00:00:01
o olá a aula de hoje será sobre os
00:00:05
músculos intrínsecos da laringe vocês
00:00:07
poderão acompanhar o texto de apoio que
00:00:10
consiste as páginas 7 a 12 do livro voz
00:00:14
o livro do especialista volume 1
00:00:17
bom então nós temos dois tipos de grupos
00:00:20
musculares da laringe os músculos
00:00:23
intrínsecos que possuem relação direta
00:00:27
com a função fonatória e os músculos
00:00:30
extrínsecos que possuem função indireta
00:00:33
então os músculos intrínsecos tem origem
00:00:37
e inserção na própria laringe é como se
00:00:40
eu falasse para vocês fulano de tal
00:00:43
entra e sai do próprio estado de mato
00:00:48
grosso de cuiabá e de várzea grande
00:00:51
e já os músculos extrínsecos da laringe
00:00:54
tem um ponto de origem ou inserção na
00:00:57
laringe e um outro ponto externa é como
00:01:00
se uma pessoa estivesse em um estado e
00:01:04
ela saísse de um estado e fosse para um
00:01:06
outro estado
00:01:10
bom então aquilo que eu tinha dito antes
00:01:12
a musculatura intrínseca tem relação
00:01:15
direta com a formação porque essa
00:01:16
musculatura que vai abrir e fechar as
00:01:18
pregas vocais e esticar suas pregas
00:01:21
vocais em cortar elas já musculatura
00:01:23
extrínseca vai ajudar a dar sustentação
00:01:26
da laringe meu pescoço elevar ou abaixar
00:01:29
essa laringe no pescoço em relação as
00:01:33
fibras musculares nós temos três tipos é
00:01:35
tipo um que é uma fibra de contração
00:01:37
lenta e alta resistência à fadiga a tipo
00:01:41
2 aqui é de contração rápida e alta
00:01:43
resistência à fadiga é tipo 2b que é de
00:01:46
contração muito rápida e baixa
00:01:49
resistência à fadiga o exemplo nós temos
00:01:51
o usain bolt na qual ele corre muito
00:01:55
rápido só que encurta as distâncias que
00:01:58
seria uma predominância de fibras na
00:02:01
perna do tipo 2b essa mesma ocorrência
00:02:04
de variação de fibras ocorre também nas
00:02:07
pregas vocais por isso alguns conseguem
00:02:09
cão
00:02:10
é bem outros não é um dos fatores
00:02:14
ó e aqui nós temos os músculos da
00:02:16
laringe terá que é o tiro aritenoideo
00:02:20
cap cricoaritenóideo posterior cal
00:02:23
cricoaritenoide lateral há a ou ah que é
00:02:27
o aritenoideo o ct que é o clico
00:02:30
tireóideo uai que é o ariepiglotico e o
00:02:33
te que é o tiro epiglotico então vamos
00:02:39
ver um músculo por vez
00:02:44
e o músculo tem o teatro que é chamado
00:02:47
de tiro aritenoideo ele compõe o corpo
00:02:49
das pregas vocais então esse músculo de
00:02:52
um lado e do outro então ele sai da
00:02:54
cartilagem tireóidea que aqui na frente
00:02:58
e vai até a cartilagem aritenóide atrás
00:03:01
de um lado e do outro ele é dividido em
00:03:05
dois feixes um feixe mais interno e o
00:03:08
face externa o fecho externa também
00:03:11
chamado de tire ou muscular ajuda a dar
00:03:15
tensão para prega vocal e sustentação
00:03:18
para essa prega vocal já um feitiço
00:03:20
interno faz todo o movimento ondulatório
00:03:24
enquanto o ar vai passando na formação o
00:03:29
músculo tem ele é um músculo adutor
00:03:34
e portanto músculo teatro tem a função
00:03:37
de aduzir abaixar a prega vocal encurtar
00:03:40
e espessar deixando então essa borda
00:03:43
mucosa da prega vocal mais arredondada e
00:03:46
faz com que a voz fique mais grave mais
00:03:49
grossa então por pelo fato de importar
00:03:51
essa prega vocal lá fica mais pesada
00:03:53
para vibrar e ela se movimenta em menos
00:03:56
ciclos por segundo que no caso são os
00:03:59
hertz am
00:04:02
e aqui tem uma outra visão do músculo
00:04:05
tireoaritenoideo
00:04:07
e o próximo músculo é o cricoaritenóideo
00:04:11
posterior também chamado de cap então
00:04:13
ele sai da cartilagem cricóidea e vai
