00:00:00
a próxima doença gente é necrose
00:00:02
asséptica da cabeça
00:00:04
femoral pegar o apontador aqui então é a
00:00:08
morte asséptica então sem processo
00:00:10
infeccioso associado da cabeça do fêmur
00:00:13
que nós temos uma cabeça do fêmur em
00:00:14
projeção crânio caudal se fosse a PVA
00:00:18
inteira seria ventro dorsal porque nós
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estaríamos mostrando o corpo mas aqui
00:00:21
como é só articulação é uma projeção
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crânio caudal Rai x intracranial e sai
00:00:26
caudal para atingir a placa e nós temos
00:00:30
os componentes da articulação coxa
00:00:31
femoral que são a
00:00:34
pelv Está cortada né aqui é o corpo do
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ío acetábulo pubs corpo do ísquio Tábua
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do ísquio
00:00:42
e e o acetábulo aqui ele é a estrela
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dessa articulação né sabe quando a gente
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vai pedir sorvete de massa ou nós mesmos
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pegamos naquelas sorveterias que parecem
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self service que tem um Scoop aquela
00:00:55
aquela como se fosse uma colher de pegar
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sorvete a articulação coxo femoral é do
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mesmo
00:01:00
jeito aqui nós temos a margem ventral e
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aqui a margem dorsal e ela encaixa aqui
00:01:06
a cabeça como se fosse um encaixe de de
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uma engrenagem mesmo sabe todas as
00:01:13
articulações funcionam desse jeito é o
00:01:16
encaixe perfeito para entrar o osso que
00:01:18
vai ser distal eh Então como nós temos
00:01:21
um paciente que está em posição
00:01:23
quadrupedal essa margem a ventral e essa
00:01:25
dorsal quando eles estão andando essa
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margem aqui que está atrás da cabeça
00:01:30
femoral isso aqui tá tudo atrás da
00:01:31
cabeça femoral fazendo encaixe é uma
00:01:33
imagem 2D de uma estrutura 3D lembrem-se
00:01:36
disso então pro paciente ter a
00:01:38
congruência dessa articulação essa
00:01:40
margem aqui tem que estar abraçando a
00:01:42
cabeça femural para encaixar
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certinho e aqui né Vou deixa esquecer o
00:01:48
fêmur também que ele é muito importante
00:01:50
Aqui nós temos a cabeça femural o colo
00:01:53
femoral fossa trocantérica trocânter
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maior trocânter menor e a diáfise do Fê
00:02:00
em
00:02:01
si lembrando né tecidos moles então
00:02:04
radiopacidade tecidos moles
00:02:06
radiopacidade
00:02:08
mineral aqui não temos nada
00:02:10
radiotransparente porque não tem ar
00:02:11
aparecendo então aqui o osso é radiopaco
00:02:14
radiopacidade mineral tecidos moles
00:02:16
também tem
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radiopacidade tecidos moles ou fluido né
00:02:21
que muitas pessoas colocam no
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laudo aqui gente nós temos vários
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sinônimos então osteocondrite juvenil
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necrose vascular da cabeça do femor
00:02:31
doença de leg kv pert então nós temos
00:02:34
vários nomes porque essas doenças são
00:02:36
doenças
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e que são investigadas há muito tempo
00:02:39
então se vocês forem parar para pensar
00:02:41
essas doenças que eu estou mostrando
00:02:43
para vocês foram estudadas por
00:02:44
veterinários na faculdade há 30 anos
00:02:47
atrás então é algo muito antigo não é
00:02:48
uma coisa que apareceu agora igual
00:02:50
covid-19 isso aqui existe há muitos anos
00:02:53
conforme os pesquisadores foram mudando
00:02:55
descobrindo melhor a causa vai mudando o
00:02:57
nome mesmo tem várias doenças que tem
00:02:59
nomes antigos e vão atualizando Então os
00:03:03
primeiros pesquisadores podem ter achado
00:03:05
não tenho certeza tá É só um exemplo que
00:03:07
era uma óo osteocondrite né uma
00:03:10
inflamação e degeneração juvenil porque
00:03:12
eram jovens aí veio um outro falou não a
00:03:14
gente fez est patológico é Man necrose
00:03:16
avascular Então por falta de
00:03:17
vascularização Então vai mudando o nome
00:03:19
é normal pesquisando em livros antigos
00:03:22
ou qualquer outra fonte deem outro
00:03:24
idioma vocês podem achar com outros
00:03:26
nomes várias doenças dessas é ela comete
00:03:30
cães jovens de raças pequenas então
00:03:33
Yorkshire spits antes era muito
00:03:35
Yorkshire agora é muito spits é Pincher
00:03:38
chuaa e mas é o que eu falei eu falo
00:03:42
sempre né Não fiquem bitolados Ah é
00:03:44
sempre cachorro pequeno vocês podem
00:03:45
