03 Alterações metabólicas e do desenvolvimento (Parte 4)

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https://www.youtube.com/watch?v=TVDuUdqRm7E

摘要

TLDRA panosteíte é uma doença auto-limitante que afeta principalmente cães jovens de raças grandes, como pastores alemães, manifestando-se com dor nos membros durante a fase de crescimento. Além disso, a osteodistrofia hipertrófica também afeta cães jovens, causando dor e edema nas extremidades. O hiperparatiroidismo, tanto nutricional quanto renal, resulta em alterações ósseas significativas, sendo o primeiro comum em cães jovens com dietas inadequadas e o segundo, frequentemente observado em cães idosos com doenças renais crônicas. O tratamento dessas condições está focado no manejo da dor e na correção nutricional dos animais afetados.

心得

  • 🦴 A panosteíte é autolimitante e idiopática.
  • 🐾 Afeta principalmente cães jovens, especialmente raças grandes.
  • 📊 Diagnóstico é feito por exames físicos e radiográficos.
  • 🩺 O tratamento se concentra no manejo da dor.
  • 🔍 Hiperparatiroidismo causa alterações ósseas significativas.
  • 📉 Osteodistrofia hipertrófica é comum em cães em crescimento rápido.
  • 🏥 Importância de uma dieta balanceada na saúde óssea.
  • 📈 Radiografias revelam alterações características em doenças ósseas.
  • 🐶 Filhotes são mais sensíveis e precisam de cuidados específicos.
  • 🌱 A qualidade nutricional é fundamental para a saúde dos ossos.

时间轴

  • 00:00:00 - 00:05:00

    A panosteíte é uma doença autolimitante e idiopática que afeta ossos longos, especialmente em cães jovens de raças grandes, como o pastor alemão. A doença não apresenta risco à vida e não se sabe exatamente sua causa, tornando-se complexa para investigação. A condição se manifesta de forma aleatória, geralmente antes dos 24 meses, e pode afetar várias áreas do mesmo osso ou múltiplos ossos.

  • 00:05:00 - 00:10:00

    Os sinais clínicos da panosteíte incluem dor que pode ser confundida com outras afecções. O diagnóstico é feito por meio de exame físico e radiografias, que mostram a deposição de tecido fibrótico. A condição exige acompanhamento para observar a evolução e o tratamento se baseia no manejo da dor, já que a doença é autolimitante e geralmente se resolve com o tempo.

  • 00:10:00 - 00:15:00

    Em contraste, a osteodistrofia hipertrófica é uma condição que afeta cães jovens com crescimento rápido, apresentando dor e edema nas extremidades. As lesões ocorrem próximas das metáfises dos ossos longos, formando um padrão conhecido como 'fise dupla'. A causa dessa condição também é desconhecida, embora possa estar associada a uma dieta inadequada, infecções ou inflamações.

  • 00:15:00 - 00:20:00

    Ainda na osteodistrofia hipertrófica, notamos que a suplementação excessiva de cálcio e vitamina C pode estar ligada à condição. Os cães afetados apresentam dor intensa, dificuldade de se locomover e são frequentemente tratados com manejo sintomático. Observações radiográficas demonstram alterações padrão, com linhas radiotransparentes indicativas de necrose nas metáfises dos ossos.

  • 00:20:00 - 00:25:00

    A osteopatia pulmonar é uma condição observada em cães e gatos idosos, associada a alterações torácicas ou abdominais que resultam em dor e edema simétrico nas extremidades. As lesões são bilaterais e se manifestam progressivamente, refletindo uma proliferação óssea em resposta a inflamações subjacentes. O tratamento foca na identificação da causa e no manejo da dor restante.

  • 00:25:00 - 00:30:00

    O hiperparatiroidismo nutricional secundário é uma condição que afeta a saúde óssea em animais jovens devido à dieta deficiente em cálcio. Esta resulta em radiografias que mostram diminuição da radiopacidade dos ossos, levando a deformidades ósseas irreversíveis. Por outro lado, o hiperparatiroidismo renal é mais comum em animais idosos, trazendo consequências semelhantes com alterações ósseas visíveis.

  • 00:30:00 - 00:35:17

    Essas condições revelam a importância de uma dieta adequada e cuidados veterinários regulares para evitar complicações. É fundamental que os veterinários avaliem a saúde óssea e as características apresentadas em exames de raio-X, realizando o diagnóstico por imagem e histórico clínico para planejar o tratamento adequado aos pacientes.

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视频问答

  • O que é panosteíte?

    É uma doença óssea autolimitante que afeta principalmente cães jovens de raças grandes.

  • Quais raças são comumente afetadas pela panosteíte?

    Pastores alemães e outras raças grandes.

  • Como é feito o diagnóstico da panosteíte?

    Através de exames físicos e radiográficos.

  • Quais são os sintomas da panosteíte?

    Dor nos membros, especialmente durante o crescimento.

  • O que é osteodistrofia hipertrófica?

    É uma doença que afeta cães jovens em crescimento rápido, causando dor e edema nas extremidades.

  • Como se trata a panosteíte?

    O tratamento é direcionado ao manejo da dor, pois a doença é autolimitante.

  • Qual a relação entre hiperparatiroidismo e doenças ósseas?

    O hiperparatiroidismo, seja nutricional ou renal, pode causar reabsorção óssea e alterações na densidade óssea.

  • Quais são as características radiográficas do hiperparatiroidismo?

    Lesões de hipodensidade nos ossos, especialmente na região craniana.

  • A panosteíte pode voltar?

    Não, pois é uma condição autolimitante que normalmente se resolve sozinha.

  • Quais são os principais cuidados para cães em crescimento?

    Uma dieta balanceada e acompanhamento veterinário regular.

