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aqui pessoal vamos começar a falar
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a conteúdo em si né as alterações em
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trato gastrointestinal começando com o
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clássico que é gastrite e enterite que
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basicamente é espessamento focal ou
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difuso da parede então numa região
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específica do estômago por exemplo
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antrop Loro ou fundo gástrico ou região
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específica do intestino por exemplo do
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oden ou Ílio ou difuso né nesse órgão
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inteiro aqui gente é o espeço focal ou
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difuso com a estratificação das camadas
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preservada então lembra a estratificação
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de camadas que de dentro para fora é
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mucosa submucosa muscular e cerosa ela
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sempre estará presente o máximo que pode
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acontecer é que em casos graves essa
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estratificação pode ser menos visível
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então menos visível porém continua lá
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então A gastrite era um espessamento da
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parede e em livros de nós temos sempre
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tabelas mostrando de 1 a 5 Kg a parede
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deve medir x na gastrite nós temos um
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aumento dessa parede basicamente é isso
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vou falar aqui para vocês rapidamente
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sobre casos específicos por exemplo da
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gastrite urêmica que é quando as pregas
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e as dobras ruga se apresentam espessas
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e podem mineralizar acontece em cães com
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doença renal então aqui por exemplo
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nesta imagem de livro nós temos a porção
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ventral da parede do do estômago né que
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essa região e aqui dentro nós temos o
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Lumen que é onde fica o alimento você
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notem que nós temos aqui uma parede
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totalmente enrugada então a gente vê as
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dobras as dobras né que essa região de
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dobra e as pregas onde nós temos essas
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setas brancas apontando essa região
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hiperecogênica mais clara são regiões
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mineralizado então isso aqui é muito
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comum em gastrite urêmica também pode
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acontecer ulceração a ú pessoal ela não
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é algo tão fácil de ver no ultrassom é
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uma limitação desta técnica porque a
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úlcera basicamente ela uma
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descontinuidade na parede do estômago ou
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intestino então aqui por exemplo nós
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temos a camada mucosa aqui então ela
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começa por aqui vai andando andando
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andando terminou uma úlcera é onde tem
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essa seta Aqui nós temos o gás no meio e
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uma úlcera a parede termina aqui e volta
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aqui então é como se fosse um liter
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falando de jeito bem popular um teco
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faltando na parede do estômago e nós
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temos aqui o preenchimento com gás no
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estômago nós nem sempre vemos isso no
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intestino nós nem sempre vemos isso o
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padrão ouro para avar avaliar a úlcera
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gástrica intestinal é a endoscopia outra
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coisa gente quando nós temos hematêmese
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nem sempre esse sangue vem do estômago
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às vezes ele vem do esôfago é então às
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vezes a avaliação por mais bem feita que
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ela seja não é o suficiente para fechar