encontrar isso aqui em porte médio já vi
00:03:47
mais de uma vez tá então SRD caramelo
00:03:50
com necrose asséptica da cabeça do fêmur
00:03:52
Porque Nós não sabemos se ele tem um avô
00:03:54
York shire e isso passou para ele aqui
00:03:57
na necrose asséptica nós temos o
00:03:59
comprometimento do suprimento sanguíneo
00:04:01
na epífise proximal do femor eu vou
00:04:03
traduzir já para vocês eu só quero
00:04:05
lembrar uma coisa lembra que eu falei da
00:04:07
osteocondrose ocd lá é uma disfunção da
00:04:11
ossificação endocondral então é de como
00:04:13
aquele osso está sendo formado na na
00:04:17
epífise aqui é um comprometimento
00:04:19
sanguíneo comprometimento perdão
00:04:21
sanguíneo são causas diferentes tá então
00:04:25
aqui nas raças pequenas nós temos um
00:04:26
comprometimento do suprimento sanguíneo
00:04:28
na epífise prxima do Fê então o sangue
00:04:31
não está chegando na extremidade
00:04:34
proximal do Fê motivos tem várias
00:04:38
hipóteses uma delas é que o Fê de New
00:04:40
Yorkshire é extremamente pequeno e é é
00:04:43
difícil que a vascularização chegue ali
00:04:45
por vasos tão pequenos Essa é uma das
00:04:48
possibilidades bom o osso subcondral sem
00:04:51
vascularização sofre necrose nada sem
00:04:53
sangue vai
00:04:55
sobreviver o osso está lá prejudicado
00:04:57
mas a cartilagem continua a crescer o
00:05:00
osso tenta se
00:05:05
revascularizacao normal Lembrando que no
00:05:08
CD Nós temos a cartilagem prejudicada e
00:05:10
aqui nós não nós temos a articulação a
00:05:12
cartilagem normal E aí quem tenta
00:05:15
desesperadamente se remodelar ao osso
00:05:17
então não tem sangue osso subcondral
00:05:20
sobre necrose ele tenta
00:05:26
revascularizados vasos sanguíneos
00:05:28
enquanto a cartilagem está saudável essa
00:05:31
degeneração ela pode causar uma fratura
00:05:33
na linha fisária Já que são cães jovens
00:05:35
de raça pequena vamos para imagens gosto
00:05:38
de imagens vamos lá que é um desenho bem
00:05:42
explicativo de um de uma apostila nós
00:05:44
temos a imagem A B e C de uma
00:05:47
articulação coxo femoral então notem
00:05:49
aqui o acetábulo que é em forma de
00:05:52
concha né onde a cabeça femoral encaixa
00:05:55
essa linha pontiaguda tá mostrando o
00:05:57
acetábulo que fica atrás da cabeça do
00:05:58
fêmur e essa aqui bem delineada É a a
00:06:02
margem do fêmur que a gente tá vendo na
00:06:03
nossa direção né então aqui uma cabeça
00:06:06
femoral sem alterações ela é Lisa
00:06:09
encaixa perfeitamente na acetábulo o
00:06:11
colo femoral tá aqui saudável também
00:06:13
perfeito se eu tenho áreas Opa se eu
00:06:17
tenho falha na vascularização nós vemos
00:06:20
áreas radiotransparentes lineares no
00:06:22
osso subcondral Lembrando que o osso
00:06:24
subcondral é o osso abaixo da cartilagem
00:06:27
Por que é linear porque as áreas que não
00:06:30
estão sendo supridas de jeito certo né
00:06:32
pelos vasos sanguíneos elas vão sofrer
00:06:35
necrose a partir do momento que elas
00:06:36
começam a perder sangue e o vaso
00:06:39
sanguíneo tem um trajeto linear então
00:06:40
basicamente essas áreas lineares são as
00:06:42
áreas do onde os vasos sanguíneos não
00:06:44
estão fazendo o seu trabalho ali
00:06:46
vascularizado é o trajeto do vaso
00:06:48
sanguíneo então aqui nós já vemos essas
00:06:51
áreas radiotransparentes né escuras em
00:06:53
forma de linha a cabeça começou a ficar
00:06:56
irregular já e na fase final nós temos o
00:07:00
achatamento Né não tá mais redondo
00:07:01
achatou e irregularidade da cabeça
00:07:04
femoral após o remodelamento o
00:07:06
remodelamento gente basicamente é o osso
00:07:09
tentando mudar a estrutura para permitir
00:07:11
que os vasos sanguíneos se façam né
00:07:14
façam uma uma nova vascularização e
00:07:16
parem esse processo de de morte das
00:07:18
células do do osso né O que não dá muito
00:07:21
certo a cabeça fica achatada e irregular
00:07:24
e tem um aumento do espaço articular
00:07:25
Olha só fica incongruente vamos pra
00:07:29
imagem im radiográficas que é uma imagem
00:07:32
de teleradiologia então nós temos aqui ó
00:07:34
essas áreas radiotransparentes lineares
00:07:36
ó uma linha outra linha outra linha
00:07:39
topografia dos vasos sanguíneos que não
00:07:41
estão vascularizado e aonde a necrose
00:07:43
está começando aqui ele está normal tem
00:07:46
umas uns pontinhos aqui ó umas áreas
00:07:49
mais radiotransparentes mas não se
00:07:50
compara com o quanto aqui está
00:07:52
importante então pode ser que lembra que
00:07:55
eu falei para vocês que as coisas pioram
00:07:56
com o tempo pode ser que daqui a um mês
00:07:58
aqui esteja semelhante a este outro lado
00:08:01
é uma doença que pode acontecer
00:08:03
bilateral mas geralmente é unilateral
00:08:06
eh aqui gente é uma uma radiografia
00:08:09
pegando a pelv eu cortei a parte de cima
00:08:11
e de baixo para ficar em maior dimensão
00:08:13
para vocês nós vemos a coxo femoral
00:08:16
direita e à esquerda o paciente quando
00:08:19
está na tela ele está espelhado pra
00:08:20
