00:00:02
e aqui uma última alteração em intestino
00:00:05
né intuscepção que é tão grave cirúrgico
00:00:08
quanto o corpo estranho linear pessoal
00:00:11
aqui o segmento intestinal ele invagina
00:00:13
dentro de si então Imaginem que essa
00:00:16
alça aqui nessa primeira imagem ela
00:00:18
estava totalmente reta igual a imagem
00:00:20
que eu fico mostrando para vocês o tempo
00:00:22
todo nessa aula essa aqui
00:00:24
reta só que por algum motivo o perp
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altismo Aumentou e essa região que
00:00:29
deveria estar aqui na frente voltou e
00:00:31
ficou invaginado dentro de si então isso
00:00:34
aqui é uma intuscepção onde nós temos o
00:00:37
impedimento do fluxo porque a alça
00:00:39
adentrou em si própria é mais frequente
00:00:43
animais jovens devido a mento de
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peristaltismo por mudança de ração por
00:00:48
corpo estranho linear por corpo estranho
00:00:50
de outros tipos por parasitismo eh mas
00:00:53
também pode acontecer em adultos Ok não
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é uma coisa
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impossível os padrões que nós chamamos
00:00:59
né n que são descritos em Literatura são
00:01:02
o padrão de multicamadas né que é este
00:01:06
acima então uma camada duas 3 4 5 6 que
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é formado pelo acúmulo desse dessa
00:01:11
parede em si na própria alça né e na
00:01:16
projeção no corte transversal de anéis
00:01:18
concêntricos parecendo um uma tábua
00:01:21
daqueles jogos de dardo sabe de alvo
00:01:24
Então esse essa é a carinha clássica da
00:01:27
ução que pode ser fácil amente
00:01:30
confundida com a região da junção e ilho
00:01:33
secal por pessoas inexperientes então
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muito cuidado quando vocês quem for pra
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área né Muito cuidado quando vocês forem
00:01:40
começar a trabalhar principalmente em
00:01:42
gatos essa junção de onde termina a o
00:01:45
intestino delgado inicia o grosso muitas
00:01:48
vezes pode ter Esse aspecto aqui
00:01:51
parecido de anéis de anéis concêntricos
00:01:53
mas eu mostr para vocês em vídeo é
00:01:56
difícil depois se vocês não se
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desesperar na hora de olhar isso num
00:01:59
gato saudável na verdade é difícil de
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confundir só lembra se você frisar a
00:02:04
imagem ali em cima mas a intercepção é
00:02:06
um segmento bem maior tem alterações ao
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redor tem clínica então fiquem ligados
00:02:11
nesses pequenos
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detalhes uma imagem demonstrando né de
00:02:16
novo então padrão de multicamadas onde o
00:02:19
int suto fica dentro do int supi
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formando essas várias camadas muitas
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vezes vem gordura junto Que nós
00:02:29
conseguimos a olhar como está a condição
00:02:32
dessa gordura encarcerada pelo dopler se
00:02:34
ainda a vascularização e o padrão de
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multicamadas né demonstrado em desenho e
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na imagem ultrassonográfica é é muito
00:02:43
interessante lembrar né por essa imagem
00:02:44
mostrando os os vasos que toda vez que
00:02:48
Acontece qualquer alteração deste tipo
00:02:50
seja Pando no corpo esto linear seja
00:02:54
encarcerando a alça na intuscepção os
00:02:57
vasos que fazem a vascularização da
00:03:00
parede eles sofrem juntos eles são
00:03:01
estrangulados junto então isso é uma
00:03:04
complicação muito importante que
00:03:05
predispõe aquele paciente a perder
00:03:07
segmentos de intestino na cirurgia nós
00:03:10
devemos avaliar bem né como está a
00:03:12
condição de vascularização da ula de
00:03:14
gordura eh nós não conseguimos garantir
00:03:17
por ultrassom que não ocorra ou que
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ocorra a perca a perda do do segmento né
00:03:22
mas isso é uma informação que nós
00:03:24
devemos passar para o tutor que pode ser
00:03:27
que seja Abrir tirar o corpo estranho ou
00:03:30
simplesmente abrir e desfazer eh este
00:03:33
ocorrido que nós vemos na tela ou pode
00:03:35
ser que aconteça complicações né ou
00:03:38
eh simplesmente na hora do na hora de
00:03:42
avaliar a gente tem que tirar um
00:03:44
segmento que não está mais viável e
00:03:46
claro né se nós temos eh o lume impedido
00:03:49
de progredir o alimento ou líquido nós
00:03:51
temos acúmulo na porção cranial que fica
