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Olá pessoal hoje nós vamos ter a nossa
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aula de radiografia sobre alterações
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metabólicas e do desenvolvimento em cães
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e gatos algumas das doenças que eu vou
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citar nessa aula acontecem em grandes
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animais e em seres humanos também pode
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ser até que algum de vocês tenha alguma
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dessas doenças é relativamente comum
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Porém Aqui o foco é em clínica de
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pequenos
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animais eu classifiquei essas doenças em
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três partes da aula em distúrbios em
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articulação distúrbios ósseos e
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distúrbios metabólicos fiz essa
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classificação de acordo com um dos
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autores bases da nossa matéria Mas pode
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ser que vocês achem essas doenças com
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classificações diferentes em outros
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livros outros artigos eh o motivo é que
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essas doenças muitas vezes não TM uma
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única causa dificilmente tem uma única
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causa não é igual uma fratura porque o
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cachorro caiu do do da laje não tem
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várias causas desenvolvidas geralmente
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que nós chamamos de multifatoriais eh ou
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até elas não TM uma causa eh esclarecida
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até hoje então tem algumas doenças que
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eu trataria aqui que nós não temos uma
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causa não sabemos tem apenas hipóteses
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Então vamos
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começar com alterações do
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desenvolvimento em articulações
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Então essa lista Pode ser que vocês
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conheçam algumas doenças ou até todas
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essas doenças que nós trataremos são
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osteocondrite ou osteocondrose de
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secante coloquei os dois nomes porque há
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divergência entre autores alguns usam
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osteocondrite devido a inflamação outros
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osteocondrose devido à degeneração que a
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inflamação causa mas na pesquisa vocês
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acham com os dois
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termos displasia do
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cotovelo necrose asséptica da cabeça do
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fêmeo displasia corch femural que é bem
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famosa luxação de patela também e
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ruptura de ligamento cruzado aqui o
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termo ruptura também muitas vezes é
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usado como insuficiência do ligamento
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cruzado Lembrando que nós temos vários
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ligamentos ao redor do joelho e eu vou
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falar disso com vocês também aqui nós
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temos uma informação importantíssima
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para vocês como médicos que a aparência
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radiográfica sempre vai depender do
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tempo de evolução ou seja se vocês estão
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vou dar um exemplo bem bem básico mesmo
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eh crianças quando passam passam né
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adolescentes né na fase da puberdade se
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a criança entrou agora na puberdade
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neste momento pode ser que a pele dela
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esteja perfeita mas isso não quer dizer
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que ela esteja com aquela pele para
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sempre certo pode ser que daqui a um mês
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essa criança esteja com a pele cheia de
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espinhas devido a alteração hormonal
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isso também vale para cada uma dessas
