00:00:00
se você conhece essa planta aqui o nome
00:00:02
dela é ora-pro-nóbis que em latim quer
00:00:05
dizer orar e por nós Eu sinceramente não
00:00:09
pesquisei o porquê que ela tem esse nome
00:00:11
mas o Curioso a respeito da
00:00:13
ora-pro-nóbis é que Vinte por cento da
00:00:15
Constituição de sua folha é proteína
00:00:18
nisso eu equivalente aquilo que a gente
00:00:20
encontra por exemplo na carne bovina ou
00:00:23
seja se você deseja comer boas
00:00:26
quantidades de proteína e não quer se
00:00:28
alimentar de carne a ora-pro-nóbis é uma
00:00:31
excelente alternativa Eu me chamo
00:00:33
Guilherme sou professor de biologia e te
00:00:35
convido vem comigo é
00:00:41
e Chegamos em uma das aulas mais
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importantes que a gente tem dentro dessa
00:00:46
parte de bioquímica a minha sincera
00:00:49
opinião essa aula é subestimada às vezes
00:00:53
a gente passa batido simplesmente
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estudar de maneira superficial e ela é
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super mas super importante a gente vai
00:01:00
falar das proteínas hora que eu coloquei
00:01:02
aqui ó proteínas são sequências de
00:01:04
aminoácidos Unidos por ligações
00:01:05
peptídicas com função decorrente da
00:01:07
forma do formato funciona não entendi
00:01:10
direito segurem
00:01:12
a proteína tudo que funciona dentro da
00:01:14
sua célula absolutamente qualquer coisa
00:01:17
que uma célula faz vai depender de
00:01:18
proteínas sempre professora sempre acha
00:01:22
mais para produzir energia se diz que a
00:01:24
gente está de glicose Mas quem vai
00:01:25
trabalhar se a glicose para que a gente
00:01:27
tem a formação de ATP são proteínas
00:01:30
pensa em qualquer coisa que uma célula
00:01:32
possa fazer uma célula pode ser dividida
00:01:34
em duas células uma célula pode duplicar
00:01:36
o seu material genético uma célula pode
00:01:38
ser grudar a outra célula uma célula
00:01:40
pode transportar substâncias para dentro
00:01:42
para fora dela uma célula pode fazer um
00:01:44
monte de coisas diferentes uma
00:01:46
fagocitose por exemplo e tudo isso que
00:01:49
eu acabei do estar Depende de proteínas
00:01:51
as proteínas são os agentes funcionais
00:01:54
das células são elas que funcionam elas
00:01:57
que fazem a célula funcionar e o que que
00:02:00
é mais curioso muitas vezes a gente fala
00:02:02
assim ó aí meu cabelo escuro por causa
00:02:04
do meu DNA a minha genética diz que o
00:02:08
meu cabelo é Claro ou escuro pela olho é
00:02:09
Claro ou escuro que minha pele é Preta
00:02:11
ou branca gente
00:02:12
é a genética ela só tá no seu corpo para
00:02:17
desencadear produção de proteínas O que
00:02:20
faz o teu cabelo se ele escuro ontem o
00:02:22
olho se ele escuro ou Claro enfim não
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sei como é o seu olho aí o que faz o seu
00:02:27
olho ter uma tonalidade de cor são
00:02:29
proteínas que são constituídas em função
00:02:33
das informações genéticas então por
00:02:35
favor guarda isso as proteínas são tudo
00:02:37
que funciona dentro do seu corpo
00:02:38
melamina por exemplo é uma proteína
00:02:40
queratina o seu cabelo é uma proteína o
00:02:43
colágeno que tá dentro do tecido
00:02:45
conjuntivo dentro dos seus ossos o
00:02:47
colágeno é uma proteína E essas
00:02:50
proteínas são formadas com base nas suas
00:02:52
informações genéticas é por isso que a
00:02:55
genética influencia o seu corpo Porque
00:02:57
por meio das proteínas que são formadas
00:03:00
com base nas informações genéticas é que
00:03:02
nosso corpo vai funcionar Beleza agora
00:03:05
vamos voltar para aquela definição que
00:03:06
eu coloquei ali no início proteínas são
00:03:09
sequências de aminoácidos Então você vai
00:03:11
ter a Minnie
00:03:12
na sequência formando esse composto que
00:03:14
a gente onde proteína Unidos por
00:03:16
ligações peptídicas a proteína é um
00:03:19
biopolímero gente já falou disso em
00:03:21
aulas anteriores né polímeros são
00:03:24
repetições de pecinhas no caso as
00:03:26
pecinhas a gente muda em nossos e esses
00:03:29
anúncios se encaixam uns aos outros por
00:03:31