00:03:54
em direção à boca do
00:03:57
paciente aqui uma imagem de
00:04:00
de anéis concêntricos né então um anel
00:04:04
outro anel outro anel outro anel a alça
00:04:07
conteúdo hiperecogênico formando
00:04:09
sombreamento aqui é devido corpo
00:04:11
estranho em cão e aqui né mesma coisa
00:04:15
multicamadas
00:04:17
várias camadas e o corpo estranho
00:04:20
fazendo sombra impedindo o a progressão
00:04:23
do conteúdo alimentar fecal no caso
00:04:26
né como que ficaria isso em vídeo aqui
00:04:28
esse vídeo pessoal ele começa eh eu
00:04:31
lembro que era um paciente que ele
00:04:33
chegou era um paciente jovem era um
00:04:36
paciente que chegou com já o histórico
00:04:38
né já a doutora já falou para mim que
00:04:41
eh tinha engerir do corpo estranho que
00:04:44
tinha eh era um filhote ele tava tudo de
00:04:47
errado né ele lembra que ele tinha iner
00:04:49
do corpo estranho ele não era
00:04:50
vermifugado várias coisas que predispõe
00:04:52
aumento de peristaltismo e a ocorrência
00:04:54
de intuscepção aqui no começo do vídeo
00:04:58
nós vemos o padrão de
00:05:01
anéis demonstrando uma alça em cima da
00:05:04
outra essa parte hiperecogênica que é
00:05:06
gordura nós vemos vasos aqui e depois eu
00:05:09
mudo a posição da probe mostrando o
00:05:11
padrão de multicamadas
00:05:16
então aqui padrão de multicamadas uma
00:05:20
camada outra camada outra e aqui de
00:05:24
anéis né mostrando
00:05:26
acepção e nós tínhamos outros segmentos
00:05:28
dilatado por líquido né devido esse
00:05:31
acontecimento lembro que esse cachorro
00:05:33
tinha mais de uma foi uma das primeiras
00:05:35
vezes que eu vi paciente com vários
00:05:37
focos e o peristaltismo continuava bem
00:05:40
aumentado então
00:05:46
novamente vai mudando a aparência
00:05:48
conforme o tonografia muda o
00:05:50
posicionamento da mão né então eu mudava
00:05:52
o posicionamento mudava a
00:05:55
característica então guardem essa imagem
00:05:57
na cabeça de vocês de uma alça dentro de
00:06:00
outra ISO aqui muito comum em filhotes
00:06:02
mas pode acontecer em
00:06:05
adultos
00:06:07
Ok e partindo pra eh última parte da
00:06:11
aula né que nós falamos rapidamente
00:06:13
sobre glândulas anexas são glândulas que
00:06:15
ass eh São associadas ao intestino e
00:06:18
estômago para fazer a digestão que são
00:06:20
basicamente o fígado e o
00:06:22
pâncreas aqui pessoal no fígado nós
00:06:25
vemos
00:06:26
eh sempre a vesícula biliar
00:06:30
paren hepático aqui a gordura falsiforme
00:06:33
e aqui parede de vaso quando o fígado
00:06:36
ele tem uma alteração aguda nós vemos
00:06:39
eh redução da ecogenicidade do
00:06:43
parenquima geralmente aqui
00:06:45
microscopicamente é associada a necrose
00:06:48
hepatocelular com o tempo com essa
00:06:51
inflamação se tornando crônica nós temos
00:06:53
fibrose o que que pode causar isso
00:06:56
Inúmeras coisas Vocês verão bastante
00:06:58
ludo processo reacional toxemia eh
00:07:03
inflamação sistêmica então isso aqui
00:07:05
acontece gente uma hepatite aguda devido
00:07:07
uma grande quantidade de coisas seja
00:07:10
literalmente uma intoxicação seja reação
00:07:12
a fármaco seja é o processo inflamatório
00:07:15
infeccioso por exemplo piometra ou
00:07:18
alteração intestino desidratação é muito
00:07:21
difícil olhar essa imagem falar
00:07:23
exatamente Por que esse esse fígado está
00:07:26
hipoecogênico a gordura Está tão
00:07:28
Evidente assim esses esses vasos tão
00:07:30
evidentes Por que ele está com essa
00:07:32
alteração mas nós temos uma lista de
00:07:34
alterações é isso aqui basicamente é uma
00:07:37
conversa entre o Clínico tutor e o
00:07:40
médico veterinário né
00:07:42
Eh responsável pelo caso para tentar
00:07:45
encontrar o motivo E é claro né gente
00:07:48
que nós devemos biopsiar os órgãos e
00:07:50
aqui para ter uma noção perfeita do que
00:07:52
está acontecendo apenas pegando um
00:07:54
segmento e fazendo uma biópsia ok
00:08:01
aqui já nós temos uma doença eh
00:08:03
hepatobiliar comum em gatos que é
00:08:05
lipidose hepática felina olhando a
00:08:08
macroscopia nós temos esse fígado
00:08:10
gorduroso né laranja eh com as margens
00:08:13
arredondadas então lembrem-se da imagem
00:08:15
na primeira aula na primeira parte da
00:08:17
aula onde eu mostro um fígado com a
00:08:19
coloração normal que é aquele bordô
00:08:21
aquele aquele fígado mais escuro que nós
00:08:24
temos ainda um resquício de do que seria
00:08:27
a cor dele mas nós temos um fígado
00:08:29
gorduroso isso aqui é bem comum em gatos
00:08:32
podendo ser primário ou secundário sendo
00:08:34
a forma secundária mais comum então Eh
00:08:38
nós temos Aquela Velha História do gato
00:08:40
que simplesmente para de comer por
00:08:42
Mudança de Hábito mudança de