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doenças então pode ser que você atendo o
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paciente por exemplo com
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osteocondrite e ele esteja com o ombro
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relativamente Ok só mancando Às vezes
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você tira um raiz x o ra x nem é muito
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específico às vezes pede para acompanhar
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daqui a sei lá quantos meses e pode ser
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que daqui a alguns meses você tenha uma
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falha importante mostrando que a doença
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está presente ou até que você
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radiográfica daqui há muitos anos o
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tutor às vezes some né infelizmente nós
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nós conhecemos Essa realidade que o
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tutor às vezes simplesmente desaparece e
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pode ser que daqui alguns anos tenha uma
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artrose bem importante nessa região por
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incongruência da
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articulação então começando né
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osteocondrose e osteocondrite de secante
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aqui pessoal é uma imagem de
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ombro é uma imagem médio lateral então o
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raio x entra na face Medial a parte de
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dentro do ombro e lateral até alcançar a
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placa Aqui nós temos a escápula do nosso
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paciente Este é o contorno dela com a
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espinha aqui que nós palpamos em animais
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magros ou
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caquético a cabeça do
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úmero e o corpo do húmero ou diáfise do
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úmero aqui é um pedaço de uma externe né
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que compõe nosso externo e nós temos
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aqui A traqueia então radiopacidade ar
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então A traqueia comporta ar que é rádio
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transparente radiopacidade mineral
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afinal de contas contas é um osso né
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então é radiopaco mineral também mineral
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são ossos e Aqui nós temos radiopacidade
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de tecidos moles porque estamos vendo
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musculatura e esse pedacinho aqui né
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para vocês sempre lembrarem o ar é o
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único que é rádio transparente o ar ele
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é transparente então ele é rádio
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transparente só que é o nada é a mesa é
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o ar que está ao lado do nosso paciente
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a osic condrite ou osteocondrose ela
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acontece principalmente em ombro então
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marquem assim imagem na cabeça de
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vocês bom é uma doença que que é uma
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causa comum de claudicação do ombro
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Então quando vocês tiverem na clínica
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chegar no consultório de vocês um cão
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jovem principalmente de raça grande e
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crescimento rápido de 7 A 9 meses de
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idade pensem em osteocondrose ou
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osteocondrite de
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secante esses cães de raça grande eles
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têm um crescimento muito rápido no geral
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então é muito comum que vocês atendam um
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hotweiler ou um labrador agora e na
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próxima consulta ele esteja gigantesco
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cresce muito rápido diferente de um
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Yorkshire que não tem tem muita coisa
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para crescer né Se a gente for pensar
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bem principalmente Nessa idade Aqui é
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onde eles começam o merecimento sexual e
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eles têm um crescimento rápido eles
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spich falando popularmente eles crescem
