10 Aparelho gastrointestinal (Parte 2)

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https://www.youtube.com/watch?v=6MhDngU84eU

Resumen

TLDRThis video elaborates on alterations in the gastrointestinal tract, focusing on conditions such as gastritis, enteritis, gastric ulcers, and the presence of foreign bodies. The speaker explains that gastritis is characterized by thickness in the gastric wall without losing the stratification of the layers. Specific cases such as uremic gastritis and complications involving ulcers are discussed, stressing that the definitive evaluation is done through endoscopy rather than ultrasound. Furthermore, the speaker notes that foreign bodies, particularly linear ones in cats, can cause significant issues and require careful assessment through imaging techniques. The importance of understanding the anatomy and recognizing the signs of chronicity versus acuity in gastrointestinal issues is highlighted throughout the video.

Para llevar

  • 🩺 Understanding gastrointestinal conditions is crucial for diagnosis.
  • 📊 Ultrasound imaging helps identify wall thickening in gastritis.
  • 🔍 The endoscopy is the gold standard for diagnosing ulcers.
  • 🚨 Linear foreign bodies can lead to severe obstruction in cats.
  • 📈 IBD is common in cats and requires thorough examination.
  • 📉 Increased peristalsis is a sign of obstruction.
  • 🤒 Vomiting may signal issues stemming from the esophagus or stomach.
  • 📋 Patient history is essential for accurate diagnosis.
  • 🧪 Gastric ulcers can arise from various factors including infections.
  • 🐾 Always assess the entire gastrointestinal tract systematically.

Cronología

  • 00:00:00 - 00:05:00

    The video begins by discussing gastrointestinal alterations, focusing on gastritis and enteritis, characterized by localized or diffuse thickening of the organ walls. The speaker explains the different layers of the stomach and intestines and emphasizes that even in cases of severe gastritis, the layer stratification remains preserved.

  • 00:05:00 - 00:10:00

    The discussion includes specific cases like uremic gastritis, where the gastric folds become thickened due to renal disease, and the limitations of ultrasound in detecting ulcers. The presentation highlights that while hematemesis can occur, the source of bleeding might not always be identifiable through ultrasound alone.

  • 00:10:00 - 00:15:00

    Further, the speaker explains the differences between acute and chronic issues in the gastrointestinal tract, emphasizing that deeper layers indicate chronic conditions. The speaker outlines how an intestinal loop's appearance changes in response to aggression, including chronic inflammation and its consequences.

  • 00:15:00 - 00:20:00

    The video elaborates on inflammatory bowel disease, especially in cats, describing how the muscular layer appears thickened and the presence of enlarged lymph nodes. The diagnostics of endoscopy are highlighted, along with the surgical need for biopsies of deeper layers not accessible through endoscopic methods.

  • 00:20:00 - 00:25:00

    The presentation touches on the complications of gastric foreign bodies, describing various forms they may take, and emphasizes the importance of recognizing signs through imaging. Ultrasound and radiographic assessments work in tandem to diagnose potential obstructions or the presence of foreign bodies in the gastrointestinal tract.

  • 00:25:00 - 00:34:45

    Lastly, the speaker warns of the consequence of gut obstruction, explaining the dynamics of peristalsis and the importance of careful monitoring of the patient. Signs of intestinal obstruction and strategies for diagnosing issues are discussed thoroughly, emphasizing the need for comprehensive imaging to determine the cause and extent of obstructions accurately.

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Vídeo de preguntas y respuestas

  • What are the main gastrointestinal alterations discussed in the video?

    The video discusses gastritis, enteritis, gastric ulcers, foreign bodies in the gastrointestinal tract, and inflammatory bowel disease.

  • How does gastritis manifest in ultrasound images?

    Gastritis appears as thickening of the gastric wall, often with preserved layer stratification.

  • What is the gold standard for evaluating gastric and intestinal ulcers?

    The gold standard for evaluating gastric and intestinal ulcers is endoscopy.

  • What is the significance of recognizing linear foreign bodies in the gastrointestinal tract?

    Linear foreign bodies can cause severe gastrointestinal obstruction and require immediate medical attention.

  • How is inflammatory bowel disease (IBD) diagnosed in cats?

    IBD is diagnosed through imaging which shows thickened muscular layers, along with clinical signs and laboratory tests.

  • What role does ultrasound play in assessing gastrointestinal issues?

    Ultrasound helps visualize the layers of the gastrointestinal tract, thickening, and the presence of foreign bodies or abnormalities.

  • What are potential causes of gastric ulcers?

    Gastric ulcers can result from infections, food allergies, or other underlying conditions.

  • How do intestinal foreign bodies affect peristalsis?

    Intestinal foreign bodies can lead to increased peristalsis initially, followed by eventual exhaustion of motility.

  • What should be observed in the presence of fluid in the abdominal cavity?

    Fluid accumulation may indicate inflammation, infection, or perforation associated with foreign bodies.

  • Why is it essential to consider the patient's history when evaluating for foreign bodies?

    The patient's history provides context for symptoms and can help differentiate between benign and critical conditions.

