10 Aparelho gastrointestinal (Parte 2)
摘要
TLDRThis video elaborates on alterations in the gastrointestinal tract, focusing on conditions such as gastritis, enteritis, gastric ulcers, and the presence of foreign bodies. The speaker explains that gastritis is characterized by thickness in the gastric wall without losing the stratification of the layers. Specific cases such as uremic gastritis and complications involving ulcers are discussed, stressing that the definitive evaluation is done through endoscopy rather than ultrasound. Furthermore, the speaker notes that foreign bodies, particularly linear ones in cats, can cause significant issues and require careful assessment through imaging techniques. The importance of understanding the anatomy and recognizing the signs of chronicity versus acuity in gastrointestinal issues is highlighted throughout the video.
心得
- 🩺 Understanding gastrointestinal conditions is crucial for diagnosis.
- 📊 Ultrasound imaging helps identify wall thickening in gastritis.
- 🔍 The endoscopy is the gold standard for diagnosing ulcers.
- 🚨 Linear foreign bodies can lead to severe obstruction in cats.
- 📈 IBD is common in cats and requires thorough examination.
- 📉 Increased peristalsis is a sign of obstruction.
- 🤒 Vomiting may signal issues stemming from the esophagus or stomach.
- 📋 Patient history is essential for accurate diagnosis.
- 🧪 Gastric ulcers can arise from various factors including infections.
- 🐾 Always assess the entire gastrointestinal tract systematically.
时间轴
- 00:00:00 - 00:05:00
The video begins by discussing gastrointestinal alterations, focusing on gastritis and enteritis, characterized by localized or diffuse thickening of the organ walls. The speaker explains the different layers of the stomach and intestines and emphasizes that even in cases of severe gastritis, the layer stratification remains preserved.
- 00:05:00 - 00:10:00
The discussion includes specific cases like uremic gastritis, where the gastric folds become thickened due to renal disease, and the limitations of ultrasound in detecting ulcers. The presentation highlights that while hematemesis can occur, the source of bleeding might not always be identifiable through ultrasound alone.
- 00:10:00 - 00:15:00
Further, the speaker explains the differences between acute and chronic issues in the gastrointestinal tract, emphasizing that deeper layers indicate chronic conditions. The speaker outlines how an intestinal loop's appearance changes in response to aggression, including chronic inflammation and its consequences.
- 00:15:00 - 00:20:00
The video elaborates on inflammatory bowel disease, especially in cats, describing how the muscular layer appears thickened and the presence of enlarged lymph nodes. The diagnostics of endoscopy are highlighted, along with the surgical need for biopsies of deeper layers not accessible through endoscopic methods.
- 00:20:00 - 00:25:00
The presentation touches on the complications of gastric foreign bodies, describing various forms they may take, and emphasizes the importance of recognizing signs through imaging. Ultrasound and radiographic assessments work in tandem to diagnose potential obstructions or the presence of foreign bodies in the gastrointestinal tract.
- 00:25:00 - 00:34:45
Lastly, the speaker warns of the consequence of gut obstruction, explaining the dynamics of peristalsis and the importance of careful monitoring of the patient. Signs of intestinal obstruction and strategies for diagnosing issues are discussed thoroughly, emphasizing the need for comprehensive imaging to determine the cause and extent of obstructions accurately.
思维导图
视频问答
What are the main gastrointestinal alterations discussed in the video?
The video discusses gastritis, enteritis, gastric ulcers, foreign bodies in the gastrointestinal tract, and inflammatory bowel disease.
How does gastritis manifest in ultrasound images?
Gastritis appears as thickening of the gastric wall, often with preserved layer stratification.
What is the gold standard for evaluating gastric and intestinal ulcers?
The gold standard for evaluating gastric and intestinal ulcers is endoscopy.
What is the significance of recognizing linear foreign bodies in the gastrointestinal tract?
Linear foreign bodies can cause severe gastrointestinal obstruction and require immediate medical attention.
How is inflammatory bowel disease (IBD) diagnosed in cats?
IBD is diagnosed through imaging which shows thickened muscular layers, along with clinical signs and laboratory tests.
What role does ultrasound play in assessing gastrointestinal issues?
Ultrasound helps visualize the layers of the gastrointestinal tract, thickening, and the presence of foreign bodies or abnormalities.
What are potential causes of gastric ulcers?
Gastric ulcers can result from infections, food allergies, or other underlying conditions.
How do intestinal foreign bodies affect peristalsis?
Intestinal foreign bodies can lead to increased peristalsis initially, followed by eventual exhaustion of motility.
What should be observed in the presence of fluid in the abdominal cavity?
Fluid accumulation may indicate inflammation, infection, or perforation associated with foreign bodies.
Why is it essential to consider the patient's history when evaluating for foreign bodies?
The patient's history provides context for symptoms and can help differentiate between benign and critical conditions.