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para caramba o que acontece nessas raças
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grandes de crescimento rápido na cidade
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então hotweiler labrador Golden São
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Bernardo raças grandes no geral
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muitas vezes a construção óssea e da
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cartilagem da superfície desse osso né
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Lembrando que cada articulação móvel tem
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cartilagem revestindo na parte que faz
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ess esse movimento acontece que às vezes
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falando popularmente essa cartilagem ela
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não foi construída ou até a superfície
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óssea nós veremos isso em outras doenças
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não foi construída de um jeito tão
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adequado então Imaginem que nós temos
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uma semana para construir uma casa se
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for uma pessoa P muito experiente até
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que pode ficar relativamente Ok se não
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for a casa vai ficar né torta vai ficar
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torta vai ser tudo feito rápido não vai
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ter aquela perfeição aquele Capricho em
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fazer tudo às vezes vai ter eh defeito
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em encanamento em parte elétrica é isso
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que acontece quando esses cães crescem
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super rápido então muitas vezes há uma
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disfunção da ossificação endocondral
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então a função da ossificação que
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acontece naquela superfície daquela
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cabeça do úmero ela é prejudicada porque
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acontece muito
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rápido isso leva ao espessamento da
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cartilagem e essa cartilagem espessada
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que não foi feita de uma um jeito muito
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legal tem uma maior chance de
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fragmentação aqui pessoal Preste atenção
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no seguinte e há vários autores falando
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várias versões disso então eu deixei do
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jeito mais e resumido possível mas
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basicamente nós temos um espeço da
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cartilagem e uma maior chance de
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fragmentação porque a ossificação
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daquela superfície ó Está acontecendo
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muito muito rápido está tudo bem
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desordenado no cachorro crescendo muito
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rápido acontece principalmente na cabeça
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do úmero Mas pode acontecer por exemplo
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no Tarço no joelho não tem regra mas o
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mais comum é no úmero e pode acontecer
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de modo bilateral tudo depende do do
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azar do nosso paciente basicamente é
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isso modo bilateral sempre muito pior né
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e a gente pensa isso porque Ah vai ter
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dor dos dois lados mas também pensem que
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quando nós temos uma alteração no membro
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direito o paciente vai poupar membro
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direito e sobrecarregar o esquerdo então
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isso aqui não vai ditar pra gente se
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paciente vai ter uma um quadro melhor ou
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pior na na na vida real mesmo né Depende
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muito de como o tutor vai abordar essa
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doença com você como que ele vai topar o
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tratamento e como você vai conduzir o
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caso Aqui nós temos uma articulação do
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ombro de um livro de anatomia uma um
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desenho bem legal lembrando vocês que
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nós não temos só a cabeça do úmero e a
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cavidade glenoide que é aquele encaixe
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que faz a articulação do ombro com o
