03 Alterações metabólicas e do desenvolvimento (Parte 3)

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https://www.youtube.com/watch?v=TdIlpJE4914

Summary

TLDRA luxação de patela é uma condição comum em cães, especialmente em raças de pequeno porte, e ocorre quando a patela (osso do joelho) se desloca de sua posição natural. Isso pode causar dor e dificuldades para caminhar, e é mais frequentemente uma luxação medial. O diagnóstico envolve a realização de radiografias e exames físicos para avaliação da mobilidade da patela. O tratamento pode variar de conservador a cirúrgico, dependendo da gravidade da condição. Além disso, a ruptura do ligamento cruzado cranial é uma afecção associada comum que provoca instabilidade no joelho e dor, sendo importante realizar um diagnóstico preciso para tratamento adequado.

Takeaways

  • 🦴 A luxação de patela é comum em cães pequenos.
  • 🩺 Diagnóstico envolve radiografias e exame físico.
  • ⚠️ Luxação medial é a mais prevalente em cães pequenos.
  • 🔍 A ruptura do ligamento cruzado cranial é uma condição associada.
  • 🏥 Tratamento varia de conservador a cirúrgico.

Timeline

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    A luxação de patela é uma doença comum na clínica veterinária, especialmente em cães de pequeno porte. Importante destacar que os termos adequados para descrever problemas no joelho e outras articulações não incluem 'patologia', mas sim 'afecções' ou 'alterações'.

  • 00:05:00 - 00:10:00

    O exame radiográfico permite observar a patela e as estruturas ósseas adjacentes. A luxação de patela pode ocorrer medialmente em cães pequenos e lateralmente em cães maiores, com causas genéticas e traumáticas. O diagnóstico precoce é essencial para o tratamento adequado.

  • 00:10:00 - 00:15:00

    Os tipos de radiografias, como crânio-caudal e médio-lateral, são essenciais para avaliar a luxação de patela. A patela deve deslizar dentro de um sulco, e alterações na anatomia da articulação podem levar a deslocamentos e dor. O manejo pode ser cirúrgico ou conservativo.

  • 00:15:00 - 00:20:00

    O tratamento das luxações de patela envolve o entendimento da anatomia e das funções articulares. A colaboração entre radiologistas e cirurgiões é crucial, pois as decisões sobre o tratamento dependem da avaliação clínica e dos exames físicos do paciente.

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    Além das luxações de patela, lesões nos ligamentos cruzados são comuns em cães. A avaliação radiográfica difere na apresentação de rupturas, sendo que a instabilidade articular pode ser confirmada com testes físicos e exames de imagem, como a fluoroscopia. O monitoramento da saúde articular e a interconexão entre diferentes problemas de saúde em um paciente são importantes no diagnóstico veterinário.

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Video Q&A

  • O que é luxação de patela?

    É a deslocação da patela do lugar natural no joelho, comum em cães de pequeno porte.

  • Quais os sintomas da luxação de patela?

    Os sintomas incluem dor, claudicação e dificuldades para andar.

  • Como é feito o diagnóstico?

    O diagnóstico é feito através de exames físicos e radiografias.

  • Qual o tratamento para luxação de patela?

    O tratamento pode ser conservador ou cirúrgico, dependendo da gravidade.

  • Quais cães são mais propensos à luxação de patela?

    Cães de pequeno porte são mais afetados, especialmente raças específicas.

  • O que é ruptura do ligamento cruzado cranial?

    É uma lesão comum no joelho de cães que causa instabilidade e dor.

  • Como saber se um cão tem ruptura de ligamento?

    Através de exames físicos, como o teste de gaveta, e não apenas radiografias.

  • Por que a luxação de patela é considerada uma afecção e não uma patologia?

    Luxação de patela refere-se a uma alteração, enquanto patologia é o estudo das doenças.