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- 00:00:03aqui pessoal vamos começar a falar
- 00:00:05a conteúdo em si né as alterações em
- 00:00:08trato gastrointestinal começando com o
- 00:00:10clássico que é gastrite e enterite que
- 00:00:14basicamente é espessamento focal ou
- 00:00:16difuso da parede então numa região
- 00:00:18específica do estômago por exemplo
- 00:00:20antrop Loro ou fundo gástrico ou região
- 00:00:24específica do intestino por exemplo do
- 00:00:26oden ou Ílio ou difuso né nesse órgão
- 00:00:30inteiro aqui gente é o espeço focal ou
- 00:00:34difuso com a estratificação das camadas
- 00:00:36preservada então lembra a estratificação
- 00:00:39de camadas que de dentro para fora é
- 00:00:41mucosa submucosa muscular e cerosa ela
- 00:00:44sempre estará presente o máximo que pode
- 00:00:48acontecer é que em casos graves essa
- 00:00:50estratificação pode ser menos visível
- 00:00:52então menos visível porém continua lá
- 00:00:56então A gastrite era um espessamento da
- 00:00:58parede e em livros de nós temos sempre
- 00:01:01tabelas mostrando de 1 a 5 Kg a parede
- 00:01:04deve medir x na gastrite nós temos um
- 00:01:07aumento dessa parede basicamente é isso
- 00:01:10vou falar aqui para vocês rapidamente
- 00:01:12sobre casos específicos por exemplo da
- 00:01:14gastrite urêmica que é quando as pregas
- 00:01:16e as dobras ruga se apresentam espessas
- 00:01:19e podem mineralizar acontece em cães com
- 00:01:22doença renal então aqui por exemplo
- 00:01:23nesta imagem de livro nós temos a porção
- 00:01:26ventral da parede do do estômago né que
- 00:01:29essa região e aqui dentro nós temos o
- 00:01:31Lumen que é onde fica o alimento você
- 00:01:34notem que nós temos aqui uma parede
- 00:01:37totalmente enrugada então a gente vê as
- 00:01:41dobras as dobras né que essa região de
- 00:01:43dobra e as pregas onde nós temos essas
- 00:01:46setas brancas apontando essa região
- 00:01:48hiperecogênica mais clara são regiões
- 00:01:52mineralizado então isso aqui é muito
- 00:01:54comum em gastrite urêmica também pode
- 00:01:57acontecer ulceração a ú pessoal ela não
- 00:02:01é algo tão fácil de ver no ultrassom é
- 00:02:04uma limitação desta técnica porque a
- 00:02:06úlcera basicamente ela uma
- 00:02:08descontinuidade na parede do estômago ou
- 00:02:12intestino então aqui por exemplo nós
- 00:02:13temos a camada mucosa aqui então ela
- 00:02:17começa por aqui vai andando andando
- 00:02:19andando terminou uma úlcera é onde tem
- 00:02:22essa seta Aqui nós temos o gás no meio e
- 00:02:25uma úlcera a parede termina aqui e volta
- 00:02:28aqui então é como se fosse um liter
- 00:02:31falando de jeito bem popular um teco
- 00:02:33faltando na parede do estômago e nós
- 00:02:35temos aqui o preenchimento com gás no
- 00:02:38estômago nós nem sempre vemos isso no
- 00:02:40intestino nós nem sempre vemos isso o
- 00:02:43padrão ouro para avar avaliar a úlcera
- 00:02:45gástrica intestinal é a endoscopia outra
- 00:02:49coisa gente quando nós temos hematêmese
- 00:02:51nem sempre esse sangue vem do estômago
- 00:02:54às vezes ele vem do esôfago é então às
- 00:02:56vezes a avaliação por mais bem feita que
- 00:02:58ela seja não é o suficiente para fechar
- 00:03:00o quadro Lembrando que no ultrassom
- 00:03:03abdominal nós vemos bem a região de
- 00:03:06cárdia e o comecinho do o final na
- 00:03:09verdade né do esôfago que fica no
- 00:03:11abdômen então às vezes nós temos
- 00:03:13neoformação naquela região e é a fonte
- 00:03:15da eh do sangramento na na Emes do nosso
- 00:03:19paciente aqui é uma imagem de uma
- 00:03:22macroscopia né de úlcera gástrica no
- 00:03:24estômago do cão mostrando a mucosa essa
- 00:03:27parte pálida aqui com o as Profundas
- 00:03:30associadas à hemorragia então Imaginem
- 00:03:32parece que eu tirei um pedaço daqui
- 00:03:34então Imaginem o sangramento que se
- 00:03:36provoca num paciente vivo Então essa
- 00:03:39descontinuidade na parede é o que nós
- 00:03:41vemos nesta imagem porém no ultrassom
- 00:03:43Nem sempre é possível visualizar
- 00:03:45identificar o padrão ouro é
- 00:03:50endoscopia então a causa muitas vezes
- 00:03:52também não é esclarecida pode ser uma
- 00:03:54infecção pode ser alergia alimentar
- 00:03:57muito comum noos nossos pacientes ent ia
- 00:04:00com perda de proteínas alteração
- 00:04:01parasitária principalmente em filhotes
- 00:04:04Então essa região há uma uma região de
- 00:04:06descontinuidade isso aqui é imagem de
- 00:04:08livro nem sempre nós conseguimos ver mas
- 00:04:11muitas vezes é e aqui embaixo uma parede
- 00:04:14com um Evidente espessamento aqui é eh
- 00:04:18não não identifiquei para vocês qual
- 00:04:20segmento de intestino é se é duodeno se
- 00:04:22é jejuno mas
- 00:04:250,82 cm para qualquer porte de animal
- 00:04:28qualquer local é um espessamento
- 00:04:30importante duodeno a gente hoje em dia
- 00:04:32considera até 0,5 cm isso aqui é um
- 00:04:34espessamento de parede e na interit a
- 00:04:38gente pode ter espessamento apenas da
- 00:04:40camada muscular em casos crônicos é uma
- 00:04:42camada mais profunda então vocês
- 00:04:44concordam que essa camada a mucosa ela
- 00:04:47tem contato com o Lumen Então ela é a
- 00:04:49primeira ser agredida em caso de
- 00:04:51alteração luminal a camada desculpa
- 00:04:54muscular ela fica mais
- 00:04:56profunda então toda vez que nós temos
- 00:04:58uma afecção camada muscular Nós pensamos