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    aqui pessoal vamos começar a falar
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    a conteúdo em si né as alterações em
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    trato gastrointestinal começando com o
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    clássico que é gastrite e enterite que
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    basicamente é espessamento focal ou
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    difuso da parede então numa região
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    específica do estômago por exemplo
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    antrop Loro ou fundo gástrico ou região
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    específica do intestino por exemplo do
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    oden ou Ílio ou difuso né nesse órgão
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    inteiro aqui gente é o espeço focal ou
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    difuso com a estratificação das camadas
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    preservada então lembra a estratificação
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    de camadas que de dentro para fora é
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    mucosa submucosa muscular e cerosa ela
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    sempre estará presente o máximo que pode
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    acontecer é que em casos graves essa
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    estratificação pode ser menos visível
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    então menos visível porém continua lá
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    então A gastrite era um espessamento da
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    parede e em livros de nós temos sempre
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    tabelas mostrando de 1 a 5 Kg a parede
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    deve medir x na gastrite nós temos um
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    aumento dessa parede basicamente é isso
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    vou falar aqui para vocês rapidamente
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    sobre casos específicos por exemplo da
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    gastrite urêmica que é quando as pregas
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    e as dobras ruga se apresentam espessas
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    e podem mineralizar acontece em cães com
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    doença renal então aqui por exemplo
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    nesta imagem de livro nós temos a porção
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    ventral da parede do do estômago né que
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    essa região e aqui dentro nós temos o
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    Lumen que é onde fica o alimento você
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    notem que nós temos aqui uma parede
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    totalmente enrugada então a gente vê as
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    dobras as dobras né que essa região de
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    dobra e as pregas onde nós temos essas
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    setas brancas apontando essa região
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    hiperecogênica mais clara são regiões
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    mineralizado então isso aqui é muito
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    comum em gastrite urêmica também pode
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    acontecer ulceração a ú pessoal ela não
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    é algo tão fácil de ver no ultrassom é
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    uma limitação desta técnica porque a
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    úlcera basicamente ela uma
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    descontinuidade na parede do estômago ou
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    intestino então aqui por exemplo nós
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    temos a camada mucosa aqui então ela
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    começa por aqui vai andando andando
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    andando terminou uma úlcera é onde tem
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    essa seta Aqui nós temos o gás no meio e
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    uma úlcera a parede termina aqui e volta
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    aqui então é como se fosse um liter
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    falando de jeito bem popular um teco
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    faltando na parede do estômago e nós
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    temos aqui o preenchimento com gás no
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    estômago nós nem sempre vemos isso no
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    intestino nós nem sempre vemos isso o
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    padrão ouro para avar avaliar a úlcera
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    gástrica intestinal é a endoscopia outra
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    coisa gente quando nós temos hematêmese
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    nem sempre esse sangue vem do estômago
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    às vezes ele vem do esôfago é então às
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    vezes a avaliação por mais bem feita que
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    ela seja não é o suficiente para fechar
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    o quadro Lembrando que no ultrassom
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    abdominal nós vemos bem a região de
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    cárdia e o comecinho do o final na
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    verdade né do esôfago que fica no
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    abdômen então às vezes nós temos
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    neoformação naquela região e é a fonte
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    da eh do sangramento na na Emes do nosso
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    paciente aqui é uma imagem de uma
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    macroscopia né de úlcera gástrica no
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    estômago do cão mostrando a mucosa essa
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    parte pálida aqui com o as Profundas
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    associadas à hemorragia então Imaginem
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    parece que eu tirei um pedaço daqui
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    então Imaginem o sangramento que se
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    provoca num paciente vivo Então essa
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    descontinuidade na parede é o que nós