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    a panosteite é uma doença autolimitante
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    e idiopática de ossos longos isso aqui é
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    bem bacana porque assim como ela começou
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    sem aviso ela vai terminar também ela é
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    idiopática não sabemos exatamente o que
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    vai causar isso então é o que eu
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    falei são doenças antigas que não se
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    sabe exatamente até agora por que que a
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    gente não sabe às vezes porque realmente
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    tá muito é muito difícil de entender o o
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    curso da doença outras vezes porque é
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    uma doença autolimitante anti idiopática
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    não não causa risco de vida então por
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    que ficar investigando E aí a gente não
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    sabe até hoje Quem sabe daqui a 5 anos
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    eu mude essa aula e eu fale que a gente
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    já sabe e assim como as outras doenças
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    né tem vários nomes porque elas não t
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    uma causa exata então cada hora vai
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    mudando hoje em dia nós chamamos de
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    panosteite Mas vocês podem achar como
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    enostose e ostim elite dos Pastores
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    Alemães jovens era muito comum pastor
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    alemão e panosteite z
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    iníc ost juvenil era muito comum pastor
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    alemão quando eu era aluna hoje em dia
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    na minha rotina eu não vejo muito pastor
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    alemão talvez por isso que eu veja mais
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    aqui na minha na minha cidade né em São
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    Paulo e talvez por isso que eu veja mais
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    em tele da região do Sul onde tem mais
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    cães de grande porte pastor alemão Não
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    sei então cã de grande de porte 5 a 24
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    meses Olha que amplo mas geralmente é no
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    começo
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    da do espicho como eu falei popularmente
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    no começo da aula geralmente é cão muito
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    mais jovem mas saibam que os cães eles
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    amadurecem eh sistemos articular até aos
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    24 meses é claro que eles vão dar
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    crescimento rápido nessa idade né se
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    meses quando vai começa a maturidade
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    sexual inicia a a maturidade sexual
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    eh na verdade inicia o o desenvolvimento
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    sexual desculpa maturidade seria quando
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    eles estão terminando
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    eh e tem aquele crescimento grande né
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    que é onde geralmente tem uma uma
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    atividade oss E aí tem a dor mas pode
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    acontecer até 24 meses quando eles estão
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    finalizando o a ossificação
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    principalmente em rapor alemão eh os
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    últimos que eu vi eu preste atenção em
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    quais eram eram as raças e foi bem
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    aleatório foi SRD foi hotweiler foi e
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    Fila cães que eu também não vejo muito
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    aqui em São Paulo então nós podemos ver
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    uma única área ou múltiplas áreas de um
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    mesmo osso ou bilateral ou de vários
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    ossos eh atingida por essa alteração são
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    lesões radiopacas lesões esbranquiçadas
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    com maior densidade no osso
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    eh explicando esses termos né
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    monostótica quando a gente fala de ótico
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    nós estamos falando de ossos então
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    monostótica um único osso poliostótica
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    mais de um osso vários ossos então eu
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    posso ver uma área no fêmur duas áreas
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    no mesmo fêmur uma área num fêmur duas
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    no outro uma área no fêmur direito e e
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    uma número esquerdo depende tem eh o
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    curso dessa doença é classificado em
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    três fases então do mais inicial até o
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    mais desenvolvido eh E essas lesões são
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    deposição fibrosa no endósteo hi
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    periósteo que que é o endósteo periósteo
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    vamos
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    lembrar quando eu falo de Endo é dentro
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    né periósteo é fora então então Endo é
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    dentro perió é fora todo osso ele é
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    recoberto por uma
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    camada bem fininha
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    junto da cortical óssea por fora e por
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    dentro revestindo então o osso por fora
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    e revestindo então o canal medular então
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    lembrando epífise linha fisária com a