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    próxima doença luxação de patela super
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    comum na clínica veterinária
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    principalmente se vocês atenderem grande
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    quantidade de cã de pequeno porte
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    lembrando pessoal que quando eu falo de
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    alterações seja no joelho no ombro baço
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    fígado estômago nós usamos termos
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    diferentes de Patologia patologia é um
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    termo errado para se relacionar com e o
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    que a gente tá falando né de doenças
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    patologia é o estudo da doença assim
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    como radiologia é o estudo do raio x
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    aqui nós falamos doença afecção
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    alteração Ok nunca ah luxação de patela
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    é uma patologia não luxação de patela é
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    uma afecção uma doença uma alteração tem
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    vários mil palavras que a gente pode
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    usar mesma coisa a gente não usa
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    alteração radiológica a gente usa
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    alteração
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    radiográfica Aqui nós temos um joelho em
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    projeção crânio caudal eu sei que é o
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    joelho direito porque eu vejo a fíbula
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    aqui ao lado e a fíbula é sempre lateral
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    se ela estivesse aqui seria o joelho
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    esquerdo então nós vemos as estruturas
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    ósseas né que são radiopacidade mineral
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    são radiopacas que são a
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    patela sesamoide lateral e sesamoide
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    medial do músculo
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    gastrocnêmio os côndilos do femor que
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    formam juntos a tróclea que é essa área
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    aqui Central onde nós temos o sulco
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    troclear que é onde a patela faz o
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    movimento
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    então aqui é o fêmur aqui a tíbia aqui é
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    a fíbula aqui é a superfície da tíbia
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    aqui é eminência
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    intercondilar linha fisária e aqui para
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    baixo A diáfise então nós temos rdade
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    mineral radiopacidade tecidos moles
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    radiopacidade de ar sendo rádioopaco
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    rádioopaco rádio
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    transparente então basicamente a luxação
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    quando a f é uma articulação que um dos
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    Ossos está saindo do local aqui no caso
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    a deslocamento Medial ou lateral da
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    patela sendo o Medial mais comum em cães
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    pequenos e o lateral segundo a
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    literatura mais comum em cães maiores
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    porém o que nós verificamos também é que
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    a luxação lateral geralmente é
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    traumática pode ser unilateral ou
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    bilateral e é de causa genética Então
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    esse cão tem que ser tirado da
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    reprodução a comete raça de pequeno
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    porte e pode observado nas primeiras
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    semanas de vida bem cedo Quanto mais
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    cedo melhor Porque dependendo do grau
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    que você receber esse paciente é uma
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    resolução
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    cirúrgica a causa pode ser relacionada a
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    várias alterações morfológicas então
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    hipoplasia dos côndilos femurais a
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    genesia de ligamento ou arrasamento ou
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    ausência da fossa Inter tropar alteração
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    angular né hoje em dia é mais provável
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    aí são animais que TM dor naquela região
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    o tutor geralmente fala que são que o
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    animal tem postura com perna arqueada e
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    que são animais mais propensos a ter
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    luxação patelar eh ou que o paciente ele
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    anda saltando ou que ele anda Trava a
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    perna dá um chute no ar assim para trás
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    e continua andando que é basicamente ele
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    esticando a perna e voltando a patela
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    pro
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    lugar então lembrando né já falei sobre
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    essa projeção trân cdol para vocês nós
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    temos também a médio lateral na luxação
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    de patela que nós vemos melhor é a cran
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    porque a patela simplesmente vai vir
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    para cá ou para cá se for traumático
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    aqui na média lateral nós temos o fêmur