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    vemos nesta imagem porém no ultrassom
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    Nem sempre é possível visualizar
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    identificar o padrão ouro é
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    endoscopia então a causa muitas vezes
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    também não é esclarecida pode ser uma
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    infecção pode ser alergia alimentar
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    muito comum noos nossos pacientes ent ia
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    com perda de proteínas alteração
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    parasitária principalmente em filhotes
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    Então essa região há uma uma região de
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    descontinuidade isso aqui é imagem de
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    livro nem sempre nós conseguimos ver mas
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    muitas vezes é e aqui embaixo uma parede
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    com um Evidente espessamento aqui é eh
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    não não identifiquei para vocês qual
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    segmento de intestino é se é duodeno se
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    é jejuno mas
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    0,82 cm para qualquer porte de animal
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    qualquer local é um espessamento
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    importante duodeno a gente hoje em dia
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    considera até 0,5 cm isso aqui é um
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    espessamento de parede e na interit a
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    gente pode ter espessamento apenas da
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    camada muscular em casos crônicos é uma
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    camada mais profunda então vocês
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    concordam que essa camada a mucosa ela
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    tem contato com o Lumen Então ela é a
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    primeira ser agredida em caso de
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    alteração luminal a camada desculpa
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    muscular ela fica mais
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    profunda então toda vez que nós temos
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    uma afecção camada muscular Nós pensamos
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    em casos
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    crônicos então aqui eh deixei para falar
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    nessa imagem né qual que é divisão então
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    lembrando essa camada externa branca é
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    acerosa a muscular essa camada interna
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    preta a anecogênico
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    ogênero
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    e a mucosa aqui em contato com o Lumen
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    então toda vez que nós temos um uma
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    alteração em mucosa a alteração tende a
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    ser aguda e quanto mais profundo nessas
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    nesses nessa estratificação que nós
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    temos tende a ser crônica nessa duas
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    duas imagens também são de livro do
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    nyland nós vemos o intestino e Delgado
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    corrugado que que é isso é aquela alça
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    que fica com padrão irregular ela está
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    reagindo a uma agressão ela fica
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    contraída então Aqui nós temos eh uma
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    alça de intestino de intestino delgado
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    né de duodeno inflamada secundariamente
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    é uma maturação do pâncreas que está
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    contornado né aqui onde eu estou
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    passando o cursor isso aqui é um
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    pâncreas inflamado eh nós temos
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    peritonite também então os planos
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    gordurosos profundos hiperecogênicos
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    indicando inflamação então muitas vezes
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    gente eh a a o ateração em alça pode ter
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    apresentações diferentes então pode ser
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    simplesmente o espessamento ou o
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    conteúdo é líquido dentro indicando
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    inflamação se o paciente não acabou de
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    beber água geralmente a gente pensa em
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    inflamação né ou então a alça fica
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    corrugada a gente também olha ao redor
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    para ver se o pâncreas está inflamando
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    do odena e não o contrário Então é uma
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    avaliação bem delicada tem que percorrer
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    todo trato gastrointestinal cada
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    segmento então o estômago inteiro com
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    calma todo se segmento então do do Cardo
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    até o piloro depois duodeno fazendo todo
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    o trajeto que ele faz chegando a jejuno
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    e olhando segmento por segmento com
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    calma procurando sinais de inflamação
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    infecção ou corpo estranho que possa
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    causar essa
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    infamação então aqui lembrando né como
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    que seria uma alça intestinal normal ela
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    é reta ó olha totalmente retilínea e