- 00:05:01em casos
- 00:05:02crônicos então aqui eh deixei para falar
- 00:05:06nessa imagem né qual que é divisão então
- 00:05:08lembrando essa camada externa branca é
- 00:05:11acerosa a muscular essa camada interna
- 00:05:15preta a anecogênico
- 00:05:18ogênero
- 00:05:20e a mucosa aqui em contato com o Lumen
- 00:05:23então toda vez que nós temos um uma
- 00:05:25alteração em mucosa a alteração tende a
- 00:05:28ser aguda e quanto mais profundo nessas
- 00:05:30nesses nessa estratificação que nós
- 00:05:32temos tende a ser crônica nessa duas
- 00:05:36duas imagens também são de livro do
- 00:05:38nyland nós vemos o intestino e Delgado
- 00:05:41corrugado que que é isso é aquela alça
- 00:05:44que fica com padrão irregular ela está
- 00:05:46reagindo a uma agressão ela fica
- 00:05:48contraída então Aqui nós temos eh uma
- 00:05:51alça de intestino de intestino delgado
- 00:05:54né de duodeno inflamada secundariamente
- 00:05:57é uma maturação do pâncreas que está
- 00:06:00contornado né aqui onde eu estou
- 00:06:01passando o cursor isso aqui é um
- 00:06:03pâncreas inflamado eh nós temos
- 00:06:05peritonite também então os planos
- 00:06:07gordurosos profundos hiperecogênicos
- 00:06:09indicando inflamação então muitas vezes
- 00:06:11gente eh a a o ateração em alça pode ter
- 00:06:15apresentações diferentes então pode ser
- 00:06:17simplesmente o espessamento ou o
- 00:06:19conteúdo é líquido dentro indicando
- 00:06:21inflamação se o paciente não acabou de
- 00:06:23beber água geralmente a gente pensa em
- 00:06:25inflamação né ou então a alça fica
- 00:06:27corrugada a gente também olha ao redor
- 00:06:29para ver se o pâncreas está inflamando
- 00:06:30do odena e não o contrário Então é uma
- 00:06:33avaliação bem delicada tem que percorrer
- 00:06:36todo trato gastrointestinal cada
- 00:06:39segmento então o estômago inteiro com
- 00:06:41calma todo se segmento então do do Cardo
- 00:06:45até o piloro depois duodeno fazendo todo
- 00:06:48o trajeto que ele faz chegando a jejuno
- 00:06:51e olhando segmento por segmento com
- 00:06:53calma procurando sinais de inflamação
- 00:06:56infecção ou corpo estranho que possa
- 00:06:58causar essa
- 00:07:02infamação então aqui lembrando né como
- 00:07:05que seria uma alça intestinal normal ela
- 00:07:07é reta ó olha totalmente retilínea e
- 00:07:10aqui nós vemos né essa irregularidade
- 00:07:13esse essa alça corrugada comportando
- 00:07:16líquido dentro indicando pra gente
- 00:07:20inflamação e nós não podemos deixar de
- 00:07:23falar da doença inflamatória intestinal
- 00:07:25que é muito comum em gatos né população
- 00:07:27de gatos é cada dia maior então nós
- 00:07:30temos uma quantidade enorme de pacientes
- 00:07:32felinos a doença inflamatória intestinal
- 00:07:34é uma doença inflamatória que persiste
- 00:07:36por meses então nós temos a camada
- 00:07:40muscular bem Evidente né que seria essa
- 00:07:43camada aqui fininha ó muscular Aqui nós
- 00:07:46temos ela bem grossa tem alunos que
- 00:07:48parecem falam que parecem vários churros
- 00:07:51então fica bem destacado essa camada
- 00:07:53aqui muscular indicando uma inflamação
- 00:07:56crônica nós vemos linfonodos aumentados
- 00:07:58também lembrando gente que antigamente
- 00:08:00falava-se que o linfonodo normal não era
- 00:08:03visto hoje em dia nós sabemos que alguns
- 00:08:05linfonodos nós vemos sim em condições
- 00:08:07normais e vemos principalmente se eles
- 00:08:09estão aumentados em dimensão ou com
- 00:08:12outras alterações que indicam que ele
- 00:08:13esteja reagindo a algo por exemplo
- 00:08:16alteração em ecogenicidade né reduzindo
- 00:08:18ecogenicidade ou até em ecotextura
- 00:08:21sugerindo algo mais
- 00:08:24importante hum voltando lembrando gente
- 00:08:28que eu falo para vocês que a endoscopia
- 00:08:30é o a chave né geralmente paraas algumas
- 00:08:33alterações intestinais e gástricas porém
- 00:08:36lembrem-se que o endoscópio ele vai
- 00:08:38passar por essa parte luminal da alça
- 00:08:40então ele terá acesso a retirar amostras
- 00:08:42aqui em contato com o Lumen amostras da
- 00:08:46muscular nós já falamos em em uma
- 00:08:48procedimento de biópsia eh cirúrgico
- 00:08:51mesmo porque o endoscópio não consegue
- 00:08:55passar pela mucosa e pegar um um um
- 00:08:59segmento dessa região né então aqui por
- 00:09:01exemplo é o traço da mucosa né Desculpa
- 00:09:04do lumem com a mucosa submucosa a
- 00:09:07muscular está aqui então o endoscópio
- 00:09:09que estaria nessa camada não conseguiria
- 00:09:11chegar nesta para pegar uma amostra
- 00:09:13então é procedimento cirúrgico mesmo
- 00:09:15para fazer o histopatológico
- 00:09:20depois corpo estranho gástrico também é
- 00:09:23um campeão de pedidos de ultrassom de
- 00:09:25ultrassom e a aparência ela vai depender
- 00:09:27das propriedades físicas do material
- 00:09:29então não tem como eu mostrar para vocês
- 00:09:31todas as possibilidades de aparência de
- 00:09:33corpo estranho pode ser desde uma sacola
- 00:09:36daquelas bem fininhas que a gente puxa
- 00:09:38um pouco e esgarça até uma pedra e
- 00:09:41madeira brinquedo todas as coisas
- 00:09:43possíveis nossos pacientes podem comer
- 00:09:46por exemplo nessa imagem aqui que nós
- 00:09:49temos uma bolinha no lumem do estômago
- 00:09:51né a parede está aqui lembrando que o
- 00:09:54estômago é em formato de uma bolsa né
- 00:09:56que comporta o alimento durante a
