podem
00:09:03
efetivamente potenciar aprendizagens
00:09:05
ativas eu penso que é isso que estamos
00:09:07
estamos a referir enquando nos referimos
00:09:09
a metodologias ativas porque as
00:09:11
metodologias elas podem ser muito ativas
00:09:12
e não proporcionar aprendizagens ativas
00:09:16
e o que nós queremos é efetivamente que
00:09:17
os alunos aprendam ativamente eh eu
00:09:20
trouxe aqui a pirâmide do do glasser eh
00:09:23
que que mostra não é como como é que
00:09:27
como é que o indivíduo aprende eh
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portanto vemos que só ao ler ele aprende
00:09:31
10% quando escuta aprende 20% quando vê
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aprende 30 quando vê escuta simultâneo
00:09:38
eh aprende 50% e isto tudo aqui é uma
00:09:42
aprendizagem passiva em que ele só
00:09:44
aprende até 50% a verdadeira
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aprendizagem ela começa a partir daqui a
00:09:50
aprendizagem significativa ela começa
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aqui no no no conversar no debater no
00:09:57
definir eh
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quando se pratica quando se põe a mão na
00:10:01
massa quando se passa aplicação prática
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do conhecimento aprende-se
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80% e aprende-se 95% quando estamos a
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ensinar aos outros e e isto depois mais
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à frente falarei da aprendizagem
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Cooperativa é fundamental os alunos
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trabalharem uns com os outros explicarem
00:10:20
uns aos outros tirarem dúvidas uns com
00:10:22
os outros e não termos só aqui o papel
00:10:24
todo centrado no professor não é e no
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ensino o papel o f foco tem que ser
00:10:29
outro o foco tem que ser o aluno o foco
00:10:32
tem que ser a aprendizagem o foco tem
00:10:35
que ser a avaliação e não a
00:10:37
classificação portanto há aqui uma
00:10:39
mudança de paradigma e de foco que que
00:10:41
deve acontecer Portanto o que nós
00:10:43
estamos aqui a tentar eh perceber nesta
00:10:47
neste hoje particularmente relativamente
00:10:49
à metodologia Ativa é que estamos
00:10:52
estamos centrados aqui nestas
00:10:54
aprendizagens ativas portanto as
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aprendizagens ativas é tudo o que
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implica este tipo de eh de exercícios
00:11:03
eh isto não é nada de novo reparem Eh eu
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trouxe aqui também a velhinha taxonomia
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de Bloom que todos nós já falamos dela
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não é nos tempos da faculdade e já nos
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tempos da faculdade esta era a a o
00:11:19
paradigma não é foi assim que nos
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ensinaram que eh nestas etapas mais em
00:11:24
baixo as aprendizagens são mais passivas
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ou seja eh o o nível de pensamento não é
00:11:30
tão complexo portanto a aprendizagem não
00:11:32
é tão significativa quando começamos a
00:11:35
chegar aqui à capacidade de análise a
00:11:37
avaliação a criar efetivamente a
00:11:40
relacionar e reproduzir ideias e
00:11:42
conteúdos então aí sim estamos a
00:11:45
aprender ativamente e essas
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aprendizagens é que serão mesmo
00:11:49
significativas o que acontece muitas
00:11:51
vezes é que na sala de aula quando
00:11:53
estamos a abordar uma determinada
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temática um domínio ou ou eh o que
00:11:57
acontece é que chegamos a aqui à parte
00:12:00
do aplicar e não avançamos porque não
00:12:03
temos tempo não é para para em todas as
00:12:06
temática chegar até ao topo da da
00:12:09
pirâmide no que diz respeito à
00:12:11
aprendizagem ativa portanto aqui então e
00:12:14
eh trazia aqui Algumas propostas e para
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ver como como é que nós poderíamos
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chegar a a esta aprendizagem mais ativa
00:12:24
primeiro falar do desenho universal para
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a aprendizagem é fundamental tá relação
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é algo que nós não podemos pôr de parte
00:12:32
quando estamos na sala de aula eh todos
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os ele está para todos os professores
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portanto não é para para nenhum grupo
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disciplinar em em específico e ele tem
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em conta três princípios fundamentais o
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princípio do envolvimento da
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representação e da ação em expressão a
00:12:50
palavra chave no desenho universal para
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a aprendizagem e assim também muito
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brevemente Resumindo muito a palavra
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chave é múltiplas opções
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qualquer um de nós quando está na sala
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de aula tem que pensar em múltiplas
00:13:04
opções para envolver os alunos para os
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interessar para os motivar e esse é o
00:13:09
princípio do envolvimento tem também que
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pensar múltiplas opções de representação
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ou seja de apresentação dos
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conteúdos das temáticas aos alunos
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através de diferentes linguagens
00:13:24
diferentes símbolos de Enfim eu posso
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usar vídeos posso usar gráficos posso
00:13:28
usar