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    aqui nós vemos né essa irregularidade
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    esse essa alça corrugada comportando
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    líquido dentro indicando pra gente
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    inflamação e nós não podemos deixar de
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    falar da doença inflamatória intestinal
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    que é muito comum em gatos né população
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    de gatos é cada dia maior então nós
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    temos uma quantidade enorme de pacientes
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    felinos a doença inflamatória intestinal
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    é uma doença inflamatória que persiste
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    por meses então nós temos a camada
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    muscular bem Evidente né que seria essa
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    camada aqui fininha ó muscular Aqui nós
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    temos ela bem grossa tem alunos que
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    parecem falam que parecem vários churros
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    então fica bem destacado essa camada
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    aqui muscular indicando uma inflamação
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    crônica nós vemos linfonodos aumentados
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    também lembrando gente que antigamente
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    falava-se que o linfonodo normal não era
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    visto hoje em dia nós sabemos que alguns
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    linfonodos nós vemos sim em condições
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    normais e vemos principalmente se eles
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    estão aumentados em dimensão ou com
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    outras alterações que indicam que ele
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    esteja reagindo a algo por exemplo
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    alteração em ecogenicidade né reduzindo
  • 00:08:18
    ecogenicidade ou até em ecotextura
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    sugerindo algo mais
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    importante hum voltando lembrando gente
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    que eu falo para vocês que a endoscopia
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    é o a chave né geralmente paraas algumas
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    alterações intestinais e gástricas porém
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    lembrem-se que o endoscópio ele vai
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    passar por essa parte luminal da alça
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    então ele terá acesso a retirar amostras
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    aqui em contato com o Lumen amostras da
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    muscular nós já falamos em em uma
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    procedimento de biópsia eh cirúrgico
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    mesmo porque o endoscópio não consegue
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    passar pela mucosa e pegar um um um
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    segmento dessa região né então aqui por
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    exemplo é o traço da mucosa né Desculpa
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    do lumem com a mucosa submucosa a
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    muscular está aqui então o endoscópio
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    que estaria nessa camada não conseguiria
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    chegar nesta para pegar uma amostra
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    então é procedimento cirúrgico mesmo
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    para fazer o histopatológico
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    depois corpo estranho gástrico também é
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    um campeão de pedidos de ultrassom de
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    ultrassom e a aparência ela vai depender
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    das propriedades físicas do material
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    então não tem como eu mostrar para vocês
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    todas as possibilidades de aparência de
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    corpo estranho pode ser desde uma sacola
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    daquelas bem fininhas que a gente puxa
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    um pouco e esgarça até uma pedra e
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    madeira brinquedo todas as coisas
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    possíveis nossos pacientes podem comer
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    por exemplo nessa imagem aqui que nós
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    temos uma bolinha no lumem do estômago
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    né a parede está aqui lembrando que o
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    estômago é em formato de uma bolsa né
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    que comporta o alimento durante a
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    digestão nós vemos a alimento aqui em
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    processo de digestão e essa estrutura
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    aqui com a superfície hiperecogênica né
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    isso demonstrando pra gente que é algo
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    sólido formando esse sombreamento era
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    uma bolinha de brinquedo os livros
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    mostram bastante bolinhas de brinquedo
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    como exemplo de corpo estranho gástrico
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    e intestinal aqui seria né Essa
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    superfície hiperecogênica com
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    sombreamento acústico e algumas
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    complicações podem ser vistas também por
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    exemplo fluido peritonial pnem peritônio
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    m inério racional muitas vezes indicando
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    que aquele corpo estranho pode ter
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    causado eh uma ruptura na alça ou no
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    intestino né causando esses sinais né
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    que são indicações de algo um pouco mais