- 00:09:57digestão nós vemos a alimento aqui em
- 00:10:00processo de digestão e essa estrutura
- 00:10:03aqui com a superfície hiperecogênica né
- 00:10:07isso demonstrando pra gente que é algo
- 00:10:09sólido formando esse sombreamento era
- 00:10:12uma bolinha de brinquedo os livros
- 00:10:14mostram bastante bolinhas de brinquedo
- 00:10:16como exemplo de corpo estranho gástrico
- 00:10:17e intestinal aqui seria né Essa
- 00:10:20superfície hiperecogênica com
- 00:10:21sombreamento acústico e algumas
- 00:10:24complicações podem ser vistas também por
- 00:10:25exemplo fluido peritonial pnem peritônio
- 00:10:28m inério racional muitas vezes indicando
- 00:10:31que aquele corpo estranho pode ter
- 00:10:33causado eh uma ruptura na alça ou no
- 00:10:36intestino né causando esses sinais né
- 00:10:39que são indicações de algo um pouco mais
- 00:10:41grave quando é um achado gente a gente
- 00:10:44pede para fazer acompanhamento
- 00:10:46ultrassonográfico então às vezes vocês
- 00:10:48podem fazer ultrassom para pesquisa de
- 00:10:50metástase encontrar um pequeno corpo
- 00:10:52estranho no meio da da do alimento e
- 00:10:54pedir acompanhamento trog gráfico porque
- 00:10:56nem sempre esse pequeno eh pequena
- 00:10:59estutura que parece um corpo estranho
- 00:11:00realmente é algo que o paciente engoliu
- 00:11:02que não deveria estar ali às vezes é
- 00:11:05simplesmente um alimento que ele não
- 00:11:07mastigou direito às vezes pode acontecer
- 00:11:10também do tutor ter o costume de
- 00:11:13fornecer petisco no chão e esse paciente
- 00:11:15comer uma pedrinha por exemplo então é
- 00:11:17importante a gente ter bom senso em
- 00:11:19relação a quando pedir o acompanhamento
- 00:11:21tacion nográfico e quando pensar em algo
- 00:11:24mais sério sempre tendo bastante
- 00:11:26responsabilidade né com a vida do nosso
- 00:11:28paciente e levando em conta o histórico
- 00:11:30então levem em conta o histórico se o
- 00:11:32tutor viu comer alguma coisa se o
- 00:11:35paciente ele tem o costume caso
- 00:11:37contrário Às vezes pode ser só um achado
- 00:11:39aquele paciente aspirou né alguma coisa
- 00:11:41muito pequena enquanto lambir chão por
- 00:11:43exemplo e não é um caso cirúrgico no
- 00:11:45endoscópio às vezes é tão pequeno ou é
- 00:11:47uma coisa inofensiva que vai sair nas
- 00:11:49fezes por
- 00:11:52exemplo então aqui eh Nós também temos
- 00:11:56uma uma grande limitação de técnica né
- 00:12:00Assim como eu falei da úlcera
- 00:12:02independente da composição do corpo
- 00:12:03estranho por mais que a gente consiga
- 00:12:05ver todos os corpos estranhos diferentes
- 00:12:07do raio X que nós vemos os radiopatos
- 00:12:09aqui a gente consegue ver os
- 00:12:10radiotransparentes também eles podem ser
- 00:12:13camuflados por qualquer quantidade de
- 00:12:14conteúdo alimentar ou gás Diferente de
- 00:12:18quando tem líquido e aí nós temos uma
- 00:12:20janela acústica que possibilita que
- 00:12:22aquela estrutura que está ali no meio
- 00:12:24seja destacada tem um contraste entre
- 00:12:27algo hiperecogênico
- 00:12:29no líquido que é anecogênico
- 00:12:32aqui por exemplo nós temos a imagem de
- 00:12:35um parasito no estômago então todas
- 00:12:38essas estruturas eh filamentosas se
- 00:12:41mexendo são parasitos são toxocara era
- 00:12:44um paciente filhote né aqui é a parede
- 00:12:47do estômago está repleto de líquido né
- 00:12:50esse conteúdo anecogênico tem alça
- 00:12:52dilatada com conteúdo anecogênico também
- 00:12:53ele tinha um processo obstrutivo por
- 00:12:55esses parasitos E essas estruturas
- 00:12:58fininhas se mexendo são os parasitos que
- 00:13:00estavam no estômago deles toxocara
- 00:13:03estava defecando eh vomitando toxocara
- 00:13:06antes e depois do exame
- 00:13:07ultrassonográfico só foi possível ver
- 00:13:10porque ao redor tem conteúdo líquido
- 00:13:12fazendo janela acústica fazendo um
- 00:13:14contraste do conteúdo
- 00:13:16eh quando nós temos o corpo estranho
- 00:13:19também associado com obstrução nós temos
- 00:13:22uma um sinal indicativo muito forte que
- 00:13:24é um aumento do peristaltismo do
- 00:13:26estômago sem progressão ou com
- 00:13:28progressão mínima do conteúdo para o
- 00:13:30duodeno Então o que acontece e esse
- 00:13:33estômago se ele percebe que tem algo
- 00:13:35muito diferente ali dentro que não
- 00:13:36deveria estar ele vai contrair tentando
- 00:13:38expulsar de qualquer jeito possível
- 00:13:41muitas vezes ele ele tenta fazer isso e
- 00:13:43induz o vômito né então eu mostrei aqui
- 00:13:45essa imagem de líquido em estômago
- 00:13:47paciente tinha uma gastropatia
- 00:13:49importante mas muitas vezes a gente não
- 00:13:51vê esse líquido aqui acumulando igual no
- 00:13:53intestino na porção distal porque está
- 00:13:55muito perto do esôfago e o paciente faz
- 00:13:58êmese mas geralmente esse conteúdo
- 00:14:00líquido em processo obstrutivo por
- 00:14:02exemplo que seria o caso desse paciente
- 00:14:05ele vai ficar parado aí até o paciente
- 00:14:07vomitar ou ele vai progredir bem devagar
- 00:14:10Então é necessário bastante calma para
- 00:14:12olhar o estômago para olhar o intestino
- 00:14:14com bastante detalhamento para definir
- 00:14:16como que está a progressão deste
- 00:14:26conteúdo outra imagem né né mostrando
- 00:14:30conteúdo uma bolinha fazendo eh um corpo
- 00:14:33estranho gástrico mesma imagem que eu