meio de ligações peptídicas Então guarda
00:03:34
isso que é importante também então ficou
00:03:36
em são as funções que uma proteína pode
00:03:38
desempenhar um monte tá gente eu
00:03:41
coloquei algumas pra vocês aqui primeiro
00:03:43
função estrutural por exemplo as
00:03:45
proteínas que formam o cinto esqueleto
00:03:46
das células na estrutura formato para
00:03:49
célula função de transporte eu coloquei
00:03:52
aqui como exemplo a hemoglobina que
00:03:54
transporta gás oxigênio dentro da sua
00:03:55
corrente sanguínea a gente não falou lá
00:03:57
de colesterol bom e ruim já o bom
00:04:00
colesterol HDL high-density lipoproteins
00:04:06
é uma proteína associada lipídios que
00:04:09
serve para transportar o colesterol
00:04:11
beleza tá
00:04:12
a função plástica plástica pessoa
00:04:15
plástico aquilo que remete ao formato né
00:04:18
quando uma pessoa faz uma cirurgia
00:04:19
plástica ela tá interferindo no formato
00:04:22
de alguma coisa do seu corpo e aí a
00:04:24
gente possa falar por exemplo do
00:04:25
colágeno que vai dar o formato por um
00:04:27
monte de coisas diferentes no nosso
00:04:28
organismo a gente pode falar dos mesmos
00:04:30
somos que são formados por fibras
00:04:32
proteínas que permite a Adesão de uma
00:04:34
célula a outra a gente pode falar dos
00:04:36
anticorpos que são proteínas de Defesa
00:04:39
do nosso corpo eu não sei se você sabe
00:04:41
mas o IgG imunoglobulina do tipo G em G
00:04:45
em g m Essas imunoglobulinas são
00:04:48
anticorpos e esses anticorpos são
00:04:51
proteínas Beleza a gente também tem
00:04:54
função hormonal regulatória então por
00:04:56
exemplo a insulina regula a taxa de
00:04:58
glicemia a quantidade de açúcar dentro
00:05:00
do seu sangue que é uma função proteica
00:05:01
também energética como uma fonte
00:05:04
alternativa imagine por exemplo que você
00:05:06
esgotou todas as fontes imediatas de
00:05:08
energia a glicose da corrente sanguínea
00:05:10
para que se apela para o glicogênio
00:05:12
O que que tá nos músculos faltou
00:05:14
glicogênio você vai apelar para gordura
00:05:17
faltou gordura você vai começar apelar
00:05:19
para as proteínas as proteínas dos
00:05:21
músculos podem servir de base energética
00:05:23
também para células em caso de
00:05:25
necessidade aí por último funções e
00:05:28
mágica acelera reações químicas O que
00:05:32
que é uma enzima é uma proteína que
00:05:34
acelera as reações químicas que faz o
00:05:37
papel de biocatalisador vocês estão lá
00:05:40
na Química né os catalisadores são
00:05:42
substâncias que vão acelerar uma reação
00:05:44
química dentro da biologia a gente
00:05:47
amarelas enzimas que inclusive ao tópico
00:05:49
da nossa próxima aula Beleza então um
00:05:51
monte de funções agora vem para cá olha
00:05:55
só
00:05:56
e eu desenhei aqui um pedaço numa
00:05:58
proteína um pedaço porque professor que
00:06:01
eu coloquei um dois três quatro cinco
00:06:03
seis aminoácidos e proteínas tem geral
00:06:06
Assim entre 50 até cinco mil aminoácidos
00:06:09
que não é uma proteína tá é um pedaço só
00:06:12
depois que ela começava mais para trás e
00:06:15
continua mais para frente as proteínas
00:06:18
muitas vezes eu quero que você anote
00:06:19
isso muitas vezes são chamados nos
00:06:22
vestibulares de polipeptídeos porque
00:06:26
polipeptídeos porque cada aminoácido que
00:06:29
você tá vendo aqui ó formando uma
00:06:31
proteína cada aminoácido se une por meio
00:06:35
das ligações peptídicas Então você vai
00:06:37
ter várias ligações peptídicas você vai
00:06:39
ter um polipeptídeo ou às vezes Cadê as
00:06:42
menores ou ligo peptídeos a gente vai
00:06:44
ver isso dentro do sistema digestório
00:06:46
porque o que que é um aminoácido
00:06:48
e aqui ó olha para o camarada aqui ó
00:06:52
aminoácido isso aqui é um assunto O
00:06:55
nosso é composto de um carbono Central
00:06:57
que é um carbono quiral fez isso não a
00:07:01
química isso né um carbono que tem
00:07:03
quatro ligantes diferentes é chamado de
00:07:05
carbono quiral aqui você tem esse
00:07:07
carbono ligado a uma cedo pro a aqui
00:07:10
você tem esse carbono de gado o
00:07:11
hidrogênio você tem esse carbono ligado
00:07:13
a um nh2 e você tem esse carbono ligaram
00:07:16