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    grave quando é um achado gente a gente
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    pede para fazer acompanhamento
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    ultrassonográfico então às vezes vocês
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    podem fazer ultrassom para pesquisa de
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    metástase encontrar um pequeno corpo
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    estranho no meio da da do alimento e
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    pedir acompanhamento trog gráfico porque
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    nem sempre esse pequeno eh pequena
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    estutura que parece um corpo estranho
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    realmente é algo que o paciente engoliu
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    que não deveria estar ali às vezes é
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    simplesmente um alimento que ele não
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    mastigou direito às vezes pode acontecer
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    também do tutor ter o costume de
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    fornecer petisco no chão e esse paciente
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    comer uma pedrinha por exemplo então é
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    importante a gente ter bom senso em
  • 00:11:19
    relação a quando pedir o acompanhamento
  • 00:11:21
    tacion nográfico e quando pensar em algo
  • 00:11:24
    mais sério sempre tendo bastante
  • 00:11:26
    responsabilidade né com a vida do nosso
  • 00:11:28
    paciente e levando em conta o histórico
  • 00:11:30
    então levem em conta o histórico se o
  • 00:11:32
    tutor viu comer alguma coisa se o
  • 00:11:35
    paciente ele tem o costume caso
  • 00:11:37
    contrário Às vezes pode ser só um achado
  • 00:11:39
    aquele paciente aspirou né alguma coisa
  • 00:11:41
    muito pequena enquanto lambir chão por
  • 00:11:43
    exemplo e não é um caso cirúrgico no
  • 00:11:45
    endoscópio às vezes é tão pequeno ou é
  • 00:11:47
    uma coisa inofensiva que vai sair nas
  • 00:11:49
    fezes por
  • 00:11:52
    exemplo então aqui eh Nós também temos
  • 00:11:56
    uma uma grande limitação de técnica né
  • 00:12:00
    Assim como eu falei da úlcera
  • 00:12:02
    independente da composição do corpo
  • 00:12:03
    estranho por mais que a gente consiga
  • 00:12:05
    ver todos os corpos estranhos diferentes
  • 00:12:07
    do raio X que nós vemos os radiopatos
  • 00:12:09
    aqui a gente consegue ver os
  • 00:12:10
    radiotransparentes também eles podem ser
  • 00:12:13
    camuflados por qualquer quantidade de
  • 00:12:14
    conteúdo alimentar ou gás Diferente de
  • 00:12:18
    quando tem líquido e aí nós temos uma
  • 00:12:20
    janela acústica que possibilita que
  • 00:12:22
    aquela estrutura que está ali no meio
  • 00:12:24
    seja destacada tem um contraste entre
  • 00:12:27
    algo hiperecogênico
  • 00:12:29
    no líquido que é anecogênico
  • 00:12:32
    aqui por exemplo nós temos a imagem de
  • 00:12:35
    um parasito no estômago então todas
  • 00:12:38
    essas estruturas eh filamentosas se
  • 00:12:41
    mexendo são parasitos são toxocara era
  • 00:12:44
    um paciente filhote né aqui é a parede
  • 00:12:47
    do estômago está repleto de líquido né
  • 00:12:50
    esse conteúdo anecogênico tem alça
  • 00:12:52
    dilatada com conteúdo anecogênico também
  • 00:12:53
    ele tinha um processo obstrutivo por
  • 00:12:55
    esses parasitos E essas estruturas
  • 00:12:58
    fininhas se mexendo são os parasitos que
  • 00:13:00
    estavam no estômago deles toxocara
  • 00:13:03
    estava defecando eh vomitando toxocara
  • 00:13:06
    antes e depois do exame
  • 00:13:07
    ultrassonográfico só foi possível ver
  • 00:13:10
    porque ao redor tem conteúdo líquido
  • 00:13:12
    fazendo janela acústica fazendo um
  • 00:13:14
    contraste do conteúdo
  • 00:13:16
    eh quando nós temos o corpo estranho
  • 00:13:19
    também associado com obstrução nós temos
  • 00:13:22
    uma um sinal indicativo muito forte que
  • 00:13:24
    é um aumento do peristaltismo do
  • 00:13:26
    estômago sem progressão ou com
  • 00:13:28
    progressão mínima do conteúdo para o
  • 00:13:30
    duodeno Então o que acontece e esse
  • 00:13:33
    estômago se ele percebe que tem algo
  • 00:13:35
    muito diferente ali dentro que não
  • 00:13:36
    deveria estar ele vai contrair tentando
  • 00:13:38
    expulsar de qualquer jeito possível
  • 00:13:41
    muitas vezes ele ele tenta fazer isso e
  • 00:13:43
    induz o vômito né então eu mostrei aqui
  • 00:13:45
    essa imagem de líquido em estômago
  • 00:13:47
    paciente tinha uma gastropatia
  • 00:13:49
    importante mas muitas vezes a gente não
  • 00:13:51
    vê esse líquido aqui acumulando igual no
  • 00:13:53
    intestino na porção distal porque está
  • 00:13:55
    muito perto do esôfago e o paciente faz
  • 00:13:58
    êmese mas geralmente esse conteúdo
  • 00:14:00
    líquido em processo obstrutivo por
  • 00:14:02
    exemplo que seria o caso desse paciente
  • 00:14:05
    ele vai ficar parado aí até o paciente
  • 00:14:07
    vomitar ou ele vai progredir bem devagar
  • 00:14:10
    Então é necessário bastante calma para
  • 00:14:12
    olhar o estômago para olhar o intestino
  • 00:14:14
    com bastante detalhamento para definir
  • 00:14:16
    como que está a progressão deste
  • 00:14:26
    conteúdo outra imagem né né mostrando
  • 00:14:30
    conteúdo uma bolinha fazendo eh um corpo
  • 00:14:33
    estranho gástrico mesma imagem que eu
  • 00:14:36
    mostrei para vocês né
  • 00:14:38
    Eh nesse caso por exemplo o paciente não
  • 00:14:40
    tinha sinais clínicos era um um objeto
  • 00:14:44
    esférico né compatível com uma bolinha
  • 00:14:46
    eh e nesse outro cão aqui nós também
  • 00:14:49
    temos uma imagem bem semelhante que eu
  • 00:14:52
    que eu mostrei para vocês no primeiro
  • 00:14:53
    slide fazendo o sombreamento então
  • 00:14:55
    muitas vezes a gente qu ver sinal
  • 00:14:57
    Clínico ou não então a gente tem que
  • 00:14:59
    conversar bastante com o tutor e avaliar
  • 00:15:01
    muito bem Aquele estômago é o RX é um
  • 00:15:04
    grande aliado para ver a dilatação do
  • 00:15:06
    estômago para ver como como as alças
  • 00:15:08
    estão em relação também a o processo
  • 00:15:12
    obstrutivo né se tem retificação sinal
  • 00:15:14
    de Cascalho então o raio x associado ao
  • 00:15:16
    ultrassom é um grande amigo Nessas horas
  • 00:15:18
    e o acompanhamento ultrassonográfico se
  • 00:15:21
    o paciente está bem se ele não está num
  • 00:15:23
    num quadro em que precisa ser ter uma
  • 00:15:26
    resolução imediata né paciente que não
  • 00:15:28
    está estável então se ele está estável
  • 00:15:31
    ok nós conseguimos acompanhar antes de
  • 00:15:34
    tomar uma atitude Caso contrário é
  • 00:15:37
    endoscopia ou cirurgia se o paciente tá
  • 00:15:39
    instável os sinais relacionados a este
  • 00:15:41
    corpo
  • 00:15:43
    estranho bolinha e Bolinha mesma coisa
  • 00:15:46
    nos livros tem bastante exemplo disso
  • 00:15:50
    eh lembrando também pessoal que eu falei
  • 00:15:53
    do janelamento acústico mostrei aquele
  • 00:15:55
    vídeo do dos parasitos Nós também
  • 00:15:57