00:08:44
rotina e nós temos o acúmulo né de de
00:08:47
conteúdo de gordura nesse fígado né
00:08:50
devido a deficiência de aminoácidos Mas
00:08:52
a forma secundária é comum também então
00:08:54
o paciente que não come porque ele tem
00:08:56
uma interit ele tem uma doença biliar
00:08:58
ele tem uma uma neoplasia E aí Isso aqui
00:09:01
é uma consequência da não alimentação do
00:09:03
paciente eh a ultrassonografia auxilia
00:09:06
muito bem em relação a detectar
00:09:08
alterações de ecogenicidade do F fígado
00:09:11
Desse gato eh auxiliando o Clínico a
00:09:14
saber se coloca sonda se não coloca
00:09:16
sonda como que faz como que não faz eh
00:09:18
muitas vezes o Clínico não tem o
00:09:20
histórico do animal noar comenda tanto
00:09:22
de tempo assim e o trass sonografista
00:09:25
Bate o olho já adianta né que esse
00:09:27
paciente está com alteração en e e o
00:09:30
Clínico Já está ciente antes mesmo de
00:09:32
passar a quantidade de dias que ele
00:09:34
julga que seria necessário para ter essa
00:09:37
alteração aqui na imagem taog gráfica
00:09:40
nós vemos hepatomegalia Então essa
00:09:42
gordura vai fazer com que o fígado fique
00:09:44
aumentado e consequente aumento do da
00:09:47
ecogenicidade então lembre-se lá no
00:09:50
começo da aula também na parte um eu
00:09:52
falei para vocês que o fígado ele tem
00:09:54
que ser mais escuro hipoecogênico em
00:09:57
relação ao Basso e Aqui nós temos o
00:09:59
Basso e o fígado da mesma ecogenicidade
00:10:02
então nós comparamos e definimos que
00:10:04
isso aqui está totalmente alterado isso
00:10:07
aqui é treino de olho do tonografia
00:10:10
não é tão fácil assim pelo menos eu não
00:10:13
achei fácil eh cada um tem facilidade de
00:10:16
uma coisa diferente né então nem todo
00:10:17
mundo faz e tem tanta agilidade para
00:10:20
fazer alguma coisa que tá aprendendo tão
00:10:22
rápido ou às vezes tem gente que pega de
00:10:24
primeira eu eh pessoalmente demorei um
00:10:27
pouco para entender bem para ter
00:10:29
facilidade para detectar rápido
00:10:31
alterações de ecogenicidade entre um e
00:10:33
outro mas é assim que o trografia faz
00:10:36
para definir que esse fígado está
00:10:38
hiperecogênico eh tem outras coisas
00:10:41
também né Nós comparamos com a gordura
00:10:43
do ligamento falsiforme mas
00:10:45
principalmente se esse fígado está
00:10:48
hiperecogênico assim como o
00:10:50
Basso então Aqui nós temos um fígado com
00:10:54
ecogenicidade dentro do Normal né cinza
00:10:56
escuro e aqui um fígado hiper ecogênico
00:10:59
ele está aumentado ele vai até o final
00:11:02
da tela inclusive né que nós temos o
00:11:04
término do fígado pelo diafragma Aqui
00:11:07
nós temos um fígado hiperecogênico o tom
00:11:10
de cinza daqui é totalmente mais escuro
00:11:12
do que o tom de cinza desse fígado com
00:11:14
lipidose temos malsa intestinal aqui em
00:11:17
destaque e aqui provavelmente ou
00:11:22
estômago outra alteração bem frequente
00:11:25
na na clínica é neoplasia hepática eh
00:11:29
o fígado é um sítio muito comum de
00:11:31
metástase muito comum e e às vezes nós
00:11:34
temos isso aqui como um achado gente
00:11:35
então o paciente tá vomitando porque
00:11:37
comu uma coisa diferente nós vamos fazer
00:11:39
a varredura adequadamente no fígado né
00:11:41
Então pegando desde o gradio costal para
00:11:43
baixo vendo cada topografia de lobo e
00:11:46
acabamos achando isso daqui Lembrando
00:11:49
que há alguns anos já né Nós temos a uma
00:11:52
função chamada mapa de cor nos
00:11:54
ultrassons que basicamente nós colocamos
00:11:57
um filtro de Cor na frente desses órgãos
00:11:59
e preto e branco e nós temos maior
00:12:01
destaque de estruturas que não deveriam
00:12:04
estar lá né de estruturas e como
00:12:06
neoplasias nódulozinho os nossos olhos
00:12:09
eles foram feitos para enxergar emem cor
00:12:11
então colocando simplesmente um filtro
00:12:13
igual do Instagram mesmo roxo azul ou
00:12:15
laranja deixando de ser preto e branco
00:12:18
né cinza e branco e preto né nesse caso
00:12:21
nós conseguimos detectar com maior
00:12:22
facilidade pequenas formações então é
00:12:25
necessário ter calma e olhar com
00:12:27
bastante detalhamento
00:12:29
aqui o carcinoma é o tipo celular mais
00:12:32
frequente e nós temos uma informação
00:12:34
importante que lesões em alvo então com
00:12:38
a periferia escura e as o centro
00:12:40
hiperecogênico né então Periferia hipo e
00:12:43
o centro hiperecogênico tem maior chance
00:12:46
de malignidade Porém para diferenciar
00:12:49
isso aqui de hiperplasia nodular e
00:12:51
diversas outras alterações que causam
00:12:53
nódulos em fígado apenas com AB biópsia
00:12:56
pode fazer citologia também do fígado
00:12:59
não tem problema mas a biópsia fecha