radical Então esse carbono está ligado a
00:07:18
quatro coisas diferentes ele é um
00:07:20
carbono quiral que a gente também pode
00:07:21
chamar de carbono Alfa agendar um nome
00:07:23
para ele tá o carbono Alfa essa
00:07:25
estrutura é um aminoácido mas porque
00:07:27
aminoácido Olha só desse lado aqui ó
00:07:30
você tem umas e duplo ó o h lá na
00:07:34
química orgânica se aprende que esse
00:07:36
radical é do ácido carboxílico a gente
00:07:39
já falou dele na aula anterior na aula
00:07:41
sobre o impérios Então esse radical
00:07:44
Esquece o resto cedo bloga ácido
00:07:46
carboxílico nesse lado aqui ó
00:07:48
a n h e H2 esse radical é uma menina
00:07:53
Então você tem um Amino ácido Amino
00:07:55
ácido Beleza já sabe bastante coisa
00:07:58
agora pessoa eu entendi o que que você
00:08:00
radical aqui esse radical pode ser um
00:08:03
hidrocarboneto pode ser um anel
00:08:06
aromático pode ser uma cadeia carbônica
00:08:08
com enxofre pode ser uma cadeia
00:08:11
carbônica com nitrogênio pode ser um
00:08:13
monte de coisa diferente esse radical é
00:08:15
o que vai fazer um aminoácido ser
00:08:16
diferente do outro eu representei alguns
00:08:19
a nossos por formatos eu coloquei aqui ó
00:08:21
bolinha quadrado triângulo quadrado
00:08:22
Bolinha Bolinha então Aqui nós temos o
00:08:25
nosso bolinha aqui o quadrado aqui o
00:08:27
triângulo que o quadrado de novo aqui o
00:08:28
Bolinha outro bolinha os aminoácidos tem
00:08:31
esses formatos professor não é só para
00:08:33
diferenciar para vocês depois eu vou
00:08:35
mostrar como são esses aminoácidos agora
00:08:37
o que que faz um ano nosso ser diferente
00:08:39
do outro o que faz esse bolinha ser
00:08:41
diferente do quadrado única e
00:08:43
exclusivamente o radical essa parte toda
00:08:46
aqui para cima igual em qualquer
00:08:47
aminoácido que a gente
00:08:48
e o que é que muda o radical então
00:08:51
coloquei aqui um ano acho que tem o
00:08:53
radical bolinha e um outro Nós criamos
00:08:56
radical quadradinho eles são vizinhos um
00:08:58
dos outros massa né para esse sangue
00:09:02
nossos se unirem a nós precisamos de uma
00:09:04
ligação peptídica onde vem para cá a
00:09:08
ligação peptídica nada mais é do que uma
00:09:11
síntese uma união por desidratação
00:09:16
sintetizou o nenhuma coisa na outra
00:09:18
perdeu uma molécula de água síntese por
00:09:21
desidratação como é que funciona aqui no
00:09:24
Radical ácido carboxílico você vai ter
00:09:26
uma perda do o h Então essa é uma gata
00:09:28
aí fora na forma de pagamentos aqui no
00:09:32
Radical Amino você vai ter uma perda de
00:09:34
ch na forma de andar mais organismos com
00:09:37
h mais mas não tá que formando molécula
00:09:40
de água e aí esse carbono aqui E esse
00:09:42
nitrogênio ficam desparceirados você
00:09:45
sabe que o carbono tem que fazer quatro
00:09:46
ligações sabe que nitrogênio tem que
00:09:48
fazer até
00:09:48
Oi e aí com quem eles vão fazer o cara
00:09:51
boro Liga lá com nitrogênio ligação
00:09:54
peptídica aqui você tem uma ligação
00:09:56
peptídica aqui em outra ligação outra
00:09:59
ligação peptídica outra e mais outra
00:10:01
massa tudo isso a ligação peptídica Como
00:10:05
que essa ligação peptídica se dá a
00:10:07
partir de uma síntese por desidratação
00:10:08
que eu coloquei aqui no balão para você
00:10:10
só cada ligação peptídica estabelecida
00:10:14
libera uma molécula de água Olha que
00:10:17
curioso eu tenho um dois três quatro
00:10:21
cinco seis aminoácidos na verdade
00:10:23
quantas ligações peptídicas vocês estão
00:10:26
enxergando agora
00:10:27
é uma duas três quatro cinco eram seis
00:10:32
anos nossos cinco ligações peptídicas e
00:10:36
se fossem mil aminoácidos própria seria
00:10:40
999 ligações peptídicas sempre um número
00:10:43
a menos e para cada ligação peptídica
00:10:46
que foi estabelecida liberou uma
00:10:48
molécula de água massa né Agora vamos
00:10:52
uma olhada nesses aminoácidos
00:10:55
é porque comer proteína tão importante
00:10:57
porque pessoas que têm uma dieta vegana
00:11:00
e não se cuidam que não tem instrução
00:11:02
para fazer isso porque é necessário tem
00:11:04
instrução para ter uma dieta vegana por
00:11:06
quê que há pessoas que têm uma dieta