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o quadro Lembrando que no ultrassom
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abdominal nós vemos bem a região de
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cárdia e o comecinho do o final na
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verdade né do esôfago que fica no
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abdômen então às vezes nós temos
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neoformação naquela região e é a fonte
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da eh do sangramento na na Emes do nosso
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paciente aqui é uma imagem de uma
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macroscopia né de úlcera gástrica no
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estômago do cão mostrando a mucosa essa
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parte pálida aqui com o as Profundas
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associadas à hemorragia então Imaginem
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parece que eu tirei um pedaço daqui
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então Imaginem o sangramento que se
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provoca num paciente vivo Então essa
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descontinuidade na parede é o que nós
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vemos nesta imagem porém no ultrassom
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Nem sempre é possível visualizar
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identificar o padrão ouro é
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endoscopia então a causa muitas vezes
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também não é esclarecida pode ser uma
00:03:54
infecção pode ser alergia alimentar
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muito comum noos nossos pacientes ent ia
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com perda de proteínas alteração
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parasitária principalmente em filhotes
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Então essa região há uma uma região de
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descontinuidade isso aqui é imagem de
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livro nem sempre nós conseguimos ver mas
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muitas vezes é e aqui embaixo uma parede
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com um Evidente espessamento aqui é eh
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não não identifiquei para vocês qual
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segmento de intestino é se é duodeno se
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é jejuno mas
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0,82 cm para qualquer porte de animal
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qualquer local é um espessamento
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importante duodeno a gente hoje em dia
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considera até 0,5 cm isso aqui é um
00:04:34
espessamento de parede e na interit a
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gente pode ter espessamento apenas da
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camada muscular em casos crônicos é uma
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camada mais profunda então vocês
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concordam que essa camada a mucosa ela
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tem contato com o Lumen Então ela é a
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primeira ser agredida em caso de
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alteração luminal a camada desculpa
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muscular ela fica mais
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profunda então toda vez que nós temos
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uma afecção camada muscular Nós pensamos
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em casos
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crônicos então aqui eh deixei para falar
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nessa imagem né qual que é divisão então
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lembrando essa camada externa branca é
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acerosa a muscular essa camada interna
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preta a anecogênico
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ogênero
00:05:20
e a mucosa aqui em contato com o Lumen
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então toda vez que nós temos um uma
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alteração em mucosa a alteração tende a
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ser aguda e quanto mais profundo nessas
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nesses nessa estratificação que nós
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temos tende a ser crônica nessa duas
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duas imagens também são de livro do
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nyland nós vemos o intestino e Delgado
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corrugado que que é isso é aquela alça
00:05:44
que fica com padrão irregular ela está
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reagindo a uma agressão ela fica
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contraída então Aqui nós temos eh uma
00:05:51
alça de intestino de intestino delgado
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né de duodeno inflamada secundariamente
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é uma maturação do pâncreas que está