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    a tíbia a fíbula sesamoide do músculo
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    poplíteo sesamoide do músculo
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    gastrocnêmio ou FABEL como alguns livros
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    caracterizam aqui é o espaço é
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    interarticular
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    e quando nós temos luxação na projeção
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    média lateral Às vezes a gente vê a
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    patela longe daqui ou mais para cima ou
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    escondida atrás aqui do femmer mas
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    geralmente nessa projeção é o melhor
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    jeito de
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    avaliar e para entender como que
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    funciona o que que é uma luxação de
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    patela é necessário lembrar do movimento
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    que nós temos aqui e do que nós temos ao
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    redor dos Ossos né então nós temos a
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    superfície articular que é recoberta por
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    cartilagem lembram que embaixo da
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    cartilagem é o osso subcondral aqui em
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    cima também cartilagem nós temos os
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    ligamentos ó ligamento patelar os
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    ligamentos lateral e colateral dentro da
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    articulação nós temos o ligamento
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    cruzado cranial e caudal e e não adianta
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    vocês falarem que vocês não lembram
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    porque vocês tiveram isso anatomia então
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    é é só relembrar se for necessário pegue
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    material de anatomia lá do primeiro
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    semestre que é o estudo das articulações
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    né dos Ossos também musculatura também
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    vocês viram e
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    relembrem tudo isso vocês juntam as
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    informações para lembrar que quando o
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    paciente faz a extensão a flexão a
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    patela vai deslizar aqui no suco é como
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    se fosse um escorregador para ela ó na
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    verdade ela fica parada e o que vai
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    mover é a tíbia é o fêmur ela fica
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    simplesmente deslizando nesse
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    escorregador nesse suco que tem aqui que
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    tem exatamente o formato dela agora
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    Imaginem que por algum motivo esse suco
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    né esse escorregador quando a gente fala
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    de suco é alguma coisa
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    eh cavada né onde tem onde você passa
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    dentro né uma coisa cavada um suco
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    imagina que esse suco é Raso PR essa
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    patela sair de local é um segundo ou se
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    nós temos alteração em ligamento também
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    ou na superfície desses desses ossos
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    então tem várias causas e deve ser
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    investigado para correção cirúrgica ou
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    se for dependendo do caso né até
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    conservativo também depende do do do
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    caso do clínico
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    decidir quando eu falo sobre tratamento
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    gente eu não sou cirurgia não sou
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    clínica para você ser radiologista é
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    importante que você saiba de tudo um
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    pouco na veterinária então é necessário
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    a gente saber fisiologia patologia
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    anatomia e cois até fisioterapia
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    cirurgia tem que saber um pouco de cada
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    coisa eu falo para vocês ah x y z faz
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    tal coisa mas é que eu sempre falo
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    Depende do que o cirurgião vai definir
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    eu sou a eu sou uma pessoa de Outra área
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    mesma coisa se é muito comum que as a
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    gente dê a gente não né que as pessoas
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    deem Pitaco na área dos outros ah mas
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    por que que o Clínico fez tal coisa Ah
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    mas eu faria aqui eu estou falando só
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    dados se algum dia vocês tiverem uma
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    estiverem trabalhando com uma equipe com
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    cirurgião que fala outra coisa ele é
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    cirurgião eu não me envolvo no trabalho
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    dos outros isso não é
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    então não levem tipo a a Rebeca falou
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    não cirurgião falou tá falado ele é
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    cirurgião Ok é só para vocês terem
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    conhecimento de que existe tal e tal
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    possibilidade e Aqui nós temos uma
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    luxação de patela clássica onde a patela
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    deveria estar aqui igual naquele vídeo