00:11:07
vegana sem qualquer tipo de instrução
00:11:09
sem saber ponderar os seus alimentos por
00:11:11
quê que essas pessoas podem sofrer de
00:11:13
falta de nutrientes porque precisa comer
00:11:15
proteínas a gente precisa comer proteína
00:11:18
porque a gente precisa dentro do nosso
00:11:20
corpo quebrar as proteínas e pegar os
00:11:23
aminoácidos para gente formar as nossas
00:11:26
próprias proteínas então cê come por
00:11:28
exemplo ora-pro-nóbis um bife comeu você
00:11:31
vai digerir toda essa proteína vai
00:11:33
quebrar ela vai pegar os aminoácidos
00:11:36
jogar na corrente sanguínea distribuir
00:11:38
para as células aí a célula vai pegar
00:11:40
aquele aminoácidos da carne ou que veio
00:11:42
da ora-pro-nóbis ou que vem do ovo é que
00:11:44
ou que vende qualquer lugar e vai usar
00:11:45
para fazer as suas próprias proteínas
00:11:48
tenho muito cuidado achar que tipo ah eu
00:11:51
como proteína animal porque a carne e
00:11:54
ajuda as
00:11:55
e não se você pegar proteína que venha
00:11:58
do Vegetal que vendo o ovo que vende
00:12:00
qualquer outra coisa que vem de um bife
00:12:02
de soja a proteína é tudo a mesma desde
00:12:05
que ela tem os aminoácidos essenciais
00:12:06
que são os aminoácidos essenciais
00:12:08
coloquei aqui para você só existem 20
00:12:11
anos nossos diferentes que são
00:12:13
utilizados para gente fazer as nossas
00:12:15
proteínas essas cadeias todas são feitas
00:12:17
com base em 20 aminoácidos diferentes só
00:12:20
20 Professor só esses 20 a gente
00:12:22
consegue ter outros aminoácidos mas eles
00:12:25
não são utilizados para fabricação
00:12:26
proteica 20 deles são utilizados para
00:12:29
gente fazer proteínas e desses 20 que a
00:12:32
gente usa na natureza 12 você produz o
00:12:36
teu próprio corpo vai produzir
00:12:39
principalmente no órgão chamado de
00:12:40
fígado esses a gente ele não essenciais
00:12:43
e muito cuidado com esse termo que a
00:12:45
gente pensa não essencial aquilo que a
00:12:46
gente não precisa a gente precisa a
00:12:49
gente usa mas a gente mesmo produzam o
00:12:51
nosso corpo então ele não é essencial
00:12:54
dentro da sua
00:12:55
e você não precisa essencialmente
00:12:57
comê-lo porque você produz no seu
00:12:59
organismo então nós produzimos oito dos
00:13:03
aminoácidos não são essenciais o verão
00:13:05
são essenciais é porque a gente não
00:13:08
produz então esses Obrigatoriamente você
00:13:10
tem que buscar a alimentação pode ser um
00:13:12
ovo pode pode ser na carne bovina pode
00:13:14
pode ser um bicho de sódio pode pode ser
00:13:16
a ora-pro-nóbis Aonde você quiser desde
00:13:18
que você em gira de maneira suficiente
00:13:20
esses oito aminoácidos essenciais na sua
00:13:24
alimentação Ok cabe lembrar uma coisa
00:13:27
planta não come e por isso planta produz
00:13:31
todos os 20 aminoácidos as plantas para
00:13:35
sua sobrevivência com produzir todos os
00:13:37
20 aminoácidos nós produzimos 12 e
00:13:41
precisamos Obrigatoriamente comer oito
00:13:43
deles Ok massa né pra gente finalizar
00:13:47
essa parte que vai ter mais um quadro tá
00:13:49
gente aí vai falar da estrutura proteica
00:13:51
a professora Nunca entendi esse negócio
00:13:54
de estrutura para o
00:13:55
e provavelmente se você já tentou
00:13:57
estudar Isso aqui e nunca entendeu
00:13:59
estrutura proteica é porque você viu
00:14:01
esse assunto na ordem que normalmente
00:14:03
aparece nos cadernos os livros didáticos
00:14:05
a estrutura primária é a sequência de
00:14:09
aminoácidos a estrutura secundária cara
00:14:11
ver de trás para frente que faz mais
00:14:13
sentido ó aqui o desenho para você uma
00:14:16
molécula de hemoglobina a hemoglobina
00:14:19
pressão são quatro cadeias
00:14:22
polipeptídicos como se faz como se fosse
00:14:25
quatro proteínas encaixada se você tem
00:14:27
duas proteínas Alpha duas proteínas Beta
00:14:30
então um cachorro aqui em cachorro aqui
00:14:32
um cachorro aqui em cachorro aqui essas
00:14:35
quatro cadeias se encaixando formam uma
00:14:37
única proteína
00:14:39
E olha como se fosse um Megazord Beleza
00:14:42
vai encaixando encaixando encaixando
00:14:44
falar um negócio e funcional toda vez
00:14:46
que uma proteína é formada por mais de