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contornado né aqui onde eu estou
00:06:01
passando o cursor isso aqui é um
00:06:03
pâncreas inflamado eh nós temos
00:06:05
peritonite também então os planos
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gordurosos profundos hiperecogênicos
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indicando inflamação então muitas vezes
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gente eh a a o ateração em alça pode ter
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apresentações diferentes então pode ser
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simplesmente o espessamento ou o
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conteúdo é líquido dentro indicando
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inflamação se o paciente não acabou de
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beber água geralmente a gente pensa em
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inflamação né ou então a alça fica
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corrugada a gente também olha ao redor
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para ver se o pâncreas está inflamando
00:06:30
do odena e não o contrário Então é uma
00:06:33
avaliação bem delicada tem que percorrer
00:06:36
todo trato gastrointestinal cada
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segmento então o estômago inteiro com
00:06:41
calma todo se segmento então do do Cardo
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até o piloro depois duodeno fazendo todo
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o trajeto que ele faz chegando a jejuno
00:06:51
e olhando segmento por segmento com
00:06:53
calma procurando sinais de inflamação
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infecção ou corpo estranho que possa
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causar essa
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infamação então aqui lembrando né como
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que seria uma alça intestinal normal ela
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é reta ó olha totalmente retilínea e
00:07:10
aqui nós vemos né essa irregularidade
00:07:13
esse essa alça corrugada comportando
00:07:16
líquido dentro indicando pra gente
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inflamação e nós não podemos deixar de
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falar da doença inflamatória intestinal
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que é muito comum em gatos né população
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de gatos é cada dia maior então nós
00:07:30
temos uma quantidade enorme de pacientes
00:07:32
felinos a doença inflamatória intestinal
00:07:34
é uma doença inflamatória que persiste
00:07:36
por meses então nós temos a camada
00:07:40
muscular bem Evidente né que seria essa
00:07:43
camada aqui fininha ó muscular Aqui nós
00:07:46
temos ela bem grossa tem alunos que
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parecem falam que parecem vários churros
00:07:51
então fica bem destacado essa camada
00:07:53
aqui muscular indicando uma inflamação
00:07:56
crônica nós vemos linfonodos aumentados
00:07:58
também lembrando gente que antigamente
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falava-se que o linfonodo normal não era
00:08:03
visto hoje em dia nós sabemos que alguns
00:08:05
linfonodos nós vemos sim em condições
00:08:07
normais e vemos principalmente se eles
00:08:09
estão aumentados em dimensão ou com
00:08:12
outras alterações que indicam que ele
00:08:13
esteja reagindo a algo por exemplo
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alteração em ecogenicidade né reduzindo
00:08:18
ecogenicidade ou até em ecotextura
00:08:21
sugerindo algo mais
00:08:24
importante hum voltando lembrando gente
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que eu falo para vocês que a endoscopia
00:08:30
é o a chave né geralmente paraas algumas
00:08:33
alterações intestinais e gástricas porém
00:08:36
lembrem-se que o endoscópio ele vai
00:08:38
passar por essa parte luminal da alça
00:08:40
então ele terá acesso a retirar amostras
00:08:42
aqui em contato com o Lumen amostras da
00:08:46
muscular nós já falamos em em uma
00:08:48
procedimento de biópsia eh cirúrgico
00:08:51
mesmo porque o endoscópio não consegue
00:08:55
passar pela mucosa e pegar um um um
00:08:59
segmento dessa região né então aqui por
00:09:01
exemplo é o traço da mucosa né Desculpa
00:09:04
do lumem com a mucosa submucosa a
00:09:07
muscular está aqui então o endoscópio
00:09:09
que estaria nessa camada não conseguiria
00:09:11
chegar nesta para pegar uma amostra
00:09:13
então é procedimento cirúrgico mesmo
00:09:15
para fazer o histopatológico
00:09:20
depois corpo estranho gástrico também é
00:09:23
um campeão de pedidos de ultrassom de
00:09:25
ultrassom e a aparência ela vai depender
00:09:27
das propriedades físicas do material
00:09:29
então não tem como eu mostrar para vocês
00:09:31
todas as possibilidades de aparência de
00:09:33
corpo estranho pode ser desde uma sacola
00:09:36
daquelas bem fininhas que a gente puxa
00:09:38
um pouco e esgarça até uma pedra e
00:09:41
madeira brinquedo todas as coisas
00:09:43
possíveis nossos pacientes podem comer
00:09:46
por exemplo nessa imagem aqui que nós
00:09:49
temos uma bolinha no lumem do estômago
00:09:51
né a parede está aqui lembrando que o
00:09:54
estômago é em formato de uma bolsa né
00:09:56
que comporta o alimento durante a
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digestão nós vemos a alimento aqui em
00:10:00
processo de digestão e essa estrutura
00:10:03
aqui com a superfície hiperecogênica né
00:10:07
isso demonstrando pra gente que é algo
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sólido formando esse sombreamento era
00:10:12
uma bolinha de brinquedo os livros
00:10:14
mostram bastante bolinhas de brinquedo
00:10:16
como exemplo de corpo estranho gástrico