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desenhos posso usar uma série de coisas
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dependendo dos alunos que ten à minha
00:13:35
frente e das do seu perfil de
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aprendizagem das suas dificuldades eh eu
00:13:40
tenho que ter sempre múltiplas opções
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tendo em conta que a diversidade é
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enorme não é depois a ação e expressão o
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princípio da ação e expressão que também
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vai ao encontro desta ideia de múltiplas
00:13:54
opções aqui já na perspectiva de dos
00:13:57
alunos poderem ter múltiplas opções para
00:14:00
mostrarem aquilo que sabem e aquilo que
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conseguem fazer
00:14:04
eh nos diferentes domínios da nossa
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disciplina e eh pode ser uma testagem
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pode ser um uma um inquérito pode ser um
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uma nosso conteúdo pode ser um uma
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observação não é pode ser pode ser o
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variadíssimas coisas e convém que
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tenhamos em conta que estas múltiplas
00:14:25
opções são sempre a base da inclusão não
00:14:29
é e da igualdade de oportunidades eh eh
00:14:32
para que os alunos e todos consigam
00:14:36
aprender depois uma segunda proposta que
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trago é tem a ver com uma gestão
00:14:40
flexível do currículo Quando falamos em
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tempo em cumprir o currículo eh eu trago
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aqui este livro Eh que que eu acho que é
00:14:49
que é eu depois posso vou deixar a
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apresentação eh com com a organização e
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depois em princípio será serar
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disponibilizado este livro é da
00:15:00
professora Maria do Roldão com a Silva
00:15:01
Almeida e é como bem tem ali a chancela
00:15:05
da direção geral da educação e é de 2018
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está muito atual portanto Maria doon tem
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várias publicações no âmbito do
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currículo e da gestão do currículo ela
00:15:15
ela é uma curricula como ela própria se
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autodenomina e portanto e todos nós já
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Lemos muita coisa sobre ela este aqui é
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um livro Pequenino e muito com um resumo
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muito acessivo
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onde nos fala desta desta importância da
00:15:34
gestão curricular para a autonomia das
00:15:36
escolas e dos professores e isto vai
00:15:40
esta aqui temos a resposta para quando
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nós dizemos eue gostava muito de chegar
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ao topo da pirâmide da taxonomia de
00:15:46
volume e gostava em todas as atividades
00:15:49
poder ter eh parte prática e parte de
00:15:52
análise de de criação e de avaliação mas
00:15:55
não tenho tempo porque o currículo é
00:15:57
demasiado extenso e não me permite
00:15:59
portanto Isto é um mito Que Nós criamos
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H É verdade que muitos currículos são
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são demasiado extensos as aprendizagens
00:16:07
essenciais tentaram eh emagrecer esses
00:16:10
currículos e alguns não não não foram
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muito bem sucedidos algum alguns
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processos de emagrecimento não foram
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muito bem sucedidos mas de facto eh como
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diz a professora Maria de Sé Roldão o
00:16:21
professor é o gestor do currículo por
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Excelência e quando falamos em gerir
00:16:27
falamos eh em olhar para o currículo de
00:16:31
forma também nós de uma forma crítica
00:16:34
tudo o que está lá é importante e tem
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que ser abordado certo Ninguém está a
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dizer para vocês selecionarem eh eh dali
00:16:41
as aprendizagens essenciais ou são são
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aprendizagens essenciais em princípio
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são todas importantes são todas
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essenciais mas estamos a pedir aqui o
00:16:50
quê eles estos a pedir que nós olhemos
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de forma crítica para priorizar que é
00:16:56
muito diferente de selecionar para
00:16:58
priorizar aquilo que efetivamente é mais
00:17:02
importante e aqui Vamos aos conceitos da
00:17:05
diferenciação pedagógica que tem a ver
00:17:06
com com conceito chave e competências
00:17:09
base nós olhando para o nosso para o
00:17:12
nosso currículo Qualquer que seja o Ano
00:17:14
Qualquer que seja a disciplina nós
00:17:16
conseguimos olhar para as aprendizagens
00:17:17
essenciais e dizer assim disz tudo que
00:17:19
aqui está que é tudo importante senão
00:17:20
não estava aqui há aqui de facto
00:17:23
competências que são absolutamente
00:17:25
essenciais sem isto a Os alunos não
00:17:28
conseguem e apreender o que vem a seguir
00:17:31
nem outras coisas que poderemos dar mais
00:17:34
pela Rama e não ir ao topo da pirâmide
00:17:37
lá está em termos de de de
00:17:40
metodologias para as aprendizagens
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ativas porque e pronto iria mais tarde
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vamos abordar novamente ou é uma coisa
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que não é assim tão essencial esta é um