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    metáfise diáfise então Aqui é proximal
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    aqui é
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    distal essa parede óssea densa é a
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    cortical cortical óssea Aqui nós temos
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    um osso mais esponjoso não é o foco
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    deste momento por dentro nós temos o
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    canal medular aqui é revestido por
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    periósteo e aqui por endósteo
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    Então por algum algum momento da vida
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    desse paciente por motivo que nós não
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    sabemos muito bem ainda ele tem um
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    aumento da radiopacidade do canal
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    medular por essa deposição fibrosa pode
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    acontecer dentro em alguns casos até
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    fora também geralmente é dentro
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    e quando aparece fora nós falamos que
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    tem uma reação periosteal então
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    periósteo está reagindo a alguma
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    agressão devido provavelmente maior
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    atividade celular durante um crescimento
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    rápido essa doença ela pode durar vários
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    meses e pode mudando Ah agora tá em tau
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    osso também agora sumiu em um tá no
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    outro e enquanto o cão desenvolve e tem
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    alguns cães não é tão comum né
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    geralmente é um curso rápido que pode
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    ter se Igual eu falei 24 meses né ter
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    essa
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    alteração acontecendo parando
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    acontecendo e parando até amadurecer
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    totalmente então é uma uma alteração que
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    tem várias Faces né então pode ser um
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    osso dois ossos todos os ossos possíveis
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    do mundo com uma lesão três lesões sete
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    lesões dos 5 meses até aos 24 mas
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    geralmente no começo ela é bem assim
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    aleatória é o diferencial delas no exame
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    físico gente é qualquer outra afecção
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    articular e óssea ao redor bem
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    complicado né então toda vez que a gente
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    olha Digamos que o paciente chegou com
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    dor no membro torácico aqui deve ser
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    Dire Digamos que é o direito palpou Ah é
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    na diáfise tá pode ser um panosteite
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    pode ser uma fratura pode ser ocd e ele
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    tá com dor no em tudo porque ele é
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    sensível pode ser displasia do cotovelo
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    é no fêmur pode ser necrose asséptica
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    pode ser displasia do co fural pode ser
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    ruptura de ligamento pode ser tudo vocês
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    vão diferenciar pelo exame físico pelo
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    histórico e pelo raio x Então tirou o
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    raio x vai ter essa deposição fibrótica
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    a gente vai ver que lembra que eu falei
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    que a gente vai ver o local que a gente
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    tem interesse e a articulação de cima e
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    a de baixo a gente vai ver ah o âmb tá
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    normal cotovelo também tem essa mancha
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    branca que sobrep no canal medular ou
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    uma reação peral perto então
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    provavelmente uma panosteite vamos
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    acompanhar para ver quando some
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    então na imagem é muito mais bonito né
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    no desenho aqui já é mais delicado Então
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    essa área nodular quando a gente fala de
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    nódulo a gente fala de algo redondado tá
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    não é nódulo de neoplasia quando eu falo
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    nódulo eu estou falando de uma coisa
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    arredondada assim como quando eu falo
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    neoformação eu estou falando de uma nova
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    formação pode ser um abcesso neoplasia
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    estou falando de câncer aqui é um nódulo
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    Mara ovalada de maior radiopacidade
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    sobrepondo canal medular que deveria ser
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    mais radiotransparente ó deveria ser
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    assim E tá
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    esbranquiçado femor mesmo paciente ó
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    húmero uma lesão outra lesão aqui é essa
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    tele do do suc trabalho que eu vejo com
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    mais frequência canal medular aqui canal
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    medular aqui aqui a imagem de apostila o
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    fêmur contra contra lateral né do outro
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    lado está normal e este fêmur tem essa
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    mancha bem extensa com maior
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    radiopacidade
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    pessoal a radiografia vai depender do da