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úmero nós temos a cápsula que tem
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receptores de sensibilidade a gente
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sente dor quando a gente tem a a cápsula
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funcionada ou qualquer trauma ali e nós
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temos também ligamentos que ficam
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intraarticulares não só ligamentos ao
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redor na parte de fora nós temos dentro
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também quando nós temos uma fragmentação
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dessa cartilagem então Digamos que esse
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cachorro cresceu super rápido e ele
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perdeu esse Taquinho aqui da
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cartilagem Por que que a osteocondrite a
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gente chama de dissecante porque a gente
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fica aqui fez um defeito na na hora que
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eu fui fazer isso porque quando essa
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cartilagem ela ela
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fica solta ela se solta da cabeça Nossa
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tá dando um bug aqui quando essa
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cartilagem ela faz um Flap ela se solta
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da cabeça ela fica dessecante como se eu
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tivesse dessecado com bistu ela fica
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solta imagina que você é um labrador com
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correndo por aí com uma pedrinha no
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sapato que seria uma pedrinha dentro do
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ombro isso dói isso causa bastante
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incômodo aqui é uma imagem de uma de uma
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articulação isso aqui é um estudo feito
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em suínos ISO aqui é uma articulação
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eh que apresenta
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arcond nós temos aqui um osso normal ao
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redor né na verdade aqui não um osso
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totalmente normal aqui ao redor aqui nós
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temos uma área esquisita parecendo que
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está afundado aqui também e Aqui nós
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temos nitidamente uma área que está
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solta parece mesmo que alguém pegou um
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bist bisturi e fez um Flap de secou essa
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parte Isso é uma osteocondrose é muito
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comum em suínos porque são animais de
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produção de crescimento rápido e de
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engorda então basicamente AOC condrose é
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um defeito na cartilagem que faz com que
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tenha essa peça Solta esse Flap é uma
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pedra no sapato do nosso cachorro ou do
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no caso dessa imagem isso causa incômodo
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causa inflamação o líquido sinovial que
00:10:04
fica aqui dentro lubrificando essa
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articulação não foi feito para entrar em
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contato por essas frestas com o osso
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então a inflamação é bem importante
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causa bastante desconforto o líquido
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sinovial foi feito para ficar ali na no
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espaço articular fora do contato do osso
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tendo contato apenas com a
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cartilagem e esse fragmento quando ele
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se solta ele vira um fragmento livre ou
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Joint demais muitos autores tratam desse
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jeito então ele além de ter feito aquela
00:10:34
aquela fissura né aquela dissecação que
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nós vimos na imagem anterior às vezes
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ele simplesmente se solta e fica livre
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ele chega até a calcificar muitas vezes
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e vira literalmente uma pedrinha naquela
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articulação toda vez que o paciente anda
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aquilo ali bate na cápsula e aquilo dói
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Isso é uma imagem esquemática bem
00:10:51
didática e nós temos aqui uma imagem
00:10:54
radiográfica Vamos lá ver cada parte