00:04:16
até a cartilagem aritenóidea do lado e
00:04:19
do outro esse é o único músculo abdutor
00:04:23
das pregas vocais é o único que abri ele
00:04:26
também chamado de músculo da vida ou da
00:04:28
respiração
00:04:30
bom então aqui que eu já havia falado
00:04:32
para vocês a origem inserção e aí nós
00:04:35
temos a função dele ele vai ajudar e
00:04:37
levar as pregas vocais alongar a cilara
00:04:40
permitindo assim a respiração então no
00:04:43
momento que nós respiramos as pregas
00:04:44
vocais precisam ficar abduzida temos
00:04:47
também a abdução de prega vocal na hora
00:04:50
que nós produzimos são surdos como por
00:04:52
exemplo o som do s o som do x ou até
00:04:58
mesmo quando falamos de forma susurra da
00:05:00
faz com que a voz fique bem sua prosa e
00:05:03
haja bastante passagem de ar então
00:05:05
quando nós usamos só tem passagem de ar
00:05:10
mas o que faz um som ficar diferente do
00:05:12
outro já que eu não tenho emissão de voz
00:05:14
é articulação então a pessoa vai
00:05:16
articulando as palavras e vai sair dessa
00:05:18
passagem de artes dá uma impressão que
00:05:20
tem voz mas não tem vibração vocal tanto
00:05:24
é que se você sussurrar e colocar a mão
00:05:26
no pescoço você não vai sentir nenhuma
00:05:29
vibração
00:05:30
e essa região laranja
00:05:33
bom então aqui outra visão do pico
00:05:36
aritenóidea posterior que é o cap e aqui
00:05:39
mais uma então sai da cartilagem
00:05:41
cricóidea que essa cartilagem
00:05:43
arredondada e vai até a cartilagem
00:05:46
aritenóidea de um lado e do outro
00:05:49
e o próximo músculo é o cricoaritenoide
00:05:52
lateral esse músculo ele sai da
00:05:56
cartilagem cricóide ai também vai na
00:05:59
cartilagem aritenóidea só aqui do lado
00:06:02
por isso que é chamado de lateral
00:06:06
e então qual é a função do cal ele vai
00:06:08
aduzir que é fechar as pregas vocais vai
00:06:12
abaixar e alongar porém ele vai fechar
00:06:15
uma região muito específica que a glote
00:06:18
anterior então nós temos a glote que é o
00:06:23
espaço entre as pregas vocais então aqui
00:06:26
não tem o espaço né porque já tá tudo
00:06:28
fechado mas seria nessa região a glote
00:06:31
então a glote era dividido em duas
00:06:33
partes a região anterior que aqui da
00:06:36
frente mais próximo da cartilagem
00:06:38
tireóidea e temos a região posterior que
00:06:42
aqui mais próximo das cartilagens
00:06:44
aritenóides então quando esse cal que é
00:06:47
um músculo entra em ação vai fechar com
00:06:52
maior força essa região anterior das
00:06:54
pregas vocais
00:06:57
bom então quando ele faz esse fechamento
00:06:59
ele auxilia na produção de sons sonoros
00:07:02
então exemplo de um som sonoro que tem a
00:07:05
vibração ao som do z o próprio são
00:07:11
divulgai se a eu tenho vibração sonora
00:07:15
então aqui tá o carro sai da cartilagem
00:07:19
cricóide vai até a cartilagem
00:07:22
aritenóidea de um lado e do outro
00:07:25
e o próximo músculo é o aritenóide ou
00:07:29
chamado também de ah ah então aritenóide
00:07:33
ele sai daqui de uma cartilagem
00:07:35
aritenóidea e vai até outra cartilage
00:07:38
arytenoid e ele se divide em dois feixes
00:07:40
um feixe transverso e um feixe que é
00:07:45
oblíquo que faz como se fosse um x
00:07:48
bom então o face transversa sai de uma
00:07:52
base de uma cartilagem aritenóidea até
00:07:55
outra base já o fecho oblíquo sai de uma
00:07:59
base de uma cartilagem aritenóide até o
00:08:03
ápice da outra cartilagem aritenóidea
00:08:05
então aqui sai de uma base até o ápice
00:08:08
da outra cartilagem aritenóidea então
00:08:12
aqui que eu falei para vocês dois feixes
00:08:15
o aritenoideo transverso e esse formato
00:08:19
de x que é o oblíquo então o que ele faz
00:08:24