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    região que foi acometida então por
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    exemplo aqui é um Fê médio lateral e
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    aqui é um femor ventri dorsal porque
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    está com a pelv mas se fosse só
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    radiografia do Fê seria crânio caudal
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    aqui eu coloquei imagem do do úmero
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    médio lateral para poupar para ter mais
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    e dimensão das imagens mas com certeza
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    foi tirado o crânio caudal ou caldo
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    cranial também depende do local e como é
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    uma uma doença inespecífica vai
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    acompanhando radiograficamente caso você
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    você acha necessário para diferenciar de
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    outra coisa que pode acontecer né ah eu
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    achei o radiologista Achou muito
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    discreto acompanha para ver ser É isso
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    mesmo se piora ou vai tratando o sintoma
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    aqui é uma uma doença que é totalmente
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    aceitável e só tá só isso que fazer
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    acompanhar e tratar o sintoma porque ela
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    tem uma causa que nós não sabemos
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    especificamente vamos para outra doença
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    em ossos osteodistrofia hipertrófica
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    Aqui nós temos uma articulação do carpo
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    mostrando o rádio una ossos do carpo
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    metacarpos sempre cinco igual nossa mão
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    então o primeiro dígito é bem pequeno e
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    nós temos os quatro dígitos bem
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    desenvolvidos not tem como uma
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    articulação
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    eh complexa né então toda vez que nós
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    temos movimento aqui as todos os ossos
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    se movem ao mesmo tempo tendões então é
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    uma articulação bem complexa est
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    mostrando essa articulação
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    especificamente porque osteodistrofia
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    hipertrófica pega extremidade de ossos
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    longos em pacientes ainda
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    eh jovens de crescimento rápido para
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    variar um pouco novamente ossos com
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    radiopacidade mineral então radiopacos
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    tecidos moles com radiopacidade eh
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    fluido ou água ou tecidos moles né então
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    rádioopaco a mesa o ar o nada rádio
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    transparente preto escuro
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    a osteodistrofia hipertrófica tem vários
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    nomes assim como as outras doenças que a
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    gente não entende tão bem osteopatia
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    hipertrófica escorbuto esquelético
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    osteodistrofia metafisária displasia
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    metafisária doença de Moler bow e cães
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    de raças grandes e gigantes de 2 a 7
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    meses aquele período também da ocd que é
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    de crescimento
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    rápido o que nós vemos nós recebemos
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    pacientes com muita dor e edema Nas
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    extremidades geralmente sendo bilateral
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    alguns pacientes não conseguem ficarem
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    pede tanta dor são lesões simétricas nas
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    metáfases dos Ossos longos formando uma
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    um padrão que nós chamamos de fise dupla
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    então parece que o paciente tem duas
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    linhas fisária a causa desconhecida
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    Quais são as possibilidades aceitas
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    então suplementação excessiva de cálcio
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    e vitamina C eh alguns anos atrás quando
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    eu era criança eu lembro de levar
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    filhotes com a minha família pro
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    veterinário e ser suplementado vitamina
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    C ou cálcio era comum
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    eh já tinha ração Óbvio quando era
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    crança no Brasil mas eu acho que não sei
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    talvez por hábito dos veterinários mais
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    daquela época mais antigos ou talvez
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    porque não não tinha uma diversidade tão
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    grande de ração era suplementado
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    inflamação suportiva Sem Causa
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    infecciosa também então simplesmente uma
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    inflamação naquela região bilateral e
  • 00:10:16
    também é relatado Associação com
  • 00:10:18
    cinomose e realmente as vezes que eu vi
  • 00:10:20
    eram pacientes que tinham cinomose eh
  • 00:10:24
    não sei se foi foram poucas vezes que eu
  • 00:10:25
    vi mas isso aqui condiz com a minha a
  • 00:10:28
    minha vivência
  • 00:10:31
    que que nós vemos nós vemos linhas
  • 00:10:33
    radiotransparentes próximas da metáfise
  • 00:10:35
    conhecidas como as duplas linhas fá
  • 00:10:38
    então Aqui nós temos um desenho que
  • 00:10:41
    representa essa imagem
  • 00:10:43
    radiográfica Aqui nós temos na seta essa
  • 00:10:46
    linha radiotransparente bem próxima da
  • 00:10:48