gente lembra que ele tá de barriga para
00:08:22
cima na mesa se ele tá de barriga para
00:08:24
cima na mesa Esse é o lado direito e
00:08:26
este é o lado esquerdo tá sendo que a
00:08:29
totalmente ao contrário o nosso lado
00:08:31
direito é este mas o lado direito do
00:08:33
paciente é este é sempre espelhado
00:08:35
quando a gente vê de frente e aqui a
00:08:37
pelv né com as coxas femurais uma
00:08:40
projeção ventro dorsal de pelv o raio x
00:08:43
entra no ventre do paciente e sai no
00:08:45
dorso para atingir a
00:08:49
placa outra projeção ventro dorsal de
00:08:52
pelvi lado direito lado esquerdo sempre
00:08:55
espelhado né então o nosso nosso lado
00:08:58
direito está aqui Este é o esquerdo se o
00:09:00
nosso lado esquerdo está aqui esse é o
00:09:02
direito Aqui nós temos a afecção na coxa
00:09:06
femoral esquerda então olhem como
00:09:09
deveria ser né cabeça femoral bem
00:09:11
encaixadinha margem ventral do acetábulo
00:09:14
margem dorsal do acetábulo cobrindo
00:09:16
metade da cabeça femoral perfeito e aqui
00:09:18
olha o acetábulo tá aqui praticamente
00:09:22
sem comportar cabeça femoral tem uma
00:09:25
irregularidade da cabeça áreas
00:09:27
radiotransparentes eu tentar desenhar a
00:09:30
cabeça para vocês vamos ver se o o
00:09:33
PowerPoint permite seria mais ou menos
00:09:35
isso olha a diferença né de como deveria
00:09:39
ser então nós temos aqui um caso já
00:09:43
eh
00:09:45
avançado e o que que é feito neste caso
00:09:48
Só uma curiosidade né a necrose
00:09:50
asséptica acontece em seres humanos
00:09:52
também não sei se alguém que está
00:09:54
assistindo a aula tem eh acontece não é
00:09:57
tão incomum assim é no ser humano como
00:10:00
nós viemos muitos anos geralmente eles
00:10:02
fazem eh uma descompressão da cabeça e
00:10:06
do colo femural eles fazem vários
00:10:07
furinhos na cabeça do do fêmur quando
00:10:09
ainda dá para fazer isso né quando tá no
00:10:11
começo para tentar forçar essa
00:10:14
revascularização e salvar a cabeça
00:10:16
femural ao invés de colocar um implante
00:10:18
ou uma placa pino não sei não sou
00:10:19
ortopedista de humano mas é geralmente
00:10:22
isso que eles
00:10:23
fazem nos cães Lembrando que são cães
00:10:26
geralmente pequenos o cirurgião vem aqui
00:10:29
E vai retirar a cabeça do Fê e sim ele
00:10:32
vai ficar sem a cabeça do Fê geralmente
00:10:34
nessa hora da aula as pessoas ficam
00:10:36
chocadas ele vai ficar sem a cabeça do
00:10:38
femor E aí depois essa cirurgia depois
00:10:40
dele ficar sim fica flutuando tá não
00:10:43
fica com encaixado fica flutuando a
00:10:45
musculatura vai compensar Lembrando que
00:10:48
geralmente quando esses pacientes estão
00:10:50
neste nível aqui Eles já já T perda
00:10:53
muscular importante por poupar o membro
00:10:55
então é muito importante que vocês
00:10:56
indicam indiquem fisioterapia para esse
00:10:58
paciente mudei o manejo e ele vai né ter
00:11:02
toda
00:11:02
o obviamente né o suporte medicamentoso
00:11:05
após a a
00:11:08
a o procedimento cirúrgico mas sim tira
00:11:11
a cabeça femoral
00:11:15
OK outra doença muito comum mais comum
00:11:18
que necrose séptica da cabeça femural é
00:11:20
a displasia cox femoral que nós temos
00:11:22
uma pelv em ventro
00:11:25
dorsal cox cabeça né e acetábulo direito
00:11:29
formando articulação coxo femoral
00:11:31
direita cabeça CBO esquerdo formando
00:11:34
articulação coxo femoral esquerda então
00:11:36
lado direito lado esquerdo sempre virado
00:11:39
né ao contrário pra gente que tá vendo
00:11:41
pela tela lembre-se que o paciente está
00:11:44
de barriga para cima Então esse lado
00:11:45
direito dele e é o esquerdo no começo dá
00:11:48
dá um certo bug mas depois a gente se
00:11:49
acostuma ventre dorsal porque entra no
00:11:52
ventre e sai no dorso até atingir a
00:11:55
placa Aqui nós temos radiopacidade
00:11:58
mineral então o osso é radiopaco
00:12:00
radiopacidade tecidos moles só que
00:12:04
tecidos moles ou fluido Tem gente que
00:12:06
fala que é água também né Nós somos
00:12:07
feitos de água praticamente e aqui
00:12:10
radiopacidade ar aqui é o nada aqui é a
00:12:12
mesa a única coisa radiotransparente da
00:12:14
imagem
00:12:15
eh vou voltar explicar só uma coisa
00:12:18
rapidamente para vocês pessoal voltando
00:12:21
é sobre posicionamento vamos
00:12:24
lá aqui é uma projeção médio lateral do
00:12:27
ombro para o ombro nós pedimos a
00:12:30
projeção médio lateral e crânio caudal
00:12:34
ou caldo cranial crânio caudal é uma
00:12:36
posição de barriga para baixo na mesa e
00:12:39
caldo cranial é de barriga para cima
00:12:41
esticando o braço para cima eu vou
00:12:43
colocar uma imagem aqui de livro só um
00:12:46
segundo então Aqui nós temos eu coloquei
00:12:48
de ponta cabeça o cachorro da da imagem
00:12:51
a imagem colimada aqui no Ombro do
00:12:54
cachorro em caldo cronal então entra
00:12:57
cdal e sai
00:12:59
cranial mostrando o ombro do cachorro
00:13:02
então vocês podem pedir uma projeção
00:13:04
crânio caudal ou caldo cronal mas a
00:13:07
projeção mais importante no caso que é a