00:10:17
e intestinal aqui seria né Essa
00:10:20
superfície hiperecogênica com
00:10:21
sombreamento acústico e algumas
00:10:24
complicações podem ser vistas também por
00:10:25
exemplo fluido peritonial pnem peritônio
00:10:28
m inério racional muitas vezes indicando
00:10:31
que aquele corpo estranho pode ter
00:10:33
causado eh uma ruptura na alça ou no
00:10:36
intestino né causando esses sinais né
00:10:39
que são indicações de algo um pouco mais
00:10:41
grave quando é um achado gente a gente
00:10:44
pede para fazer acompanhamento
00:10:46
ultrassonográfico então às vezes vocês
00:10:48
podem fazer ultrassom para pesquisa de
00:10:50
metástase encontrar um pequeno corpo
00:10:52
estranho no meio da da do alimento e
00:10:54
pedir acompanhamento trog gráfico porque
00:10:56
nem sempre esse pequeno eh pequena
00:10:59
estutura que parece um corpo estranho
00:11:00
realmente é algo que o paciente engoliu
00:11:02
que não deveria estar ali às vezes é
00:11:05
simplesmente um alimento que ele não
00:11:07
mastigou direito às vezes pode acontecer
00:11:10
também do tutor ter o costume de
00:11:13
fornecer petisco no chão e esse paciente
00:11:15
comer uma pedrinha por exemplo então é
00:11:17
importante a gente ter bom senso em
00:11:19
relação a quando pedir o acompanhamento
00:11:21
tacion nográfico e quando pensar em algo
00:11:24
mais sério sempre tendo bastante
00:11:26
responsabilidade né com a vida do nosso
00:11:28
paciente e levando em conta o histórico
00:11:30
então levem em conta o histórico se o
00:11:32
tutor viu comer alguma coisa se o
00:11:35
paciente ele tem o costume caso
00:11:37
contrário Às vezes pode ser só um achado
00:11:39
aquele paciente aspirou né alguma coisa
00:11:41
muito pequena enquanto lambir chão por
00:11:43
exemplo e não é um caso cirúrgico no
00:11:45
endoscópio às vezes é tão pequeno ou é
00:11:47
uma coisa inofensiva que vai sair nas
00:11:49
fezes por
00:11:52
exemplo então aqui eh Nós também temos
00:11:56
uma uma grande limitação de técnica né
00:12:00
Assim como eu falei da úlcera
00:12:02
independente da composição do corpo
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estranho por mais que a gente consiga
00:12:05
ver todos os corpos estranhos diferentes
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do raio X que nós vemos os radiopatos
00:12:09
aqui a gente consegue ver os
00:12:10
radiotransparentes também eles podem ser
00:12:13
camuflados por qualquer quantidade de
00:12:14
conteúdo alimentar ou gás Diferente de
00:12:18
quando tem líquido e aí nós temos uma
00:12:20
janela acústica que possibilita que
00:12:22
aquela estrutura que está ali no meio
00:12:24
seja destacada tem um contraste entre
00:12:27
algo hiperecogênico
00:12:29
no líquido que é anecogênico
00:12:32
aqui por exemplo nós temos a imagem de
00:12:35
um parasito no estômago então todas
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essas estruturas eh filamentosas se
00:12:41
mexendo são parasitos são toxocara era
00:12:44
um paciente filhote né aqui é a parede
00:12:47
do estômago está repleto de líquido né
00:12:50
esse conteúdo anecogênico tem alça
00:12:52
dilatada com conteúdo anecogênico também
00:12:53
ele tinha um processo obstrutivo por
00:12:55
esses parasitos E essas estruturas
00:12:58
fininhas se mexendo são os parasitos que
00:13:00
estavam no estômago deles toxocara
00:13:03
estava defecando eh vomitando toxocara
00:13:06
antes e depois do exame
00:13:07
ultrassonográfico só foi possível ver
00:13:10
porque ao redor tem conteúdo líquido
00:13:12
fazendo janela acústica fazendo um
00:13:14
contraste do conteúdo
00:13:16
eh quando nós temos o corpo estranho
00:13:19
também associado com obstrução nós temos
00:13:22
uma um sinal indicativo muito forte que
00:13:24
é um aumento do peristaltismo do
00:13:26
estômago sem progressão ou com
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progressão mínima do conteúdo para o
00:13:30
duodeno Então o que acontece e esse
00:13:33
estômago se ele percebe que tem algo
00:13:35
muito diferente ali dentro que não
00:13:36
deveria estar ele vai contrair tentando
00:13:38
expulsar de qualquer jeito possível
00:13:41
muitas vezes ele ele tenta fazer isso e
00:13:43
induz o vômito né então eu mostrei aqui
00:13:45
essa imagem de líquido em estômago
00:13:47
paciente tinha uma gastropatia
00:13:49
importante mas muitas vezes a gente não
00:13:51
vê esse líquido aqui acumulando igual no
00:13:53
intestino na porção distal porque está
00:13:55
muito perto do esôfago e o paciente faz
00:13:58
êmese mas geralmente esse conteúdo
00:14:00
líquido em processo obstrutivo por
00:14:02
exemplo que seria o caso desse paciente
00:14:05
ele vai ficar parado aí até o paciente
00:14:07
vomitar ou ele vai progredir bem devagar
00:14:10
Então é necessário bastante calma para
00:14:12
olhar o estômago para olhar o intestino
00:14:14
com bastante detalhamento para definir
00:14:16
como que está a progressão deste
00:14:26
conteúdo outra imagem né né mostrando
00:14:30
conteúdo uma bolinha fazendo eh um corpo
00:14:33
estranho gástrico mesma imagem que eu
00:14:36
mostrei para vocês né
00:14:38
Eh nesse caso por exemplo o paciente não
00:14:40
tinha sinais clínicos era um um objeto
00:14:44
esférico né compatível com uma bolinha
00:14:46
eh e nesse outro cão aqui nós também
00:14:49
temos uma imagem bem semelhante que eu
00:14:52
que eu mostrei para vocês no primeiro
00:14:53
slide fazendo o sombreamento então
00:14:55
muitas vezes a gente qu ver sinal
00:14:57
Clínico ou não então a gente tem que
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conversar bastante com o tutor e avaliar
00:15:01
muito bem Aquele estômago é o RX é um
00:15:04
grande aliado para ver a dilatação do
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estômago para ver como como as alças
00:15:08
estão em relação também a o processo
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obstrutivo né se tem retificação sinal
00:15:14
de Cascalho então o raio x associado ao