    linha fisária verdadeira então nós vemos
  • 00:10:51
    uma linha simulando uma linha fisária
  • 00:10:54
    esse desenho Tá bem confuso né porque
  • 00:10:56
    aqui tá demonstrando aumento de
  • 00:10:58
    radiopacidade so pond essa região porque
  • 00:11:00
    nós temos edemas de tecidos moles
  • 00:11:02
    adjacentes Por que que isso acontece por
  • 00:11:05
    algum motivo nessa região próxima dos do
  • 00:11:08
    das Linhas cesárias há uma ruptura dos
  • 00:11:10
    vasos sanguíneos próximos dessa placa de
  • 00:11:12
    crescimento que tem uma atividade muito
  • 00:11:14
    grande nessa época né que o paciente tá
  • 00:11:16
    crescendo ao invés dessa ruptura dos
  • 00:11:19
    vasos sanguíneos eh ser consertada entre
  • 00:11:21
    aspas com o endurecimento do osso né uma
  • 00:11:24
    ossificação aqui ocorre necrose e o osso
  • 00:11:26
    é reabsorvido eh na na aula de lesões
  • 00:11:29
    ósseas eu falei né para vocês que nós
  • 00:11:31
    temos poucas e resoluções para uma um
  • 00:11:34
    trauma no osso ou ele consolida ou ele
  • 00:11:36
    reabsorvido ou ele prolifera aqui ele é
  • 00:11:39
    reabsorvido então nessa área onde ele é
  • 00:11:42
    reabsorvido ele deixa de existir então
  • 00:11:44
    nós temos microfraturas que enfraquecem
  • 00:11:46
    o osso então é como se eles tivessem
  • 00:11:48
    microfraturas
  • 00:11:50
    eh ao invés do corpo simplesmente tentar
  • 00:11:52
    resolver de um jeito mais a meno ele vai
  • 00:11:54
    depositando cálcio em grande quantidade
  • 00:11:56
    e aí nós temos o edema de tecidos moles
  • 00:11:58
    então é é uma dor como se o paciente
  • 00:12:00
    tivesse fraturado ali então tem
  • 00:12:01
    pacientes que chegam com muita dor não
  • 00:12:04
    sei se vocês chegaram a sentir dor de
  • 00:12:07
    crescimento né eu lembro eu senti por
  • 00:12:09
    mais que eu não tenha crescido muito mas
  • 00:12:11
    doía muito E isso também é é a dor do
  • 00:12:14
    crescimento quando a gente é criança é
  • 00:12:16
    basicamente o trabeculado do osso se
  • 00:12:18
    refazendo e expandindo o nosso osso que
  • 00:12:20
    é semelhante à dor de usar salto alto
  • 00:12:22
    quando as mulheres usam salto alto quem
  • 00:12:26
    pessoa que usa salto alto na verdade né
  • 00:12:27
    Não só mulheres usam salto alto durante
  • 00:12:29
    longos períodos há pequenas fissuras né
  • 00:12:32
    no no trabeculado ósseo e isso dói o
  • 00:12:36
    osso Eu já falei para vocês na outra
  • 00:12:37
    aula o osso ele é um tecido que se se
  • 00:12:41
    que muda
  • 00:12:42
    eh continuamente né então neste exato
  • 00:12:45
    momento Vocês estão assistindo a aula o
  • 00:12:47
    osso de vocês os ossos de vocês estão eh
  • 00:12:50
    sendo destruídos pelos osteoclastos e
  • 00:12:52
    repostos pelos osteoblastos então a
  • 00:12:54
    matriz a a estrutura óssea ela é
  • 00:12:57
    renovada só que quando há trauma junto
  • 00:13:00
    quando é muito rápido né isso dói então
  • 00:13:03
    geralmente isso acontece Causa muita dor
  • 00:13:05
    e é em ossos longos então nós temos esse
  • 00:13:08
    inchaço por deposição do cálcio
  • 00:13:10
    decorrente do organismo tentar resolver
  • 00:13:12
    essa essa dor essa essa lesão necrótica
  • 00:13:15
    do
  • 00:13:16
    osso outra imagem né Isso aqui é uma
  • 00:13:19
    linha normal fiz área normal Confesso
  • 00:13:22
    que quando eu estava aprendendo eu achei
  • 00:13:24
    difícil de entender isso aqui tipo a
  • 00:13:26
    medo de de achar sem querer mas fica
  • 00:13:29
    fica bem notável na na rotina a imagem
  • 00:13:31
    aqui ficou meio pixelada mas aqui nós
  • 00:13:33
    temos uma linha fisária normal e a área
  • 00:13:36
    rádio transparente de
  • 00:13:38
    necrose aqui Opa aqui e aqui também
  • 00:13:43
    então uma dupla linha fisária uma aqui e
  • 00:13:46
    outra aqui decorrente da necrose desse
  • 00:13:50
    osso mesma coisa né nessas essa imagem
  • 00:13:54
    de apostila nós temos os dois membros é
  • 00:13:56
    muito comum que faça essa imagem
  • 00:13:58
    comparando um membro com com outro o
  • 00:14:00
    melhor Atlas é comparar o membro direito
  • 00:14:01
    com esquerdo então às vezes você você
  • 00:14:04
    tem alguma alteração num dedo por
  • 00:14:06
    exemplo aqui é o metacarpo e eu tenho
  • 00:14:08
    dúvida ai será que esse metacarpo tá tá
  • 00:14:10
    estranho ou se ele é assim mesmo
  • 00:14:11
    radiografa ou outro membro e compara que
  • 00:14:14
    nós temos né é rádio una os rostos do
  • 00:14:18
    carpo metacarpo Falange proximal Falange
  • 00:14:21
    média e falange distal com as unhas
  • 00:14:23
    então Aqui nós temos mesma coisa uma
  • 00:14:25
    linha fisária embaixo e uma linha
  • 00:14:28
    fisária aqui em cima
  • 00:14:29
    que é alteração na verdade né não é uma
  • 00:14:31
    segunda linha fiz área real é uma área
  • 00:14:33
    de necrose mesma coisa nós não temos o
  • 00:14:36
    que fazer nessa nessa situação
  • 00:14:39
    simplesmente tratamento de sintoma
  • 00:14:41
    porque o paciente tem que ter o manejo
  • 00:14:43
    da dor dele dói muito e lembrem-se que
  • 00:14:45
    são filhotes Então são pacientes que já
  • 00:14:47
    são mais sensíveis Eles não sabem o que
  • 00:14:49
    está acontecendo né nossos pacientes em
  • 00:14:51
    ser Eles não sabem o que tá acontecendo
  • 00:14:52
    levem isso em conta OK então toda vez
  • 00:14:55
    que vocês pegam um cachorro mandam pro
  • 00:14:57
    sor de imagem aí eu recebo o cachorro um
  • 00:14:59
    hotweiler Toda vez que você que o
  • 00:15:01
    cachorro entra no hospital ele já não
  • 00:15:03
    sabe o que tá acontecendo o hotweiler
  • 00:15:05
    imagina um cachorro grande por exemplo
  • 00:15:07
    labrador hotweiler um golden eles não
  • 00:15:09
    são retirados do chão concordam comigo
  • 00:15:11
    Então imagina que toda vez que eles são
  • 00:15:13
    tirados do chão pelo tutor e veterinário
  • 00:15:14
    auxiliar colocados na mesa é um trauma
  • 00:15:16
    né eles nunca passaram por aquilo eles
  • 00:15:18
    ficam aterrorizados aí eu vou deito
  • 00:15:20
    estico o cachorro imagina um filhote
  • 00:15:23
    então para eles não faz sentido eles
  • 00:15:24
    estão sofrendo uma um abuso ali eles
  • 00:15:27
    ficam revoltados com medo alguns S muito
  • 00:15:29
    bonzinhos que são acostumados a
  • 00:15:31
    manipulação tanto que quando eu atendo o
  • 00:15:32
    filhote para radiografar ou fazer
  • 00:15:35
    ultrassom eu vou conversando com o tutor
  • 00:15:36
    eu sempre falo para estimular para pegar
  • 00:15:38
    mesmo né acostumar o paciente ao toque
  • 00:15:41
    então façam isso expliquem que é
  • 00:15:43
    necessário que o tutor acostume o cão a
  • 00:15:46
    mexer na orelha na boca retirar ração
  • 00:15:48
    quanto tá comendo isso é saudável evita
  • 00:15:51
    acidentes futuros e evita até
  • 00:15:53
    dificuldade de tratar o paciente porque
  • 00:15:55
    ele é
  • 00:15:57
    arisco outra doença osteopatia pulmonar
  • 00:16:01
    que nós temos uma osteopatia então uma
  • 00:16:04
    doença óssea relacionada a alterações
  • 00:16:06
    pulmonares e quando eu era aluna Eu
  • 00:16:09
    lembro que quando eu estudei eu que me
  • 00:16:11
    ajudou a memorizar essa sobre essa
  • 00:16:13
    doença foi lembrar de osteopatia
  • 00:16:16
    pulmonar então coloquem guardem isso que
  • 00:16:19
    talvez auxilie vocês a lembrar o que que
  • 00:16:21
    é
  • 00:16:22
    e não é tão comum porém eu já vi algumas
  • 00:16:24
    vezes Vocês também vão se deparar com
  • 00:16:26
    isso ao ao ao longo da vida
  • 00:16:29
    porque diferente das doenças do
  • 00:16:31
    desenvolvimento que aparec em cães
  • 00:16:32
    jovens aqui é uma doença de cães e gatos