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um uma grande ferramenta que nós
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teríamos ter sempre disponíveis a gestão
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flexível do currículo tendo em conta a
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priorização que devemos fazer eh eh do
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do do do nosso currículo uma terceira
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proposta tem a ver com a diferenciação
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portanto para incluirmos todos os alunos
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não é possível hh
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eh se não houver uma diferenciação
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reparem que isto também vai ao já tudo
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relacionado vai ao encontro com o
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desenho universal para aprendizagem eh
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não há eh uma eh uma verdadeira inclusão
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se não hou múltiplas opções e aqui nesta
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imagem é não é portanto não é bem
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igualdade porque há alguns que precisam
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de coisas que outros não precisam então
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nós temos que ter lá as múltiplas opções
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para dar a cada um e aquilo que que e
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que pode precisar para derrubar as
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barreiras que se colocam à aprendizagem
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portanto a diferenciação desafia-nos
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aqui a utilizarmos os nossos
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conhecimentos não é não é fácil não não
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vamos dizer que é fácil é um desafio
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mas sugere que há de facto espaço para
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essa igualdade e e e e portanto que ela
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pode ser uma realidade nas nossas salas
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de aula e e que todos devem eh chegar lá
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não é facilitar é diferente diferenciar
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e facilitar são coisas muito diferentes
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diferenciar a estabelecer eh caminhos
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diferentes para uma mesma meta portanto
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se os conceitos chave voltando à à
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gestão do currículo seus conceitos chave
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e as competências basicas que eu
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estabeleci como prioritárias para eh na
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minha disciplina não é para aqueles
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alunos que é aquilo que eu acho que
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todos os alunos devem aprender portanto
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isso é a meta depois poderá haver alunos
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que necessitarão de caminhos diferentes
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e de recursos diferentes e de
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metodologias diferentes para chegar ao
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mesmo à mesma meta mas a meta é a mesma
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não estamos aqui a falar em estabelecer
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metas mais eh baixas para alunos com
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mais dificuldade ou com enfim eh depois
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eh a aprendizagem cooperativa não podia
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deixar de falar-vos Nem que fosse assim
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muito ao de leve da desta descoberta
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mais recente que fiz eh que é eh a
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aprendizagem cooperativa ela tem um
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poder enorme de incluir e de potenciar
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as aprendizagens ativas portanto e
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cooperar eh tem esta a ver com esta
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convicção plena de que ninguém pode
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chegar à meta eh sem a ajuda do do do
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todo portanto a aprendizagem cooperativa
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ela propõe-nos aqui trago-vos aqui um um
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livro da Sónia Moreira eh eh e e que
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aconselho vivamente
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e ninguém é é um pouco eh tem aqui os
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cinco eu trou os cinco princípios da
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aprendizagem cooperativa portanto a
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aprendizagem cooperativa propõe um um
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conceito de sala de aula muito diferente
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daquele que nós vemos habitualmente eh
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que é o o do Autocarro n é os alunos
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todos com a nuca a verem a nuca uns dos
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outros portanto são grupos a sala de
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aula tá sempre em grupo e há uma