    conseguimos fazer um atque do corpo
  • 00:15:59
    estranho fazendo o paciente ingerir se
  • 00:16:02
    ele não está com eh sinal ativo de
  • 00:16:04
    obstrução não está vomitando sem parar
  • 00:16:07
    eh fazendo o paciente ingerir conteúdo
  • 00:16:09
    pastoso e homogêneo por exemplo recovery
  • 00:16:12
    AD tem outras marcas também eh muitas
  • 00:16:15
    vezes o paciente se ele permite que eh a
  • 00:16:18
    se é um paciente tranquilo le come no
  • 00:16:21
    ambiente hospitalar se nós fornecermos
  • 00:16:23
    água nós conseguimos fazer um gelamento
  • 00:16:25
    acústico na hora mas se ele não aceita
  • 00:16:27
    água e aceita conteúdo do pastoso Nós
  • 00:16:30
    também conseguimos fazer esse destaque
  • 00:16:32
    Então aqui tem um corpo
  • 00:16:34
    estranho fazendo esse sombreamento
  • 00:16:36
    acústico e ele está bem visível graças
  • 00:16:40
    ao conteúdo homogêneo que tem ao redor
  • 00:16:41
    dele isso aqui era comida pastosa
  • 00:16:44
    oferecida por paciente antes justamente
  • 00:16:46
    para tentar fazer com que esse corpo
  • 00:16:48
    estranho ficasse em
  • 00:16:50
    evidência era uma bolinha também
  • 00:16:53
    daquelas bolinhas de de brinquedo de R 1
  • 00:16:56
    sabe de máquina que pinga bastante eles
  • 00:16:59
    também comem bastante dessa bolinha não
  • 00:17:00
    só bolinha maior de
  • 00:17:05
    borracha aqui uma imagem de dilatação e
  • 00:17:08
    obstrução pilórica de causa mecânica
  • 00:17:10
    Então essas bolinhas principalmente né
  • 00:17:12
    vou dar o exemplo da bolinha igual
  • 00:17:14
    mostrei até agora eh o piloro tem um
  • 00:17:17
    formato perfeito né de funil onde elas
  • 00:17:19
    encaixam e ficam fazendo o processo
  • 00:17:21
    obstrutivo então quando isso acontece
  • 00:17:24
    Vai juntando o fluido no estômago
  • 00:17:25
    paciente geralmente vomita bastante e e
  • 00:17:29
    geralmente não tem progressão de
  • 00:17:30
    conteúdo pro duodeno porque elas
  • 00:17:32
    encaixam muito bem então Aqui nós temos
  • 00:17:36
    né o corpo estranho esse aqui é o
  • 00:17:38
    contorno da da da bolinha fazendo o
  • 00:17:40
    sombreamento acústico bem importante nós
  • 00:17:43
    temos aqui a parede o fundo gástrico
  • 00:17:46
    aqui a bolinha aqui a região do piloro e
  • 00:17:49
    tá fazendo né Eh uma obstrução entre o
  • 00:17:51
    piloro e o duodeno impedindo que o
  • 00:17:53
    conteúdo progrida então é um corpo
  • 00:17:55
    estranho que está bem fácil de ver nem
  • 00:17:57
    sempre assim tão simples pistão didático
  • 00:18:00
    da gente encontrar
  • 00:18:02
    tá voltando só só um detalhe falei né
  • 00:18:06
    que corpo estranho ele pode ter todas as
  • 00:18:08
    apresentações possíveis mas também gente
  • 00:18:10
    é muito comum que a gente encontre um
  • 00:18:12
    corpo estranho e na hora da cirurgia ele
  • 00:18:14
    esteja associado a vários outros então
  • 00:18:16
    não é incomum que encontre uma bolinha
  • 00:18:18
    ou um conteúdo amorfo que a gente não
  • 00:18:20
    consegue identificar e na hora de abrir
  • 00:18:23
    o estômago do paciente ou fazer
  • 00:18:24
    endoscopia tem cabelo pelo do próprio
  • 00:18:27
    cachorro eh borracha com plástico com
  • 00:18:30
    fílio com ração então às vezes a gente
  • 00:18:33
    encontra uma gororoba naquela naquele
  • 00:18:35
    estômago ou intestino que a gente não
  • 00:18:37
    consegue nem identificar e dará uma
  • 00:18:39
    prévia pro o cirurgião ou o Clínico
  • 00:18:41
    sobre o que é muitas vezes geralmente
  • 00:18:44
    aquele cão que come um corpo estranho
  • 00:18:46
    que vai causar Clínica Ele já comeu
  • 00:18:48
    muitos corpos estranhos antes e muitas
  • 00:18:50
    vezes acontece deles estarem todos
  • 00:18:52
    juntos ali às vezes tutor não tem
  • 00:18:55
    conhecimento de que o cão come esses
  • 00:18:56
    corpos estranhos eles estão lá Tod
  • 00:18:59
    reunidos no estômago ou
  • 00:19:03
    intestino aqui já partindo para algo
  • 00:19:06
    mais grave né neoplasia gástrica
  • 00:19:07
    intestinal também podem ser focais ou
  • 00:19:10
    difusas nós temos o espessamento
  • 00:19:12
    irregular da parede e nós aqui falamos
  • 00:19:15
    de perda da estratificação parietal na
  • 00:19:19
    interit em gastrite eu falei que a
  • 00:19:20
    estratificação parietal está preservada
  • 00:19:22
    ou no mínimo no máximo né pouco visível
  • 00:19:25
    aqui nós temos a perda a parede inflama
  • 00:19:28
    fica espessa e Nós não sabemos mais onde
  • 00:19:30
    é mucosa onde é cerosa onde é muscular
  • 00:19:33
    nós vemos uma parede toda espessa
  • 00:19:36
    homogênea então aqui por exemplo é um
  • 00:19:39
    linfoma num cão de 16 anos a parede está
  • 00:19:42
    espessa e nós não temos a estratificação
  • 00:19:46
    normal foi perdida então nós sabemos
  • 00:19:48
    aqui provavelmente é cerosa aqui
  • 00:19:51
    provavelmente é mucosa essa parte mais
  • 00:19:53
    hiperecogênica é difícil de falar se ela
  • 00:19:56
    realmente é submucosa ela um pouco
  • 00:19:59
    espessa e irregular eh Aqui nós temos
  • 00:20:03
    provavelmente a muscular a gente não tem
  • 00:20:05
    uma certeza eh muitas vezes fica desse
  • 00:20:09
    jeito totalmente ir regular né então
  • 00:20:10
    aqui aqui mais fino aqui mais grosso Às
  • 00:20:12
    vezes aqui por exemplo eu não consigo
  • 00:20:15
    definir a mucosa em relação a essa
  • 00:20:17
    camada de cima parece a mesma coisa
  • 00:20:19
    então fica bem difícil da gente eh olhar
  • 00:20:22
    todo o comprimento da parede e falar
  • 00:20:24
    exatamente onde está o qu em cisas eu as
  • 00:20:29
    mais comuns são linfoma carcinoma
  • 00:20:30
    leiomiossarcoma e leiomioma tendo
  • 00:20:33
    atenção né para raças asiáticas que T
  • 00:20:36
    predisposição ne plasia gástrica em
  • 00:20:39
    gatos linfoma adenocarcinoma e
  • 00:20:41
    mastocitoma mas principalmente
  • 00:20:45
    linfoma muitas vezes se apresenta como
  • 00:20:47
    uma ne formação Redonda em região de
  • 00:20:50
    Lumen então Aqui nós temos a parede
  • 00:20:53
    indicada por essas duas setas parede
  • 00:20:55
    seguindo normalmente e nós temos do nada
  • 00:20:59
    né uma estrutura ovalada bem grande
  • 00:21:02
    larga
  • 00:21:04
    eh bem com aparência como se fosse
  • 00:21:08
    densa Aqui nós temos o dopler tentando
  • 00:21:11
    ver se tem vascularização né verificar
  • 00:21:13
    se Quanto é vascularizado eh
  • 00:21:16
    essa essa neoformação e nós vemos alguns
  • 00:21:20
    pontinhos então isso indica que ela é
  • 00:21:21
    pouco
  • 00:21:22
    vascularizada quando nós temos gente
  • 00:21:24
    essas imagens de ultrassom Ah é pouco
  • 00:21:26
    vascularizada ah não vascularizada ao
  • 00:21:29
    dopler não quer dizer pessoal que na
  • 00:21:31
    hora de abrir não sangrar Ok então o
  • 00:21:34
    dopler ele vê o fluxo de sangue nas
  • 00:21:37
    veias daquela estrutura ou órgão eh às
  • 00:21:40
    vezes nós temos um nós temos bastante
  • 00:21:42
    vascularização por capilares por
  • 00:21:44
    neoformação então Eh às vezes os
  • 00:21:47
    capilares são tão diminutos que mesmo
  • 00:21:48
    com Power dopper que é acima do color
  • 00:21:51
    dopler para detectar vasos eh pequenos e
  • 00:21:54
    com eh o fluxo mais mais lento né mais
  • 00:21:57
    devagar mesmo assim a gente não tem uma
  • 00:21:59
    imagem colorida às vezes abre vai
  • 00:22:02