  • 00:16:35
    adultos e idosos também chamada de
  • 00:16:37
    osteopatia hipertrófica eh são animais
  • 00:16:40
    idosos acontece essa alteração óssea
  • 00:16:43
    acontece devido a alguma alteração
  • 00:16:45
    torácica ou
  • 00:16:48
    abdominal que que nós vemos nós temos
  • 00:16:51
    lesões
  • 00:16:52
    opa não isso que eu quero fazer lesões
  • 00:16:56
    bilaterais simétricas e edematosas que
  • 00:16:59
    causam dor aação em membros então nós
  • 00:17:03
    temos por exemplo se for em carpo
  • 00:17:04
    aumento carpo não em dígitos e carpo nós
  • 00:17:07
    temos lesão nos dois lados lesão do
  • 00:17:10
    mesmo tamanho com edema e que causam dor
  • 00:17:12
    apalpação dos dois lados dos dois
  • 00:17:14
    membros torácicos ocorre sempre em
  • 00:17:17
    porção distal então dígitos e vai
  • 00:17:19
    progredindo de modo proximal então
  • 00:17:21
    dígito carpo radiun úmero e são
  • 00:17:24
    associadas a processos intratorácicos ou
  • 00:17:26
    extr torácicos que que são processos
  • 00:17:29
    intratorácicos e extr torácicos doenças
  • 00:17:32
    por exemplo no tórax neoformação
  • 00:17:34
    pulmonar abcesso pulmonar
  • 00:17:38
    cardiomegalia são afecções que causam um
  • 00:17:41
    aumento de volume dentro do tórax Nós
  • 00:17:44
    também temos extr torácicos né Por
  • 00:17:46
    exemplo eh neoplasia de mama em alguns
  • 00:17:49
    em periferia em locais mais Eh mais
  • 00:17:52
    distantes comum que a gente veja
  • 00:17:54
    neoplasias de mama bem grandes hoje eu
  • 00:17:56
    vi há muito mais alguns anos atrás hoje
  • 00:17:58
    eh felizmente a gente vê menos devido o
  • 00:18:01
    maior número de cães de cadelas
  • 00:18:03
    castradas mas principalmente neoplasias
  • 00:18:05
    de mama grandes grandes mesmo assim que
  • 00:18:07
    são desproporcionais pro cão e neoplasia
  • 00:18:10
    em vesícula urinária né que já é
  • 00:18:14
    intraabdominal quais são as
  • 00:18:16
    possibilidades aqui gente eu não tenho
  • 00:18:18
    uma uma explicação que encaixe tão bem
  • 00:18:21
    para vocês porque não há então Eh talvez
  • 00:18:24
    essas processos essas doenças
  • 00:18:26
    intratorácicas e extr torácicas causem o
  • 00:18:28
    aumento do fluxo sanguíneo na porção
  • 00:18:30
    distal dos membros por um motivo não
  • 00:18:32
    sabido ainda ou seja o fator hormonal
  • 00:18:35
    hipóxia por exemplo em alteração
  • 00:18:38
    intratorácica não se sabe exatamente se
  • 00:18:40
    sabe que essas alterações de grande
  • 00:18:43
    dimensão que causam eh pega um espaço
  • 00:18:46
    intratorácico Eh Ou até extr torácico
  • 00:18:49
    esses aumento de de de volume por
  • 00:18:52
    exemplo pode pode acabar recrutando
  • 00:18:56
    grande eh fluxo sanguíneo podem causar
  • 00:18:58
    essas lesões de uropatia
  • 00:19:00
    pulmonar não se sabe exatamente que eu
  • 00:19:02
    não tenho ahi porque isso não não tenho
  • 00:19:05
    é simplesmente uma hipótese então nós
  • 00:19:07
    temos essas lesões bilaterais simétricas
  • 00:19:09
    e ematos que causam dor aação em membros
  • 00:19:12
    porção distal que vai subindo né vai
  • 00:19:14
    ficando proximal devido a alterações
  • 00:19:16
    intratorácicas e extr
  • 00:19:19
    torácicas que que é
  • 00:19:21
    isso isso é o que causa a dor o edema
  • 00:19:26
    simétrico em dígitos basicamente ente é
  • 00:19:29
    uma proliferação óssea que respeita a
  • 00:19:30
    articulação ó Isso aqui é o metacarpo ou
  • 00:19:34
    metatarso Falange Falange nós temos a
  • 00:19:38
    proliferação óssea enorme aqui
  • 00:19:39
    articulação íntegra proliferação óssea
  • 00:19:42
    articulação íra íntegra E aí vai
  • 00:19:45
    proliferando e subindo até chegar nos
  • 00:19:47
    outros ossos essas alterações
  • 00:19:48
    intratorácicas e extr torácicas causam
  • 00:19:51
    essa proliferação óssea
  • 00:19:54
    dolorosa é uma reação no perió das
  • 00:19:57
    extremidades do membro então lembra já
  • 00:19:59
    mostrei várias imagens para vocês onde o
  • 00:20:01
    osso tá super lisinho a cortical Olha
  • 00:20:03
    como tá irregular aqui nos dois membros
  • 00:20:06
    ó bilateral aqui esse esse esse dedo
  • 00:20:08
    está normal olha aqui como tá tem essa
  • 00:20:11
    proliferação irregular ao redor é como
  • 00:20:13
    se fosse sabe quando tem bolor em fruta
  • 00:20:15
    que cresce uma camada ao redor É bem
  • 00:20:17
    parecido sempre que a gente acha essa
  • 00:20:20
    lesão com essa característica é um cão
  • 00:20:21
    idoso é lesão bilateral doloroso
  • 00:20:26
    edema a gente faz radiografia de FX para
  • 00:20:29
    pesquisar uma causa primária procurando
  • 00:20:31
    tumor um abcesso uma
  • 00:20:33
    cardiomegalia não achou vamos pra bexiga
  • 00:20:35
    vamos para abdômen tentar vez tem outra
  • 00:20:38
    coisa infelizmente é uma doença que como
  • 00:20:41
    que eu vou retirar a causa se a causa é
  • 00:20:43
    uma coisa que não é retirável né então
  • 00:20:44
    por exemplo um carcinoma de bexiga Como
  • 00:20:47
    que eu vou retirar a causa se às vezes
  • 00:20:49
    eu não encontro a causa tem mais de uma
  • 00:20:51
    coisa Ah tem alteração hormonal tem
  • 00:20:54
    cardiomegalia tem abcesso às vezes nosso
  • 00:20:57
    paciente tem várias coisas a gente fica
  • 00:20:58
    fica entre a cruz e a
  • 00:21:00
    espada aqui demonstrando já proximal né
  • 00:21:04
    reação
  • 00:21:05
    prosti distal já vim proximal pra rádio
  • 00:21:09
    pra Una ó aqui no húmero é o caso mais
  • 00:21:11
    recente que eu acompanhei foi um
  • 00:21:13
    labrador de uma colega minha que tinha
  • 00:21:15
    neoplasia pulmonar e não era tão grande
  • 00:21:17
    e aí ele começou a ter nos membros
  • 00:21:19
    torácicos essa proliferação dolorosa
  • 00:21:23
    Ok coisa bem específica aqui diferente
  • 00:21:26
    das outras doenças eu falei só de gente
  • 00:21:27
    de de gente de cachorro e gato jovem
  • 00:21:30
    aqui é cão idoso cão e gato
  • 00:21:34
    idoso e vamos para as causas metabólicas
  • 00:21:38
    começando com hiperparatiroidismo
  • 00:21:40
    nutricional secundário aqui é uma doença
  • 00:21:44
    que afeta bastante o eixo da coluna dos
  • 00:21:45
    nossos pacientes nossos os ossos e eles
  • 00:21:49
    são sempre radiopacos né são muito
  • 00:21:50
    vistos em raio x muito bem vistos é
  • 00:21:53
    tanto que quando a gente fala em R x
  • 00:21:55
    geralmente a gente pensa em osso e
  • 00:21:57
    pulmão então Aqui nós temos várias
  • 00:21:59
    vértebras lombares aqui é a pelv aqui
  • 00:22:02
    são as torácicas com as costelas
  • 00:22:04
    processo espinhoso processo articular
  • 00:22:07
    canal medular corpo da vértebra processo
  • 00:22:10
    transverso aqui esse espaço é o forame
  • 00:22:13
    intramedular intervertebral desculpa que
  • 00:22:16
    é onde saem as raízes nervosas da medula
  • 00:22:18
    espinhal espaço intervertebral que é
  • 00:22:20
    onde ficam os discos Isso aqui é uma
  • 00:22:22
    coluna saudável tá bem radiopaca porque
  • 00:22:24
    nós vemos
  • 00:22:26
    osso isso aqui já deve estar na cabeça
  • 00:22:29
    de vocês só de cor assim nós temos uma
  • 00:22:32
    dieta deficiente em cálcio
  • 00:22:34
    principalmente em pacientes jovens que
  • 00:22:36
    requerem uma quantidade de cálcio enorme
  • 00:22:38
    para crescer então aqui já é uma doença
  • 00:22:40
    que nós vemos em pacientes jovens
  • 00:22:42
    novamente essa deficiência em cálcio
  • 00:22:45
    estimula paratiroide que libera o
  • 00:22:47
    paratormônio que estimula a reabsorção
  • 00:22:50
    osteoclástica óssea na intenção de
  • 00:22:52
    normalizar A calcemia então os
  • 00:22:55