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desta imagem radiográfica então
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cpula traqueia então única coisa
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radiotransparente é o ar né então Aqui
00:11:04
nós temos o ar na traqueia o ar ao redor
00:11:06
do paciente e articulação do ombro igual
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literalmente igual nessa imagem essa
00:11:11
seta Branca apresenta a linha fisária
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que está aqui nessa imagem também então
00:11:15
é um paciente jovem lembra então ele tá
00:11:17
crescendo tem linha fisária aberta linha
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fisária é como se fosse uma impressora
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de osso e aqui uma área
00:11:24
radiotransparente que que é uma área
00:11:25
radiotransparente circunscrita e
00:11:27
irregular em vez de estar radiopaca
00:11:30
igual o osso que é mineral ela está
00:11:32
Radio transparente parece que eu vim
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aqui e tirei um pedaço com uma colher
00:11:35
Isso aqui é uma falha nós temos uma
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falha na superfície dess dessa cabeça do
00:11:40
do úmero ela fica irregular porque é uma
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um fragmento que simplesmente destacou e
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tá expondo ali a cabeça do osso não tem
00:11:49
mais a cartilagem protegendo aqui isso
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vai sofrendo inflamação e degeneração
00:11:54
fica irregular
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mesmo aqui uma uma imagem mais parecida
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com a realidade né não é tão grande tão
00:12:01
didático igual naquela imagem de de
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apostila e às vezes a gente vê um
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fragmento muito discreto isso aqui ó é a
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cartilagem que tá começando a calcificar
00:12:11
e Um clássico dessa doença que é o
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achatamento do osso subcondral Então em
00:12:16
vez de estar redondinho fazendo a curva
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Está simplesmente achatado que que é o
00:12:21
osso subcondral Se nós formos olhar a
00:12:24
palavra ao pé da letra subir embaixo com
00:12:27
draal é a cartilagem então achatamento
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do osso Que está embaixo da cartilagem e
00:12:31
um fragmento livre nesta outra
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seta antigamente havia a possibilidade
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de fazer quando nós vimos essa imagem né
00:12:40
com achatamento uma artrografia que é um
00:12:44
contraste da articulação do ombro Então
00:12:47
você retira uma quantidade x do líquido
00:12:51
sinovial e completa essa quantidade x
00:12:54
que você tirou com contraste iodado
00:12:56
vocês terão aula sobre sobre diferença
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de Cont contraste iodado e de bário mas
00:13:01
por enquanto lembre-se que na
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articulação nós só podemos usar o
00:13:04
contraste de iodo ou contraste
00:13:07
iodado Então esse contraste iodado era
00:13:10
aplicado na articulação e é indicado que
00:13:13
você faça movimento da articulação para
00:13:15
que Espalhe para tentar ver essa falha
00:13:17
aqui de contraste né então tem esse
00:13:20
contraste bem o contraste é é mineral né
00:13:23
é minério tipo não não é é ele não é
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radiotransparente ele é bem claro bem
00:13:29
bem radiopaco e a gente tende a ver essa
00:13:31
falha aqui deificação que é bem discreta
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hoje em dia gente nós temos outras
00:13:37
possibilidades então
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eh não não tem o tratamento ideal para
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osteocondrite ou osteocondrose essa esse
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tratamento ele é escolhido de acordo com
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a avaliação clínica e radiográfica
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eh geralmente tratamento cirúrgico não é
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usado para cães com pequenos defeitos na
00:13:54
cartilagem e pouco desconforto No
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entanto quando o é um desconforto
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importante é o defeito importante na
00:14:00
cartilagem é feito cirurgia seja
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retirando aquela cartilagem seja por
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artroscopia falando em artroscopia é um
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jeito de você diagnosticar e tratar na
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hora então você entra com uma cânula ali
00:14:12
naquela articulação é bastante feito em
00:14:14
equinos você olha literalmente como se
00:14:17
estivesse entrando dentro da articulação
00:14:19
e olhando para ela o teto o chão tudo ao
00:14:22
redor vê onde está o defeito faz a
00:14:24
retirada e já tratou
00:14:27
e ou você pode fazer ressonância
00:14:29
magnética para avaliar não só esse
00:14:32
espaço com líquido para ver se tem algo
00:14:34
diferente mas também os tendões ao redor
00:14:36
e dentro da cápsula
00:14:40
eh essa questão
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de de oscopia ou de retirar o fazer
00:14:47
cirurgicamente né retirada muitas vezes