- 00:14:36mostrei para vocês né
- 00:14:38Eh nesse caso por exemplo o paciente não
- 00:14:40tinha sinais clínicos era um um objeto
- 00:14:44esférico né compatível com uma bolinha
- 00:14:46eh e nesse outro cão aqui nós também
- 00:14:49temos uma imagem bem semelhante que eu
- 00:14:52que eu mostrei para vocês no primeiro
- 00:14:53slide fazendo o sombreamento então
- 00:14:55muitas vezes a gente qu ver sinal
- 00:14:57Clínico ou não então a gente tem que
- 00:14:59conversar bastante com o tutor e avaliar
- 00:15:01muito bem Aquele estômago é o RX é um
- 00:15:04grande aliado para ver a dilatação do
- 00:15:06estômago para ver como como as alças
- 00:15:08estão em relação também a o processo
- 00:15:12obstrutivo né se tem retificação sinal
- 00:15:14de Cascalho então o raio x associado ao
- 00:15:16ultrassom é um grande amigo Nessas horas
- 00:15:18e o acompanhamento ultrassonográfico se
- 00:15:21o paciente está bem se ele não está num
- 00:15:23num quadro em que precisa ser ter uma
- 00:15:26resolução imediata né paciente que não
- 00:15:28está estável então se ele está estável
- 00:15:31ok nós conseguimos acompanhar antes de
- 00:15:34tomar uma atitude Caso contrário é
- 00:15:37endoscopia ou cirurgia se o paciente tá
- 00:15:39instável os sinais relacionados a este
- 00:15:41corpo
- 00:15:43estranho bolinha e Bolinha mesma coisa
- 00:15:46nos livros tem bastante exemplo disso
- 00:15:50eh lembrando também pessoal que eu falei
- 00:15:53do janelamento acústico mostrei aquele
- 00:15:55vídeo do dos parasitos Nós também
- 00:15:57conseguimos fazer um atque do corpo
- 00:15:59estranho fazendo o paciente ingerir se
- 00:16:02ele não está com eh sinal ativo de
- 00:16:04obstrução não está vomitando sem parar
- 00:16:07eh fazendo o paciente ingerir conteúdo
- 00:16:09pastoso e homogêneo por exemplo recovery
- 00:16:12AD tem outras marcas também eh muitas
- 00:16:15vezes o paciente se ele permite que eh a
- 00:16:18se é um paciente tranquilo le come no
- 00:16:21ambiente hospitalar se nós fornecermos
- 00:16:23água nós conseguimos fazer um gelamento
- 00:16:25acústico na hora mas se ele não aceita
- 00:16:27água e aceita conteúdo do pastoso Nós
- 00:16:30também conseguimos fazer esse destaque
- 00:16:32Então aqui tem um corpo
- 00:16:34estranho fazendo esse sombreamento
- 00:16:36acústico e ele está bem visível graças
- 00:16:40ao conteúdo homogêneo que tem ao redor
- 00:16:41dele isso aqui era comida pastosa
- 00:16:44oferecida por paciente antes justamente
- 00:16:46para tentar fazer com que esse corpo
- 00:16:48estranho ficasse em
- 00:16:50evidência era uma bolinha também
- 00:16:53daquelas bolinhas de de brinquedo de R 1
- 00:16:56sabe de máquina que pinga bastante eles
- 00:16:59também comem bastante dessa bolinha não
- 00:17:00só bolinha maior de
- 00:17:05borracha aqui uma imagem de dilatação e
- 00:17:08obstrução pilórica de causa mecânica
- 00:17:10Então essas bolinhas principalmente né
- 00:17:12vou dar o exemplo da bolinha igual
- 00:17:14mostrei até agora eh o piloro tem um
- 00:17:17formato perfeito né de funil onde elas
- 00:17:19encaixam e ficam fazendo o processo
- 00:17:21obstrutivo então quando isso acontece
- 00:17:24Vai juntando o fluido no estômago
- 00:17:25paciente geralmente vomita bastante e e
- 00:17:29geralmente não tem progressão de
- 00:17:30conteúdo pro duodeno porque elas
- 00:17:32encaixam muito bem então Aqui nós temos
- 00:17:36né o corpo estranho esse aqui é o
- 00:17:38contorno da da da bolinha fazendo o
- 00:17:40sombreamento acústico bem importante nós
- 00:17:43temos aqui a parede o fundo gástrico
- 00:17:46aqui a bolinha aqui a região do piloro e
- 00:17:49tá fazendo né Eh uma obstrução entre o
- 00:17:51piloro e o duodeno impedindo que o
- 00:17:53conteúdo progrida então é um corpo
- 00:17:55estranho que está bem fácil de ver nem
- 00:17:57sempre assim tão simples pistão didático
- 00:18:00da gente encontrar
- 00:18:02tá voltando só só um detalhe falei né
- 00:18:06que corpo estranho ele pode ter todas as
- 00:18:08apresentações possíveis mas também gente
- 00:18:10é muito comum que a gente encontre um
- 00:18:12corpo estranho e na hora da cirurgia ele
- 00:18:14esteja associado a vários outros então
- 00:18:16não é incomum que encontre uma bolinha
- 00:18:18ou um conteúdo amorfo que a gente não
- 00:18:20consegue identificar e na hora de abrir
- 00:18:23o estômago do paciente ou fazer
- 00:18:24endoscopia tem cabelo pelo do próprio
- 00:18:27cachorro eh borracha com plástico com
- 00:18:30fílio com ração então às vezes a gente
- 00:18:33encontra uma gororoba naquela naquele
- 00:18:35estômago ou intestino que a gente não
- 00:18:37consegue nem identificar e dará uma
- 00:18:39prévia pro o cirurgião ou o Clínico
- 00:18:41sobre o que é muitas vezes geralmente
- 00:18:44aquele cão que come um corpo estranho
- 00:18:46que vai causar Clínica Ele já comeu
- 00:18:48muitos corpos estranhos antes e muitas
- 00:18:50vezes acontece deles estarem todos
- 00:18:52juntos ali às vezes tutor não tem
- 00:18:55conhecimento de que o cão come esses
- 00:18:56corpos estranhos eles estão lá Tod
- 00:18:59reunidos no estômago ou
- 00:19:03intestino aqui já partindo para algo
- 00:19:06mais grave né neoplasia gástrica
- 00:19:07intestinal também podem ser focais ou
- 00:19:10difusas nós temos o espessamento
- 00:19:12irregular da parede e nós aqui falamos
- 00:19:15de perda da estratificação parietal na
- 00:19:19interit em gastrite eu falei que a