    começar a manipular e sangra bastante e
  • 00:22:04
    não é erro do tonografia é porque vasos
  • 00:22:08
    muito pequenos nem o Power doer consegue
  • 00:22:10
    nos mostrar então não é porque essa ne
  • 00:22:12
    formação é pouco vascularizada ao
  • 00:22:15
    instrumento do Este software né de
  • 00:22:17
    ultrassonografia que não vai sangrar na
  • 00:22:19
    hora
  • 00:22:20
    ok e aqui mostrando né a peça depois da
  • 00:22:24
    ressecção notem que é tá tudo bem
  • 00:22:27
    epidêmico né então Então nós não temos
  • 00:22:29
    eh uma uma estrutura que que parece S
  • 00:22:34
    sido fácil de remover né Uma Peça bem
  • 00:22:36
    regular eh uma peça que conza sangrou
  • 00:22:39
    bastante durante a
  • 00:22:42
    manipulação e aqui um linfoma em gato
  • 00:22:46
    então nós temos aquela parede espessa né
  • 00:22:49
    0,66 cm de parede de estômago para gato
  • 00:22:52
    é bem grande né a gente fala geralmente
  • 00:22:55
    de menos de 0,22 ou 0,20 aqui NS não
  • 00:22:58
    temos as as camadas definidas é tudo um
  • 00:23:01
    uma parede espessa e
  • 00:23:03
    hipoecogênica mesma coisa aqui nós não
  • 00:23:06
    temos a definição e aqui mostrando lumem
  • 00:23:09
    com pouco conteúdo bem espesso bem sem
  • 00:23:13
    definição de parede e aqui nós vemos
  • 00:23:16
    linfonodos bem ovalados geralmente eles
  • 00:23:19
    são mais alongados
  • 00:23:20
    eh ão bem hipoecogênicos Ah o livro fala
  • 00:23:24
    que são linfonodos mesentéricos então a
  • 00:23:26
    gente já associa né se nós temos esse
  • 00:23:29
    padrão de espessamento de parede
  • 00:23:31
    estratificação de ossa perdida
  • 00:23:32
    linfonodos bem reacionais com aspecto
  • 00:23:35
    neoplásico nós já pensamos em linfoma
  • 00:23:37
    principalmente em
  • 00:23:40
    gatos lembrando né que essa é
  • 00:23:42
    certificação da alça nós temos sempre as
  • 00:23:45
    camadas bonitinhas uma em cima da outra
  • 00:23:48
    e aqui
  • 00:23:52
    perde-se mesma coisa aqui a gente tem
  • 00:23:55
    uma estratificação ainda mas está se
  • 00:23:58
    perdendo e aqui uma estratificação
  • 00:24:00
    totalmente perdida nós viemos uma parede
  • 00:24:03
    espessa toda hipoecogênica quase
  • 00:24:06
    anecogénica nós Não vimos nada disso
  • 00:24:09
    daqui que é a estratificação normal com
  • 00:24:11
    toda a organização que uma ala
  • 00:24:13
    intestinal ou estômago devem ter Então
  • 00:24:16
    perdeu a estratificação parietal não
  • 00:24:19
    falamos mais de gastrite Inter Nós
  • 00:24:21
    pensamos em neoplasia principalmente se
  • 00:24:24
    tem linfonodos Associados com aparência
  • 00:24:26
    neoplásica
  • 00:24:33
    passando para outro caso né que também é
  • 00:24:35
    tão é importante quanto os anteriores
  • 00:24:38
    eh é bem comum em uma população de gato
  • 00:24:41
    que é o corpo estranho linear que é
  • 00:24:44
    caracterizada pela presença de estrutura
  • 00:24:46
    linear e hiperecogênica em Lumen então
  • 00:24:49
    Branca né Clara quando nós vemos corpo
  • 00:24:52
    estran linear gente o segmento que se
  • 00:24:54
    apresenta Pado Varia muito Então depende
  • 00:24:57
    eh
  • 00:24:58
    a o pamento dele varia em grau conforme
  • 00:25:01
    a duração e a gravidade Então se o seu
  • 00:25:04
    gato engolir uma linha agora o intestino
  • 00:25:06
    vai ficar fazendo peristaltismo em cima
  • 00:25:08
    daquela linha por menos tempo do que um
  • 00:25:10
    gato que comeu uma linha há uma semana
  • 00:25:12
    atrás Ok eh muitas vezes nós podemos ver
  • 00:25:16
    também complicações Igual eu falei no
  • 00:25:18
    corpo estranho anteriormente fluido
  • 00:25:20
    peritoneal né que é líquido livre pneum
  • 00:25:23
    peritônio né gás livre no abdômen e mesa
  • 00:25:25
    inério reacional aqui também vai
  • 00:25:29
    conforme o tipo de linha então muitas
  • 00:25:30
    vezes é uma linha extremamente grossa às
  • 00:25:32
    vezes é linha de pipa com cerol em época
  • 00:25:34
    de férias gatos que tem acesso à janela
  • 00:25:37
    ou laje ou rua tem uma incidência enorme
  • 00:25:40
    de corpo Trino linear mas quando eu falo
  • 00:25:43
    de gatos eh ah corção linear não acha
  • 00:25:46
    que cães também não tem Ok cães também
  • 00:25:48
    podem ter principalmente com
  • 00:25:51
    lixo e eles variam conforme o
  • 00:25:53
    comprimento espessura e a criatividade
  • 00:25:55
    do paciente de comer linhas então pode
  • 00:25:57
    ser linha de costura é linha de pipa
  • 00:26:00
    cabelo lixo fitilho pode ser qualquer
  • 00:26:03
    coisa último corpo estranho que eu que
  • 00:26:05
    eu vir feitio de presente por exemplo
  • 00:26:08
    então Varia muito conforme o tipo de
  • 00:26:10
    corpo estranho até onde ele vai então
  • 00:26:12
    uma linha curta vai até o estômago uma
  • 00:26:15
    linha comprida pode ir da base da língua
  • 00:26:17
    até o final até o reto
  • 00:26:19
    eh Lembrando que nós devemos instruir o
  • 00:26:22
    tutor a quando achar esse tipo de corpo
  • 00:26:25
    estranho linear saindo pelo reto a não
  • 00:26:27
    puxar né
  • 00:26:29
    e nós devemos sempre estar atentos ao
  • 00:26:31
    exame físico
  • 00:26:32
    eh para verificar a base da língua dos
  • 00:26:35
    gatos para verificar se tem linha
  • 00:26:38
    ancorada e aqui parasitos podem
  • 00:26:40
    mimetizar a condição por mais que não
  • 00:26:42
    seja tão idêntico é um dado de
  • 00:26:44
    literatura né então o toxocara que eu
  • 00:26:46
    mostrei para vocês em estômago pode
  • 00:26:48
    mimetizar um corpo estranho linear A
  • 00:26:50
    diferença é que o toxocara ele pode se
  • 00:26:52
    mexer durante a avaliação né muitas
  • 00:26:54
    vezes ele se mexe ele é mais gordinho
  • 00:26:56
    geralmente que uma linha que vai causar
  • 00:26:58
    um corpo estranho linear e ele também
  • 00:27:00
    não vai ter um comprimento muito
  • 00:27:03
    grande quando nós temos uma uma um
  • 00:27:06
    segmento né durante a cirurgia Nós
  • 00:27:09
    abrimos o paciente para verificar nós
  • 00:27:11
    vemos isso daqui parece um blusão de
  • 00:27:13
    frio de capus quando a gente puxa o
  • 00:27:15
    cordão e fica tudo psado então nós não
  • 00:27:18
    temos aquela alça Lisa nós temos a alça
  • 00:27:20
    né fazendo esse zigue-zague que nós
  • 00:27:22
    chamamos de pamento ou padura que no
  • 00:27:26
    exame de ultrassom com disco com isso
  • 00:27:28
    aqui nós não temos aquela alça Lisa
  • 00:27:32
    eh às vezes às vezes até difícil de
  • 00:27:35
    medir ou entender o que está acontecendo
  • 00:27:37
    muitas vezes esse corpo estranho é muito
  • 00:27:39
    fino uma linha muito fina às vezes é até
  • 00:27:42
    difícil de achar a linha em toda a sua
  • 00:27:44
    continuidade às vezes durante aquele
  • 00:27:46
    movimento de leque né de varredura nós
  • 00:27:48
    vemos só alguns pedaços mas que já é né
  • 00:27:51
    o bastante para a gente falar de corpo
  • 00:27:53
    estranho linear associando o histórico
  • 00:27:56
    de paciente que come coisas com os
  • 00:27:59
    sintomas que ele os sinais clínicos né
  • 00:28:01
    que ele apresenta e a imagem
  • 00:28:05
    ultrassonográfica Aqui nós temos uma
  • 00:28:07
    imagem demonstrando essa alteração
  • 00:28:10
    né temos um vídeo onde nós temos o
  • 00:28:16
    intestino no início com um pouco de
  • 00:28:18
    líquido né essa imagem era da Dra
  • 00:28:21
    Carolina do complexo complexo