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essa região onde fica a falha é debrid
00:14:51
tentando fazer uma leve cicatriz ali
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cartilagem Não não é muito eficiente
00:14:55
fazer isso para tentar minimizar a
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agressão do líquido sinov na superfície
00:15:00
do osso tá mas basicamente não tem assim
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um padrão incrível de tratamento é
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avaliado com o tutor com você com o
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radiologista com cirurgião de acordo com
00:15:11
a clínica do paciente
00:15:14
Ok
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Opa pulando para outra doença articular
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relativamente comum muito mais comum que
00:15:21
a ostic condrite ah lembrando gente que
00:15:23
nós temos siglas aqui né a ost condrite
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ostros dissecante é chamada de ocd
00:15:29
aqui algo muito mais comum que o ocd é a
00:15:32
displasia de
00:15:33
cotovelo Aqui nós temos uma imagem
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ilustrativa para vocês lembrarem a
00:15:38
carinha do cotovelo Lembrando que é uma
00:15:40
articulação feita por três ossos né
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então húmero rádio e una que é o osso
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mais longo e os três articulam juntos
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uma articulação complexa fechada então
00:15:52
nós podemos ter uma incongruência entre
00:15:54
o úmero e a una entre o rádio e o e a
00:15:59
e a una entre rádio e úmero nós podemos
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ter várias alterações aqui que no geral
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são chamadas de um jeito genérico de
00:16:06
displasia do
00:16:09
cotovelo então basicamente quando a
00:16:11
gente fala de displasia nós falamos do
00:16:14
desenvolvimento anormal da articulação
00:16:16
que no caso aqui é do cotovelo mas pode
00:16:17
ser de outros outros locais também é uma
00:16:21
doença genética E multifatorial então
00:16:24
eh não só aquele indivíduo nasce com
00:16:27
aquela mutação que vai predispor el ter
00:16:29
isso quando eu falo de predispor quer
00:16:31
dizer que vai
00:16:34
acontecer predisposto na verdade quando
00:16:37
a gente fala isso é o indivíduo que tem
00:16:38
maior chance de desenvolver algo naquele
00:16:40
local né então ele não só tem maior
00:16:42
chance de desenvolver uma alteração no
00:16:44
cotovelo como também ele pode estar em
00:16:47
Convívio com fatores que podem piorar ou
00:16:49
melhorara clnica então Imaginem que eu
00:16:51
tenho dois goldens da mesma alinhada
00:16:54
ambos com displasia do cotovelo tem essa
00:16:56
falha genética e eles são predispostos
00:16:59
se eu criar um golden num Quintal com
00:17:01
piso liso com certeza ele vai ter muito
00:17:04
mais osteoartrose principalmente se ele
00:17:06
for sedentário se eu criar o outro
00:17:08
Golden da mesma idade mesma alinhada
00:17:11
mesma falha genética em um piso que é
00:17:13
rústico e esse cachorro fizer
00:17:15
fisioterapia acompanhamento ele vai ter
00:17:17
uma artrose bem menor e um desconforto
00:17:20
bem menor e dando o exemplo de golden né
00:17:23
raças grandes e conod distróficos então
00:17:26
pacientes que a gente olha são aqueles
00:17:28
pacientes bem tortos mesmo falando de um
00:17:30
jeito bem bem Popular né então por
00:17:32
exemplo um shitzo Lhasa bulldog cães eh
00:17:36
curos distróficos são esses cães que a
00:17:39
gente olha e a gente vê tortuosidades
00:17:42
angulares também pode ser bilateral ou
00:17:44
unilateral e pode ter intensidade
00:17:47
diferente em cada lado aqui gente eu
00:17:49
tenho um cão com displasia cor femoral
00:17:51
Opa displasia do cotovelo Zé ele tem de
00:17:53
um lado só e ele é SRD tá E ele é de
00:17:56
porte médio não é condro distrófico é eu
00:17:58
dou esses exemplos para vocês mas
00:18:00
Lembrando que nós temos muito cão SRD na
00:18:02
nossa rotina então a gente não sabe se o
00:18:04
Zé meu cachorro qual que linhagem dele
00:18:07
ele parece um um pitbull com alguma
00:18:09
coisa então é uma raça quase grande uma
00:18:12
raça que tem predisposição a particular
00:18:14
Mas isso não é regra vocês podem pegar
00:18:16
um spits com displasia do cotovelo se
00:18:18
lembrem sempre disso não fiquem cegos
00:18:20
com isso de
00:18:21
raça os achados radiográficos eles podem
00:18:24
ser vistos a partir de 4 meses de idade
00:18:27
mas Vocês verão que a displasia de
00:18:30
cotovelo tem várias
00:18:32
eh alterações que podem levar esse nome
00:18:34
né Tem pelo menos três alterações no na
00:18:37
articulação que levam o nome de
00:18:39
displasia às vezes elas são juntas ou
00:18:41
não e algumas são vistas um pouco antes
00:18:44
ou depois Mas no geral 4 meses de idade
00:18:47
e o que acontece de especial aqui na
00:18:49
displasia do cotovelo além da dor né da
00:18:51
claudicação essa incongruência articular
00:18:53
leva a osteoartrose secundária então
00:18:56
toda vez que eu falar para vocês de
00:18:57
qualquer coisa que de deixa articulação
00:18:59
instável incongruente essa alteração
00:19:02
pode levar a osteoartrose secundária
00:19:04
então é um cão que tem predisposição cão
00:19:07
que já é displásico a gente sabe que é
00:19:09
displásico a gente já sabe também e tem
00:19:11
que informar o dono que ele tem
00:19:12
predisposição a osteoartrose então é um
00:19:15
cão que deve receber uma boa alimentação
00:19:17
um bom manejo em relação e ao local que
00:19:20
ele fica então e se é um cão que a gente
00:19:23
tem que verificar se é um cão que fica
00:19:25
no peso liso se é um cão que sobe dessa
00:19:27
escada pula no portão
00:19:29
se é um cão que se exercita ou não e
00:19:31
indicar pro tutor o melhor jeito de