- 00:19:20estratificação parietal está preservada
- 00:19:22ou no mínimo no máximo né pouco visível
- 00:19:25aqui nós temos a perda a parede inflama
- 00:19:28fica espessa e Nós não sabemos mais onde
- 00:19:30é mucosa onde é cerosa onde é muscular
- 00:19:33nós vemos uma parede toda espessa
- 00:19:36homogênea então aqui por exemplo é um
- 00:19:39linfoma num cão de 16 anos a parede está
- 00:19:42espessa e nós não temos a estratificação
- 00:19:46normal foi perdida então nós sabemos
- 00:19:48aqui provavelmente é cerosa aqui
- 00:19:51provavelmente é mucosa essa parte mais
- 00:19:53hiperecogênica é difícil de falar se ela
- 00:19:56realmente é submucosa ela um pouco
- 00:19:59espessa e irregular eh Aqui nós temos
- 00:20:03provavelmente a muscular a gente não tem
- 00:20:05uma certeza eh muitas vezes fica desse
- 00:20:09jeito totalmente ir regular né então
- 00:20:10aqui aqui mais fino aqui mais grosso Às
- 00:20:12vezes aqui por exemplo eu não consigo
- 00:20:15definir a mucosa em relação a essa
- 00:20:17camada de cima parece a mesma coisa
- 00:20:19então fica bem difícil da gente eh olhar
- 00:20:22todo o comprimento da parede e falar
- 00:20:24exatamente onde está o qu em cisas eu as
- 00:20:29mais comuns são linfoma carcinoma
- 00:20:30leiomiossarcoma e leiomioma tendo
- 00:20:33atenção né para raças asiáticas que T
- 00:20:36predisposição ne plasia gástrica em
- 00:20:39gatos linfoma adenocarcinoma e
- 00:20:41mastocitoma mas principalmente
- 00:20:45linfoma muitas vezes se apresenta como
- 00:20:47uma ne formação Redonda em região de
- 00:20:50Lumen então Aqui nós temos a parede
- 00:20:53indicada por essas duas setas parede
- 00:20:55seguindo normalmente e nós temos do nada
- 00:20:59né uma estrutura ovalada bem grande
- 00:21:02larga
- 00:21:04eh bem com aparência como se fosse
- 00:21:08densa Aqui nós temos o dopler tentando
- 00:21:11ver se tem vascularização né verificar
- 00:21:13se Quanto é vascularizado eh
- 00:21:16essa essa neoformação e nós vemos alguns
- 00:21:20pontinhos então isso indica que ela é
- 00:21:21pouco
- 00:21:22vascularizada quando nós temos gente
- 00:21:24essas imagens de ultrassom Ah é pouco
- 00:21:26vascularizada ah não vascularizada ao
- 00:21:29dopler não quer dizer pessoal que na
- 00:21:31hora de abrir não sangrar Ok então o
- 00:21:34dopler ele vê o fluxo de sangue nas
- 00:21:37veias daquela estrutura ou órgão eh às
- 00:21:40vezes nós temos um nós temos bastante
- 00:21:42vascularização por capilares por
- 00:21:44neoformação então Eh às vezes os
- 00:21:47capilares são tão diminutos que mesmo
- 00:21:48com Power dopper que é acima do color
- 00:21:51dopler para detectar vasos eh pequenos e
- 00:21:54com eh o fluxo mais mais lento né mais
- 00:21:57devagar mesmo assim a gente não tem uma
- 00:21:59imagem colorida às vezes abre vai
- 00:22:02começar a manipular e sangra bastante e
- 00:22:04não é erro do tonografia é porque vasos
- 00:22:08muito pequenos nem o Power doer consegue
- 00:22:10nos mostrar então não é porque essa ne
- 00:22:12formação é pouco vascularizada ao
- 00:22:15instrumento do Este software né de
- 00:22:17ultrassonografia que não vai sangrar na
- 00:22:19hora
- 00:22:20ok e aqui mostrando né a peça depois da
- 00:22:24ressecção notem que é tá tudo bem
- 00:22:27epidêmico né então Então nós não temos
- 00:22:29eh uma uma estrutura que que parece S
- 00:22:34sido fácil de remover né Uma Peça bem
- 00:22:36regular eh uma peça que conza sangrou
- 00:22:39bastante durante a
- 00:22:42manipulação e aqui um linfoma em gato
- 00:22:46então nós temos aquela parede espessa né
- 00:22:490,66 cm de parede de estômago para gato
- 00:22:52é bem grande né a gente fala geralmente
- 00:22:55de menos de 0,22 ou 0,20 aqui NS não
- 00:22:58temos as as camadas definidas é tudo um
- 00:23:01uma parede espessa e
- 00:23:03hipoecogênica mesma coisa aqui nós não
- 00:23:06temos a definição e aqui mostrando lumem
- 00:23:09com pouco conteúdo bem espesso bem sem
- 00:23:13definição de parede e aqui nós vemos
- 00:23:16linfonodos bem ovalados geralmente eles
- 00:23:19são mais alongados
- 00:23:20eh ão bem hipoecogênicos Ah o livro fala
- 00:23:24que são linfonodos mesentéricos então a
- 00:23:26gente já associa né se nós temos esse
- 00:23:29padrão de espessamento de parede
- 00:23:31estratificação de ossa perdida
- 00:23:32linfonodos bem reacionais com aspecto
- 00:23:35neoplásico nós já pensamos em linfoma
- 00:23:37principalmente em
- 00:23:40gatos lembrando né que essa é
- 00:23:42certificação da alça nós temos sempre as
- 00:23:45camadas bonitinhas uma em cima da outra
- 00:23:48e aqui
- 00:23:52perde-se mesma coisa aqui a gente tem
- 00:23:55uma estratificação ainda mas está se
- 00:23:58perdendo e aqui uma estratificação
- 00:24:00totalmente perdida nós viemos uma parede
- 00:24:03espessa toda hipoecogênica quase
- 00:24:06anecogénica nós Não vimos nada disso
- 00:24:09daqui que é a estratificação normal com
- 00:24:11toda a organização que uma ala
- 00:24:13intestinal ou estômago devem ter Então
- 00:24:16perdeu a estratificação parietal não
- 00:24:19falamos mais de gastrite Inter Nós
- 00:24:21pensamos em neoplasia principalmente se
- 00:24:24tem linfonodos Associados com aparência
- 00:24:26neoplásica
- 00:24:33passando para outro caso né que também é
- 00:24:35tão é importante quanto os anteriores
- 00:24:38eh é bem comum em uma população de gato
- 00:24:41que é o corpo estranho linear que é