00:13:09
médio lateral que entra Medial e sai
00:13:12
lateral o paciente fica nessa posição
00:13:16
focando só né fazendo a colimação apenas
00:13:18
no ombro para ter esta imagem
00:13:21
aqui já no caso da displasia do cotovelo
00:13:24
que é o a técnica de imagem inicial para
00:13:27
avaliar o cotovelo nós pedimos também
00:13:29
sempre duas projeções no mínimo que são
00:13:32
crânio cdal ou caldo cranial que nós
00:13:35
vemos aqui é crânio caudal mostrando a
00:13:37
parte cranial do cotovelo aqui para cima
00:13:40
então o feixe entra cranial e sai cald
00:13:42
para atingir a a placa ficando deste
00:13:45
jeito onde nós vemos aqui por exemplo o
00:13:47
processo coronoide nós vemos aqui a
00:13:50
superfície articular os
00:13:52
epicôndilos mais uma projeção
00:13:56
Opa médio lateral
00:14:00
que é esta aqui entrando na face medial
00:14:03
do membro saindo na lateral e atingindo
00:14:06
a placa onde nós vemos aqui o processo
00:14:09
anônio mais ou menos né um pouco
00:14:11
sobreposto processo coronoide Medial a
00:14:14
superfície articular também e para ver
00:14:17
melhor o processo anônio nós temos a
00:14:19
variação flexionada Então se a gente
00:14:21
flexiona o cotovelo PR evidenciar o
00:14:23
processo anc Então sempre que a gente
00:14:26
for pedir um raio x gente é basicamente
00:14:29
um uma fórmula
00:14:31
né abri o Word aqui para vocês né só
00:14:34
para vocês terem uma ideia como já
00:14:36
mostrei na primeira na primeira aula vou
00:14:38
mostrar novamente então vocês colocam no
00:14:40
pedido a região então por exemplo
00:14:41
cotovelo direito
00:14:44
ou lá ombro
00:14:48
esquerdo joelho
00:14:54
direito carpo direito e as projeções que
00:14:58
você querem x e y no caso aqui por
00:15:01
exemplo que eu dei o exemplo né de
00:15:03
cotovelo quero as projeções
00:15:07
e crânio caudal pode ser caldo cranial
00:15:10
também sei que
00:15:12
sabe médio lateral podendo ter também
00:15:17
simples e com
00:15:19
flexão como que eu coloco isso no
00:15:22
pedido Solicito a realização de
00:15:26
radiografia de cotovelo direito
00:15:29
nas projeções crânio caudal e Médio
00:15:34
lateral simples e
00:15:37
flexionada está em dúvida de como faz
00:15:40
você pode fazer o seguinte cotovelo
00:15:43
direito cotovelo direito projeções a
00:15:46
critério do radiologista Qual que é o
00:15:49
problema de pedir desse jeito se você
00:15:51
enviar pro laboratório que o
00:15:53
radiologista vai pegar um técnico uma
00:15:55
pessoa capacitada eles vão saber quais
00:15:57
são as melhores projeções
00:15:59
caso Vá para uma clínica em que uma
00:16:01
pessoa aleatória vai radiografar pode
00:16:03
ser que eles passem o pé no tutor E
00:16:06
lembrando que a gente nunca pede membro
00:16:08
torácico direito a gente vai pedir
00:16:10
articulação então ou o ombro ou o
00:16:12
cotovelo ou o carpo Ok mesma coisa eu
00:16:17
quero fazer da pelv então solicito
00:16:20
radiografia da pelv em projeções ventro
00:16:24
dorsal que é de barriga para cima e lá
00:16:26
lateral que é de lado
00:16:29
aqui gente uma dica se a gente for fazer
00:16:31
avaliação L lateral da pelv lembra que o
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sacro que liga pelv a coluna Vocês não
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precisam pedir radiografia de sacro
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junto o sacro já vai ser visto na
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Projeção de pelv nessas duas projeções
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aqui tá então conforme vocês forem ter
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experiência você vocês impedem de fazer
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o tutor gastar duas vezes com uma coisa
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só eu vou mostrar para vocês agora na
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parte de
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displasia então parando de falar de de
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projeção e requisi vamos falar co mural
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que no final da parte que eu falo sobre
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isso também vou explicar como vocês
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pedem novamente por vocês pedem deste
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jeito aqui como já expliquei você
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radiografia ventri dorsal de
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pelv que que é uma displasia coxofemural
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é o desenvolvimento anormal das
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articulações cemais que a displasia de
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cotovelo é desenvolvimento anormal da
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articulação do cotovelo mesma coisa aqui
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só que em local diferente também de