esse músculo aritenoideo ele fecha a
00:08:27
região posterior da lote então a parte
00:08:29
de trás então ele complementação do cau
00:08:32
o cau fecha a região anterior e o
00:08:35
aritenóide fecha a região posterior das
00:08:37
pregas vocais então feixe transverso ele
00:08:41
também vai ajudar na produção dos sons
00:08:45
sonoros que aquele exemplo que eu dei do
00:08:48
um fogao a tom sonoros e vai aproximar
00:08:54
as bases das cartilagens aritenóides
00:08:59
bom então aqui tá base aqui é um
00:09:03
triângulo uma carta cartilage arytenoid
00:09:05
assim a gente foi imaginar temos a base
00:09:08
que a parte de baixo da cartilagem
00:09:10
aritenóide nós temos o ápice então
00:09:14
transverso uma parte do transverso de um
00:09:18
lado é ligado na outra parte aqui desse
00:09:22
outro lado numa base de um lado para
00:09:24
outra base e quando ele contrai ele
00:09:27
aproxima essas duas bases já o fecho
00:09:32
oblíquo tem a função de aproximar as
00:09:35
pontas das cartilagens aritenóides então
00:09:38
ele vai puxar uma ponta junto com a
00:09:40
outra os dois oblíquos um contrair e as
00:09:42
esses dois lápis das cartilagens
00:09:44
aritenóides vão se aproximar e faz com
00:09:47
que também haja a produção dos sons
00:09:49
sonoros
00:09:51
bom então aqui novamente ele separados
00:09:54
então tá aqui a cartilagem aritenóide eu
00:09:57
ápice a base o ápice e as bases e o
00:10:01
transverso aproximando essas duas bases
00:10:03
já oblíquo fazendo esse formato dx
00:10:07
quando eles contraem aproxima os dois
00:10:09
aces e ainda nós temos um músculo
00:10:14
cricotireóideo ct músculo cricotireóideo
00:10:17
ct ele está na região da frente é o
00:10:21
único músculo que nós conseguimos
00:10:22
realmente tal par então ele vai da
00:10:26
cartilagem cricóidea ele vai até a
00:10:29
cartilagem tireóidea por isso do nome
00:10:32
clico tireoide o ct ele ajuda a baixar
00:10:37
tencionar alongar ea filar a prega vocal
00:10:40
como ele a fila prega vocal ele faz com
00:10:43
que a voz da pessoa fique mais aguda
00:10:46
mais fina então ele distribui essa massa
00:10:50
da prega vocal
00:10:51
é esticá-la e aí faz com que ela vive
00:10:55
mais vezes por segundo e aí sai aquele
00:10:58
aquela voz fina então quando a pessoa
00:11:01
quer produzir uma voz mais grave mais
00:11:03
grossa ele vai contrair o terá porque
00:11:06
vai encurtar a prega vocal e ela vai
00:11:08
ficar mais pesada já quando a pessoa
00:11:11
quer produzir uma voz mais aguda ela vai
00:11:14
contrair esse músculo que é o ct fazendo
00:11:17
o quê essa massa da prega vocal fique
00:11:19
mais distribuída ela fica mais esticada
00:11:23
e ela vibra mais ciclos por segundo
00:11:25
produzindo uma voz mais aguda e aí
00:11:28
quando esses e.t. contrai ele aproxima
00:11:31
as cartilagens cricóide a cartilagem
00:11:33
cricóide em relação a cartilagem
00:11:37
tireóidea então é que ele está relaxado
00:11:39
e aí o ct contra e o na figura b e a
00:11:42
prega vocal ficou bem esticada e esse
00:11:46
movimento de aproximação entre as
00:11:48
cartilagens cricóide a e tireoide venom
00:11:51
o movimento de báscula é o movimento
00:11:54
muito importante para aproximação das
00:11:57
cartilagens
00:11:59
bom então aqui novamente que a músculo
00:12:02
cricotireóideo ele contraiu e aí eles
00:12:06
tiraram músculo daqui mas está mostrando
00:12:08
esse movimento de báscula então aqui a
00:12:11
cartilagem tireóidea ela girou ela foi
00:12:13
para frente e a prega vocal ficou bem
00:12:18
este tirada bem esticadinha e aí a voz
00:12:21
ficou mais aguda então quando eu produzo
00:12:24
os sons graves eu tenho a contraindo o
00:12:29
corpo da prega vocal já quando eu vou
00:12:32
produzir os sons agudos eu tenho ct
00:12:34
esticando essa prega vocal