00:19:33
fazer a o manejo deste paciente para
00:19:36
minimizar os danos né nossos pacientes
00:19:38
vivem muitos anos hoje em dia
00:19:40
antigamente quando eu era aluna Eu
00:19:41
lembro que houve um artigo falando que a
00:19:44
média de idade nos cães em São Paulo por
00:19:47
diversos motivos era de 6 anos de idade
00:19:49
era um artigo antes de entrar na
00:19:51
faculdade hoje em dia a gente vê cão de
00:19:53
15 para 20 anos facilmente essa semana
00:19:55
mesmo eu atendi vários de 13 14 15 anos
00:19:59
então a gente tenta sempre Minimizar
00:20:01
isso aqui para que ele tenha uma vida né
00:20:03
mais confortável até o
00:20:06
final e como eu disse é um termo não
00:20:08
específico e ele se refere a três lesões
00:20:10
de desenvolvimento tem um asterisco aqui
00:20:13
porque
00:20:14
eh isso pode mudar tá então existe a
00:20:18
osteoartrose osteoartrose desculpa
00:20:20
osteocondrose no cotovelo também né que
00:20:23
é a doença anterior que nós falamos eh e
00:20:26
alguns autores consideram uma quarta
00:20:27
causa e outros os autores não consideram
00:20:29
porque ela não causa incongruência ela é
00:20:32
uma consequência da incongruência e do
00:20:34
desenvolvimento anormal dessa desse
00:20:36
desse osso então no geral vamos falar
00:20:38
sobre três não União do processo anônio
00:20:41
da una ou nupa doença do processo
00:20:45
coronoide medial da una dpcm e a
00:20:48
incongruência articular em si eh notem
00:20:51
aqui que as duas primeiras causas de
00:20:54
displasia de cotovelo são na una o una
00:20:59
então aquele osso
00:21:01
maior Opa este osso aqui maior a
00:21:08
una e a radiografia técnica de
00:21:10
diagnóstico por imagem inicial Inicial
00:21:14
artigos falando que para avaliar
00:21:16
totalmente o cotovelo é necessário pelo
00:21:19
menos cinco radiografias bem feitas ou
00:21:22
seja praticamente com paciente sedado
00:21:24
agora se você for avaliar os dois
00:21:26
cotovelos são 10 radiografias e a gente
00:21:29
fala de inicial porque uma articulação
00:21:31
com três ossos envolvidos a gente não vê
00:21:33
tão bem quanto uma tomografia
00:21:35
computadorizada eh então vocês vão
00:21:37
receber bastante laudo relatando isso
00:21:39
tipo ah tem uma incongruência tem x y z
00:21:42
aqui não sei lá onde Ah sugiro que você
00:21:44
faça uma tomografia para diferencial de
00:21:47
displasia do cotovelo isso é normal tá
00:21:49
não é preguiça nem nada é que para
00:21:52
avaliar o cotovelo a o padrão ouro é
00:21:55
tomografia computadorizada assim Como
00:21:57
avaliar a ocd o padrão ouro a
00:21:59
ressonância magnética ou avaliar aquela
00:22:02
articulação por
00:22:05
vídeo começando com a não União do
00:22:08
processo ancôneo ou nupa basicamente nós
00:22:11
temos uma não União aqui nessa pontinha
00:22:15
da una com o restante do corpo da una
00:22:17
Quando os pacientes são filhotes lembra
00:22:19
das Linhas fisária aqui tem uma linha
00:22:21
fisária e ela deve se unir e virar-se
00:22:24
osso no caso de pacientes que tem esse
00:22:27
tipo de alteração ela não não se une e
00:22:29
ela continua solta é então é como se
00:22:32
fosse uma pedrinha de novo uma pedrinha
00:22:35
no sapato eu vou usar bastante essa
00:22:37
analogia então Imaginem que quando o
00:22:39
processo é um cnio que é essa parte aqui
00:22:42
essa parte destacada ele desliza quando
00:22:44
o paciente flexiona o braço isso aqui
00:22:47
fica solto incomodando o que leva com o
00:22:50
tempo a osteoartrose Então olha só aqui
00:22:53
como o osso está normal né com a
00:22:54
cortical óssea é bem lisa e Aqui nós
00:22:56
temos essas irregularidades
00:22:59
e Aqui nós temos essa linha
00:23:00
radiotransparente né escura entre o
00:23:02
processo ancôneo e o restante da una
00:23:05
isso causa dor Se vocês avaliarem esse
00:23:08
cachorro e osteoartrose né Se vocês
00:23:10
avaliassem esses esse cotovelo aqui não
00:23:12
tem a idade desse animal dessa
00:23:13
radiografia mas quando o paciente tem um
00:23:16
ano não terá saa osteoartrose quanto
00:23:18
mais tempo passa mais eh instabilidade o
00:23:21
corpo tenta resolver a inflamação e a
00:23:24
instabilidade fazendo essa proliferação
00:23:26
óssea e mais artrose vai ter
00:23:29
basicamente a artrose é um jeito do é o
00:23:32
jeito que o corpo tem de tentar resolver
00:23:33
aquela inflamação e aquela instabilidade
00:23:36
da
00:23:38
articulação muitas vezes gente quando
00:23:40
chega nesse nesse nível aqui é que nessa
00:23:43
foto tá bem visível que tem uma não
00:23:44
União aqui na no processo an cô muitas
00:23:47
vezes quando passa deste nível aqui de
00:23:49
artrose é até difícil a gente falar de
00:23:51
onde que veio essa artrose a gente não
00:23:53
tem como falar ah porque é uma uma união
00:23:56
do process ancôneo junto com doença do
00:23:59
processo coronoide Medial ou x às vezes
00:24:01
fica até difícil a gente fala da
00:24:02
incongruência e da
00:24:08
osteoartrose outro causa de displasia do
00:24:11
cotovelo doença do processo coronoide
00:24:14
Medial vocês também encontram em livros
00:24:16
mais antigos como fragmentação do
00:24:17
processo coronoide Medial que é este
00:24:20
carinha aqui este pequeno fragmento que
00:24:22
também deveria estar unido ao una mas
00:24:24
ele está solto
00:24:26
eh eles usam hoje em dia o o termo
00:24:28
doença porque às vezes ele não está
00:24:30
solto ele está simplesmente mal formado
00:24:32
igual nesta imagem aqui com alteração
00:24:34
morfológica Ele deveria ser bonito
00:24:37
contornado um triângulo discreto aqui e
00:24:40
aqui ele tem uma pontinha imagine esse
00:24:43
paciente grande geralmente né correndo
00:24:46
fazendo força uma força nessa
00:24:49
articulação né neste sentido e nós não
00:24:52
temos essa como se fosse uma mão
00:24:54
francesa nessa mãozinha segurando a
00:24:56
articulação e deixando-a estável
00:24:59
isso às vezes provoca até alteração de
00:25:01
entesopatia também associada
00:25:03
osteoartrose então aqui nós estamos