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caráter genético e multifatorial então
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aqui o peso a gente eu eu falo des
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plazer corch fural eu penso em labrador
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o peso do Labrador o piso que o labrador
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fica o jeito que o labrador é tratado
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vai mudar antigamente tinha muito
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impastor alemão porém eh eu acho que
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eles foram retirados da da reprodução
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grande parte deles aí o na minha rotina
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o campeão de displasia é o labrador com
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o Golden afeta principalmente raças
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grandes mas também né como eu falei
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anteriormente raças pequenas e gatos e
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cães SRD
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e cães pequenos qualquer tipo de de
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animal pode ter displasia mas geralmente
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são raças grandes tipicamente bilateral
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Mas pode acontecer de forma unilateral
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eu já tive cães com displasia já tive
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cães que eram bilateral e cães
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unilateral também aqui gente a avaliação
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das articulações corch femurais é feita
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na rotina através da avaliação
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morfológica das estruturas eu falo isso
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por Raio X Tá mas a avaliação da
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articulação corcho femoral deve ser
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feita também no exame físico tem teste
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só para
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isso mas também a métodos baseados em
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mensurações então a gente mensura a
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gente mede o quanto aquela articulação
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está saudável ou não com o ângulo de
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norberg e pen hip nos exercícios dessa
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aula de afecções e do desenvolvimento e
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tem no feedback de uma das perguntas
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vídeos mostrando como isso é feito tá é
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um jeito bem específico de fazer a
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mensuração principalmente o pen RP Por
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que é legal gente ter o diagnóstico de
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displasia deste cão porque por exemplo
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se for animal muito muito jovem é
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possível fazer abordagem cirúrgica para
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minimizar o estrago dessa displasia que
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ele herdou então muitas vezes quando a
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gente tem um diagnóstico de um paciente
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ainda com as linhas cesárias abertas dá
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para fazer abordagem no na na linha do
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pubs ali que ainda não fechou
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minimizando os estragos então há jeitos
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legais de você impedir que esse animal
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tenha uma displasia tão importante no
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futuro então Digamos que você você
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recebe um cão com predisposição à
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displasia cor femural é possível indicar
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por exemplo o procedimento de sinfisi
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odes púbica juvenil eh é uma basicamente