    osteoclastos vão retirar mais Calcio do
  • 00:22:57
    osto jogar na corrente sanguínea
  • 00:22:59
    Tentando Manter esse paciente vivo
  • 00:23:01
    funciona de início super bem paciente
  • 00:23:04
    fica ó nossa ok Você pode não não é
  • 00:23:07
    porque você hoje hoje você vai sair da
  • 00:23:09
    aula e você vai comer sei lá um alface
  • 00:23:12
    que você vai perder o calça dos ossos e
  • 00:23:14
    amanhã você vai est todo torto Não o seu
  • 00:23:16
    o o osso é um depósito de cálcio é o
  • 00:23:19
    principal depósito de cálcio do nosso
  • 00:23:21
    organismo é uma função muito importante
  • 00:23:23
    então se você ficar passando fome porque
  • 00:23:25
    você tá fazendo uma dieta maluca o seu
  • 00:23:27
    sua cal vai manter e você vai continuar
  • 00:23:30
    com seus músculos contraindo seu coração
  • 00:23:32
    batendo só que aí seus osteoclastos vão
  • 00:23:34
    ficar retirando a matriz óssea e você
  • 00:23:36
    não está ingerindo e uma hora você vai
  • 00:23:38
    chegar em esgotamento aí nós temos
  • 00:23:40
    osteomalácia generalizada e uniforme
  • 00:23:43
    então amolecimento de uma matriz ósea
  • 00:23:45
    que deveria ser dura no corpo todo e de
  • 00:23:47
    um jeito uniforme no mesmo
  • 00:23:51
    grau que nós vemos no Rai x diminuição
  • 00:23:54
    difusa da radiopacidade óssea então a
  • 00:23:57
    radiopacidade de oss é bem grande né o
  • 00:23:59
    osso é um depósito de cálcio o cálcio é
  • 00:24:01
    bem radiopaco Olha a diferença deste
  • 00:24:03
    osso para este
  • 00:24:05
    osso deixa eu dar um zoom Vamos pro
  • 00:24:08
    normal primeiro o normal ó nós temos a
  • 00:24:11
    definição do processo espinhoso a
  • 00:24:13
    vértebra ela tá dura tá com cálcio então
  • 00:24:16
    a gente vê ela bem diferente dos tecidos
  • 00:24:18
    moles Olha esse
  • 00:24:20
    contraste paciente doente olha só a
  • 00:24:23
    gente nem viê o processo espinhoso que é
  • 00:24:24
    isso aqui ó sumiu cadê
  • 00:24:28
    Olha a diferença da radiopacidade aqui a
  • 00:24:31
    gente nem consegue definir direita a
  • 00:24:33
    vértebra Ó tem uma radiopacidade aqui em
  • 00:24:35
    cima da vértebra parecida com tecidos
  • 00:24:37
    moles aqui também ó o processo espinhoso
  • 00:24:39
    quase nem aparece aqui e quase não
  • 00:24:41
    aparece aqui outra coisa olha essa
  • 00:24:44
    escápula deformada torcida olha essa
  • 00:24:47
    coluna um desvio de eixo super
  • 00:24:49
    importante porque o osso colapsa ele não
  • 00:24:51
    consegue mais D sustentação que é um das
  • 00:24:54
    principais funções do osso né então
  • 00:24:56
    conforme o paciente vai andando vai
  • 00:24:59
    mantendo o próprio peso o esqueleto vai
  • 00:25:01
    colapsando então isso aqui é uma
  • 00:25:03
    ateração bem
  • 00:25:04
    importante geralmente a o
  • 00:25:08
    hiperparatiroidismo nutricional
  • 00:25:10
    secundário é acompanhado de deformidade
  • 00:25:11
    ósea importante e
  • 00:25:13
    Irreversível então eu posso suplementar
  • 00:25:16
    cálcio mais fácil é você simplesmente
  • 00:25:20
    arrumar a dieta desse paciente né com
  • 00:25:22
    uma ração de qualidade alimentação de
  • 00:25:25
    qualidade o cálcio vai ser reposto mas O
  • 00:25:28
    desvio angular vai permanecer não tem
  • 00:25:30
    como você ajeitar o osso isso aqui gente
  • 00:25:32
    é muito comum em clínica de animais
  • 00:25:34
    silvestres infelizmente devido tráfico
  • 00:25:36
    então a pessoa que compra um animal de
  • 00:25:37
    tráfico é uma pessoa que tá compactuando
  • 00:25:40
    com a crueldade de tirar aquele animal
  • 00:25:43
    selvagem do local dele de jeito
  • 00:25:45
    totalmente irregular e é uma pessoa que
  • 00:25:47
    geralmente não vai levar pro veterinário
  • 00:25:49
    com medo do Veterinário reter né na
  • 00:25:51
    cabeça dela ah o veterinário vai tirar o
  • 00:25:52
    sagui de mim e vai criar de qualquer
  • 00:25:55
    jeito porque geralmente São pessoas que
  • 00:25:56
    não se dão a trabalho de pesqu
  • 00:25:58
    então é pessoas compactuam com esse
  • 00:26:02
    crime geralmente Às vezes acontece da
  • 00:26:04
    pessoa cuidar muito bem às vezes
  • 00:26:05
    acontece de você ganhar tipo jeito x uma
  • 00:26:08
    herança e na minha família tem um jabuti
  • 00:26:11
    que é passado de geração a geração desde
  • 00:26:13
    sei lá que ano por exemplo mas ele é bem
  • 00:26:15
    cuidado tem veterinários na família
  • 00:26:18
    esses animais aqui geralmente são
  • 00:26:19
    animais jovens que tem uma dieta
  • 00:26:21
    totalmente errada e chega nesse estado é
  • 00:26:24
    a última vez que
  • 00:26:25
    eu que eu que eu vi em radiografia era
  • 00:26:29
    uana que só comia pétalas de rosa Então
  • 00:26:32
    são animais assim que deveriam estar
  • 00:26:35
    tendo um tratamento alimentar um manejo
  • 00:26:37
    totalmente diferente então a gente vê
  • 00:26:40
    adelgaçamento difuso da cortical ó então
  • 00:26:43
    um esp um espessamento não uma um uma
  • 00:26:46
    cortic Caó que deveria ser densa dura
  • 00:26:49
    afilada né fina a gente nem consegue ver
  • 00:26:52
    essa parte dorsal da vértebra
  • 00:26:55
    ó Isso aqui é um sagui a gente nem ver a
  • 00:26:58
    radiun ó tá radiopacidade de tecidos
  • 00:27:00
    moles ó essa coluna que a gente não
  • 00:27:03
    quase não tá vendo
  • 00:27:05
    ó Tibia fíbula sumindo tá tendo já a uma
  • 00:27:09
    alteração de
  • 00:27:11
    eixo e também nós vemos as deformidades
  • 00:27:14
    óseas bastante fora a coluna em pelv
  • 00:27:17
    então a pelv ela ela é responsável por
  • 00:27:20
    segurar um grande peso aqui ela vai
  • 00:27:21
    colapsando como se fosse uma casa de
  • 00:27:23
    papel Olha só como a pelvic deveria ser
  • 00:27:26
    aberta o canal pélvico e olha aqui você
  • 00:27:29
    acha que esse paciente vai vai depois
  • 00:27:31
    que resolver essa radiopacidade ósea
  • 00:27:33
    Digamos que ele tá com a alimentação
  • 00:27:35
    certa recebeu suporte você acha que
  • 00:27:37
    vocês acham que esse paciente não vai
  • 00:27:38
    ter problema para defecar ele vai então
  • 00:27:41
    qualquer alteração alimentar ou qualquer
  • 00:27:44
    eh alteração de frequência de de
  • 00:27:46
    defecação ele vai ter vai ser um
  • 00:27:49
    paciente predisposto a vida inteira a
  • 00:27:50
    fear Loma essa deformidade ular também
  • 00:27:53
    vai permanecer então é algo que que é
  • 00:27:56
    difícil de da gente
  • 00:28:02
    resver e outra causa de diminuição de
  • 00:28:05
    radiopacidade hiperparatiroidismo
  • 00:28:07
    secundário renal ah Lembrando que essa
  • 00:28:09
    questão do hiperparatiroidismo
  • 00:28:11
    nutricional secundário vocês v
  • 00:28:13
    radiografar a região que vocês acham
  • 00:28:15
    necessáo então tem vários jeitos de
  • 00:28:18
    pedir essa radiografia diferente do
  • 00:28:20
    hiperparatiroidismo secundário renal
  • 00:28:22
    onde nós vemos alteração primeiro em
  • 00:28:24
    ossos do crânio que são ossos de grande
  • 00:28:27
    área eles são ossos irregulares que TM
  • 00:28:29
    uma atividade eh de energética muito
  • 00:28:32
    grande aqui no hiperparatiroidismo
  • 00:28:34
    secundário renal é comum em pacientes
  • 00:28:37
    nefropatas então ou o paciente é jovem
  • 00:28:40
    tem uma displasia uma alteração renal
  • 00:28:42
    congênita ou é um paciente idoso que
  • 00:28:45
    também é outra doença de pacientes
  • 00:28:47
    idosos onde é uma nefropatia retenção
  • 00:28:50
    sérica de fósforo uma hipocalcemia a
  • 00:28:53
    estimulação da paratireoide aí aqui fica
  • 00:28:55
    parecido com a doença anterior
  • 00:28:57
    consequente liberação de paratormônio
  • 00:28:59