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    né para quando o paciente mexer o joelho
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    ela deslizar aqui nesse suco e aqui ela
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    simplesmente foi para o op Pera aí que
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    me lado el estar centralizada aqui em
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    cima desse suco troclear aqui e ela foi
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    pro lado é uma luxação de patela luxação
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    é sempre um osso que saiu do local no
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    caso aqui é a patela uma alteração
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    dinâmica se ela é Medial ela vem Medial
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    aqui é a face de dentro da coxa se ela é
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    lateral ela vem lateral aqui a face
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    lateral da coxa a alteração dinâmica
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    isso aqui é muito importante que quer
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    dizer isso quer dizer que se na hora que
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    eu radiografar esse paciente o rax é uma
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    foto certo ele pode estar com a patela
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    luxada há 5 anos se na hora que eu
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    Estiquei aquele paciente posicionei a
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    patela voltou pro local e ficou assim eu
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    vou tirar uma foto de uma patela
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    saudável E aí vocês vão receber um laudo
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    falando que a patela tá no lugar que que
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    vocês fazem nesse caso levem em conta o
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    exame físico de vocês onde vocês
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    simplesmente palam a patela e colocam
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    ela pro pro meio simples hoje em dia nós
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    temos plano de saúde que muitas vezes
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    eles exigem um laudo radiográfico coloca
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    na suspeita Então olha e
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    como que fica por exemplo como que fica
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    Se eu pedisse uma projeção uma
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    radiografia desse paciente solicito
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    radiografia de joelho direito nas
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    projeções crânio caudal e Médio lateral
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    paciente tem lustração de patela grau X
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    no exame físico isso faz com que a
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    pessoa que vai radiografar se for um
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    radiologista um técnico tente luxar a
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    patela na hora muitas vezes o paciente
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    fica tenso às vezes é difícil mas
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    geralmente possível tá é isso vale para
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    ruptura de ligamento também que eu vou
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    falar para vocês mais para frente às
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    vezes para fazer essa alteração dinâmica
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    aparecer na hora dessa foto entre aspas
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    é necessário sedar se o paciente é muito
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    irritado tá com muita dor ou é muito
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    agitado aqui ó um exemplo isso aqui é de
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    telerradiologia né do CDX Vet Qual que é
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    o histórico desse paciente canina lhas
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    Apso macho 9 anos todas essas
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    informações gente são necessárias tá
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    animal apresentando claudicação em
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    membros pélvicos porém mais notado em
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    membro pélvico esquerdo não foi citado
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    trauma queda ou outro evento que
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    justifique o quadro porém após medicação
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    tutor notou que animal está claudicando
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    menos hipótese diagnóstica lustração de
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    patela ruptura de ligamento não tem
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    problema vocês suspeitarem de duas
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    coisas diferentes vocês podem suspeitar
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    de 40.000 coisas ou até falar no pedido
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    olha de algum jeito e não foi possível
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    realizar o exame ortopédico devido dor
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    ou paciente a Rio não tem problema
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    também só informem essas coisas aqui
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    projeção crâ caudal do mesmo joelho o
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    técnico relatou né que ele fez o
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    posicionamento a patela Saiu um pouco do
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    lugar ó aqui é fíbula então aqui é
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    Medial ela deslocou um pouco
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    Medial Ele percebeu que na por mais que
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    tenha deslocado bastante na hora de
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    posicionar deslocou pouco na imagem ele
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    foi lá e deslocou bastante ó ele deixou
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    o posicionamento certinho para ela ficar
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    bem do lado bem exposta muito visível
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    que ela está luxada isso aqui é muito
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    importante às vezes eu recebo pedido de
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    ex-aluno de ex Diário de de aluno normal
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    né o colega de sala com com