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um procedimento cirúrgico que envolve a
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fusão da sínfise púbica que é aberta né
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que fica entre uma m pelv e a outra
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quando faz a o cirurgião faz a
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eletrocauterização dessa dessa linha né
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que está aberta ele impede que essa área
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cresça e faz com que apenas as outras
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áreas da pelv cresçam pesquisem É bem
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interessante isso pode amenizar e o
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ângulo da articulação corch femural é um
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procedimento pouco invasivo é indicado
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Se não me engano antes dos C ou se meses
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de idade mas que pode fazer uma mudança
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drástica para melhor da vida desse
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paciente
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Ok e Aqui nós temos duas PES em ventro
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dorsal sendo direito aqui e o esquerdo
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aqui mesma coisa aqui direito e esquerdo
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aqui é uma imagem de livro né Sempre que
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eu pego uma uma doença específica que eu
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não posso garantir que o que eu tô vendo
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na minha no meu trabalho é isso ou outra
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coisa ou até queira mostrar uma peça
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saudável geralmente pego de livro para
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mostrar para vocês o livro tem a
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garantia que aquilo ali é doença x ou
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que está
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saudável aqui as coxas femorais ótimas
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vou dar um tentar dar um
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zoom a cabeça femural bem lisinha
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encaixada aqui no acetábulo né que é em
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formato de concha aqui é a margem
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ventral do acetábulo e aqui é margem
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dorsal mesma coisa aqui super
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saudável Olha a diferença vou deixar
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assim Onde Aqui é saudável e aqui a
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cabeça femoral tá fora do acetábulo que
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mal é um acetábulo Olha só como aqui é
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uma concha e aqui tá reto tem essa
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esclerose que esse aumento de
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radiopacidade uma maior densidade do
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osso o organismo entende que como ele
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tem um trauma repetitivo é necessário
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deixar o osso mais deno
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se a femoral tá PR fora então Lembrando
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que esse paciente é quadrúpede Imagine
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quando ele está andando que essa
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articulação não tem esse apoio aqui no
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acetábulo na margem dorsal mesma coisa
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aqui tá para fora o centro da cabeça
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femoral é aqui é mais ou menos até aqui
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com essa tábula deveria estar abrangendo
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mas não tem segurança nenhuma enquanto
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esse paciente anda uma displasia cooral
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bem
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importante mesma aqui que o colo femural
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que faz essa curva é onde tem a inserção
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da cápsula articular ele tá espessado a