00:15:16
ultrassom é um grande amigo Nessas horas
00:15:18
e o acompanhamento ultrassonográfico se
00:15:21
o paciente está bem se ele não está num
00:15:23
num quadro em que precisa ser ter uma
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resolução imediata né paciente que não
00:15:28
está estável então se ele está estável
00:15:31
ok nós conseguimos acompanhar antes de
00:15:34
tomar uma atitude Caso contrário é
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endoscopia ou cirurgia se o paciente tá
00:15:39
instável os sinais relacionados a este
00:15:41
corpo
00:15:43
estranho bolinha e Bolinha mesma coisa
00:15:46
nos livros tem bastante exemplo disso
00:15:50
eh lembrando também pessoal que eu falei
00:15:53
do janelamento acústico mostrei aquele
00:15:55
vídeo do dos parasitos Nós também
00:15:57
conseguimos fazer um atque do corpo
00:15:59
estranho fazendo o paciente ingerir se
00:16:02
ele não está com eh sinal ativo de
00:16:04
obstrução não está vomitando sem parar
00:16:07
eh fazendo o paciente ingerir conteúdo
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pastoso e homogêneo por exemplo recovery
00:16:12
AD tem outras marcas também eh muitas
00:16:15
vezes o paciente se ele permite que eh a
00:16:18
se é um paciente tranquilo le come no
00:16:21
ambiente hospitalar se nós fornecermos
00:16:23
água nós conseguimos fazer um gelamento
00:16:25
acústico na hora mas se ele não aceita
00:16:27
água e aceita conteúdo do pastoso Nós
00:16:30
também conseguimos fazer esse destaque
00:16:32
Então aqui tem um corpo
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estranho fazendo esse sombreamento
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acústico e ele está bem visível graças
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ao conteúdo homogêneo que tem ao redor
00:16:41
dele isso aqui era comida pastosa
00:16:44
oferecida por paciente antes justamente
00:16:46
para tentar fazer com que esse corpo
00:16:48
estranho ficasse em
00:16:50
evidência era uma bolinha também
00:16:53
daquelas bolinhas de de brinquedo de R 1
00:16:56
sabe de máquina que pinga bastante eles
00:16:59
também comem bastante dessa bolinha não
00:17:00
só bolinha maior de
00:17:05
borracha aqui uma imagem de dilatação e
00:17:08
obstrução pilórica de causa mecânica
00:17:10
Então essas bolinhas principalmente né
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vou dar o exemplo da bolinha igual
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mostrei até agora eh o piloro tem um
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formato perfeito né de funil onde elas
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encaixam e ficam fazendo o processo
00:17:21
obstrutivo então quando isso acontece
00:17:24
Vai juntando o fluido no estômago
00:17:25
paciente geralmente vomita bastante e e
00:17:29
geralmente não tem progressão de
00:17:30
conteúdo pro duodeno porque elas
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encaixam muito bem então Aqui nós temos
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né o corpo estranho esse aqui é o
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contorno da da da bolinha fazendo o
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sombreamento acústico bem importante nós
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temos aqui a parede o fundo gástrico
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aqui a bolinha aqui a região do piloro e
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tá fazendo né Eh uma obstrução entre o
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piloro e o duodeno impedindo que o
00:17:53
conteúdo progrida então é um corpo
00:17:55
estranho que está bem fácil de ver nem
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sempre assim tão simples pistão didático
00:18:00
da gente encontrar
00:18:02
tá voltando só só um detalhe falei né
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que corpo estranho ele pode ter todas as
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apresentações possíveis mas também gente
00:18:10
é muito comum que a gente encontre um
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corpo estranho e na hora da cirurgia ele
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esteja associado a vários outros então
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não é incomum que encontre uma bolinha
00:18:18
ou um conteúdo amorfo que a gente não
00:18:20
consegue identificar e na hora de abrir
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o estômago do paciente ou fazer
00:18:24
endoscopia tem cabelo pelo do próprio
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cachorro eh borracha com plástico com
00:18:30
fílio com ração então às vezes a gente
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encontra uma gororoba naquela naquele
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estômago ou intestino que a gente não
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consegue nem identificar e dará uma
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prévia pro o cirurgião ou o Clínico
00:18:41
sobre o que é muitas vezes geralmente
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aquele cão que come um corpo estranho
00:18:46
que vai causar Clínica Ele já comeu
00:18:48
muitos corpos estranhos antes e muitas
00:18:50
vezes acontece deles estarem todos
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juntos ali às vezes tutor não tem
00:18:55
conhecimento de que o cão come esses
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corpos estranhos eles estão lá Tod
00:18:59
reunidos no estômago ou
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intestino aqui já partindo para algo
00:19:06
mais grave né neoplasia gástrica
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intestinal também podem ser focais ou
00:19:10
difusas nós temos o espessamento
00:19:12
irregular da parede e nós aqui falamos