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    um um histórico todo completo Nossa é
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    muito bom a gente sabe que aquela pessoa
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    é um bom profissional a gente sabe que
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    eh tá bem avaliado que tá em boas mãos é
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    muito importante pra gente como
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    radiologista também ter uma ideia do que
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    acontecendo e lembrando né que é a
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    lustração de patela a gente não
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    classifica no Raiz x tá isso aqui vocês
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    classificam no exame físico mas tem 4
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    gra onde tem uma articulação quase
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    normal e a patela luxa apenas so pressão
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    ou extensão da articulação ou aqui no
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    Grau qu que luxa e não volta então nós
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    temos várias classificações aqui se tá
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    na tá grau quatro luxa e não volta é bem
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    mais tranquilo né simplesmente você vai
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    mexe e aquilo ali vai ficar e luxado no
  • 00:10:51
    no rxi de qualquer jeito você
  • 00:10:52
    posicionando super bem ou não porque ela
  • 00:10:54
    não tá
  • 00:10:56
    voltando e como eu falei né projeção
  • 00:10:58
    crânio caudal onde o Rai x entra cranial
  • 00:11:01
    e sai caudal que é colimação né a luz só
  • 00:11:04
    no membro onde é necessário
  • 00:11:06
    e a gente sempre preza por pegar a
  • 00:11:09
    articulação do joelho e a articulação do
  • 00:11:10
    Tarço na radiografia a gente sempre eh
  • 00:11:13
    fala que é importante pegar uma
  • 00:11:14
    articulação acima e uma abaixo onde o
  • 00:11:17
    joelho vai ser destacado para ver essa
  • 00:11:19
    patela então crânio caudal médio lateral
  • 00:11:22
    no caso de luxação de patela a mais
  • 00:11:24
    importante não que a outra não seja é
  • 00:11:26
    esta daqui onde nós vemos a patela pro
  • 00:11:29
    lado lado pro lado né lateral ou
  • 00:11:34
    Medial e vamos para a última parte de
  • 00:11:37
    doenças articulares que é ruptura ou
  • 00:11:39
    insuficiência do ligamento cruzado
  • 00:11:42
    cranial aqui no joelho pessoal nós temos
  • 00:11:44
    diversos ligamentos além da própria
  • 00:11:47
    cápsula né e mas o mais comum que
  • 00:11:49
    acontece na nossa rotina em cães é a
  • 00:11:52
    ruptura do ligamento cruzado cranial em
  • 00:11:55
    gatos já é do caudal e pode acontecer
  • 00:11:58
    dos outros ligamentos também do joelho
  • 00:12:00
    nós temos diversos ligamentos Mas na
  • 00:12:02
    rotina Este é o mais comum então Aqui
  • 00:12:04
    nós temos uma projeção médio lateral de
  • 00:12:06
    joelho igual que eu mostrei ali na parte
  • 00:12:08
    de ilustração de patela diferença que
  • 00:12:11
    aqui nós temos linhas fisas abertas ó
  • 00:12:13
    linha fisária linha fisária
  • 00:12:15
    Ok mesma coisa projeção M lateral do
  • 00:12:19
    joelho sendo que para pedir vocês
  • 00:12:21
    pedirão CR caudal e Médio lateral do
  • 00:12:23
    joelho porém com uma discreta diferença
  • 00:12:26
    que eu vou explicar mais pro final
  • 00:12:30
    aqui pessoal é uma afecção ligamentar
  • 00:12:32
    parcial ou total então o ligamento ele
  • 00:12:34
    pode estar doente ou já doente rompido o
  • 00:12:38
    ligamento cruzado cranial ele é
  • 00:12:40
    intraarticular ele fica dentro da
  • 00:12:42
    articulação lembra que mostrei do ombro
  • 00:12:44
    também tem o ligamento dentro da cápsula
  • 00:12:45
    não é do lado de fora ele tem esse nome
  • 00:12:48
    porque ele cruza mesmo o ligamento
  • 00:12:51
    cranial e o caudal o cranial ele se
  • 00:12:55
    insere cranial na Tíbia Então sempre que
  • 00:12:57
    o paciente anda o ligamento cranial e o
  • 00:13:00
    caudal eles fazem com que o joelho tenha
  • 00:13:02
    um jogo perfeito para você não cair ele
  • 00:13:05
    a Tiba não deslocar para trás ou paraa
  • 00:13:07
    frente quando você está andando se nós
  • 00:13:10
    temos uma ruptura do ligamento cruzado
  • 00:13:12
    cranial nós temos um jogo pra frente ele
  • 00:13:15
    não tá segurando é como se fosse uma
  • 00:13:16
    corda igual quando você tá andando com o
  • 00:13:18
    seu cachorro se você não segura direito
  • 00:13:20
    o cachorro vai pra frente e te leva
  • 00:13:22
    mesma coisa a Tibia vai pra frente te
  • 00:13:24
    leva e você cai aqui é uma direção
  • 00:13:27
    anormal do Movimento em humanos né em
  • 00:13:30
    cães geralmente eles têm ou pisar em
  • 00:13:32
    pinça ou até eles ficam retendo a pata
  • 00:13:34
    né tem dor também
  • 00:13:36
    e é uma das principais causas de
  • 00:13:39
    claudicação e geralmente associado com
  • 00:13:41
    meniscopatia porque dentro dessa
  • 00:13:43
    articulação junto com o ligamento
  • 00:13:44
    cruzado nós temos um par de menisco em
  • 00:13:47
    cada lado vou mostrar a imagem para
  • 00:13:48
    vocês no próximo
  • 00:13:50
    slide como causa nós temos trauma
  • 00:13:53
    degeneração ligamentar conformação
  • 00:13:54
    anormal do joelho então Imagine que essa
  • 00:13:56
    superfície aqui tem um ângulo errado e
  • 00:13:59
    toda vez que o paciente pisa ele faz uma
  • 00:14:01
    pressão anormal aqui tem maior chance de
  • 00:14:03
    romper esses ligamentos que vão ser
  • 00:14:06
    sobrecarregados aqui é uma imagem médio
  • 00:14:08
    lateral Então eu estou vendo a face
  • 00:14:09
    Medial desse joelho e aqui eu estou
  • 00:14:12
    vendo a parte proximal a parte de cima
  • 00:14:14
    superfície da tíbia com um menisco aqui
  • 00:14:17
    e outro menisco aqui eh eu havia rompido
  • 00:14:20
    esse ligamento eh cranial né eu rompi
  • 00:14:24
    com um bisturi não é fácil de romper
  • 00:14:25
    você tem que ficar cutucando ali por um
  • 00:14:27
    tempo depois romper a cápsula
  • 00:14:30
    demonstrando né que imagina que se esse
  • 00:14:32
    ligamento aqui rompeu e nós nós temos um
  • 00:14:34
    jogo entre aspas entre a tíbia e eu
  • 00:14:37
    femor toda vez que o paciente anda esses
  • 00:14:40
    meniscos eles são raspados ou esmagados
  • 00:14:42
    isso causa dor também então isso é um
  • 00:14:44
    dos motivos o paciente ter dor ali por
  • 00:14:46
    ruptura de ligamento Eh Ou até depois do
  • 00:14:49
    da cirurgia ele continuar tendo
  • 00:14:52
    sintomatologia eh lembrando pessoal que
  • 00:14:54
    o raio x ele vê tecido ósseo osso osso
  • 00:14:59
    aqui tem um espaço articular mas a gente
  • 00:15:00
    vê só se tem efusão e pleural não efusão
  • 00:15:04
    articular ou não que eu vou mostrar mais
  • 00:15:05
    pra frente mas nós não vemos se tem mais
  • 00:15:07
    alguma coisa diferente aqui por exemplo
  • 00:15:10
    menisco Na ressonância nós vemos super
  • 00:15:12
    bem o ligamento e nós vemos o menisco
  • 00:15:15
    para ver se tem meniscopatia
  • 00:15:16
    o paciente humano ele é bípede então se