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interdependência positiva o sucesso do
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outro depende e o meu sucesso depende do
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Sucesso do do do grupo e isto é
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fundamental há aqui uma responsabilidade
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individual mas depois também há
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eh a noção de que os os colegas estão
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ali para para nos ajudar e voltando à
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pirâmide do glasser aprendemos 95%
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quando estamos a ensinar aos outros
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portanto aqueles alunos que estão a
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ajudar também vão ser bastante
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beneficiados com este tipo de de
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abordagem esta que que proporciona eh
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aprendizagens eh
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ativas por fim não podia terminar esta
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esta apresentação sem vos falar do deste
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novo desafio que estou agora a abraçar
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no plano nacional das Artes estou a
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gerir à academia eh o plano nacional das
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Artes propõe de facto aqui uma pedagogia
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eh criativa eh que que encara a cultura
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o património e as artes como uma forma
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de desenvolver o currículo Portanto o
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plano nacional das Artes não tem e
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academia designadamente o que V estou
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aqui a mostrar é a primeira página do
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nosso portfólio este portfólio está
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online no no site do pna eh mas também
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Possivelmente nos vossos centros de
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Formação Há muitas destas destes cursos
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e destas oficinas que estão a ser
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dinamizados no em todo país eh também
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nas regiões autónomas e até nas escolas
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portuguesas do estrangeiro e todas estas
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O que é que tem em comum todo tudo isto
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eh são para diferentes áreas eh desde a
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matemática Como vocês estão aí a ver à
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filosofia não são diretamente
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vocacionadas para as áreas artísticas
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mas de facto têm aqui em comum essa base
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que é através das Artes do património e
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da cultura
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eh tentar uma uma metod
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diferente que proporciona aprendizagens
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ativas dentro todos os currículos das
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diferentes disciplinas e acho que é
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outra abordagem que que vale a pena
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tentar h eu trouxe muita coisa eu sei eu
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tinha pouco tempo ainda por cima mas eu
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estou disponível para tirar aqui pronto
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podermos conversar um bocadinho mais eh
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deixo-vos aqui com esta com esta frase
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da Caroline Tomlinson que é uma
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investigadora no âmbito da diferenciação
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pedagógica que eu gosto muito que é
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comece lentamente mas comece portanto
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Isto pode ser de facto
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H pronto para quem ainda não tem uma
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sala de aula predominantemente ativa não
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é que proporcionar aprendizagens mais
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ativas há um há todo um paradigma que de
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mudança mas que também não nos
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deve sobressaltar digo eu deve nos
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inquietar mas não sobressaltar acho que
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nos deve pôr a pensar e começar
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lentamente mas ir começar porque de
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facto os nossos alunos precisam de de
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uma
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escola mais atual mais mais mais
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engajada com esta com estes novos
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desafios que coloquei logo no início
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acho que ultrapassei tempo não foi José
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Manuel peçoa desculpa tem aqui o relógio
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à frente