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de perda da estratificação parietal na
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interit em gastrite eu falei que a
00:19:20
estratificação parietal está preservada
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ou no mínimo no máximo né pouco visível
00:19:25
aqui nós temos a perda a parede inflama
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fica espessa e Nós não sabemos mais onde
00:19:30
é mucosa onde é cerosa onde é muscular
00:19:33
nós vemos uma parede toda espessa
00:19:36
homogênea então aqui por exemplo é um
00:19:39
linfoma num cão de 16 anos a parede está
00:19:42
espessa e nós não temos a estratificação
00:19:46
normal foi perdida então nós sabemos
00:19:48
aqui provavelmente é cerosa aqui
00:19:51
provavelmente é mucosa essa parte mais
00:19:53
hiperecogênica é difícil de falar se ela
00:19:56
realmente é submucosa ela um pouco
00:19:59
espessa e irregular eh Aqui nós temos
00:20:03
provavelmente a muscular a gente não tem
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uma certeza eh muitas vezes fica desse
00:20:09
jeito totalmente ir regular né então
00:20:10
aqui aqui mais fino aqui mais grosso Às
00:20:12
vezes aqui por exemplo eu não consigo
00:20:15
definir a mucosa em relação a essa
00:20:17
camada de cima parece a mesma coisa
00:20:19
então fica bem difícil da gente eh olhar
00:20:22
todo o comprimento da parede e falar
00:20:24
exatamente onde está o qu em cisas eu as
00:20:29
mais comuns são linfoma carcinoma
00:20:30
leiomiossarcoma e leiomioma tendo
00:20:33
atenção né para raças asiáticas que T
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predisposição ne plasia gástrica em
00:20:39
gatos linfoma adenocarcinoma e
00:20:41
mastocitoma mas principalmente
00:20:45
linfoma muitas vezes se apresenta como
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uma ne formação Redonda em região de
00:20:50
Lumen então Aqui nós temos a parede
00:20:53
indicada por essas duas setas parede
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seguindo normalmente e nós temos do nada
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né uma estrutura ovalada bem grande
00:21:02
larga
00:21:04
eh bem com aparência como se fosse
00:21:08
densa Aqui nós temos o dopler tentando
00:21:11
ver se tem vascularização né verificar
00:21:13
se Quanto é vascularizado eh
00:21:16
essa essa neoformação e nós vemos alguns
00:21:20
pontinhos então isso indica que ela é
00:21:21
pouco
00:21:22
vascularizada quando nós temos gente
00:21:24
essas imagens de ultrassom Ah é pouco
00:21:26
vascularizada ah não vascularizada ao
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dopler não quer dizer pessoal que na
00:21:31
hora de abrir não sangrar Ok então o
00:21:34
dopler ele vê o fluxo de sangue nas
00:21:37
veias daquela estrutura ou órgão eh às
00:21:40
vezes nós temos um nós temos bastante
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vascularização por capilares por
00:21:44
neoformação então Eh às vezes os
00:21:47
capilares são tão diminutos que mesmo
00:21:48
com Power dopper que é acima do color
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dopler para detectar vasos eh pequenos e
00:21:54
com eh o fluxo mais mais lento né mais
00:21:57
devagar mesmo assim a gente não tem uma
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imagem colorida às vezes abre vai
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começar a manipular e sangra bastante e
00:22:04
não é erro do tonografia é porque vasos
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muito pequenos nem o Power doer consegue
00:22:10
nos mostrar então não é porque essa ne
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formação é pouco vascularizada ao
00:22:15
instrumento do Este software né de
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ultrassonografia que não vai sangrar na
00:22:19
hora
00:22:20
ok e aqui mostrando né a peça depois da
00:22:24
ressecção notem que é tá tudo bem
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epidêmico né então Então nós não temos
00:22:29
eh uma uma estrutura que que parece S
00:22:34
sido fácil de remover né Uma Peça bem
00:22:36
regular eh uma peça que conza sangrou
00:22:39
bastante durante a
00:22:42
manipulação e aqui um linfoma em gato
00:22:46
então nós temos aquela parede espessa né
00:22:49
0,66 cm de parede de estômago para gato
00:22:52
é bem grande né a gente fala geralmente
00:22:55
de menos de 0,22 ou 0,20 aqui NS não
00:22:58
temos as as camadas definidas é tudo um
00:23:01
uma parede espessa e
00:23:03
hipoecogênica mesma coisa aqui nós não
00:23:06
temos a definição e aqui mostrando lumem
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com pouco conteúdo bem espesso bem sem
00:23:13
definição de parede e aqui nós vemos
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linfonodos bem ovalados geralmente eles
00:23:19
são mais alongados
00:23:20
eh ão bem hipoecogênicos Ah o livro fala
00:23:24
que são linfonodos mesentéricos então a
00:23:26
gente já associa né se nós temos esse
00:23:29
padrão de espessamento de parede
00:23:31
estratificação de ossa perdida
00:23:32
linfonodos bem reacionais com aspecto
00:23:35
neoplásico nós já pensamos em linfoma
00:23:37
principalmente em
00:23:40
gatos lembrando né que essa é
00:23:42
certificação da alça nós temos sempre as
00:23:45
camadas bonitinhas uma em cima da outra
00:23:48
e aqui
00:23:52
perde-se mesma coisa aqui a gente tem
00:23:55
uma estratificação ainda mas está se
00:23:58
perdendo e aqui uma estratificação
00:24:00
totalmente perdida nós viemos uma parede
00:24:03
espessa toda hipoecogênica quase
00:24:06
anecogénica nós Não vimos nada disso
00:24:09
daqui que é a estratificação normal com
00:24:11
toda a organização que uma ala
00:24:13
intestinal ou estômago devem ter Então
00:24:16
perdeu a estratificação parietal não
00:24:19
falamos mais de gastrite Inter Nós
00:24:21
pensamos em neoplasia principalmente se