- 00:24:44caracterizada pela presença de estrutura
- 00:24:46linear e hiperecogênica em Lumen então
- 00:24:49Branca né Clara quando nós vemos corpo
- 00:24:52estran linear gente o segmento que se
- 00:24:54apresenta Pado Varia muito Então depende
- 00:24:57eh
- 00:24:58a o pamento dele varia em grau conforme
- 00:25:01a duração e a gravidade Então se o seu
- 00:25:04gato engolir uma linha agora o intestino
- 00:25:06vai ficar fazendo peristaltismo em cima
- 00:25:08daquela linha por menos tempo do que um
- 00:25:10gato que comeu uma linha há uma semana
- 00:25:12atrás Ok eh muitas vezes nós podemos ver
- 00:25:16também complicações Igual eu falei no
- 00:25:18corpo estranho anteriormente fluido
- 00:25:20peritoneal né que é líquido livre pneum
- 00:25:23peritônio né gás livre no abdômen e mesa
- 00:25:25inério reacional aqui também vai
- 00:25:29conforme o tipo de linha então muitas
- 00:25:30vezes é uma linha extremamente grossa às
- 00:25:32vezes é linha de pipa com cerol em época
- 00:25:34de férias gatos que tem acesso à janela
- 00:25:37ou laje ou rua tem uma incidência enorme
- 00:25:40de corpo Trino linear mas quando eu falo
- 00:25:43de gatos eh ah corção linear não acha
- 00:25:46que cães também não tem Ok cães também
- 00:25:48podem ter principalmente com
- 00:25:51lixo e eles variam conforme o
- 00:25:53comprimento espessura e a criatividade
- 00:25:55do paciente de comer linhas então pode
- 00:25:57ser linha de costura é linha de pipa
- 00:26:00cabelo lixo fitilho pode ser qualquer
- 00:26:03coisa último corpo estranho que eu que
- 00:26:05eu vir feitio de presente por exemplo
- 00:26:08então Varia muito conforme o tipo de
- 00:26:10corpo estranho até onde ele vai então
- 00:26:12uma linha curta vai até o estômago uma
- 00:26:15linha comprida pode ir da base da língua
- 00:26:17até o final até o reto
- 00:26:19eh Lembrando que nós devemos instruir o
- 00:26:22tutor a quando achar esse tipo de corpo
- 00:26:25estranho linear saindo pelo reto a não
- 00:26:27puxar né
- 00:26:29e nós devemos sempre estar atentos ao
- 00:26:31exame físico
- 00:26:32eh para verificar a base da língua dos
- 00:26:35gatos para verificar se tem linha
- 00:26:38ancorada e aqui parasitos podem
- 00:26:40mimetizar a condição por mais que não
- 00:26:42seja tão idêntico é um dado de
- 00:26:44literatura né então o toxocara que eu
- 00:26:46mostrei para vocês em estômago pode
- 00:26:48mimetizar um corpo estranho linear A
- 00:26:50diferença é que o toxocara ele pode se
- 00:26:52mexer durante a avaliação né muitas
- 00:26:54vezes ele se mexe ele é mais gordinho
- 00:26:56geralmente que uma linha que vai causar
- 00:26:58um corpo estranho linear e ele também
- 00:27:00não vai ter um comprimento muito
- 00:27:03grande quando nós temos uma uma um
- 00:27:06segmento né durante a cirurgia Nós
- 00:27:09abrimos o paciente para verificar nós
- 00:27:11vemos isso daqui parece um blusão de
- 00:27:13frio de capus quando a gente puxa o
- 00:27:15cordão e fica tudo psado então nós não
- 00:27:18temos aquela alça Lisa nós temos a alça
- 00:27:20né fazendo esse zigue-zague que nós
- 00:27:22chamamos de pamento ou padura que no
- 00:27:26exame de ultrassom com disco com isso
- 00:27:28aqui nós não temos aquela alça Lisa
- 00:27:32eh às vezes às vezes até difícil de
- 00:27:35medir ou entender o que está acontecendo
- 00:27:37muitas vezes esse corpo estranho é muito
- 00:27:39fino uma linha muito fina às vezes é até
- 00:27:42difícil de achar a linha em toda a sua
- 00:27:44continuidade às vezes durante aquele
- 00:27:46movimento de leque né de varredura nós
- 00:27:48vemos só alguns pedaços mas que já é né
- 00:27:51o bastante para a gente falar de corpo
- 00:27:53estranho linear associando o histórico
- 00:27:56de paciente que come coisas com os
- 00:27:59sintomas que ele os sinais clínicos né
- 00:28:01que ele apresenta e a imagem
- 00:28:05ultrassonográfica Aqui nós temos uma
- 00:28:07imagem demonstrando essa alteração
- 00:28:10né temos um vídeo onde nós temos o
- 00:28:16intestino no início com um pouco de
- 00:28:18líquido né essa imagem era da Dra
- 00:28:21Carolina do complexo complexo
- 00:28:23veterinário da unu ela me cedeu esse ano
- 00:28:25como é um vídeo muito didático né Muito
- 00:28:27mais fácil de entender em movimento
- 00:28:31então novamente nós temos aqui conteúdo
- 00:28:35líquido a alça com o formato ficando
- 00:28:37esquisito ó e a gente vê essa linha
- 00:28:39branca aqui
- 00:28:41ó fazendo corpo estranho linear
- 00:28:44provavelmente não era um corpo estranho
- 00:28:46linear de muito tempo porque ainda nós
- 00:28:47não temos aquele aquele aspecto igual a
- 00:28:50imagem de baixo bem Pado mas nós temos a
- 00:28:53linha passando por todo o segmento e as
- 00:28:55alças começando a ficar com esse aspecto
- 00:28:57do do desenho de de baixo em 3D então
- 00:28:59ela vai fazendo o PR altismo em cima da
- 00:29:02linha e vai entrando eh
- 00:29:05eh a linha vai entrando né muitas vezes
- 00:29:08na mucosa a alça vai ficando pissada e
- 00:29:10não tem como Aquela alça funcionar
- 00:29:12direito né tipo de jeito correto muitas
- 00:29:15vezes essa linha ela entra na mucosa e
- 00:29:17em casos mais graves ela pode fazer o
- 00:29:19extravazamento do conteúdo do Lumen para
- 00:29:21fora né fazendo uma descontinuidade na
- 00:29:24alça é um prognóstico bem pior do que se
- 00:29:27ela fica assim Simpe lá dentro então