00:13:01
isso daqui com histopatológico o
00:13:04
ultrassom ele não é
00:13:08
histopatológico podemos também ter
00:13:10
estruturas muito maiores né Então olha
00:13:12
essa estrutura essa massa Hi eh
00:13:16
heterogênea nós temos várias texturas
00:13:18
olhando por ela várias ecogenicidad
00:13:20
então aqui mais hiperecogênico aqui mais
00:13:22
hipo temeno anecogênico
00:13:25
tá aqui também uma estrutura ovalada
00:13:28
irregular outra estrutura nodular de
00:13:31
aspecto bem diferente aqui na verdade
00:13:34
parece mais cístico né faz reforço
00:13:36
acústico e aqui estruturas nodulares ao
00:13:39
redor da vesícula biliar aqui com
00:13:41
bastante lama então nós temos várias
00:13:44
aparências pessoal e quando é assim
00:13:46
grande é muito mais fácil de achar então
00:13:48
3 cm 4 7 cm mas é necessário olhar com
00:13:53
calma cada parte do fígado Lembrando que
00:13:57
às vezes metástases miliar às vezes não
00:13:59
né metástases miliares não são vistas
00:14:02
com facilidade muito menos eh quando é
00:14:05
infiltrado no neoplásico por exemplo por
00:14:07
mastocitoma linfoma nem sempre nós
00:14:10
conseguimos ver com facilidade isso aqui
00:14:12
é passado batido Ok ultrassom tem maior
00:14:15
sensibilidade para estruturas nódulos
00:14:17
mesmo em fígado e baço e outros
00:14:22
órgãos que por exemplo o paciente eh
00:14:25
tinha ido para a consulta porque ele
00:14:27
estava sem comer era um paciente idoso
00:14:29
ele está vivo Até onde eu sei né estamos
00:14:31
em 2024 mas a eu encontrei as truturas
00:14:35
dele recentemente em aula prática e e
00:14:37
ele está vivo isso foi cerca de dois
00:14:39
meses atrás eh eu vi essa vesícula
00:14:42
biliar com lama né biliar Então essa
00:14:44
parça é parede fina e precog genica
00:14:48
comportando A Billy e o sedimento aqui
00:14:50
embaixo e conforme ele respira pessoal
00:14:52
notem que aparecem várias áreas
00:14:54
nodulares conforme o movimento dele eu
00:14:57
simplesmente deixei minha mão parada e
00:14:59
ele ia respirando e nós temos várias
00:15:01
áreas nodulares pouco definidas
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aparecendo e algumas mais definidas esse
00:15:06
paciente não fez biópsia não fez nenhum
00:15:09
investigação foi só acompanhando por
00:15:11
ultrassom eh nessa é da época que eu era
00:15:14
contratada no setor da oniku né de
00:15:16
imagem faz com as minhas colegas né a
00:15:19
Carol e a Rafa provavelmente e continua
00:15:21
vivo normal e apesar de não ter feito a
00:15:24
biópsia provavelmente não é um um tipo
00:15:26
celular maligno provavelmente uma
00:15:28
alteração endócrina dele que está sob
00:15:31
controle mas para vocês verem que nem
00:15:33
toda neoformação é aquela bola que dá
00:15:36
para ver igual a vesícula biliar aqui
00:15:38
nessa imagem né que é super delimitada
00:15:40
às vezes é bem discreta essa aqui por
00:15:43
exemplo é bem discreta se eu faço
00:15:45
ultrassom papum né 5 minutos passo a
00:15:49
faço uma imagem passo no Basso faço
00:15:50
outra passo aqui faço outra isso aqui
00:15:52
passa batido então é necessário muito
00:15:54
detalhamento
00:15:59
esse tipo de lesão discreta não é
00:16:01
incomum Ok no Basso mas principalmente
00:16:03
no
00:16:05
fígado e chegando ao finalzinho mesmo
00:16:08
alterações em parede de vesícula biliar
00:16:10
que é o espessamento geralmente
00:16:12
decorrente de doença inflamatória
00:16:14
primária né uma uma colecistite na
00:16:17
própria parede ou até sistêmica então
00:16:19
mais suficiência cardíaca pode causar um
00:16:21
edema de parede de visícula
00:16:23
biliar aqui nessa imagem a gente tem uma
00:16:26
imagem longitudinal de ultrassom pegando
00:16:29
o fígado e a vesícula biliar de um cão
00:16:32
que tem e doença congestiva direita
00:16:35
então nós temos uma parede espessada
00:16:37
aqui entre os calipers essas Cruze
00:16:39
zinhas você chamam calipers então eu
00:16:41
venho com a probe coloco a probe em cima
00:16:44
dessa região frizo a imagem né congelo a
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imagem coloco um caliper aqui e sigo até
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aqui e ele vai nos dar a medida Então
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essa parede está espessada então eu vejo
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as três camadas dela inclusive
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geralmente a vesícula biliar a gente vê
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uma linhazinha branca igual aqui ó só
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essa linhazinha Branca Olha a diferença
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de parede né então isso aqui é uma