00:24:24
tem linfonodos Associados com aparência
00:24:26
neoplásica
00:24:33
passando para outro caso né que também é
00:24:35
tão é importante quanto os anteriores
00:24:38
eh é bem comum em uma população de gato
00:24:41
que é o corpo estranho linear que é
00:24:44
caracterizada pela presença de estrutura
00:24:46
linear e hiperecogênica em Lumen então
00:24:49
Branca né Clara quando nós vemos corpo
00:24:52
estran linear gente o segmento que se
00:24:54
apresenta Pado Varia muito Então depende
00:24:57
eh
00:24:58
a o pamento dele varia em grau conforme
00:25:01
a duração e a gravidade Então se o seu
00:25:04
gato engolir uma linha agora o intestino
00:25:06
vai ficar fazendo peristaltismo em cima
00:25:08
daquela linha por menos tempo do que um
00:25:10
gato que comeu uma linha há uma semana
00:25:12
atrás Ok eh muitas vezes nós podemos ver
00:25:16
também complicações Igual eu falei no
00:25:18
corpo estranho anteriormente fluido
00:25:20
peritoneal né que é líquido livre pneum
00:25:23
peritônio né gás livre no abdômen e mesa
00:25:25
inério reacional aqui também vai
00:25:29
conforme o tipo de linha então muitas
00:25:30
vezes é uma linha extremamente grossa às
00:25:32
vezes é linha de pipa com cerol em época
00:25:34
de férias gatos que tem acesso à janela
00:25:37
ou laje ou rua tem uma incidência enorme
00:25:40
de corpo Trino linear mas quando eu falo
00:25:43
de gatos eh ah corção linear não acha
00:25:46
que cães também não tem Ok cães também
00:25:48
podem ter principalmente com
00:25:51
lixo e eles variam conforme o
00:25:53
comprimento espessura e a criatividade
00:25:55
do paciente de comer linhas então pode
00:25:57
ser linha de costura é linha de pipa
00:26:00
cabelo lixo fitilho pode ser qualquer
00:26:03
coisa último corpo estranho que eu que
00:26:05
eu vir feitio de presente por exemplo
00:26:08
então Varia muito conforme o tipo de
00:26:10
corpo estranho até onde ele vai então
00:26:12
uma linha curta vai até o estômago uma
00:26:15
linha comprida pode ir da base da língua
00:26:17
até o final até o reto
00:26:19
eh Lembrando que nós devemos instruir o
00:26:22
tutor a quando achar esse tipo de corpo
00:26:25
estranho linear saindo pelo reto a não
00:26:27
puxar né
00:26:29
e nós devemos sempre estar atentos ao
00:26:31
exame físico
00:26:32
eh para verificar a base da língua dos
00:26:35
gatos para verificar se tem linha
00:26:38
ancorada e aqui parasitos podem
00:26:40
mimetizar a condição por mais que não
00:26:42
seja tão idêntico é um dado de
00:26:44
literatura né então o toxocara que eu
00:26:46
mostrei para vocês em estômago pode
00:26:48
mimetizar um corpo estranho linear A
00:26:50
diferença é que o toxocara ele pode se
00:26:52
mexer durante a avaliação né muitas
00:26:54
vezes ele se mexe ele é mais gordinho
00:26:56
geralmente que uma linha que vai causar
00:26:58
um corpo estranho linear e ele também
00:27:00
não vai ter um comprimento muito
00:27:03
grande quando nós temos uma uma um
00:27:06
segmento né durante a cirurgia Nós
00:27:09
abrimos o paciente para verificar nós
00:27:11
vemos isso daqui parece um blusão de
00:27:13
frio de capus quando a gente puxa o
00:27:15
cordão e fica tudo psado então nós não
00:27:18
temos aquela alça Lisa nós temos a alça
00:27:20
né fazendo esse zigue-zague que nós
00:27:22
chamamos de pamento ou padura que no
00:27:26
exame de ultrassom com disco com isso
00:27:28
aqui nós não temos aquela alça Lisa
00:27:32
eh às vezes às vezes até difícil de
00:27:35
medir ou entender o que está acontecendo
00:27:37
muitas vezes esse corpo estranho é muito
00:27:39
fino uma linha muito fina às vezes é até
00:27:42
difícil de achar a linha em toda a sua
00:27:44
continuidade às vezes durante aquele
00:27:46
movimento de leque né de varredura nós
00:27:48
vemos só alguns pedaços mas que já é né
00:27:51
o bastante para a gente falar de corpo
00:27:53
estranho linear associando o histórico
00:27:56
de paciente que come coisas com os
00:27:59
sintomas que ele os sinais clínicos né
00:28:01
que ele apresenta e a imagem
00:28:05
ultrassonográfica Aqui nós temos uma
00:28:07
imagem demonstrando essa alteração
00:28:10
né temos um vídeo onde nós temos o
00:28:16
intestino no início com um pouco de
00:28:18
líquido né essa imagem era da Dra
00:28:21
Carolina do complexo complexo
00:28:23
veterinário da unu ela me cedeu esse ano
00:28:25
como é um vídeo muito didático né Muito
00:28:27
mais fácil de entender em movimento
00:28:31
então novamente nós temos aqui conteúdo
00:28:35
líquido a alça com o formato ficando
00:28:37
esquisito ó e a gente vê essa linha
00:28:39
branca aqui
00:28:41
ó fazendo corpo estranho linear
00:28:44
provavelmente não era um corpo estranho
00:28:46
linear de muito tempo porque ainda nós
00:28:47
não temos aquele aquele aspecto igual a
00:28:50
imagem de baixo bem Pado mas nós temos a
00:28:53
linha passando por todo o segmento e as
00:28:55
alças começando a ficar com esse aspecto
00:28:57
do do desenho de de baixo em 3D então
00:28:59
ela vai fazendo o PR altismo em cima da
00:29:02
linha e vai entrando eh
00:29:05
eh a linha vai entrando né muitas vezes
00:29:08
na mucosa a alça vai ficando pissada e
00:29:10
não tem como Aquela alça funcionar
00:29:12
direito né tipo de jeito correto muitas
00:29:15
vezes essa linha ela entra na mucosa e
00:29:17
em casos mais graves ela pode fazer o
00:29:19
extravazamento do conteúdo do Lumen para
00:29:21
fora né fazendo uma descontinuidade na
00:29:24
alça é um prognóstico bem pior do que se
00:29:27
ela fica assim Simpe lá dentro então
00:29:29
quanto pior e quanto pior prognóstico né
00:29:32
que a gente fala né quer dizer menor
00:29:34
sobrevida do paciente então Aqueles
00:29:36
gatos cães que estão com corpo estranho
00:29:38
linear Há dias então tem um prognóstico
00:29:41
muito pior do que aquele que o tutor viu
00:29:43
comer a linha viu o animal engolir já
00:29:45
foi pra clínica veterinária
00:29:49
resolver novamente a imagem né mostrando
00:29:54
aqui um corpo estranho linear passando