00:14:49
uma cadeia polipeptídica a gente disse
00:14:52
que essa proteína está em Estrutura
00:14:53
quaternária todas as proteínas assumem
00:14:56
estrutura quaternária não só aquelas que
00:14:59
são formados por mais de uma cadeia
00:15:00
acoplada tem que ser uma duas três
00:15:03
quatro estrutura quaternária a sorte Se
00:15:05
tivesse três era estrutura quaternária
00:15:07
também se eu tivesse duas era estrutura
00:15:10
quaternária também Toda vez que você tem
00:15:12
mais de uma cadeia para formar uma única
00:15:14
proteína ela está estrutura quaternária
00:15:16
um exemplo bom é hemoglobina que
00:15:19
transporta gás oxigênio agora se eu
00:15:21
pegar uma cadeia só dessas eu vou ter
00:15:25
algo em estrutura terciária e o que que
00:15:28
é uma estrutura terciária de uma
00:15:29
proteína é o formato que ela tem é a
00:15:33
forma tridimensional que ela tem eu
00:15:36
gosto de pensar da seguinte maneira
00:15:38
Imagine que eu tenho uma cadeira
00:15:39
o Natal cadeira de metal sentinelas
00:15:43
escrevo a volta ao pé da mesa utilizar
00:15:46
para subir em alguma coisa mesmo uma
00:15:48
cadeira de metal aí eu pego essa cadeira
00:15:50
de metal e bota lá dentro uma fornalha a
00:15:54
1.500 graus o ferro vai começar a se
00:15:57
retorcer vai se retorcer vai se
00:16:00
desmantelar e a cadeira fica toda esse
00:16:02
trouxa aí eu tiro depois que ela resfria
00:16:05
e olha para ela eu te pergunto essa
00:16:08
cadeira vai ter a mesma função que ela
00:16:10
tinha antes de ser aquecida
00:16:12
e não é porque ela perdeu o seu formato
00:16:16
tridimensional assim mas ela tem outro
00:16:19
formato tridimensional mas aquele outro
00:16:20
formato não ajuda ela tem a função que
00:16:23
ela tinha antes então a cadeira precisa
00:16:26
exatamente daquele formato para poder
00:16:28
funcionar isso é o que a gente chama de
00:16:30
estrutura tridimensional estrutura
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terciária de uma proteína a proteína
00:16:35
preciso de um formato específico eu vou
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mostrar para vocês como que isso
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acontece por interação de aminoácidos
00:16:40
agora se eu pego um pedaço de uma
00:16:43
estrutura tridimensional que a estrutura
00:16:45
terciária e ampliou eu vou ver que esse
00:16:49
pedacinho aqui ó nada mais é do que uma
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espécie de um tubo ou às vezes uma
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sanfoninha aqui o tubo tá desenhado com
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um monte de bolinhas essas bolinhas são
00:17:00
os aminoácidos então quando a gente olha
00:17:03
a estrutura terciária da proteína a
00:17:04
gente percebe que esses tubos todos
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retorcidos aqui na verdade são espirais
00:17:09
às vezes também pode ser uma espécie de
00:17:12
uma folha
00:17:12
e todas sanfonada quando ele tá em
00:17:15
espiral a gente disse que essa estrutura
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é secundária do tipo alfa-hélice quando
00:17:21
ela tá sanfonada a gente diz que ela é
00:17:23
beta-pregueada o Renan colocou uma
00:17:26
imagem aqui para vocês né dá uma olhada
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alfa-hélice e beta-pregueada são as duas
00:17:32
estruturas secundárias que a gente tem
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forma nas proteínas agora se eu pegar em
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ampliar essa estrutura secundária para
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cá eu vou dar sequência de aminoácidos
00:17:41
que a estrutura primária quando uma
00:17:45
pessoa tem uma mutação muitas vezes ela
00:17:47
perde um aminoácido aqui ou ela inverte
00:17:51
o homem gosta do lugar ou muitas vezes
00:17:53
ela interrompe a sequência de
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aminoácidos tudo isso interfere na
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estrutura primária da proteína estrutura
00:18:00
primária nada mais é do que a sequência
00:18:01
de aminoácidos que formam Nossa proteína