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cabeça tem achatamento tem osteoartrose
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Começando aqui um biquinho formando Olha
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esse espaço
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articular a cabeça femoral e a marem da
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acetábulo Olha só como é grande o espaço
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articular sendo que aqui ele é uma
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linhazinha a gente avalia para essa
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parte aqui mais
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cranial tem formação de osteófito também
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Tá formando uma degeneração aqui também
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essa é uma projeção crânio caudal da
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articulação coxo femoral Lembrando que
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se fosse a pélvis seria ventro dorsal
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porque nós estaríamos vendo o corpo do
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paciente então aqui uma incongruência
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entre a cabeça femoral e
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acetábulo quea subluxação ou luxação na
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verdade é gente até ignor essa parte de
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subluxação nós na radiografia Nós
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consideramos sempre luxação mesmo
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tá luxação é um termo que a gente não
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usa é por mais que tem em alguns livros
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aqui a cabeça femoral saiu do acetábulo
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tá aqui em cima ó ela deveria estar
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encaixada aqui embaixo Igual essa cabeça
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femoral então a cabeça femoral saiu o
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paciente vai andar ele não tem
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articulação mais
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funcional aqui mesma coisa uma
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articulação normal né com acetábulo
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bonitinho encaixando a cabeça femural e
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aqui o acetábulo totalmente que a gente
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chama de Raso algumas pessoas usam até
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arrasado que é um termo chega a ser
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engraçado Raso ele não tem como abraçar
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essa cabeça femural que tá achatada com
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osteófito formando o colo femural está
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espessado né onde insere a cápsula
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articular quando tem instabilidade
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crônica vai formando um osso mais
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espesso nessa região processo
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degenerativo também então aqui é uma um
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articulação coxo femural totalmente
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disfuncional né Tem luxação da cabeça e
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da articulação C femural deste paciente
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isso aqui que eu mostrei para vocês são
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articulações com displasia cor femural
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importante porém no começo um sinal
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precoce que nós vemos é a linha de
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Morgan que é essa linhazinha branca aqui
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bem discreta uma linha
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radiopaca o osso é radiopaco mas essa
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linha ela é mais radiopaca ainda que o
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osso aqui gente é onde a cápsula
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articular Abraça o colo
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femural Lembra que eu falei que aqui tem
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um espessamento do colo femural que onde