00:29:56
pelo segmento de
00:30:03
intestino Nós também temos gente
00:30:05
obstrução intestinal de causa mecânica
00:30:07
quando há o impedimento fixo desculpa
00:30:10
físico do fluxo intestinal então Alguma
00:30:13
coisa Alguma estrutura dentro do lume
00:30:16
Aqui nós temos a mesmo sinal que nós
00:30:18
temos no estômago né que é peristaltismo
00:30:20
aumentado próximo do impedimento em
00:30:22
casos Agudos porém em casos crônicos nós
00:30:25
temos exaustão intestinal e redução do
00:30:28
autismo então depois de muito tempo
00:30:29
aumentando o peristaltismo tentando
00:30:31
evoluir aquela estrutura o intestino
00:30:34
para de fazer o movimento nós ficamos em
00:30:36
hipomotilidade ou nós temos até casos de
00:30:40
simplesmente não ter motilidade e a
00:30:42
dilatação das alças também vai ser
00:30:44
desigual que é diferente do estômago né
00:30:46
Nós estamos falando de um tubo bem
00:30:47
Comprido então a dilatação da áa vai ser
00:30:50
sempre cranial ao corpo estranho Então
00:30:53
vamos combinar por exemplo que se eu
00:30:55
tiver o corpo estranho em jejuno a
00:30:57
dilatação vai ser cranial ao corpo
00:31:00
estranho então o duodeno e estômago faz
00:31:03
sentido para vocês não vai ter dilatação
00:31:06
depois do corpo estranho jejun no Ilo
00:31:08
Colon porque o conteúdo que o paciente
00:31:10
engole que é produzido que o paciente
00:31:13
bebeu água comeu vai ficar antes da
00:31:16
obstrução ele a obstrução estará lá
00:31:18
parando o fluxo e não vai passar pro
00:31:20
final do intestino então dilatação vai
00:31:22
ser sempre em direção da boca do
00:31:25
paciente Aqui nós temos divers essas
00:31:28
causas né então granuloma dentro da alça
00:31:30
intuscepção que nós falaremos mais paraa
00:31:33
frente estenose corpo estranho de grande
00:31:36
dimensão obstruindo totalmente caroço de
00:31:38
manga faz muito isso daqui abcesso
00:31:41
ruptura mesentérica neoplasia
00:31:43
estrangulamento devido a herniação então
00:31:45
herne innal herne umbilical perineal e
00:31:48
machos né muito comum lembrando que em
00:31:50
fêmeas a innal mais comum Eh toda vez
00:31:53
que tiver um impedimento físico na
00:31:55
obstrução intestinal nós temos estes
00:31:58
sinais aqui
00:31:59
descritos então
00:32:03
Eh grande parte né Nós temos conteúdo
00:32:07
líquido ou conteúdo
00:32:09
alimentar fazendo né a sua o seu
00:32:13
acúmulo então nós temos também o corpo
00:32:15
estranho aqui e o jejuno então muitas
00:32:19
vezes a gente vê
00:32:20
o
00:32:22
eh o líquido né antes e depois por
00:32:27
inflamação mas o acúmulo Evidente mesmo
00:32:29
é cranial e temos aqui a estrutura
00:32:32
fazendo a superfície hiperecogênica o
00:32:35
sombreamento então o intestino pode
00:32:37
inflamar depois mas o acúmulo mesmo é
00:32:39
sempre cranial onde nós temos a porção
00:32:42
mais próxima da boca do
00:32:48
paciente e aqui uma imagem né de como um
00:32:51
vídeo de como que fica o peristaltismo
00:32:52
neste caso né o intestino tenta fazer a
00:32:55
expulsão de qualquer jeito desse objeto
00:32:58
fazendo esse movimento de de
00:33:02
ir e voltar aqui neste caso ela tinha um
00:33:06
corpo estranho alguns centímetros pra
00:33:07
frente e o intestino tentava fazer a
00:33:10
expulsão e não adiantava de jeito nenhum
00:33:13
chegou aí para sirurgia e era um caroço
00:33:15
de de fruta associado com cabelo e
00:33:17
vários outros corpos estranhos então o
00:33:21
intestino força mesmo todo o conteúdo da
00:33:23
dilatação tentando fazer esse corpo
00:33:26
estranho progredir e esse essa obstrução
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simplesmente Deixar de existir mas nem
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sempre é uma coisa que acontece que dá
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certo e aí depois de muito tempo fazendo
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né este movimento essa esse aento Hi
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peristaltismo uma hora ele vai exaurir e
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é vai ter uma hipomotilidade naquela
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região então a sorte do TR sonografista
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para ter uma dica eh de onde está o
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corpo estranho depende né se é Agudo ou
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crônico se é Agudo nós temos esse sinal
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que ajuda bastante a gente achar o ponto
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de obstrução a gente simplesmente vai
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seguindo senão a gente vai vendo o
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segmento dilatado vai olhando cada
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segmento de alça até encontrar lembrando
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gente que o gás ele atrapalha bastante
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na avaliação então notem aqui que nós
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temos o conteúdo com líquido com
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bastante celularidade e quando o gás
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passa ó aqui embaixo a gente tem
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reverberação e sombreamento então a
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gente não vê o que está embaixo se esse
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corpo estranho Está circundado de muito
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gás por azar do teografia
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esse corpo estranho não será visto isso
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é mais comum em estômago mas pode
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acontecer em intestino