  • 00:15:19
    você tirar uma radiografia de um
  • 00:15:21
    paciente humano em pé com um apetrecho
  • 00:15:24
    que nós chamamos de estativa que deixa a
  • 00:15:26
    placa do RX em pé igual quando a gente
  • 00:15:28
    radiograf pulmão devido o peso no joelho
  • 00:15:31
    a gente até vê a articulação diferente
  • 00:15:34
    né meio esmagada no cachorro eles são
  • 00:15:36
    quadrúpedes a gente não consegue fazer
  • 00:15:37
    essa projeção então para avaliar melhor
  • 00:15:40
    é uma artroscopia ou uma ressonância
  • 00:15:44
    magnética o que que nós vemos aqui o
  • 00:15:46
    deslocamento cranial da tíbia então aqui
  • 00:15:49
    é o membro pélvico esquerdo e o membro
  • 00:15:51
    pélvico esquerdo também do mesmo
  • 00:15:52
    paciente em médio lateral Qual que é a
  • 00:15:55
    diferença é o mesmo membro tá do mesmo
  • 00:15:57
    paciente no mesmo momento de uma
  • 00:15:59
    radiografia depois da outra aqui uma
  • 00:16:01
    projeção médio lateral do membro pélvico
  • 00:16:04
    esquerdo em posição simples ou normal ou
  • 00:16:09
    em estação ou sem estess uma projeção
  • 00:16:12
    médi lateral normal eu vejo a
  • 00:16:15
    tíbia de a tíbia o femor e a tíbia bem
  • 00:16:18
    alinhados agora aqui o técnico fez força
  • 00:16:21
    e empurrou para cima essa Tibia ele tá
  • 00:16:25
    fazendo força para
  • 00:16:26
    cima essa força para cima simula o andar
  • 00:16:29
    do paciente e a Tibia é jogada pra
  • 00:16:31
    frente porque o ligamento tá rompido
  • 00:16:33
    olha só aqui nós temos um alinhamento
  • 00:16:36
    entre o fêmur e a tíbia e Aqui nós temos
  • 00:16:39
    um desalinhamento a tíbia tá lá na
  • 00:16:40
    frente
  • 00:16:41
    jogada igual nesse desenho aqui jogada
  • 00:16:44
    pra frente porque o ligamento
  • 00:16:46
    rompeu assim como uma luxação de patela
  • 00:16:49
    é uma afecção dinâmica então pode ser
  • 00:16:53
    que a gente não pegue na radiografia se
  • 00:16:54
    o paciente estiver duro igual uma tábua
  • 00:16:56
    for bravo for muito musculoso por ex
  • 00:16:58
    exemplo é difícil de pegar às vezes tá
  • 00:17:01
    então às vezes mesma coisa que eu falei
  • 00:17:02
    da luxação de patela quem vocês vão
  • 00:17:05
    levar em conta aqui se for um r x que
  • 00:17:09
    aparecer assim mesmo com com stress a
  • 00:17:12
    gente vai levar em conta o exame físico
  • 00:17:13
    de vocês o exame ortopédico que vocês
  • 00:17:15
    tem um teste de gaveta positivo aqui
  • 00:17:18
    essa projeção fazendo força igual o
  • 00:17:19
    técnico tá fazendo onde ele pega o os
  • 00:17:22
    ossos do Tarso coloca para cima e faz
  • 00:17:24
    pressão para tib para cima a gente chama
  • 00:17:26
    de projeção com stress
  • 00:17:29
    Ok ou então
  • 00:17:31
    com compressão
  • 00:17:33
    tibial Qual que é a importância do
  • 00:17:36
    ligamento qualquer coisa em joelho né eu
  • 00:17:39
    falo para vocês da das afecções nas
  • 00:17:41
    articulações mas sempre que a gente fala
  • 00:17:42
    de algo em joelho ou coluna lembre-se
  • 00:17:45
    que nosso paciente ele é
  • 00:17:47
    quadrúpede então o que que muda em
  • 00:17:49
    relação à nossa vida quando vocês vão
  • 00:17:51
    usar o v sanitário vocês sentam certo o
  • 00:17:54
    nosso paciente ele se apoia no joelho na
  • 00:17:57
    junta sacr a coluna dói também na hora
  • 00:18:00
    dele fazer o movimento se ele tem alguma
  • 00:18:02
    afecção isso predispõe por exemplo a
  • 00:18:05
    litíase na beiga ó várias liases
  • 00:18:07
    vesicais então às vezes o paciente ele
  • 00:18:10
    tá demorando para urinar ele tem
  • 00:18:12
    infecção de urina ele tem lias vesical
  • 00:18:16
    ele fica retendo urina para abaixar
  • 00:18:19
    menos vezes possível tudo isso uma coisa
  • 00:18:22
    simples entre aspas no joelho pode levar
  • 00:18:25
    a outras alterações em abdômen em outras
  • 00:18:27
    regiões por exemplo sobrecarregando o
  • 00:18:29
    outro membro às vezes eles abaixam para
  • 00:18:31
    para deficar com uma pata para cima a
  • 00:18:33
    pata que tá doendo e a outra que vai ser
  • 00:18:35
    eh sobrecarregada então é muito
  • 00:18:38
    importante quando vocês e checarem
  • 00:18:40
    paciente que estão com conta de com
  • 00:18:43
    qualquer alteração eh ah não tá
  • 00:18:45
    defecando o mesmo de sempre não tá
  • 00:18:47
    urinando o mesmo ou então ah tá com
  • 00:18:49
    hematúria verifiquem também a parte
  • 00:18:51
    articular Ok tudo é interligado então às
  • 00:18:54
    vezes o paciente tem uma afecção em boca
  • 00:18:56
    tem uma periodontite importante aquela
  • 00:18:59
    boca horrível e ele não tá comendo e não
  • 00:19:01
    tem nada a ver com o estômago ou então
  • 00:19:02
    ele tem gastrite e é porque ele Tá
  • 00:19:04
    mastigando menos ainda do que ele já
  • 00:19:06
    pouco mastiga porque dói quando ele
  • 00:19:08
    morde Então tudo isso é importante vocês
  • 00:19:11
    lembrarem que uma coisa é relacionada à
  • 00:19:13
    outra então a medicina veterinária ela
  • 00:19:16
    por mais que nós ten eh seja a gente se
  • 00:19:18
    divida em especialidades é necessário
  • 00:19:20
    você ter uma visão Global do
  • 00:19:23
    paciente então quando eu falei para
  • 00:19:25
    vocês de teste de gaveta né ah quando
  • 00:19:27
    ten a o ligamento ento preservado o
  • 00:19:29
    paciente a tíbia não tem jogo e quando
  • 00:19:32
    tem ela tem jogo é isto aqui ó aqui nós
  • 00:19:35
    temos vídeo uma fluoroscopia então é Rai
  • 00:19:38
    X em movimento demonstrando um joelho
  • 00:19:40
    saudável e um joelho com ruptura de
  • 00:19:43
    ligamento aqui ele segura o fêmur dessa
  • 00:19:47
    desse paciente tenta mexer a tíbia fazer
  • 00:19:50
    pressão para cima e pra frente e não se
  • 00:19:52
    move é muito pouco que move porque os
  • 00:19:54
    ligamentos cruzad está segurando ó ele
  • 00:19:57
    até aperta a fíbula aqui D até agonia Ó
  • 00:20:01
    mas não se move tem um jogo minúsculo ó
  • 00:20:04
    não há força que faça que vai mudar
  • 00:20:06
    alguma coisa aqui esse paciente aqui ele
  • 00:20:09
    tem ruptura Lembra que eu falei que o
  • 00:20:12
    ligamento cruzado cranial impede que a
  • 00:20:14
    tíbia vá pra frente é como se fosse uma
  • 00:20:16
    corda segurando Então olha só quando ele
  • 00:20:18
    faz força pra frente ou para cima
  • 00:20:20
    desculpa ou pra frente Olha a Tiba indo
  • 00:20:24
    pra frente Olha a diferença então na
  • 00:20:27
    direita de você seis ruptura de
  • 00:20:29
    ligamento à esquerda articulação normal
  • 00:20:33
    então aqui a força que ele faz e aqui é
  • 00:20:35
    uma força bem menor e já tira a
  • 00:20:39
    articulação do local dói quando a tíbia
  • 00:20:41
    desloca e toca na cápsula então isso
  • 00:20:43
    impede que o paciente fique fazendo
  • 00:20:45
    posição de urinar ou deficar dependendo
  • 00:20:48
    do sexo né e e ppe também porque isso
  • 00:20:52
    dói aqui parece até que tem uma
  • 00:20:55
    pacificação do espaço articular em
  • 00:20:57
    relação a esse uma infusão arular mas eu
  • 00:20:59
    não posso alegar tão bem assim vou
  • 00:21:02
    mostrar melhor num rio x e estático para
  • 00:21:06
    vocês que além da da instabilidade ao
  • 00:21:09
    andar desse paciente causa inflamação
  • 00:21:12
    que nós conseguimos verificar no r x em
  • 00:21:14
    forma de efusão articular toda vez que
  • 00:21:17