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se a gente tem mim o homem não Asus ele
00:18:07
tem que ser todo como todos os colocados
00:18:08
uma ordem correta se a gente mudar um
00:18:11
com outro isso podem ter
00:18:12
e na estrutura secundária Ou seja no
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tipo de espiral que vai ser formado
00:18:17
podem interferir no formato
00:18:19
tridimensional que essa proteína vai ter
00:18:21
isso ela precisa se encaixar com outra
00:18:23
proteína sem o seu formato original isso
00:18:25
não vai ser por ser possível E aí você
00:18:27
não tem a proteína funcionando de
00:18:28
maneira correta Ok espero que você tenha
00:18:31
entendido mas segura aí que a gente tem
00:18:33
mais um quadro pra finalizar a aula e aí
00:18:35
sim eu termino com vocês vamos então pro
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nosso momento final de aula você tá
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vendo aqui que é pouca coisa para gente
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ver mas antes de chegar nessa pouca
00:18:43
coisa eu preciso mostrar para vocês os
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20 aminoácidos que formam as proteínas
00:18:46
do nosso corpo ou de qualquer outro
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organismo tá na tela olha só um monte de
00:18:52
nome vizinhos um monte de estruturas
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químicas e eu já disse para vocês Vocês
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não tem que saber o nome dos aminoácidos
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metionina isoleucina leucina arginina
00:19:01
ácido glutâmico não tem que saber de
00:19:03
nada disso você também não tem que
00:19:05
decorar a estrutura química de cada um O
00:19:07
que que você tem que saber que eles são
00:19:09
diferentes entre si em função do radical
00:19:11
o que muda de um
00:19:12
um pra outro não é que como é quadrado
00:19:15
bolinha triângulo não que muda o radical
00:19:17
e mais do que isso você tem que sacar
00:19:20
que em função desses radicais que vão
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interagindo na molécula proteica que a
00:19:24
gente vai ter um formato da proteína
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soro não entendi direito vem para cá
00:19:29
Olha só fatores que participam Bueno
00:19:32
velamento de uma proteína a proteína
00:19:35
pessoal uma tampinha de nossos como se
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fosse uma linguiça e aí essa linguinha
00:19:40
vai se retorcendo retorcido retorcendo
00:19:41
em função das interações que os nossos
00:19:44
têm entre si fora a ligação peptídica
00:19:46
outras interações interações são essas
00:19:49
Prof eu destaco quatro que são mais
00:19:51
importantes Primeiro as ligações de
00:19:53
hidrogênio então aqui você tem uma
00:19:55
hidroxila ou H né aqui você tem uma
00:19:57
dupla o o hidrogênio cá interagem por
00:20:00
meio de uma ligação de hidrogênio aquilo
00:20:01
que a gente chama também de ponte de
00:20:03
hidrogênio com oxigênio aqui é uma
00:20:05
ligação mais forte né Beleza aí você tem
00:20:08
entre nações mais fracas as interações
00:20:10
hidrofóbicas as forças de Van Der waals
00:20:12
se você tem um cha31c a 31 cl31 cla3
00:20:17
tudo isso molécula que tem bastante a
00:20:19
polaridade né hidrofobia Sem polaridade
00:20:22
elas vão ter sim interações entre elas
00:20:25
interações mais fracas Mas elas existem
00:20:27
a gente também tem interações
00:20:29
eletrostáticas aquelas que ocorrem de
00:20:32
maneira em única Como assim professor
00:20:34
Olha só nh2 + nessa ponta claro que era
00:20:38
para ter um hidrogênio né era você nh3
00:20:40
mas entre a gente foi embora tipo nh2 +
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do lado de cá uau olha menos era para
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ter um olhar menos é um pó menos perdão
00:20:48
era para ter um hidrogênio aqui do lado
00:20:50
era para ter uma hidroxila Mas entre a
00:20:51
gente foi embora ficou ó menos essa
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porção de nh2 mais com essa posição de