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alteração sistêmica que reflete em
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vesícula biliar então geralmente a gente
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fala de hipertensão Portal ou na filaxia
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por picada de inseto não é tão incomum
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pelo menos na minha rotina
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hipoproteinemia né por edema
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insuficiência cardíaca direita igual
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nesta imagem e apesar de menos frequente
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dentro da parede da da na parede dentro
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da vesícula biliar na face final nós
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podemos ver pólipos e neoplasias e pode
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haver ruptura devido mucocele ou trauma
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por mais que trauma seja menos comum
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para causar esse tipo de observação de
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observação não desculpa de
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alteração diferente da lama biliar ou
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sedimento biliar geralmente aqui nós
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chamamos de lama né que é uma coisa
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super comum que eu falei para vocês que
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a ruptura por trauma incomum né então
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isso aqui é um achado geralmente em
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pacientes idosos devido a um um
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eh metabolismo mais lento né ou
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pacientes de jejum prolongado nós vemos
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várias partículas ecogênicas ou
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suspensas ou meio que agrupadas né
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juntas
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eh fazendo esse esse contraste da bile
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né então isso aqui é um sedimento ou
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lama biliar onde a peta está apontando
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então partículas ecogênicas suspensas
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eh ao conteúdo anecogênico que é a
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bile que deve ser diferenciado né Sempre
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de mucocele ura por manobra de
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balotamento ou mudança do decúbito do
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paciente se nós temos uma mucocele que é
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o desprendimento de de fragmentos de
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muco eh que é uma situação muito mais
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grave eh ela não é móvel esse esse
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conteúdo não é móvel quando nós fazemos
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o movimento né Eh Nós também temos um
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paciente que nós com lama biliar e
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partículas pretas anecogênico
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meio Aqui nós temos alguns exemplos né
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da da desculpa da lama biliar então Aqui
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nós temos uma parede espessa né ela não
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tá aquela parede bem fininha igual
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mostrei na naquele vídeo do fígado e
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associado nós temos partículas fazendo
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como se fosse uma névoa né dentro dessa
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bile são bem sutis mas fazer uma
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pacificação difusa a bile tem que ser
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anecogênico essa parte lateral da imagem
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Aqui nós temos um