    nós usamos o termo efusão é um acúmulo
  • 00:21:19
    de líquido em algum lugar então efusão
  • 00:21:21
    pleural é um acúmulo de líquido na
  • 00:21:23
    espaço pleural efusão articular é um
  • 00:21:25
    acúmulo de líquido no espaço articular
  • 00:21:28
    Aqui nós temos o espaço articular
  • 00:21:30
    perfeito né delimitado aqui cranial
  • 00:21:32
    pelas duas setas e caudal pel por essa
  • 00:21:34
    seta nós temos uma ligeira pacificação
  • 00:21:37
    atrás dessa seta que é normal é
  • 00:21:39
    impressão meniscal e a cápsula ela faz
  • 00:21:42
    essa essa esse Contorno nas na
  • 00:21:43
    articulação até essa região aqui
  • 00:21:46
    caudal Aqui nós também temos um joelho
  • 00:21:49
    do mesm espécie de animal eh Até parece
  • 00:21:52
    até idades semelhantes talvez pelo
  • 00:21:54
    fechamento das Linhas mas aqui nós temos
  • 00:21:56
    mostrando na seta uma opacificação
  • 00:21:58
    Olha como aqui tá muito mais branco do
  • 00:22:00
    que aqui isso aqui é uma efusão
  • 00:22:02
    articular acontece quando o líquido
  • 00:22:04
    sinovial ele tem mais celularidade ele
  • 00:22:06
    está espesso então ele fica com maior
  • 00:22:08
    densidade e aparece deste modo aqui nós
  • 00:22:11
    vemos a alteração cranial aqui e caudal
  • 00:22:13
    isso aqui é uma alteração também aqui é
  • 00:22:17
    mais radiotransparente aqui tem um
  • 00:22:19
    abaulamento da cápsula e uma maior
  • 00:22:22
    opacidade sempre quando a gente ouve da
  • 00:22:25
    dos idosos né Ah estou com água no
  • 00:22:26
    joelho é isso é fusão articular
  • 00:22:30
    eh em alguns livros principalmente em
  • 00:22:33
    medicina humana vocês podem ler o termo
  • 00:22:34
    derrame articular também em medicina
  • 00:22:37
    veterinária nós usamos o termo efusão
  • 00:22:39
    articular então indica inflamação que
  • 00:22:42
    muitas vezes até drenado né Por eh
  • 00:22:44
    punção de agulha aqui não sei se isso é
  • 00:22:47
    comum na medicina veterinária eh em
  • 00:22:49
    pequenos eu nunca vi fazer isso na na
  • 00:22:52
    minha na minha vivência né em grandes
  • 00:22:54
    Talvez seja em humanos é mais comum
  • 00:22:56
    ainda fazer a drenagem quando a cápsula
  • 00:22:57
    distende isso aqui é efusão efusão
  • 00:23:00
    pleural efusão articular é mais comum em
  • 00:23:02
    cães de médio a grande porte
  • 00:23:04
    dificilmente cães de pequeno porte irão
  • 00:23:06
    apresentar essa alteração na
  • 00:23:10
    radiografia e as projeções igual para
  • 00:23:12
    ver Opa iguais para ver a lustração de
  • 00:23:16
    patela que é crânio caudal e Médio
  • 00:23:18
    lateral aqui se vocês quiserem ver a
  • 00:23:20
    patela e o fêmur dá para pedir uma
  • 00:23:22
    ventro dorsal de pelv mostrando as
  • 00:23:26
    patelas no caso da ruptura de li eu
  • 00:23:28
    mostrei PR vocês só médio lateral ó
  • 00:23:30
    médio lateral médio lateral médio
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    lateral Então por mais que essa essa
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    radiografia seja muito importante a
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    média lateral é o padrão que a gente vê
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    assim mais importante para verificar a
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    ruptura mas sempre peçam as duas pessoal
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    porque às vezes tem luxação de patela
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    associado não achem que o paciente vai
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    chegar na clínica de vocês com displasia
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    corch femural doença do disco ele vai
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    chegar com várias coisas tem em
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    ultrassom por exemp exemplo que a gente
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    vi o abdômen inteiro do paciente às
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    vezes o paciente tem 50.000 alterações
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    tipo oito nove alterações é um paciente
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    descuidado muito idoso e não tem nada a
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    ver uma com a outra às vezes tem e tem
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    um monte de coisa junta então o paciente
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    de vocês pode chegar com periodontite
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    gastrite ilustração de patela ruptura de
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    ligamento e displasia do cotovelo nada
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    impede tá depende é que eu sempre falo
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    do azar do paciente qu esse cachorro foi
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    disposto geneticamente a ter isso às
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    vezes ele pode ter várias coisas ao
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    mesmo tempo
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    vamos pular acabar né acabamos né a
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    articulação e vamos para os ossos onde
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    nós temos doenças de causa inespecíficas
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    e doenças de causa metabólica que são
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    desafio né Eu sempre falo que quando nós
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    temos um paciente com uma queixa nós
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    temos que saber a causa e tirar a causa
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    para não ficar tratando o sintoma Então
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    se o paciente de vocês chega na clínica
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    e vocês
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    simplesmente com febre vai tá com febre
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    vocês usam pedem de pirona e manda para
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    casa vocês estão tratando o o sinal
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    clínico e não a doença estão tratando o
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    sintoma então aqui a doença de causa
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    específica ela é Um Desafio porque não
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    tem uma causa para tirar qual que é a
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    causa ou não se sabe mesmo ou são várias
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    possibilidades então nós podemos citar
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    panosteite osteodistrofia hipertrófica e
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    osteopatia pulmonar e causa metabólica
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    hiperparatiroidismo secundário
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    nutricional e renal aqui é mais é OK
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    assim a gente sabe agora aqui o ou não
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    se sabe ou são várias causas mesma coisa