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ou menos lá interagir positivo negativo
00:21:00
você atrai interação eletrostática massa
00:21:04
né a gente também tem as interações que
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ocorrem entre os enxofres você tem um
00:21:09
radical com enxofre desse lado tem um
00:21:11
radical com enxofre desse
00:21:12
e a gente vai formar Pontes de sulfeto
00:21:16
que que são as pontes dissulfeto você
00:21:18
tem enxofre aqui enxofre aqui dois
00:21:20
enxofres é um dissulfeto massa né também
00:21:23
uma interação importante para nós e em
00:21:26
função disso que por exemplo essa
00:21:27
proteína tem esse formato de S se talvez
00:21:29
a sequência de nossos fosse outro ela
00:21:32
teria Talvez o formato de n ou de w ou
00:21:35
descer ou qualquer outra coisa porque
00:21:37
talvez aqui essa interação não
00:21:39
ocorrência E aí por isso aí vai ser tem
00:21:41
uma aproximação a gente faça uma repulsa
00:21:43
E aí a gente Claro mas tem formatos
00:21:46
diferentes para as proteínas Beleza
00:21:48
agora vem para cá
00:21:50
a desnaturação proteica isso aqui é a
00:21:53
cara do Enem então se você chegou até
00:21:55
esse momento a aula Espero que você
00:21:57
tenha chegado já nota Enem o que que é
00:22:00
desnaturar pensa na palavra aquela mãe é
00:22:03
uma mãe desnaturada é uma mãe que
00:22:05
trabalha contra os princípios da
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natureza às vezes não cuida direito
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filho deixa o filme qualquer lugar
00:22:10
aquele pai um pai desnaturado para
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abandonou a criança meu Deus isso é
00:22:15
contra o princípio da natureza desde
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naturado muito bem Toda vez que você
00:22:21
coloca uma proteína fora do seu formato
00:22:24
natural você tá desnaturando a proteína
00:22:28
tirar a proteína do seu estado natural e
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o que que é isso estado natural EA perda
00:22:34
da forma a forma dela original SS
00:22:37
invertido aqui com se ela se
00:22:40
retorce e ficar sei lá no formato alguns
00:22:43
e ela desnaturam ela saiu do seu estado
00:22:46
natural que era esse aqui E por que que
00:22:50
ocorre essa
00:22:50
em ações em função de variação de
00:22:53
temperatura em função de variação de PH
00:22:55
às vezes em função de variação de
00:22:57
salinidade do ambiente e o que causa
00:23:00
essa desnaturação a perda da função
00:23:02
lembra o exemplo na cadeira que eu falei
00:23:04
pra vocês antes a cadeira tem um formato
00:23:06
e ela serve para que ele formado pela
00:23:08
quem se eu colocar essa cadeira de metal
00:23:10
dentro de uma fornalha ela se retorcer
00:23:12
esquentar derreter ela não vai mais ter
00:23:14
função porque ela perdeu o seu formato
00:23:16
toda vez que uma proteína perde a sua
00:23:19
forma ela perde a sua função eu vou dar
00:23:21
uns exemplos bem importante para vocês
00:23:22
imagine por exemplo que eu peguei uma
00:23:24
proteína esquentei e essa proteína é uma
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proteína do ovo mas não houve um ovo cru
00:23:30
quebra ele a gente vai ter uma clara
00:23:33
viscosa uma gema também viscosa a Clara
00:23:37
em especial vão pensar nela ela é
00:23:39
viscosa ela é transparente se eu
00:23:41
esquentar a Clara de um ovo
00:23:44
e ela fica rígida sólida e fica branca
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ela deixa de ser viscose e transparente
00:23:50
para ficar rígida e branca e aí e aí que
00:23:54
nesse estado rígido Branco ela não tem
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mais a função que Originalmente ela
00:23:58
tinha a Sony para que que serve a Clara
00:24:00
dum ovo certo alimentar um pintinho
00:24:02
Quando acaba a gema acabou conteúdo da
00:24:04
gel o pintinho vai começar a alimentar
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pronto aí com a mente muito em função da
00:24:09
clara agora essa Claro estiver cozida lá
00:24:11
dentro do gente não consegue absorver
00:24:13
Então perdeu a forma perdeu a função
00:24:15
outra coisa interessante que eu exemplo