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a cápsula em série conforme tem
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instabilidade tem pressão aqui tem
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estress articular vai formando esse
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colarinho aqui ao redor do colo femural
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é um sinal precoce de displasia cox
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femural eh a displasia coxo femural ela
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tem várias abordagens depende do porte
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do cachorro Depende de muita coisa eh em
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caso de luxação muitas vezes a cabeça
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também é amputada como na
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na é necrose séptica da cabeça femoral
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porém hoje em dia nós temos implantes
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também de acetal não é tão comum na
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minha rotina Mas pode ser que vocês
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tenham bastante e contato com isso isso
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aqui é uma prótese elas podem ser
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cimentadas né com cimento ósseo ou não
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cimentadas Elas têm geralmente
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superfície porosa de titânio né e
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visando a incorporação do implante pelo
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osso que eles chamam de óo integração
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então muitas vezes quando tem um
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prejuízo muito grande da articulação aqu
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ele tem uma discreta aqui ele tem também
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discreta não né tem
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alteração dessa co femoral também ó
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proliferação óssea aqui aqui Esclerose
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aqui da margem a cabeça femoral não tá
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tão coberta Então por algum motivo Eles
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fizeram a cirurgia neste lado colocando
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o implante é uma coisa relativamente
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nova e quando eu falo relativamente nova
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é que não tava aqui há 20 anos atrás e é
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uma possibilidade de
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tratamento e aqui para o pedido de raiz
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x né a gente pede sempre duas projeções
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ortogonais então ra X ventro dorsal de
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pelvi e látero lateral de pelvi Lembra
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que eu falei que na lá lateral a gente
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vê o sacro também para ver se tem doença
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degenerativa aqui em coluna lumb Sacra
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então Caso vocês não saibam se a dor é
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de coxo femural junta sacroilíaca ou
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coluna lombossacra pedindo duas
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projeções de pelvo e vocês já tiram a
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dúvida de todas essas possibilidades tá
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inclusive em alguns locais Pega até os
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joelhos podendo pegar outras alterações
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igual aqui no xação de pat que é o
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próximo caso de doença articular que nós
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temos então sempre duas projeções aqui
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ventro dorsal e lateral lateral de pelv
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aqui no caso é uma lateral lateral
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direita d de direita se fosse lateral
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lateral esquerda seria
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lle quer dizer que a lateral que está
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encostada na mesa é a direita ok