    reabsorção osteoclástica óssea na
  • 00:29:01
    intenção de normalizar a calcemia e
  • 00:29:03
    quando é crônico a reabsorção óssea
  • 00:29:06
    generalizada é além do do crânio e vai
  • 00:29:09
    para o restante do corpo como que nos
  • 00:29:12
    esse paciente chega pra gente né no na
  • 00:29:14
    na clínica geralmente o paciente com uma
  • 00:29:16
    nefropatia crônica o doente renal
  • 00:29:19
    crônico então ele tem edema em face
  • 00:29:22
    devido a ao a o remodelamento dos Ossos
  • 00:29:27
    né por essa essa reabsorção de cálcio
  • 00:29:32
    geralmente eles têm edema de face
  • 00:29:33
    geralmente são animais idosos são
  • 00:29:35
    animais geralmente que estão em caquexia
  • 00:29:39
    e muitas vezes o tutor relata que ele
  • 00:29:42
    não está comendo mas
  • 00:29:44
    eh muitas vezes é por dor né ele não tem
  • 00:29:47
    mais a a cortical óssea é preservada
  • 00:29:49
    para comer perde dentes fica com a
  • 00:29:51
    língua para fora muitas vezes essa é a é
  • 00:29:55
    a queixa principal do tutor em vez do do
  • 00:29:58
    edema que ainda não acontecer
  • 00:30:01
    aconteceu bom qual que é o o padrão que
  • 00:30:05
    nós vemos em crânio o aspecto de dentes
  • 00:30:08
    flutuantes porque nós perdemos a lamad
  • 00:30:10
    dura da mandíbula que segura o osso no o
  • 00:30:13
    osso não o dente no local dele então
  • 00:30:15
    Lembrando que o osso ele fica fixo na
  • 00:30:17
    mandíbula e na maxila pela gonfose que é
  • 00:30:19
    a articulação é é o como se fosse uma
  • 00:30:22
    caçapa onde o dente fica preso pelo
  • 00:30:24
    ligamento periodontal se a cortical ósea
  • 00:30:27
    é desfeita o osso não tem mais onde
  • 00:30:30
    segurar esse dente né então aqui nós
  • 00:30:32
    estamos vendo é uma estrutura que vocês
  • 00:30:34
    não viram ainda que é o crânio em
  • 00:30:35
    radiografia em projeção Vent dorsal
  • 00:30:37
    então o paciente está de barriga para
  • 00:30:39
    cima mostrando o queixo PR
  • 00:30:42
    PR pro teto da do setor de ra
  • 00:30:46
    x Aqui nós temos dentes é uma região
  • 00:30:49
    complexa gente não se assusta então nós
  • 00:30:51
    temos os dentes de uma paciente normal
  • 00:30:54
    este ramo aqui é mandíbula e aqui temos
  • 00:30:58
    os dentes de um paciente com alteração
  • 00:31:00
    os dentes preservados Mas eles estão
  • 00:31:01
    flutuando Cadê essa cortical essa
  • 00:31:03
    definição da mandíbula eles estão
  • 00:31:05
    simplesmente
  • 00:31:08
    flutuando aqui fica mais visível né Se
  • 00:31:11
    eu colocar um paciente saudável ao lado
  • 00:31:14
    então aqui eu vejo o pato duro o osso
  • 00:31:17
    nasal definido aqui ó a mandíbula com
  • 00:31:20
    Contorno definido que a parte que a
  • 00:31:22
    gente palpa no queixo né Aqui não tem
  • 00:31:25
    mais ó
  • 00:31:28
    rádio transparente para um osso olha
  • 00:31:29
    aqui tá flutuando não vejo palto duro
  • 00:31:31
    Cadê o palto duro que esse risco não
  • 00:31:34
    está osso nasal também não está notem
  • 00:31:37
    que aqui os dentes são alinhados aqui
  • 00:31:40
    olha só essa curva os dentes estão
  • 00:31:42
    soltos você tira com a mão A pobre da TM
  • 00:31:45
    tá aqui par pode est até luxada
  • 00:31:47
    dependendo do quadro do paciente eles
  • 00:31:50
    vão perdendo toda essa radiopacidade de
  • 00:31:53
    osso do
  • 00:31:55
    crânio mesma coisa aqui
  • 00:31:58
    tá bem a calota desse cachorro já tá bem
  • 00:32:00
    porosa comparada com a calota deste né
  • 00:32:02
    Por mais que pareça ser um cachorro
  • 00:32:03
    menor aqui mesma coisa os dentes
  • 00:32:06
    levemente desalinhados a mandíbula virou
  • 00:32:09
    um fiapo aqui né a gente não vê os ossos
  • 00:32:12
    estão praticamente desfeitos o osso
  • 00:32:15
    nasal também e os dentes flutuando então
  • 00:32:17
    é paciente já acometido também igual
  • 00:32:19
    aquela primeira imagem aqui é um crânio
  • 00:32:22
    láo lateral direito então o lado direito
  • 00:32:25
    do paciente está na mesa e aqui é um l
  • 00:32:28
    esquerdo só que eu espelhei a imagem
  • 00:32:29
    para ficar parecido aqui o crânio
  • 00:32:32
    original está Virado pro outro lado
  • 00:32:33
    porque ele está com o lado esquerdo na
  • 00:32:36
    mesa Qual que é a diferença de um pro
  • 00:32:38
    outro então nutricional qual que é
  • 00:32:41
    etiologia dieta desbalanceada em relação
  • 00:32:43
    a cálcio fósforo ou deficiente em cálcio
  • 00:32:46
    então aquele gato que só come peixe por
  • 00:32:48
    exemplo renal insuficiência renal e
  • 00:32:51
    retenção sérica de fósforo acarretando
  • 00:32:53
    em hipocalcemia causas diferentes aqui
  • 00:32:56
    tratável aqui É tem que avaliar caso a
  • 00:32:59
    caso será que é uma coisa aguda uma
  • 00:33:02
    obstrução por li tias E aí é retirável
  • 00:33:04
    ou é simplesmente paciente super idoso
  • 00:33:06
    com com insuficiência renal crônica tem
  • 00:33:09
    que verificar aqui animais jovens né Nós
  • 00:33:12
    temos uma uma demanda grande de cálcio
  • 00:33:14
    para uma dieta insuficiente e aqui a
  • 00:33:16
    maior parte animais idosos ou jovens com
  • 00:33:19
    alteração renal
  • 00:33:21
    precoce sintomas claudicação fraturas
  • 00:33:24
    patológicas perda de dentes acontece
  • 00:33:27
    também tá não apenas neste Nós também
  • 00:33:30
    temos dente sendo solto depois de um
  • 00:33:32
    tempo a diferença é que no na causa
  • 00:33:35
    renal dentes flutu os dentes flutuantes
  • 00:33:37
    é uma coisa assim muito clássica é bem
  • 00:33:39
    no início aqui não aqui já não é tão
  • 00:33:41
    clássico e nós temos aqui sintomas
  • 00:33:44
    relacionados principalmente a nefropatia
  • 00:33:46
    e edema de
  • 00:33:47
    face sinal radiográfico nós temos
  • 00:33:50
    diminuição da radiopacidade nos dois
  • 00:33:52
    jeitos só que aqui é difuso a gente vê
  • 00:33:55
    deformidade espinhal fratura engal Verde
  • 00:33:58
    uma fratura patológica e aqui uma
  • 00:34:00
    substituição do tecido osso por fibroso
  • 00:34:02
    e principalmente em
  • 00:34:04
    crânio diagnóstico aqui radiográfico e
  • 00:34:07
    histórico vamos ver como que está é um
  • 00:34:09
    paciente jovem com uma dieta
  • 00:34:10
    desbalanceada vamos tirar radiografia e
  • 00:34:12
    a gente verifica aqui radiográfico
  • 00:34:15
    ultrassonográfico procurando a causa da
  • 00:34:17
    doença renal e Laboratorial para dosar
  • 00:34:20
    eh todos
  • 00:34:22
    os
  • 00:34:24
    os meu Deus exames bioquímicos né
  • 00:34:27
    necessários fazer mog gasometria se for
  • 00:34:29
    necessário urinálise para fazer a
  • 00:34:32
    triagem desse paciente e graduar e ver o
  • 00:34:34
    que vai ser
  • 00:34:35
    feito pessoal qualquer dúvida estou à
  • 00:34:38
    disposição pode me mandar e-mail
  • 00:34:40
    perguntar durante a aula também
  • 00:34:41
    eh essa aula Ela é longa mas eu espero
  • 00:34:44
    que vocês tenham aproveitado e guardem
  • 00:34:47
    essas informações elas são muito
  • 00:34:49
    importantes
  • 00:34:50
    eh não só de de trauma a gente vive na
  • 00:34:54
    tio na rologia em relação ao osso nós
  • 00:34:56
    temos vários afecções tem afecções que
  • 00:34:58
    nem citei aqui que são tão difíceis de
  • 00:35:00
    ver ou são tão pouco específicas mas
  • 00:35:02
    conforme vocês forem vivendo a clínica
  • 00:35:04
    médica ou como ortopedistas ou como
  • 00:35:07
    radiologistas vocês vão conhecendo mais
  • 00:35:09
    outras possibilidades mas essas aqui são
  • 00:35:11
    as normalmente abordadas em aula de rix
  • 00:35:13
    são as principais Bons estudos
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