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    a aparência radiográfica sempre vai
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    depender do tempo de evolução se o
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    paciente está com dor no Fê porque
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    começou a ter panosteite hoje pode ser
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    que o radiografe não veja alteração mas
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    que o radiografe daqui a alguns dias e
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    tenha então é muito comum vocês pegarem
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    laudos de raiz x e de ultrassom falando
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    e ah sei lá Campus paciente vocês
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    encaminham com maior dificuldade
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    respiratória tá com tosse espirro E aí
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    você tem o RX normal e lá fala Campos
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    pulmonares dentro da normalidade
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    radiográfica sugiro acompanhamento
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    radiográfico esse sugiro o
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    acompanhamento radiográfico tem gente
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    que usa o termo controle radiográfico é
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    justamente isso olha eu sei que ele tem
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    esse sintoma muito importante eu tô
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    vendo ele tso na minha frente mas o r x
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    tá normal pode ser que não teve tempo
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    ainda de ter espessamento de brônquio
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    efusão pleural e ou padrão vular neste
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    momento tá normal Faz de novo esse r x
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    daqui a pouco
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    Então trata uma possível inflamação
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    radiografa de novo vê se mudou então é
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    basicamente não é tipo Ai Faz de novo
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    porque não sei não é porque às vezes
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    está no começo totalmente aceitável e
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    possível isso acontecer nos laudos que
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    vocês pegam chega a ser até uma um jeito
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    responsável de conduzir o caso pelo lado
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    do profissional da
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    imagem então começando com
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    panosteite no começo da aula eu falei
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    que as doenças que a gente tá vendo a
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    gente tá vendo aqui são doenças que
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    profissionais há 1 an anos atrás também
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    estavam vendo e quando eu falo 1 anos
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    atrás era um mundo diferente onde não
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    tinha ração onde os tratamentos eram
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    diferentes onde o filhote era abordado
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    de outro jeito até a vacinação era
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    diferente então pode ser que eu fale
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    isso aqui para vocês vocês nunca vejam
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    na vida pode ser que dependendo do lugar
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    vocês tenham sorte vejam acho que
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    panosteite eu vejo a cada alguns meses
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    assim e não é tão comum e eu vejo numa
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    região específica do do Brasil de onde
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    eu faço tele que é mais no no região do
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    Rio Grande do Sul não sei o motivo
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    provavelmente pelo porte dos C
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    então pode ser que você eu faa fale
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    dessas doenças para vocês elas não são
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    tão comuns e vocês não vejam Mas pode
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    ser que vocês sejam premiados e vocês
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    vejam muito por exemplo
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    eh eu já vi
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    eh o rim ectópico várias vezes em Golden
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    aqui na zona leste de São Paulo que é
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    onde eu resido e trabalho mais então eu
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    já vi Acho que uns cinco goldens com rim
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    perto da bexiga meus colegas nunca viram
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    que moram longe da na outra região de
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    São Paulo nunca viram tem gente muito
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    mais experiente que eu que nunca viu
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    então tenham isso na cabeça mas saibam
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    que existe aqui nós temos dois ossos
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    diferentes em projeção médio lateral o
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    úmero e o femor que são ossos muito
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    predispostos a demonstrar sinais de
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    panosteite então a escápula cabeça do
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    húmero nós vimos essa imagem parecida em
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    ocd de áf do húmero isso aqui nós vimos
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    na aula de na parte da aula de displazia
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    do cotovelo rádio una isso aqui nós
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    vimos também em necrose AC displasia né
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    pelv cabeça do F encaixadinho ó
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    encaixadinho no acetábulo bem justinho
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    bem bonito que é o pubs diáfise do femor
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    patela e tíbia
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