00:24:17
massa a respeito de desnaturação feita
00:24:20
por temperatura febre tem gente que não
00:24:23
sabe mas a febre é causada pelo nosso
00:24:25
próprio corpo aí você mas eu pensei que
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a febre era causada pela pelo vírus pela
00:24:29
bactéria não a febre uma estratégia do
00:24:33
seu corpo de aumentar a temperatura um
00:24:35
pouquinho para tentar desnatura as
00:24:38
proteínas ou da bactéria ou do vírus que
00:24:40
está se atacando desnaturando a proteína
00:24:42
bacteriana
00:24:44
e não funciona direito e aí teu corpo
00:24:46
consegue atacar com mais facilidade a
00:24:48
febre é uma estratégia é sua quando que
00:24:51
a febre é um problema ela fica muito
00:24:52
alta Se ela chegar a 39 graus 40 Graus
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42° você tá tendo convulsão que você tá
00:24:59
desnaturando as proteínas do teu sistema
00:25:01
nervoso central parou de funcionar
00:25:03
Beleza se naturação por PH Um Bom
00:25:07
exemplo que a gente tem enzimas estão na
00:25:09
cais a tô com uma queimação aqui há uma
00:25:12
gastura uma gastrite que dor no estômago
00:25:15
aí você vai lá e tomou um bicarbonato de
00:25:18
sódio um negócio efervescente lá dá uma
00:25:21
aliviada boa porque porque provavelmente
00:25:24
você tem algum desgaste no mukou
00:25:26
estomacal aí o ácido estomacal junto
00:25:29
quase enzimas do estômago as enzimas
00:25:32
estão atacando a parede estomacal e
00:25:34
dinheirinho do aparelho do estômago
00:25:36
porque você não tem um muco protetor as
00:25:38
enzimas estomacais Estão ingerindo
00:25:40
próprio estômago é óbvio que vai doer é
00:25:42
óbvio que vai machucar ela
00:25:44
É uma sensação de queimação aí que que
00:25:46
você faz isso O bicarbonato de sódio
00:25:48
esse bicarbonato faz com que o PH no
00:25:52
estômago que é ácido fique próximo a
00:25:54
neutralidade aí as enzimas param de
00:25:56
funcionar você não sentiu mais dor Fica
00:25:58
tranquilo Chamas enzimas a mesma coisa
00:26:01
que proteína enzima não tipo de proteína
00:26:03
tá que a gente vai ver na próxima aula
00:26:05
outra coisa interessante que o exemplo
00:26:06
massa é o ceviche por quê que é isso
00:26:08
comida de gente chique de Granfino
00:26:11
comida peruana pega um peixe cru tempero
00:26:16
com um monte de coisa diferente e
00:26:17
espreme um monte de limão um peixe
00:26:20
cozinha no limão ele muda de cor se é um
00:26:24
salmão por exemplo fica esbranquiçado
00:26:26
cozido mesmo mas por que que ele
00:26:28
cozinhou se ele nem Aumentou a
00:26:30
temperatura cozinhou em função do PH as
00:26:32
proteínas daquele peixe se transformaram
00:26:35
todos branca e Saram modificaram de
00:26:37
forma em função de uma variação de PH Ok
00:26:40
Isso é uma desnaturação uma desnaturação
00:26:42
de salinidade também a gente vê no Shark
00:26:44
o charque né aquela carne super salgada
00:26:47
serve para desidratar as células dos
00:26:49
microrganismos então ela não deixa a
00:26:51
fazer um bactérias e proliferar fungos e
00:26:53
proliferar mas se você pegar uma carne
00:26:56
crua pegar a carne de charque você ver
00:26:58
que ela tem um aspecto completamente
00:26:59
diferente a carne de charque escura ela
00:27:03
tem um formato mais fibroso mas porque
00:27:05
Frozen por causa da salinidade essa
00:27:07
salinidade alterou as proteínas
00:27:09
originais da carne modificou essas
00:27:12
proteínas inclusive no seu formato a
00:27:15
ponto que elas ganharam outro aspecto
00:27:16
outra coloração e obviamente pararam de
00:27:20
funcionar entenderam então desnaturação
00:27:23
proteica perda de forma e com isso perda
00:27:24
de função
00:27:26
Eu espero que você tenha gostado dessa
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aula fica aí que eu tenho um recado
00:27:30
final para você tem uma música do Raul
00:27:33
Seixas que ele canta assim ó coragem
00:27:35
Coragem coragem se o que você quer e
00:27:38
aquilo que pensa e faz Coragem coragem
00:27:43
eu sei que você pode mais muito mais
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pensa um pouquinho volta escuta de novo
00:27:49
essa letra tem muita te dizer um beijo
00:27:52
fique bem até para