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cinza aqui né Nós temos um fígado bem
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hiperecogênico bem mais claro uma parede
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espessa também medindo no 0 0,61 é
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bastante e aqui um conteúdo várias
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partículas hiperecogênicas deixando aí
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com aspecto bem denso então duas imagens
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de lama
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biliar é mul cocel que eu falei para
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vocês né que nós temos eh que fazer o
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diferencial em relação à lama Aqui nós
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temos uma alteração gente que é uma
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hiperplasia mucosa cística e ela correta
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um aumento do muco produzido em gerando
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infamação associado geralmente pacientes
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eh com adren opatia apresentam maior
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predisposição então síndrome de cushing
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por exemplo aqui nós observamos
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fragmento de muco né olha como só como
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fica grumoso grumoso e esse conteúdo ao
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abrir a vesícula biliar né ISO aqui uma
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imagem de necrópsia
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eh e a gente vê os fragmentos de muco no
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meio da lama biliar né sedimento no
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estádio Inicial e no estádio final
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quando a mocel Está Madura nós vemos o
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padrão descrito pela literatura como
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estrelado ou QI que seria né em formato
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raiado como se fosse uma estrela ou em
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formato né Desse padrão linear parecendo
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um QI onde o conteúdo anecogênico em
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fragmentos fica mais Centralizado e nós
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temos essas estruturas lineares e
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hiperecogênicas isso aqui é uma mucocele
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gente eh é um é uma doença que causa
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complicações sérias né Por exemplo ROM
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pimento caso não seja eh tratado antes
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de antes de qualquer progressão né assim
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ser tratado assim que nós fazemos a o
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diagnóstico
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dela e essa aula gente ela é um pouco
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mais mais pesada né o intestino e o
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estômago são são complexos nós temos
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fígado vias biliares também eh pâncreas
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que não foi nem citado aqui foi citado
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rapidamente com uma inflamação ali junto
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com a do denit eh qualquer dúvida estou
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à disposição qualquer doença específica
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que vocês queiram saber algo estou à
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disposição também coloquei artigos no
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blackboard vou colocar questões para
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vocês também Fora as questões de sempre
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né de todas as aulas e qualquer coisa é
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só me chamar que eu auxilio com o que
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for necessário Bons estudos