  • 00:28:23
    veterinário da unu ela me cedeu esse ano
  • 00:28:25
    como é um vídeo muito didático né Muito
  • 00:28:27
    mais fácil de entender em movimento
  • 00:28:31
    então novamente nós temos aqui conteúdo
  • 00:28:35
    líquido a alça com o formato ficando
  • 00:28:37
    esquisito ó e a gente vê essa linha
  • 00:28:39
    branca aqui
  • 00:28:41
    ó fazendo corpo estranho linear
  • 00:28:44
    provavelmente não era um corpo estranho
  • 00:28:46
    linear de muito tempo porque ainda nós
  • 00:28:47
    não temos aquele aquele aspecto igual a
  • 00:28:50
    imagem de baixo bem Pado mas nós temos a
  • 00:28:53
    linha passando por todo o segmento e as
  • 00:28:55
    alças começando a ficar com esse aspecto
  • 00:28:57
    do do desenho de de baixo em 3D então
  • 00:28:59
    ela vai fazendo o PR altismo em cima da
  • 00:29:02
    linha e vai entrando eh
  • 00:29:05
    eh a linha vai entrando né muitas vezes
  • 00:29:08
    na mucosa a alça vai ficando pissada e
  • 00:29:10
    não tem como Aquela alça funcionar
  • 00:29:12
    direito né tipo de jeito correto muitas
  • 00:29:15
    vezes essa linha ela entra na mucosa e
  • 00:29:17
    em casos mais graves ela pode fazer o
  • 00:29:19
    extravazamento do conteúdo do Lumen para
  • 00:29:21
    fora né fazendo uma descontinuidade na
  • 00:29:24
    alça é um prognóstico bem pior do que se
  • 00:29:27
    ela fica assim Simpe lá dentro então
  • 00:29:29
    quanto pior e quanto pior prognóstico né
  • 00:29:32
    que a gente fala né quer dizer menor
  • 00:29:34
    sobrevida do paciente então Aqueles
  • 00:29:36
    gatos cães que estão com corpo estranho
  • 00:29:38
    linear Há dias então tem um prognóstico
  • 00:29:41
    muito pior do que aquele que o tutor viu
  • 00:29:43
    comer a linha viu o animal engolir já
  • 00:29:45
    foi pra clínica veterinária
  • 00:29:49
    resolver novamente a imagem né mostrando
  • 00:29:54
    aqui um corpo estranho linear passando
  • 00:29:56
    pelo segmento de
  • 00:30:03
    intestino Nós também temos gente
  • 00:30:05
    obstrução intestinal de causa mecânica
  • 00:30:07
    quando há o impedimento fixo desculpa
  • 00:30:10
    físico do fluxo intestinal então Alguma
  • 00:30:13
    coisa Alguma estrutura dentro do lume
  • 00:30:16
    Aqui nós temos a mesmo sinal que nós
  • 00:30:18
    temos no estômago né que é peristaltismo
  • 00:30:20
    aumentado próximo do impedimento em
  • 00:30:22
    casos Agudos porém em casos crônicos nós
  • 00:30:25
    temos exaustão intestinal e redução do
  • 00:30:28
    autismo então depois de muito tempo
  • 00:30:29
    aumentando o peristaltismo tentando
  • 00:30:31
    evoluir aquela estrutura o intestino
  • 00:30:34
    para de fazer o movimento nós ficamos em
  • 00:30:36
    hipomotilidade ou nós temos até casos de
  • 00:30:40
    simplesmente não ter motilidade e a
  • 00:30:42
    dilatação das alças também vai ser
  • 00:30:44
    desigual que é diferente do estômago né
  • 00:30:46
    Nós estamos falando de um tubo bem
  • 00:30:47
    Comprido então a dilatação da áa vai ser
  • 00:30:50
    sempre cranial ao corpo estranho Então
  • 00:30:53
    vamos combinar por exemplo que se eu
  • 00:30:55
    tiver o corpo estranho em jejuno a
  • 00:30:57
    dilatação vai ser cranial ao corpo
  • 00:31:00
    estranho então o duodeno e estômago faz
  • 00:31:03
    sentido para vocês não vai ter dilatação
  • 00:31:06
    depois do corpo estranho jejun no Ilo
  • 00:31:08
    Colon porque o conteúdo que o paciente
  • 00:31:10
    engole que é produzido que o paciente
  • 00:31:13
    bebeu água comeu vai ficar antes da
  • 00:31:16
    obstrução ele a obstrução estará lá
  • 00:31:18
    parando o fluxo e não vai passar pro
  • 00:31:20
    final do intestino então dilatação vai
  • 00:31:22
    ser sempre em direção da boca do
  • 00:31:25
    paciente Aqui nós temos divers essas
  • 00:31:28
    causas né então granuloma dentro da alça
  • 00:31:30
    intuscepção que nós falaremos mais paraa
  • 00:31:33
    frente estenose corpo estranho de grande
  • 00:31:36
    dimensão obstruindo totalmente caroço de
  • 00:31:38
    manga faz muito isso daqui abcesso
  • 00:31:41
    ruptura mesentérica neoplasia
  • 00:31:43
    estrangulamento devido a herniação então
  • 00:31:45
    herne innal herne umbilical perineal e
  • 00:31:48
    machos né muito comum lembrando que em
  • 00:31:50
    fêmeas a innal mais comum Eh toda vez
  • 00:31:53
    que tiver um impedimento físico na
  • 00:31:55
    obstrução intestinal nós temos estes
  • 00:31:58
    sinais aqui
  • 00:31:59
    descritos então
  • 00:32:03
    Eh grande parte né Nós temos conteúdo
  • 00:32:07
    líquido ou conteúdo
  • 00:32:09
    alimentar fazendo né a sua o seu
  • 00:32:13
    acúmulo então nós temos também o corpo
  • 00:32:15
    estranho aqui e o jejuno então muitas
  • 00:32:19
    vezes a gente vê
  • 00:32:20
    o
  • 00:32:22
    eh o líquido né antes e depois por
  • 00:32:27
    inflamação mas o acúmulo Evidente mesmo
  • 00:32:29
    é cranial e temos aqui a estrutura
  • 00:32:32
    fazendo a superfície hiperecogênica o
  • 00:32:35
    sombreamento então o intestino pode
  • 00:32:37
    inflamar depois mas o acúmulo mesmo é
  • 00:32:39
    sempre cranial onde nós temos a porção
  • 00:32:42
    mais próxima da boca do
  • 00:32:48
    paciente e aqui uma imagem né de como um
  • 00:32:51
    vídeo de como que fica o peristaltismo
  • 00:32:52
    neste caso né o intestino tenta fazer a
  • 00:32:55
    expulsão de qualquer jeito desse objeto
  • 00:32:58
    fazendo esse movimento de de
  • 00:33:02
    ir e voltar aqui neste caso ela tinha um
  • 00:33:06
    corpo estranho alguns centímetros pra
  • 00:33:07
    frente e o intestino tentava fazer a
  • 00:33:10
    expulsão e não adiantava de jeito nenhum
  • 00:33:13
    chegou aí para sirurgia e era um caroço
  • 00:33:15
    de de fruta associado com cabelo e
  • 00:33:17
    vários outros corpos estranhos então o
  • 00:33:21
    intestino força mesmo todo o conteúdo da
  • 00:33:23
    dilatação tentando fazer esse corpo
  • 00:33:26
    estranho progredir e esse essa obstrução
  • 00:33:30
    simplesmente Deixar de existir mas nem
  • 00:33:31
    sempre é uma coisa que acontece que dá
  • 00:33:33
    certo e aí depois de muito tempo fazendo
  • 00:33:36
    né este movimento essa esse aento Hi
  • 00:33:38
    peristaltismo uma hora ele vai exaurir e
  • 00:33:41
    é vai ter uma hipomotilidade naquela
  • 00:33:45
    região então a sorte do TR sonografista
  • 00:33:48
    para ter uma dica eh de onde está o
  • 00:33:51
    corpo estranho depende né se é Agudo ou
  • 00:33:53
    crônico se é Agudo nós temos esse sinal
  • 00:33:56
    que ajuda bastante a gente achar o ponto
  • 00:33:58
    de obstrução a gente simplesmente vai
  • 00:34:00
    seguindo senão a gente vai vendo o
  • 00:34:02
    segmento dilatado vai olhando cada
  • 00:34:04
    segmento de alça até encontrar lembrando
  • 00:34:07
    gente que o gás ele atrapalha bastante
  • 00:34:10
    na avaliação então notem aqui que nós
  • 00:34:12
    temos o conteúdo com líquido com
  • 00:34:14
    bastante celularidade e quando o gás
  • 00:34:16
    passa ó aqui embaixo a gente tem
  • 00:34:19
    reverberação e sombreamento então a
  • 00:34:21
    gente não vê o que está embaixo se esse
  • 00:34:23
    corpo estranho Está circundado de muito
  • 00:34:25
    gás por azar do teografia
  • 00:34:28
    esse corpo estranho não será visto isso
  • 00:34:30
    é mais comum em estômago mas pode
  • 00:34:31
    acontecer em intestino
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