00:25:05
vendo um cotovelo na projeção crânio
00:25:08
caudal ou caudo cranial então nós
00:25:11
estamos vendo de frente diferente dessa
00:25:12
imagem que eu mostrei para vocês em
00:25:14
projeção médio lateral de lado ão de
00:25:17
frente nós vemos bem esse defeito por
00:25:20
mais que ele também possa ser visto eh
00:25:22
em projeção médi lateral porém menos
00:25:24
Evidente o defeito no caso está aqui né
00:25:26
mostrei na imagem normal aqui que está
00:25:28
totalmente saudável Nós avaliamos também
00:25:31
o espaço articular né então Aqui nós
00:25:32
temos o úmero epicôndilo do úmero
00:25:36
epicôndilo do úmero superfície do úmero
00:25:40
aqui em cima sobrepondo faz parte da una
00:25:43
e aqui do ladinho nós temos o rádio fica
00:25:45
com bastante sobreposição aqui dá para
00:25:46
ver
00:25:49
melhor o rádio
00:25:52
aqui e a
00:25:54
una
00:25:56
aqui perdão gente o meu powerpoin tá
00:25:59
fazendo esses bugs de traço para cima
00:26:01
para baixo mas espero que tenha
00:26:03
ficado explicado para
00:26:06
vocês então outra causa de displasia do
00:26:10
cotovelo e a incongruência articular em
00:26:13
si que basicamente é um aumento do
00:26:15
espaço articular entre o úmero e a una
00:26:17
rádio e una aqui é entre o úmero e o
00:26:20
rádio em relação ao Opa A UNA e o rádio
00:26:23
em relação ao úmero que é demonstrado
00:26:25
nessa imagem aqui quase que igual Olha
00:26:28
só o espaço que nós temos aqui sendo que
00:26:31
deveria ser um espacinho minúsculo ó bem
00:26:33
justinho como se fosse uma engrenagem
00:26:35
funcionando Olha este aumento aqui e
00:26:38
olha como deveria ser então Imaginem ess
00:26:41
paciente andando por aí com essa
00:26:43
articulação frouxa entre aspas o
00:26:45
desconforto que deve causar então também
00:26:48
é uma causa de displasia do cotovelo e
00:26:50
uma e causa de de osteoartrose no futuro
00:26:58
lembrando pessoal que como são causas
00:27:00
diferentes a abordagem também pode ser
00:27:03
diferente então aqui na displazia do
00:27:05
cotovelo e a abordagem varia dessa do
00:27:08
tratamento dessa dessa afecção ela pode
00:27:11
incluir técnica cirúrgica especializada
00:27:14
ou simplesmente tratamento conservativo
00:27:18
vocês terão vários tipos de vocês verão
00:27:20
conforme vocês atendem que é vários
00:27:22
tipos de tutores que vão querer tratar
00:27:24
isso ou
00:27:27
não é lembrando né que o diagnóstico
00:27:29
precoce é essencial nas qualquer tipo
00:27:32
dessas doenças né Então sempre que vocês
00:27:35
atenderem filhotes de raças estão
00:27:36
predispostas raças grandes Conversem
00:27:38
sobre
00:27:39
eh mesma coisa do doença do processo
00:27:42
coronoide Medial você pode fazer
00:27:43
infiltração ou abordagem cirúrgica
00:27:46
tirando fragmento eh muitas vezes faz só
00:27:49
o procedimento conservativo também varia
00:27:52
de acordo com o animal cirurgião que o
00:27:53
tutor
00:27:56
escolhe para avaliar a cápsula né Que
00:27:59
Nós não vemos no Rai x nós nós indicamos
00:28:01
né Eh ressonância magnética mas para
00:28:05
avaliar a articulação a congruência
00:28:07
mesmo nós podemos simplesmente fazer o
00:28:08
padrão ouro que é a tomografia
00:28:10
computadorizada que vai avaliar se está
00:28:12
certinho congruente né encaixado ou
00:28:17
não então Aqui nós temos outro exemplo
00:28:20
né aqui um cotovelo saudável com uma
00:28:22
linha bem fininha aqui na articulação
00:28:25
que também articulação entre o rádio e a
00:28:27
Una e Aqui nós temos um
00:28:30
aumento do espaço articular Olha a
00:28:33
diferença daqui para cá aqui também a
00:28:37
gente vê até o o região onde nós temos o
00:28:40
processo coronoide é um pouco mais
00:28:43
exposta nós vemos diferença até no
00:28:45
trabeculado ósseo então aqui é um
00:28:47
cotovelo saudável e aqui é um cotovelo
00:28:49
com alteração lembrando né gente se o
00:28:52
tutor optar de cara para fazer o
00:28:53
tratamento cons conservativo eh muitas
00:28:56
vezes não nem necessidade de fazer a
00:28:58
tomografia se não vá ter uma intervenção
00:29:00
tá então muitas vezes eu vejo colegas
00:29:02
fazendo a o tratamento com
00:29:04
antiinflamatório em crise com com
00:29:07
medicação mesmo né indicando
00:29:09
fortalecimento de musculatura mas sem o
00:29:11
o a realização de um exame avançado de
00:29:13
imagem e ao invés disso pedindo pro
00:29:16
tutor investir na qualidade de vida
00:29:18
mudança de ambiente para esse paciente
00:29:19
já que o tutor muitas vezes já fala que
00:29:22
não quer fazer procedimento cirúrgico e
00:29:24
não quer investigar infelizmente mas é
00:29:27
seu papel oferecer o tratamento adequado
00:29:30
caso seja necessário então mesmo que o
00:29:33
Tor olhe pra gente e fale não eu não
00:29:35
quero eu só vem aqui para para medicar
00:29:37
para dor x y z é nosso papel como
00:29:40
médicos informar para eles Olha tá eu
00:29:42
vou fazer a gente vai tratar essa dor
00:29:43
dos paciente mas o certo é que a gente
00:29:46
faça X Y Z para tirar a causa e ter um
00:29:50
prognóstico melhor é Nossa função e aí é
00:29:53
para isso que que existe por exemplo
00:29:55
termo de não aceitação de exame ou de
00:29:57
tratamento ou qualquer termo que tenha
00:29:59
Onde você trabalha é Nossa função
00:30:02
informá-lo se se o tutor
00:30:05
não não quiser ou quiser o tratamento
00:30:08
Inclusive a nossa função registrar no
00:30:09
prontuário com com bastante detalhes que
00:30:13
naquela data ele optou por fazer ou não
00:30:14
optou por fazer o tratamento eu falo
00:30:17
isso porque são alterações debilitantes
00:30:19
principalmente a displasia de cotovelo
00:30:21
imagina um cão bem grande andando com
00:30:23
uma articulação assim que não é tão
00:30:26
funcional pela vida ter uma hora ele vai
00:30:29
parar de apoiar direito aquele membro
00:30:31
nós não temos que nós não temos que
00:30:33
fugir Ah não isso não é minha
00:30:35
responsabilidade mas nós temos a função
00:30:37
de fazer a comunicação ao tutor