- 00:29:29quanto pior e quanto pior prognóstico né
- 00:29:32que a gente fala né quer dizer menor
- 00:29:34sobrevida do paciente então Aqueles
- 00:29:36gatos cães que estão com corpo estranho
- 00:29:38linear Há dias então tem um prognóstico
- 00:29:41muito pior do que aquele que o tutor viu
- 00:29:43comer a linha viu o animal engolir já
- 00:29:45foi pra clínica veterinária
- 00:29:49resolver novamente a imagem né mostrando
- 00:29:54aqui um corpo estranho linear passando
- 00:29:56pelo segmento de
- 00:30:03intestino Nós também temos gente
- 00:30:05obstrução intestinal de causa mecânica
- 00:30:07quando há o impedimento fixo desculpa
- 00:30:10físico do fluxo intestinal então Alguma
- 00:30:13coisa Alguma estrutura dentro do lume
- 00:30:16Aqui nós temos a mesmo sinal que nós
- 00:30:18temos no estômago né que é peristaltismo
- 00:30:20aumentado próximo do impedimento em
- 00:30:22casos Agudos porém em casos crônicos nós
- 00:30:25temos exaustão intestinal e redução do
- 00:30:28autismo então depois de muito tempo
- 00:30:29aumentando o peristaltismo tentando
- 00:30:31evoluir aquela estrutura o intestino
- 00:30:34para de fazer o movimento nós ficamos em
- 00:30:36hipomotilidade ou nós temos até casos de
- 00:30:40simplesmente não ter motilidade e a
- 00:30:42dilatação das alças também vai ser
- 00:30:44desigual que é diferente do estômago né
- 00:30:46Nós estamos falando de um tubo bem
- 00:30:47Comprido então a dilatação da áa vai ser
- 00:30:50sempre cranial ao corpo estranho Então
- 00:30:53vamos combinar por exemplo que se eu
- 00:30:55tiver o corpo estranho em jejuno a
- 00:30:57dilatação vai ser cranial ao corpo
- 00:31:00estranho então o duodeno e estômago faz
- 00:31:03sentido para vocês não vai ter dilatação
- 00:31:06depois do corpo estranho jejun no Ilo
- 00:31:08Colon porque o conteúdo que o paciente
- 00:31:10engole que é produzido que o paciente
- 00:31:13bebeu água comeu vai ficar antes da
- 00:31:16obstrução ele a obstrução estará lá
- 00:31:18parando o fluxo e não vai passar pro
- 00:31:20final do intestino então dilatação vai
- 00:31:22ser sempre em direção da boca do
- 00:31:25paciente Aqui nós temos divers essas
- 00:31:28causas né então granuloma dentro da alça
- 00:31:30intuscepção que nós falaremos mais paraa
- 00:31:33frente estenose corpo estranho de grande
- 00:31:36dimensão obstruindo totalmente caroço de
- 00:31:38manga faz muito isso daqui abcesso
- 00:31:41ruptura mesentérica neoplasia
- 00:31:43estrangulamento devido a herniação então
- 00:31:45herne innal herne umbilical perineal e
- 00:31:48machos né muito comum lembrando que em
- 00:31:50fêmeas a innal mais comum Eh toda vez
- 00:31:53que tiver um impedimento físico na
- 00:31:55obstrução intestinal nós temos estes
- 00:31:58sinais aqui
- 00:31:59descritos então
- 00:32:03Eh grande parte né Nós temos conteúdo
- 00:32:07líquido ou conteúdo
- 00:32:09alimentar fazendo né a sua o seu
- 00:32:13acúmulo então nós temos também o corpo
- 00:32:15estranho aqui e o jejuno então muitas
- 00:32:19vezes a gente vê
- 00:32:20o
- 00:32:22eh o líquido né antes e depois por
- 00:32:27inflamação mas o acúmulo Evidente mesmo
- 00:32:29é cranial e temos aqui a estrutura
- 00:32:32fazendo a superfície hiperecogênica o
- 00:32:35sombreamento então o intestino pode
- 00:32:37inflamar depois mas o acúmulo mesmo é
- 00:32:39sempre cranial onde nós temos a porção
- 00:32:42mais próxima da boca do
- 00:32:48paciente e aqui uma imagem né de como um
- 00:32:51vídeo de como que fica o peristaltismo
- 00:32:52neste caso né o intestino tenta fazer a
- 00:32:55expulsão de qualquer jeito desse objeto
- 00:32:58fazendo esse movimento de de
- 00:33:02ir e voltar aqui neste caso ela tinha um
- 00:33:06corpo estranho alguns centímetros pra
- 00:33:07frente e o intestino tentava fazer a
- 00:33:10expulsão e não adiantava de jeito nenhum
- 00:33:13chegou aí para sirurgia e era um caroço
- 00:33:15de de fruta associado com cabelo e
- 00:33:17vários outros corpos estranhos então o
- 00:33:21intestino força mesmo todo o conteúdo da
- 00:33:23dilatação tentando fazer esse corpo
- 00:33:26estranho progredir e esse essa obstrução
- 00:33:30simplesmente Deixar de existir mas nem
- 00:33:31sempre é uma coisa que acontece que dá
- 00:33:33certo e aí depois de muito tempo fazendo
- 00:33:36né este movimento essa esse aento Hi
- 00:33:38peristaltismo uma hora ele vai exaurir e
- 00:33:41é vai ter uma hipomotilidade naquela
- 00:33:45região então a sorte do TR sonografista
- 00:33:48para ter uma dica eh de onde está o
- 00:33:51corpo estranho depende né se é Agudo ou
- 00:33:53crônico se é Agudo nós temos esse sinal
- 00:33:56que ajuda bastante a gente achar o ponto
- 00:33:58de obstrução a gente simplesmente vai
- 00:34:00seguindo senão a gente vai vendo o
- 00:34:02segmento dilatado vai olhando cada
- 00:34:04segmento de alça até encontrar lembrando
- 00:34:07gente que o gás ele atrapalha bastante
- 00:34:10na avaliação então notem aqui que nós
- 00:34:12temos o conteúdo com líquido com
- 00:34:14bastante celularidade e quando o gás
- 00:34:16passa ó aqui embaixo a gente tem
- 00:34:19reverberação e sombreamento então a
- 00:34:21gente não vê o que está embaixo se esse
- 00:34:23corpo estranho Está circundado de muito
- 00:34:25gás por azar do teografia
- 00:34:28esse corpo estranho não será visto isso
- 00:34:30é mais comum em estômago mas pode
- 00:34:31acontecer em intestino
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